Questões de Concurso Comentadas sobre período colonial: produção de riqueza e escravismo em história

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Q10576 História
O primeiro período do texto remete ao tempo das guerras cisplatinas, contexto histórico marcante para o Brasil das primeiras décadas do século XIX. Relativamente ao tema, julgue (C ou E) os itens seguintes.
Longe de ser mera bravata e, mais ainda, de integrar um grandioso projeto de Império luso na América, a decisão de incorporar a Banda Oriental foi tomada por D. João VI por imposição da Santa Aliança, como forma de punir Napoleão Bonaparte pela invasão da Espanha.
Alternativas
Q101839 História
Escravidão negra, latifúndio e monocultura. No início da
década de 60 do século XX, afirmava-se ser esse o conjunto de
fatores em que se assentara a economia brasileira do século XVI ao
XIX, como resultado da sua forma de integração ao mercado
mundial na qualidade de área subsidiária da Europa, como
produtora de artigos tropicais e, posteriormente, de metais
preciosos. Essa visão, excessivamente reducionista, com
freqüência, associava-se à atualmente criticada concepção dos
ciclos econômicos. Não se negava, mas minimizavam-se, em forma
decisiva, a presença e a importância de outras relações de produção
que não a escravidão de africanos e de seus descendentes. Era uma
historiografia que não vislumbrava a considerável complexidade
econômico-social brasileira.
Se considerarmos somente as partes do Brasil que, em cada
época, concentram principalmente a população e as produções
coloniais, tornar-se-á possível perceber quatro fases no que
concerne à história do trabalho:
1) 1500-1532: período chamado pré-colonial, caracterizado por
uma economia extrativista baseada no escambo com os índios;
2) 1532-1600: época de predomínio da escravidão indígena;
3) 1600-1700: fase de instalação do escravismo colonial de
plantation em sua forma clássica;
4) 1700-1822: anos de diversificação das atividades, em razão da
mineração, do surgimento de uma rede urbana, e de posterior
importância da manufatura — embora sempre sob o signo da
escravidão dominante.

Ciro Flamarion Santana Cardoso. O Trabalho na colônia.
In: Maria Yedda Linhares (org.). História geral do Brasil.
Rio de Janeiro: Campus, 1996, p. 78-9 (com adaptações).

Considerando o texto acima como referência inicial, julgue os itens
seguintes, relativos ao contexto colonial brasileiro.

A leitura atenta do texto permite concluir que a mineração do século XVIII, embora tenha estimulado o processo de interiorização da colônia, não foi capaz de promover o aparecimento de outras atividades econômicas e nem mesmo o de uma sociedade menos ruralizada do que a existente no Nordeste açucareiro.
Alternativas
Q101838 História
Escravidão negra, latifúndio e monocultura. No início da
década de 60 do século XX, afirmava-se ser esse o conjunto de
fatores em que se assentara a economia brasileira do século XVI ao
XIX, como resultado da sua forma de integração ao mercado
mundial na qualidade de área subsidiária da Europa, como
produtora de artigos tropicais e, posteriormente, de metais
preciosos. Essa visão, excessivamente reducionista, com
freqüência, associava-se à atualmente criticada concepção dos
ciclos econômicos. Não se negava, mas minimizavam-se, em forma
decisiva, a presença e a importância de outras relações de produção
que não a escravidão de africanos e de seus descendentes. Era uma
historiografia que não vislumbrava a considerável complexidade
econômico-social brasileira.
Se considerarmos somente as partes do Brasil que, em cada
época, concentram principalmente a população e as produções
coloniais, tornar-se-á possível perceber quatro fases no que
concerne à história do trabalho:
1) 1500-1532: período chamado pré-colonial, caracterizado por
uma economia extrativista baseada no escambo com os índios;
2) 1532-1600: época de predomínio da escravidão indígena;
3) 1600-1700: fase de instalação do escravismo colonial de
plantation em sua forma clássica;
4) 1700-1822: anos de diversificação das atividades, em razão da
mineração, do surgimento de uma rede urbana, e de posterior
importância da manufatura — embora sempre sob o signo da
escravidão dominante.

Ciro Flamarion Santana Cardoso. O Trabalho na colônia.
In: Maria Yedda Linhares (org.). História geral do Brasil.
Rio de Janeiro: Campus, 1996, p. 78-9 (com adaptações).

Considerando o texto acima como referência inicial, julgue os itens
seguintes, relativos ao contexto colonial brasileiro.

A “fase de instalação do escravismo colonial de plantation em sua forma clássica” coincide com o período de proeminência da cana-de-açúcar na economia colonial.
Alternativas
Q101837 História
Escravidão negra, latifúndio e monocultura. No início da
década de 60 do século XX, afirmava-se ser esse o conjunto de
fatores em que se assentara a economia brasileira do século XVI ao
XIX, como resultado da sua forma de integração ao mercado
mundial na qualidade de área subsidiária da Europa, como
produtora de artigos tropicais e, posteriormente, de metais
preciosos. Essa visão, excessivamente reducionista, com
freqüência, associava-se à atualmente criticada concepção dos
ciclos econômicos. Não se negava, mas minimizavam-se, em forma
decisiva, a presença e a importância de outras relações de produção
que não a escravidão de africanos e de seus descendentes. Era uma
historiografia que não vislumbrava a considerável complexidade
econômico-social brasileira.
Se considerarmos somente as partes do Brasil que, em cada
época, concentram principalmente a população e as produções
coloniais, tornar-se-á possível perceber quatro fases no que
concerne à história do trabalho:
1) 1500-1532: período chamado pré-colonial, caracterizado por
uma economia extrativista baseada no escambo com os índios;
2) 1532-1600: época de predomínio da escravidão indígena;
3) 1600-1700: fase de instalação do escravismo colonial de
plantation em sua forma clássica;
4) 1700-1822: anos de diversificação das atividades, em razão da
mineração, do surgimento de uma rede urbana, e de posterior
importância da manufatura — embora sempre sob o signo da
escravidão dominante.

Ciro Flamarion Santana Cardoso. O Trabalho na colônia.
In: Maria Yedda Linhares (org.). História geral do Brasil.
Rio de Janeiro: Campus, 1996, p. 78-9 (com adaptações).

Considerando o texto acima como referência inicial, julgue os itens
seguintes, relativos ao contexto colonial brasileiro.

O desenvolvimento da pesquisa historiográfica no país, visível nas últimas décadas, subverte integralmente a antiga tese de que a colonização do Brasil tenha-se assentado na grande propriedade, na monocultura e na escravidão africana; reduz, assim, radicalmente, a importância desses três aspectos para a formação social e econômica do Brasil.
Alternativas
Q101836 História
Escravidão negra, latifúndio e monocultura. No início da
década de 60 do século XX, afirmava-se ser esse o conjunto de
fatores em que se assentara a economia brasileira do século XVI ao
XIX, como resultado da sua forma de integração ao mercado
mundial na qualidade de área subsidiária da Europa, como
produtora de artigos tropicais e, posteriormente, de metais
preciosos. Essa visão, excessivamente reducionista, com
freqüência, associava-se à atualmente criticada concepção dos
ciclos econômicos. Não se negava, mas minimizavam-se, em forma
decisiva, a presença e a importância de outras relações de produção
que não a escravidão de africanos e de seus descendentes. Era uma
historiografia que não vislumbrava a considerável complexidade
econômico-social brasileira.
Se considerarmos somente as partes do Brasil que, em cada
época, concentram principalmente a população e as produções
coloniais, tornar-se-á possível perceber quatro fases no que
concerne à história do trabalho:
1) 1500-1532: período chamado pré-colonial, caracterizado por
uma economia extrativista baseada no escambo com os índios;
2) 1532-1600: época de predomínio da escravidão indígena;
3) 1600-1700: fase de instalação do escravismo colonial de
plantation em sua forma clássica;
4) 1700-1822: anos de diversificação das atividades, em razão da
mineração, do surgimento de uma rede urbana, e de posterior
importância da manufatura — embora sempre sob o signo da
escravidão dominante.

Ciro Flamarion Santana Cardoso. O Trabalho na colônia.
In: Maria Yedda Linhares (org.). História geral do Brasil.
Rio de Janeiro: Campus, 1996, p. 78-9 (com adaptações).

Considerando o texto acima como referência inicial, julgue os itens
seguintes, relativos ao contexto colonial brasileiro.

Por “considerável complexidade econômico-social brasileira”, expressão utilizada no final do primeiro parágrafo, entende-se uma realidade colonial em que, além das evidentes funções determinadas pela exploração mercantilista, como a de produzir para o mercado externo, a colônia também apresentava dinamismo econômico interno, o qual explica a diversidade de atividades produtivas e de relações de trabalho nesse período.
Alternativas
Q29197 História
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Ao mencionar a existência de "centros mineradores" (R.7-8), o
texto V refere-se ao panorama econômico colonial predominante
ao longo do século XVIII. Relativamente a essa realidade, que
apresenta aspectos distintos daqueles verificados na economia
açucareira, julgue (C ou E) os itens subseqüentes.
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Alternativas
Q29196 História
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Ao mencionar a existência de "centros mineradores" (R.7-8), o
texto V refere-se ao panorama econômico colonial predominante
ao longo do século XVIII. Relativamente a essa realidade, que
apresenta aspectos distintos daqueles verificados na economia
açucareira, julgue (C ou E) os itens subseqüentes.
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Alternativas
Q29195 História
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Ao mencionar a existência de "centros mineradores" (R.7-8), o
texto V refere-se ao panorama econômico colonial predominante
ao longo do século XVIII. Relativamente a essa realidade, que
apresenta aspectos distintos daqueles verificados na economia
açucareira, julgue (C ou E) os itens subseqüentes.
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Alternativas
Q29194 História
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Ao mencionar a existência de "centros mineradores" (R.7-8), o
texto V refere-se ao panorama econômico colonial predominante
ao longo do século XVIII. Relativamente a essa realidade, que
apresenta aspectos distintos daqueles verificados na economia
açucareira, julgue (C ou E) os itens subseqüentes.
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Alternativas
Q29193 História
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Partindo das informações do texto V e considerando a estrutura
econômica vigente no período colonial brasileiro, julgue (C ou E)
os itens subseqüentes.
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Alternativas
Q29192 História
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Partindo das informações do texto V e considerando a estrutura
econômica vigente no período colonial brasileiro, julgue (C ou E)
os itens subseqüentes.
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Alternativas
Q29191 História
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Partindo das informações do texto V e considerando a estrutura
econômica vigente no período colonial brasileiro, julgue (C ou E)
os itens subseqüentes.
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Alternativas
Q29190 História
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Partindo das informações do texto V e considerando a estrutura
econômica vigente no período colonial brasileiro, julgue (C ou E)
os itens subseqüentes.
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Alternativas
Q29146 História
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Partindo do tema tratado no texto II e considerando o início do
processo de colonização do Brasil, julgue (C ou E) os itens
subseqüentes.
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Alternativas
Q29145 História
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Partindo do tema tratado no texto II e considerando o início do
processo de colonização do Brasil, julgue (C ou E) os itens
subseqüentes.
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Alternativas
Q29137 História
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Alternativas
Q29136 História
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Tendo o texto II como referência inicial e considerando aspectos
históricos e geográficos marcantes da colonização brasileira,
julgue (C ou E) os itens a seguir.
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Alternativas
Q517402 História
“Por definição, ____________________ é o nome dado a um modelo de organização econômica em que se destacam quatro aspectos principais: latifúndio, monocultura, mão de obra escrava e produção voltada para o mercado externo. Durante o período colonial brasileiro, este foi o modelo adotado em larga escala, sendo a cana de açúcar o principal produto cultivado até meados do século XVIII."

Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.

Alternativas
Respostas
1207: E
1208: E
1209: C
1210: E
1211: C
1212: C
1213: E
1214: C
1215: E
1216: E
1217: E
1218: C
1219: C
1220: E
1221: E
1222: C
1223: C
1224: A