Questões de Concurso Comentadas sobre período colonial: produção de riqueza e escravismo em história

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Q3648052 História
A sociedade colonial brasileira foi marcada pela convivência cotidiana entre diferentes grupos no contexto da escravidão e do patriarcalismo rural. Assinale a alternativa que expressa uma interpretação crítica e historicamente fundamentada dessa formação social: 
Alternativas
Q3643938 História
A formação da sociedade brasileira não pode ser entendida como fruto de uma cultura única, mas como resultado de múltiplas interações históricas entre diferentes povos e tradições. Essas interações envolvem tanto processos de imposição e resistência quanto de trocas culturais que deixaram marcas na língua, na culinária, na religiosidade e em práticas sociais. Nesse sentido, qual alternativa expressa corretamente esse processo de formação?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - História |
Q3625885 História
 A luta dos povos indígenas por seus territórios tradicionais tem se intensificado nas últimas décadas, especialmente em regiões como a Bahia, onde comunidades como os Tupinambá, Pataxó e Kiriri enfrentam conflitos fundiários, pressões econômicas e entraves jurídicos para garantir seus direitos. Essas populações seguem mobilizadas na defesa de seus modos de vida, identidades culturais e vínculos ancestrais com a terra.
Identifique a alternativa que melhor representa um aspecto da realidade enfrentada por essas comunidades:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - História |
Q3625876 História
Considerando as complexas relações sociais, econômicas e culturais que marcaram a Bahia durante o período colonial, analise as alternativas a seguir e indique aquela que melhor representa um aspecto significativo dessa sociedade.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - História |
Q3625871 História
Ao longo do período colonial e imperial, diversas formas de resistência foram desenvolvidas por populações negras e indígenas diante da escravidão, da exploração e da tentativa de apagamento cultural. Essas resistências se manifestaram por meio de ações diversas, que não se limitaram a confrontos armados.
Classifique as afirmativas em verdadeiras (V) ou falsas (F) e responda a pergunta a seguir:

(__)Quilombos, preservação de práticas culturais, fugas e alianças políticas foram estratégias de resistência adotadas por negros e indígenas.
(__)Os indígenas aceitaram pacificamente a catequese e foram rapidamente assimilados sem oferecer resistência.
(__)A única forma de resistência negra foi a realização de levantes armados de grande escala.
(__)Povos indígenas e africanos resistiram também por meio da manutenção de seus rituais, línguas e saberes.
(__)Toda forma de resistência era reprimida de forma tão imediata que não deixou marcas na história.

Qual das opções abaixo traz a sequência correta da classificação, de cima para baixo?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - História |
Q3625867 História
A atuação da Companhia de Jesus no Brasil Colônia esteve ligada a um projeto de conversão religiosa e controle social das populações indígenas, articulado aos interesses da monarquia portuguesa. Os jesuítas desempenharam papel decisivo na difusão do catolicismo, na organização de aldeamentos e na mediação de conflitos entre indígenas, colonos e autoridades coloniais. Sua presença gerou alianças, mas também tensões com setores da colônia que defendiam a exploração da mão de obra indígena. Qual alternativa expressa com maior precisão o papel dos jesuítas nesse contexto?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - História |
Q3625859 História
 A diáspora africana, marcada pelo tráfico transatlântico de escravizados, teve profundas consequências sociais, culturais e econômicas para a África e as Américas. Milhões de pessoas foram arrancadas de seus territórios, transportadas em condições desumanas e submetidas a regimes de trabalho forçado. Essa experiência deixou marcas estruturais duradouras.
Assinale a alternativa que melhor sintetiza a lógica e os impactos desse processo histórico.
Alternativas
Q3622058 História
Em 1534, houve um avanço da colonização portuguesa no Brasil e a criação das capitanias hereditárias. Analise o seguinte fragmento de texto sobre esse período.

Com o avanço da colonização do Brasil, o território foi dividido em grandes lotes de terra. Esses lotes foram entregues a capitães___________, que tinham a tarefa de investir nessas terras, protegê-las e torná-las ____________. Com a morte dele, os direitos eram transmitidos ao seu herdeiro. Por isso, essas terras eram chamadas capitanias _______________.

As palavras que completam corretamente as lacunas do fragmento de texto apresentado, na ordem, são: 
Alternativas
Q3583477 História
Tendo como referência o período colonial brasileiro (1500-1822), analise as afirmativas a seguir:

I- O aspecto defensivo dos primeiros povoamentos brasileiros pode ser exemplificado pelo caso de Salvador-BA que desenvolveu características militares devido ao seu papel de defesa do litoral brasileiro.
II- Efetivamente, o poder público forneceu normas e orientações claras e incisivas quanto ao modelo do traçado urbano.
III- No Brasil colonial, a concepção de cidade não podia ser dissociada das relações entre sagrado e profano.
IV- Acidade colonial não exerceu seu domínio sobre um modelo econômico que era baseado na produção rural.


É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3575027 História
No primeiro quartel do século XVII, começaram a aparecer fazendas com produção especializada de trigo ou carnes salgadas, gêneros destinados aos engenhos do litoral. O surgimento destas empresas impulsionou a bus ca de índios do sertão pelos moradores, em expedições denominadas “bandeiras” pelos historiadores.
 (John Manuel Monteiro, Vida e morte do índio: São Paulo colonial.  Em: Amanda Cristina Danaga e Edmundo Antonio Peggion,  Povos indígenas em São Paulo: novos olhares. Adaptado)
No contexto apresentado, segundo John Monteiro, as chamadas “bandeiras”
Alternativas
Q3565798 História
“O Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP) foi fundado em 1862. É o instituto histórico estadual mais antigo do Brasil. Ao longo dos seus 149 anos de existência ininterrupta, constituiu-se num referencial nacional e internacional. Seus acervos (biblioteca, arquivo e museu) e sua Revista representam uma fonte inesgotável para pesquisadores de várias áreas do saber” (IAHGP, 2025). A data de inauguração do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano foi realizada em celebração a qual importante fato da história pernambucana?
Alternativas
Q3541160 História
No Brasil Colonial, diante da escassez de metais preciosos, ouro e prata, a riqueza que o Brasil poderia ofertar era o açúcar, e é em torno desse produto, e dos engenhos de produção, que o país vai surgindo. Nesse sentido, sobre a economia açucareira no Brasil Colonial, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3529835 História
Leia os excertos I e II a seguir.
I.
        A sua obra Quarto de despejo alcançou sucesso inesperado e impressionante. Sua primeira edição, de 10 mil exemplares, esgotou em menos de uma semana. O poder desta obra de caráter social mede-se por seu impacto na capital paulista: o fim da favela do Canindé, na ocasião a maior e a mais problemática de São Paulo.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
II.
        Em 1847 foi alfabetizado e, no ano seguinte, fugiu da fazenda e foi para São Paulo. Lá se casou, por volta de 1850, e frequentou o curso de Direito como ouvinte.
        Em 1873 foi um dos fundadores do Partido Republicano Paulista. Nos anos seguintes, teve intensa participação em sociedades emancipadoras, na organização de sociedades secretas para fugas e ajuda financeira a negros, além do auxílio na libertação nos tribunais de mais de 500 escravos foragidos.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
Os excertos I e II referem-se, respectivamente, a
Alternativas
Q3529834 História
Na noite do dia 24 para o 25 de janeiro de 1835, um grupo de africanos escravizados e libertos ocupou as ruas de Salvador, e durante mais de três horas enfrentou soldados e civis armados.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje)
O excerto trata da 
Alternativas
Q3529833 História
No ano de 1595, quarenta escravos fugiram, à noite, de um engenho no sul de Pernambuco. Esses escravos estavam armados de foices, chuços e cacetes e caminhavam vários dias de manhã à noite contornando lugares de difícil acesso até chegarem a um local onde se sentiram seguros. É assim que, na visão de alguns historiadores, começa a história de Palmares. No início foram poucas pessoas, mas o número foi crescendo até tornarem-se uma comunidade de 30 mil aquilombados, entre homens, mulheres e crianças.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
Para Munanga e Gomes,
Alternativas
Q3529038 História
Leia o texto a seguir:

    A crença na passividade do africano escravizado no Brasil, na indolência, preguiça e de seu conformismo diante da escravidão trata-se de um equívoco histórico. Há fatores que contribuíram e ainda contribuem para que tal equivoco persista entre nós.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje, 2016. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta, segundo a obra citada, um desses fatores.
Alternativas
Q3524557 História
No século XVIII, em 1 410 viagens saídas da Bahia e de Pernambuco, 8 131 000 arrobas de tabaco são exportadas para a Costa dos Escravos. Cerca de 575 mil escravos daquela região são introduzidos na Bahia e em Pernambuco no mesmo período.
(Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul.)

Os números apresentados por Alencastro demonstram que
Alternativas
Q3524516 História
Leia o texto a seguir.

    Nossa história colonial não se confunde com a continuidade do nosso território colonial. Sempre se pensou o Brasil fora do Brasil, mas de maneira incompleta: o país aparece no prolongamento da Europa. Ora, a ideia exposta neste livro é diferente e relativamente simples.
(ALENCASTRO, Luiz Felipe de. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. Adaptado)

A tese do autor é de que a colonização portuguesa, fundada no escravismo, deu lugar a um espaço econômico e social que englobava
Alternativas
Q3524504 História
Observe o texto a seguir.

     Em 1678, representantes portugueses e uma expressiva comitiva de rebeldes enviados por Ganga Zumba reuniram-se em Recife para celebrar o tratado de paz proposto pelas autoridades coloniais. O acordo previa devolver aos agentes da Coroa os escravos fugidos — vale dizer, todos os moradores que não tivessem nascido nos quilombos — e, do ponto de vista luso, tinha o objetivo estratégico de liquidar com os profundos laços de cumplicidade e reconhecimento entre os quilombolas e os cativos. Em troca, Portugal garantia alforria, terras sob a forma de sesmarias e foro de vassalos da Coroa para os naturais de Palmares.
(SCHWARZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. Adaptado)

Em relação à história do quilombo de Palmares, o acordo realizado em Recife representou
Alternativas
Q3524503 História
Analise o texto a seguir.

     Em 1835, a grande sublevação escrava eclodiu em Salvador. Dessa vez, o ataque partiu de dentro da cidade, e a população não teve uma noite fácil. Na madrugada de 25 de janeiro, grupos de africanos escravos e libertos, armados com porretes, instrumentos de trabalho e armas brancas, lutaram nas ruas de Salvador, durante mais de três horas, enfrentando soldados e civis. A religião esteve entrelaçada com a revolta: boa parte dos rebeldes saiu para lutar nas ruas com as compridas túnicas rituais brancas — os abadás — usadas pelos adeptos do islamismo. Ainda carregavam junto ao corpo amuletos com mensagens do Alcorão e com orações fortes para proteção.
(SCHWARZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. Adaptado)

O texto faz referência
Alternativas
Respostas
61: B
62: A
63: A
64: B
65: E
66: D
67: E
68: A
69: E
70: C
71: A
72: A
73: C
74: C
75: B
76: A
77: B
78: C
79: C
80: D