Questões de Concurso
Comentadas sobre período colonial: produção de riqueza e escravismo em história
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Nossa moeda conta um pouco da História do Brasil.

Assinale a opção que relaciona as imagens dos personagens presentes nas notas de 50, 5.000 e de 10.000 cruzeiros às respectivas fases da nossa História.
PORTINARI, Candido Torquato. Café – 1935. Disponível em: <portaldoprofessor.nse.gov.br>. Acesso em: 06 dez. 2013.
A utilização em massa do trabalho assalariado representou a primeira fase de desenvolvimento do capitalismo no Brasil. A formação do mercado de trabalho assalariado adquiriu um ritmo mais intenso no país depois da falência definitiva do sistema escravista. Na análise desse processo, salta à vista o fato de que de, na região de desenvolvimento mais intenso (Sudeste), praticamente até a década de 1930, a mão de obra assalariada era recrutada preferencialmente entre os imigrantes, embora já houvesse, desde as últimas décadas do século XIX, um grande contingente potencial de trabalhadores assalariados constituído por brasileiros natos.
REGO, José Márcio; MARQUES, Rosa Maria (ORG.) Economia Brasileira. São Paulo: Saraiva, 2013, p. 37-38.
(Regimento do rei João III ao I Governador Geral do Brasil de 17 de dezembro de 1548 citado por HOORNAERT, E. et alii. História da Igreja no Brasil: ensaio de interpretação a partir do povo. Primeira época, período colonial. 5ªed. Petrópolis: Vozes, 2008.)
Dessa forma o rei de Portugal assumiu claramente o papel de chefe religioso da América Portuguesa. Assinale a alternativa que apresenta o exercício dessa liderança de forma institucional.
... a tendência para o enfeixamento de imensos latifúndios nas mãos de um só, que não pode ter a esperança de tirar proveito deles, nem para si nem para sua família, por muitas gerações, ao passo que a grande massa tem de jazer servilizada, sem recursos nem proteção, sob poderio dos senhores de terras.
(Gottfried Heinrich Handelmann. Geschichte von Brasilien citado por WEHLING, Arno; WEHLING,
Maria José. Formação do Brasil Colonial. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.)
Em termos econômicos, o período colonial brasileiro se estruturou em torno de três grandes eixos: a
dependência externa, o latifúndio e a escravidão. O latifúndio se caracterizou tanto pela monocultura quanto
pelas relações sociais e políticas de cunho aristocrático centralizadas em torno dos proprietários de terras.
Assinale a alternativa que explica a existência da grande propriedade no período colonial brasileiro.
O patrimônio urbano da ampla zona da mineração brasileira do século XVIII é expressão singular da cultura hispânica no território.
Assinale a alternativa que contém essas características:
Segundo o primeiro recenseamento oficial de Goiás, do ano de 1804, o número de escravos representava 37,74% da população total da Capitania, enquanto, em 1736, apesar de não se poder determinar a proporção exata da população, o número de escravos em Goiás não deveria ser inferior a 60 ou 70%.
PALACÍN, Luís; MORAES, Maria Augusta SanfAna. História de Goiás. 4.ed. Goiânia: Èd. da UCG, 1986. p. 30-34. (Adaptado).
A redução do número relativo de escravos em Goiás, ao longo do século XV11I, decorreu, entre outros fatores,
Sérgio Buarque de Holanda. A herança colonial - sua desagregação. In: História Geral da Civilização Brasileira. Tomo II, O Brasil Monárquico. 1.º volume, O processo da Emancipação. São Paulo: Difusão Europeia do Livro, p. 9 (com adaptações).
Considerando o fragmento de texto acima e o processo histórico ao qual se refere, julgue o item que se seguem.
(Marina de Mello e Souza. África e Brasil africano, p. 89. Adaptado)
Segundo Marina de Mello e Souza, as relações entre os africanos e os crioulos, entre outras formas, caracterizavam-se
(...) na segunda fase do povoamento, posterior às guerras holandesas, (...) o afluxo imigratório de Portugal aumenta consideravelmente.
(Caio Prado Junior. Formação do Brasil contemporâneo, p. 83)
Esse aumento considerável do fluxo emigratório, de Portugal para o Brasil, foi uma das decorrências
Cabe esclarecer que o juiz de órfãos era, neste caso, d. Francisco Rendon de Quebedo, morador novo em São Paulo, pois aqui chegou depois de 1630 e o inventário data de 36. Isso explica como, embora residente na capitania, tivesse necessidade de intérprete para uma língua usual entre a população.
(Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil, p. 125-6. Adaptado)
O episódio pode ser explicado
(BUENO, E. Brasil: uma história. São Paulo: Leya, 2010)
A respeito da escravidão, é possível afirmar que: