Questões de Concurso
Comentadas sobre período colonial: produção de riqueza e escravismo em história
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(Lei nº 11.645 de 10 de março de 2008.)
Bittencourt, em seu texto “História das populações indígenas na escola: memórias e esquecimentos”, analisa a proposta da lei e como os povos indígenas foram representados no material didático de História ao longo do século XIX e no final do século XX. A partir dos livros didáticos de História e da produção acadêmica, a autora conclui que, apesar dos avanços na aproximação entre a produção de material didático e a produção acadêmica, os indígenas foram alijados dos livros didáticos de História em várias fases da construção da história do Brasil.”
(História das populações indígenas na escola: memórias e esquecimentos. BITTENCOURT, Circe Fernandes. In. BITTENCOURT, Circe Fernandes (Org.) O saber Histórico em Sala de Aula. 9ª ed. São Paulo. Contexto. 2004p. 101-132)
Para a autora, os povos indígenas ainda não são representados nos livros didáticos em várias fases da história do Brasil. Assim, assinale a opção que apresenta a razão para essa ausência.
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2006. p. 221-222)
Com base nessas informações, assinale a opção que apresenta uma dessas controvérsias.
Entre essas resistências, destaca-se:
( ) Francisco Adolfo de Varnhagen, em sua obra História Geral do Brasil, consolidou uma visão oficial e monárquica, centrada na ação heróica dos colonizadores portugueses e na importância do Estado.
( ) Em Casa-Grande & Senzala, Gilberto Freyre utiliza uma abordagem sociológica e antropológica para enfatizar a miscigenação como um elemento de equilíbrio social, embora sua obra seja criticada por alguns por suavizar a violência da escravidão.
( ) Sérgio Buarque de Holanda, na obra Raízes do Brasil, introduz o conceito de "homem cordial", que descreve a tendência do brasileiro em agir pela afetividade e pelo personalismo, o que dificultaria a distinção entre as esferas pública e privada.
( ) Caio Prado Júnior, em Formação do Brasil Contemporâneo, propõe que a colonização brasileira se caracterizava pela exploração voltada ao mercado externo, sendo o país uma colônia de povoamento desde o seu início.
sequência correta é:
“Podemos presumir que a fuga é motivada por uma necessidade de resistência, e não para a acomodação. O quilombo, portanto, não pode ser reduzido à fuga.”
NASCIMENTO, Maria Beatriz. Org. Alex Ratts. Uma história feita por mãos negras: relações raciais, quilombos e movimentos. Rio de Janeiro: Zahar, 2021, p. 130. (adaptado)
A historiadora propõe compreender o referido espaço como tendo sido:
I- As santidades ameríndias foram verdadeiros refúgios para os índios escravizados ou aldeados e, mais especificamente, a de Jaguaripe foi um movimento resistente aos portugueses. De formação heterogênea, teve a participação no século XVI de índios cristãos, pagãos, cativos libertos e negros da Guiné.
II- A santidade de Jaguaripe foi um movimento violento que atacava fazendas, saqueava, matava colonos e agredia padres em suas missões evangelizadoras.
III- A santidade de Jaguaripe que teve a participação exclusiva de ameríndios foi um movimento sagrado, com marcas de milenarismo que acreditava que suas entidades os levariam a um novo mundo, livre da escravidão e da exploração dos europeus.
IV- Pode-se afirmar que a santidade de Jaguaripe simboliza a configuração da religião e religiosidade de um povo, a miscigenação cultural, durante a constituição da colonial.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Sobre o contexto do antigo sistema colonial no Brasil, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) As colônias tinham como principal função fornecer produtos tropicais ao mercado europeu, o que levou, no caso do Brasil, a uma ocupação inicial concentrada ao longo do litoral.
( ) O pacto colonial, por cerca de três séculos, manteve o comércio brasileiro de exportação e importação sob a dependência e o controle da Coroa portuguesa.
( ) A sociedade constituída, conforme a lógica da colonização, estruturou-se com base no latifúndio, na policultura e no trabalho assalariado.