Questões de Concurso
Comentadas sobre primeira guerra mundial em história
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A imagem mais conhecida do Tio Sam, foi do cartunista James Flagg, o autor do dedo indicador apontando e dos cabelos brancos, nos quase 4 milhões de cópias espalhadas pelo país nasceu no contexto da:
Fonte: Disponível em
https://aventurasnahistoria.uol.com.br/. Acessado em 19
fev. 2019.
Fim da Primeira Guerra Mundial completa 100 anos (1918 – 2018)
Na décima primeira hora do décimo primeiro dia do décimo primeiro mês daquele ano (às 11h de 11 de novembro de 1918), milhares de clarins anunciaram o cessar-fogo da Primeira Guerra Mundial.As tropas do imperador Guilherme II da Alemanha retrocediam em todos os fronts ocidentais.
https://oglobo.globo.com/mundo/de-1918-2018-fim-da-primeira-guerra-mundial-completa-100-anos, consultado em 16/11/2018
Como encerrava-se a Primeira Guerra Mundial, os combates deram lugar à assinatura dos acordos de paz, entre os quais destaca-se o Tratado de Versalhes, segundo o qual a(o):
Quando a Primeira Guerra Mundial começou, o artista alemão Otto Dix (1891-1969) alistou-se voluntariamente no exército. Ao fim, sua arte seria profundamente afetada pelas experiências do conflito, como exemplificado na imagem a seguir.

Otto Dix, 45% pronto para o trabalho. 1920.
Nessa obra, o artista
(__) - A Liga das Nações, formada após a Primeira Grande Guerra Mundial, conseguiu atingir seus objetivos;
(__) - A Alemanha inibiu sua indústria bélica no entre guerras para aumentar o nível de emprego;
(__)- Os alemães obtiveram várias vitórias contra os ingleses no norte da África, onde se destacou o general alemão Rommel;
(__) - Em 1940, a França caiu sob a dominação de Hitler.
Levando-se em consideração que (V) significa verdadeiro e (F) significa falso, a sequência correta das proposições acima é:
“Ao ingressar na 1a Guerra Mundial, a Rússia não era uma nação industrial e desenvolvida segundo os padrões ocidentais, pois a agricultura pré-capitalista continuava sendo o setor mais significativo de sua economia, a qual absorvia em 1913 dois terços da população e 45% da renda nacional. Além disso, o país abarcava um território gigantesco, de dimensões continentais, em sua maior parte inóspito e com comunicações extremamente precárias. As riquezas naturais ainda se encontravam em grande parte inexploradas ou mesmo desconhecidas. Este imenso território era ocupado por uma população desigualmente distribuída, com uma média demográfica extremamente baixa e dividida em mais de uma centena de povos distintos".
(VIZENTINI, Paulo F.; RIBEIRO, Luiz Dario T.; LOPEZ, Luiz Roberto; COHEN, Vera R. de Aquino. A Revolução Soviética).
A justificativa para se entender a situação da Rússia descrita no texto, foi:
TEXTO I
Os camponeses partem para o front com incrível entusiasmo; e as classes superiores da sociedade, quer sejam liberais ou conservadoras, os aclamam, desejando‑lhes boa sorte […] Habitualmente, os camponeses sentiam que não tinham nada a fazer a não ser beber; mas agora não é mais assim. É como se a guerra lhes desse uma razão para viver […] No ardor dos soldados russos se percebe o entusiasmo que agita o coração dos antigos mártires se lançando para a morte gloriosa.
LE BON, Gustave. 1916 apud JANOTTI, Maria de Lourdes. A Primeira Guerra Mundial. O confronto de imperialismos. São Paulo: Atual, 1992. p. 17.
TEXTO II
Ontem, foi assinado o armistício entre a Itália e a Áustria-Hungria, e hoje, às 13h, esse armistício foi posto em execução. Àquela hora, eu me encontrava na igreja, no Abrigo, com um grande número de ex-prisioneiros e, juntos, santificamos a preciosa hora na qual se passou da longa guerra ao cessar das hostilidades, santificamos pela oração de graças ao Senhor, que realmente, teve tanta misericórdia do seu povo. A vitória do nosso exército teve, verdadeiramente, algo de grandiosa. Nós não nos vangloriaremos, pois somos todos pecadores, mas cantaremos um hino de glória ao Senhor:
Cantemus Domino gloriose enim magnificatus est [Ex. 15.1].
“Consistiu numa reunião realizada pelas potências aliadas, vendedoras da Primeira Guerra Mundial, alguns meses após o Armistício de Novembro de 1918. O objetivo desta reunião foi o de fixar o novo mapa político da Europa, as indenizações de guerra a pagar pelos alemães aos Aliados e as condições de desmilitarização dos países vencidos. Desta conferência resultaria o Tratado de Versalhes que os alemães foram obrigados a assinar em Junho de 1918.”
No contexto da História, o fragmento acima conceitua:
Diante do exposto e de seus conhecimentos sobre assunto leias as afirmativas.
I. O totalitarismo foi uma característica do fascismo que visava ao predomínio dos interesses do Estado sobre os individuais, sendo o particular mais importante que o coletivo. II. Para os fascistas, a guerra não seria prova de quem é o mais forte e todos podem governar. III. Os fascistas defendiam a existência de um governo forte e centralizado, ou seja, um governo ditatorial.
Está correto apenas o que se afirma em:
“O Brasil foi o único país sul-americano a participar da Primeira Guerra Mundial. A participação se restringiu ao envio de 13 aviadores à Grã-Bretanha, que fizeram parte da Royal Air Force; uma missão médica à França, que instalou um hospital em Paris; de observadores do Exército e uma frota de seis navios para patrulhar o Mediterrâneo, a Divisão Naval em Operações de Guerra. Esta não chegou a tomar parte das hostilidades, pois navegando do Brasil para o Mediterrâneo, imobilizou-se em Dacar ao ser atingida pela gripe espanhola, que matou mais de cem marinheiros.”
DORATIOTO, Francisco. O Brasil no mundo / Idealismos, novos paradigmas e voluntarismo. In SCHWARCZ, Lilia Moritz. (Coord.). História do Brasil Nação. A Abertura para o Mundo. 1889-1930. v. 3. Rio de Janeiro: Fundación Mapfre e Editora Objetiva, 2012. p. 163.
Essa participação do Brasil na Primeira Guerra Mundial, embora simbólica, permitiu ao país importantes ganhos no cenário internacional, como:
“Ela é imaginada como uma comunidade porque, independentemente da desigualdade e da exploração efetiva que possam existir dentro dela, a nação sempre é concebida como uma profunda camaradagem horizontal. No fundo, foi essa fraternidade que tornou possível, nestes dois últimos séculos, que tantos milhões de pessoas tenham-se disposto não tanto a matar, mas sobretudo a morrer por essas criações imaginárias limitadas. (ANDERSON, Benedict. Nações Imaginadas. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. p. 34)
Anderson (2008) refere-se à nação, sob um olhar antropológico, como uma comunidade política imaginada e traduzida, assim, por uma fraternidade capaz de possibilitar as guerras mundiais. A Primeira Grande Guerra (1914-1918) foi o primeiro conflito, de dimensão mundial, que rompeu com o intervalo de “paz” após as guerras napoleônicas. Sobre a Primeira Grande Guerra, considerando o conceito de comunidades imaginadas de Anderson, é CORRETO afirmar:
Leia o trecho a seguir servirá de base para questão que se segue:
A formação da opinião pública começou com a destruição da imprensa livre. Nas semanas e meses que se seguirão a 30 de janeiro de 1933, cerca de 2 mil jornalistas alemães, incluindo escritores judeus, liberais, conservadores, apolíticos, socialdemocratas e comunistas sofreram a perda de seus empregos, prisão, exílio forçado ou, às vezes, uma combinação dessas três formas de perseguição. A grande maioria dos jornalistas permaneceu em seus empregos. O controle da imprensa implicava tanto a expulsão e repressão a suspeitos de dissidência, o que abria vagas para membros do Partido Nazista, como a adaptação oportunista por parte de jornalistas que adotaram a causa das elites conservadoras do novo regime. Ao todo, 200 jornais socialdemocratas e 35 jornais comunistas, de circulação conjunta de aproximadamente 2 milhões de unidades, foram fechados. Em julho de 1933, os jornais da editora Mosse, incluindo um dos carros-chefes do liberalismo alemão, o Berliner Tageblatt, sucumbiu à Gleichshaltung, ou “coordenação”, o termo nazista para a purga, a incorporação e o controle das várias instituições da sociedade política, economia e cultura alemãs. Em 4 de outubro de 1933, a Lei de Controle Editorial formulada pelo diretor de imprensa da Reich, Otto Dietrich, colocou todos os editores de jornais e periódicos sob controle governamental, o que acabou assim com qualquer pretensão de liberdade de imprensa. Os editores precisavam ser “arianos” e não podiam ser casados com alguém não ariano. Dessa forma, a lei bania judeus e todos aqueles casados com judeus da prática jornalista. Todos os editores deviam ser membros da Liga da Imprensa Alemão do Reich, cujo diretor era Dietrich. A lei estabelecia tribunais controlados pela liga que podiam punir ou banir editores suspeitos de terem violado os requerimentos da lei. Em 12 de dezembro de 1933, importantes serviços alemães de imprensa juntaram-se para formar a Agência Alemã de Notícias (Deutsches Nachrichtenbüro ou DNB), que, por sua vez, foi colocada sob supervisão do Escritório de Imprensa de Dietrich no Ministério da Propaganda. A imprensa alemã tornara-se monopólio estatal. (HERF, Jeffrey. Inimigo Judeu: propaganda nazista durante a Segunda Guerra Mundial e o Holocausto. São Paulo: Edipro, 2014. p.60)
O trecho acima narra o percurso de controle da imprensa pelo Partido Nazista, no processo de implantação da Ditadura hitlerista na Alemanha. Tudo isso nos faz pensar na importância de uma imprensa livre e múltipla para a manutenção das democracias.
Sobre o controle da imprensa alemã e em relação ao mundo nazista, os impactos desse controle da imprensa e a seletividade dos que podiam escrever e publicar, assim como os valores impostos levaram à