Questões de Concurso
Comentadas sobre período colonial: produção de riqueza e escravismo em história
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Considerando as dimensões econômica, social e política da América portuguesa, julgue (C ou E) o item a seguir.
Anulando o Tratado del Pardo de 1761, o Tratado de
San Ildefonso de 1777 retomava o princípio do uti
possidetis consagrado no Tratado de Madri de 1750 e
confirmava, para a Coroa portuguesa, os territórios
ocupados no centro-oeste e na Amazônia por meio de
bandeiras, entradas e monções.
Considerando as dimensões econômica, social e política da América portuguesa, julgue (C ou E) o item a seguir.
A descoberta de ouro e a consequente circulação de
riquezas na capitania das Minas Gerais atraiu grande
número de migrantes para a região, propiciando o
surgimento de um ambiente cosmopolita e intelectualmente
sofisticado. Nesse contexto, a abertura das primeiras
gráficas na América portuguesa – autorizadas pelo
Marquês de Pombal no âmbito de um conjunto de medidas
ditas esclarecidas, que visavam a atualizar a relação entre
Metrópole e Colônia – contribuiria para catalisar a
circulação dos ideais revolucionários do Iluminismo
francês entre a elite letrada local.
Condenada por intelectuais da igreja como Antônio Vieira, a escravidão indígena foi proibida logo no primeiro século de colonização da América portuguesa. Sintomas da mudança do padrão de mão de obra indígena para o africano ao longo do século 16 foram o fim das bandeiras, na capitania de São Vicente, e o início da edificação de reduções jesuíticas, como a de Sete Povos das Missões.
Os artistas franceses que chegaram em 1816, alguns permanecendo por longos anos nas terras tropicais, vieram para o Brasil porque
“Não tardaria muito para que os acontecimentos que tiveram lugar na Bahia durante a década de 1580 chegassem ao conhecimento do Santo Ofício lisboeta. Por ocasião da famigerada Primeira Visitação da Inquisição Portuguesa ao Nordeste Brasileiro, entre 1591 e 1595, copioso número de denunciantes acusaram Fernão Cabral e seus acólitos de proteger uma "abusão herética chamada santidade" em suas próprias terras, dispensando-lhe proteção e favores, e inclusive participando de seus rituais, o que se fazia em prejuízo das lavouras da Bahia e da santa obra missionária da Companhia de Jesus” (VAINFAS, 2005, p. 15).
Com base no fragmento acima, e acerca das instituições coloniais, é correto afirmar que
MATTOSO, Kátia de Queirós. Ser escravo no Brasil. Editora Brasiliense. 2º edição. São Paulo, 1988.
O fragmento acima retrata parte da realidade africana antes mesmo da chegada dos europeus ao continente. As formas de vida dos africanos acabaram facilitando, a partir do século XV, por exemplo, a ação dos mercadores portugueses e de outras nações europeias, pois:
O movimento abolicionista se estendeu até 1888, liderado por Joaquim Nabuco, Tavares Bastos e José do Patrocínio, e organizado pela Sociedade Brasileira contra a Escravidão. [...] Como afirmou Nabuco em O abolicionismo: “Não é aos escravos que falamos, é aos livres”. Segundo as suas lideranças, o movimento deveria se restringir ao âmbito das elites e das classes médias urbanas [...]
[Roberto Ventura, Um Brasil mestiço: raça e cultura na passagem da monarquia à república. Em: Carlos Guilherme Mota (org). Viagem incompleta. A experiência brasileira. Formação: histórias (1500-2000)]
A Sociedade Brasileira contra a Escravidão tem claras
divergências em relação
Em 1789, no engenho Santana de Ilhéus, Bahia, os escravos mataram o feitor e se adentraram nas matas com as ferramentas do engenho, até reaparecerem algum tempo depois com uma proposta de paz em que pediam melhores condições de trabalho, acesso a roças de subsistência, facilidades para comercializar os excedentes dessas roças, direito de escolher seus feitores, licença para celebrar livremente suas festas, entre outras exigências.
[João José Reis, “Nos achamos em campo a tratar da liberdade”: a resistência negra no Brasil oitocentista. Em: Carlos Guilherme Mota (org). Viagem incompleta. A experiência brasileira. Formação: histórias (1500-2000)
No evento apresentado, é correto reconhecer que
[Kenneth Maxwell, Por que o Brasil foi diferente? O contexto da independência. Em: Carlos Guilherme Mota (org). Viagem incompleta. A experiência brasileira. Formação: histórias (1500-2000). Adaptado]
As referências temporais presentes no excerto referem-se, respectivamente,
Ao tempo da América Portuguesa, durante o reinado de D. José I, foram construídas diversas fortificações na Amazônia, entre as quais o Real Forte da Beira, na margem direita do rio Guaporé.
A respeito dessa fortificação e seu contexto histórico, e da exploração econômica na região amazônica, assinale a opção correta.
Após a leitura do fragmento acima, o professor pede aos educandos que montem um quadro com os possíveis interesses da Coroa, dos colonos e dos missionários, sobre os índios no período colonial. Acertaram aqueles alunos que indicaram os seguintes fatores, respectivamente:
Envolvidos com o comércio com a Ásia, os comerciantes portugueses e a Coroa pouco interesse demonstraram pela Colônia nos primeiros anos após a chegada de Cabral.
Somente por volta de 1530, por muitos fatores, o Estado e os empreendedores particulares passaram a se dedicar à exploração econômica das terras brasileiras.
Assinale a alternativa que indica o produto cujo cultivo permitiu o empreendimento agrícola e a ocupação de largas faixas do território.
No período colonial, o território que hoje corresponde ao Acre pertencia à Bolívia, e o Peru também se considerava pertencente a uma pequena parcela dessa área. Após assinaturas de alguns acordos referentes à legitimidade desse território, o Brasil adquiriu a região do Acre, em 1903, através da assinatura do Tratado de ___________ .
(Mundo Educação, 2019)
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.