Questões de Concurso Comentadas sobre período colonial: produção de riqueza e escravismo em história

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Q2168641 História
Durante os primeiros séculos o futuro território brasileiro foi dividido em Capitanias Hereditárias, como o mapa a seguir representa:
Imagem associada para resolução da questão
(Fonte: Multi Rio. Disponível em: Mapa_Luis_Teixeira_t.jpg (560×774) (rio.rj.gov.br)
A configuração territorial das Capitanias Hereditárias apresentava alguns desafios e obstáculos a serem transpostos. Dentre eles, pode-se destacar, principalmente:
Alternativas
Q2168634 História
As Unidades Territoriais são momentâneas, isto é, com as modificações internas das sociedades e as pressões externas, acabam por redefinirem-se no espaço-tempo, sofrendo transformações. As mudanças recriam os limites e, com isso, um território ou região aumenta ou diminui, muda de nome ou simplesmente é incorporado a outros. No caso do Brasil, nos Períodos da Colonização, Primeira República e República Nova, mudanças aconteceram.
Considerando esses conhecimentos sobre a divisão político-administrativa no Brasil em diferentes períodos, indique “V” para verdadeira, e “F”, para falsa, nas afirmativas a seguir:
( ) A fundação do Estado da Guanabara é simultânea ao período da transição do Período Colonial para a Primeira República (1889-1930).
( ) O Centro-Oeste é uma das regiões mais recentes do Brasil, sendo o Estado do Mato Grosso pertencente ao período da Nova República (1985-atualmente).
( ) Como a região mais antiga do Brasil, o Nordeste não passou por transformações em suas divisões, sendo os Estados de Bahia, Ceará e Piauí originários desde o século XVI.
( ) A elevação do território do Acre à categoria de Estado ocorre na transição do Brasil rural para o Brasil industrial, no período do Estado Novo (1930-1945).

Assinale a alternativa que indique a sequência correta obtida no sentido de cima para baixo:  
Alternativas
Q2134935 História
Analise as afirmativas sobre a Tarifa Alves Branco e, em seguida, marque V para as verdadeiras e F para as falsas. Por fim, marque a alternativa com a sequência correta.
( ) A Tarifa Alves Branco buscou eliminar as vantagens tarifárias conquistadas por muitas nações estrangeiras em acordos comerciais com o Brasil, assinados por D. João VI e D. Pedro I.
( ) A Tarifa Alves Branco estabeleceu alíquotas entre 30% e 60% sobre artigos importados.
( ) A Tarifa Alves Branco contribuiu de forma decisiva para a consolidação do processo de industrialização da economia imperial.
( ) Assinada em 1810, foi proposta e elaborada pelo então Ministro da Fazenda Manuel Alves Branco.
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Q2134932 História
Analise as afirmativas sobre as características da sociedade colonial brasileira e marque V para as verdadeiras e F para as falsas. Em seguida, marque a alternativa com a sequência correta.
( ) A sociedade colonial brasileira era totalmente escravista e a economia latifundiária e baseada na monocultura.
( ) A pecuária era a principal atividade econômica, sendo o “carro-chefe” das grandes propriedades.
( ) Os principais cargos políticos eram ocupados por senhores de engenhos (coronéis).
( ) O baixo índice de estratificação social era característica da sociedade colonial.
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Q2126257 História
Estamos em um momento de revisão da historiografia para “corrigir” o grande equívoco que foi a invisibilidade dos povos nativos e africanos no Brasil. Os estudos feitos com diversas fontes que não foram consideradas nas escritas anteriores nos mostram os povos nativos com grandes atuações políticas e em conflitos que mediram forças com os colonos. Um conflito longo e violento (1650 – 1720) que ocorreu em vários estados da região nordestina, como Ceará, Bahia, Pernambuco e Maranhão, com diversas tribos envolvidas como aliadas ou rebeldes foi a:
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Q2118588 História
Acerca da colonização do planalto, do centro- -oeste e oeste do território catarinense, a partir do século XVIII, é correto afirmar:
Alternativas
Q2118157 História
A importação de escravos para o Brasil passa a diminuir expressivamente a partir de 1850 com:
Alternativas
Q2114640 História
O Brasil colonial vivenciou sociedades com diferentes características, como pode ser observado ao se comparar o ambiente da cana-de-açúcar com o da mineração. Na sociedade mineradora, houve o desenvolvimento de uma forte burocracia e controle por parte da Coroa Portuguesa e isto foi mais forte do que em qualquer outro local da colônia. Essa burocracia pode ser evidenciada na existência de vários impostos que recaíam sobre os mineradores. Foram impostos cobrados pela Coroa Portuguesa na sociedade mineradora:
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Q2114151 História
O tratamento conferido aos escravos no sistema colonial foi tema da produção escrita de jesuítas, como André José Antonil, que afirmou que na colônia esses costumavam ser tratados a “pau, pão e pano”.
Considere as seguintes afirmações sobre a relação da igreja católica com a escravidão, no sistema colonial implementado pela Coroa portuguesa no Brasil:
  I. Era comum que padres e membros do clero se valessem do trabalho de escravizados nas propriedades da Igreja.  II. A Igreja Católica condenava a escravidão de qualquer povo, e diversos jesuítas, como André José Antonil, relataram os maus tratos conferidos aos escravizados. III. Os africanos escravizados eram em geral batizados e recebiam nomes cristãos, uma vez que a Igreja defendia que deveriam ser catequizados.  IV. A Igreja católica incentivou os matrimônios entre brancos e negros como forma de branquear a população de escravizados, majoritária no período colonial.
Está correto o que se afirma APENAS em 
Alternativas
Q2081936 História
Ainda de acordo com a obra de Heywood, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – O Haiti recebeu também um grande número de centro-africanos escravizados. II – A importância demográfica dos povos escravizados nas Américas de língua espanhola só foi menor do que ocorreu no Brasil. III – A contribuição africana na cultura haitiana, assim como no Brasil, tem sido objeto de grandes investigações acadêmicas. 
Alternativas
Q2045667 História
“A escravidão levou consigo ofícios e aparelhos, como terá sucedido a outras instituições sociais. Não cito alguns aparelhos senão por se ligarem a certo ofício. Um deles era o ferro ao pescoço, outro o ferro ao pé; havia também a máscara de folha de flandres. A máscara fazia perder o vício da embriaguez aos escravos, por lhes tapar a boca. Tinha só três buracos, dois para ver, um para respirar, e era fechada atrás da cabeça por um cadeado. Com o vício de beber, perdiam a tentação de furtar, porque geralmente era dos vinténs do senhor que eles tiravam com que matar a sede, e aí ficavam dois pecados extintos, e a sobriedade e a honestidade certas. Era grotesca tal máscara, mas a ordem social e humana nem sempre se alcança sem o grotesco, e alguma vez o cruel. Os funileiros as tinham penduradas, à venda, na porta das lojas. Mas não cuidemos de máscaras.”
O trecho destacado do conto “Pai contra mãe” de Machado de Assis narra, em suas primeiras linhas, alguns instrumentos utilizados em homens e mulheres escravizados no Brasil. A respeito do sistema escravista no Brasil, analise as afirmativas a seguir:
I. A escravidão no Brasil teve sua origem nas experiências de trabalhos compulsórios praticados pelos povos originários e africanos, sendo considerada apenas uma adaptação desses modelos.
II. O trabalho escravo foi introduzido na América portuguesa como meio de expandir os lucros com o tráfico ultramarino de africanos e a necessidade de ampliar a oferta de mão de obra na lógica do sistema colonial.
III. Os africanos trazidos para serem escravizados no Brasil foram protegidos pelos jesuítas; muitos deles foram acolhidos em missões ou reduções, onde eram apresentados à fé católica e à cultura europeia.
Assinale 
Alternativas
Q2045664 História
Na Bahia, em 1835, eclodiu uma revolta liderada, principalmente, por escravizados africanos muçulmanos, o que levou pânico às elites proprietárias escravistas não só da província, como de todo o Império.
Essa revolta ficou conhecida como
Alternativas
Q2040143 História
A resistência dos escravizados na América Portuguesa deu origem aos mocambos e aos quilombos. O primeiro termo significa esconderijo. Já o segundo era utilizado em algumas regiões do continente africano para designar um acampamento militarizado e fortificado. No entanto, a formação de quilombos não foi a única forma de resistência dos escravizados. Assinale a alternativa que identifica corretamente outras formas de resistência:
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Q2033295 História

Um visitante francês em sua estada no Rio de Janeiro, em 1748, sintetiza seus juízos sobre o comportamento social dos portugueses:


[…] para dar uma ideia clara da sua futilidade, a seguinte nota: uma espada e uma roupa elegante os seduzem enormemente e a aparência é tudo que consideram ao avaliar a importância de alguém. […] Os habitantes comuns que querem satisfazer a sua vaidade aos olhos do povo, na impossibilidade de utilizar o castão de prata, escondem a sua inferioridade exagerando no brilho das suas roupas e das de seus acompanhantes. […]


PIERRE Sonnerat. In: FRANÇA, Jean Marcel Carvalho. Outras visões

do Rio de Janeiro colonial: antologia de textos (1582-1808). Rio de

Janeiro: José Olympio, 2000. p. 207-208.


O texto acima revela que cada indivíduo membro da sociedade colonial brasileira, do século XVIII, deveria mostrar-se, no trajo, nos adereços e mesmo nas cores portadas, de acordo com o seu estado socioeconômico.


Com base nessas considerações podemos afirmar:


1. A impossibilidade ou dificuldade no discernimento entre livre e cativo pelo modo ou riqueza nas roupas era uma questão posta, a qual não incomodava a sociedade da época, sendo uma questão acolhida pela legislação em vigor no Brasil do período colonial.


2. Riqueza e pobreza são fios de uma trama que pouco a pouco passam a compor o complexo e misto código de vestimenta nos trópicos, um código que deveria traduzir a hierarquia e a distinção social.


3. As pompas e rococós, sinal mais imediato e efetivo do poder econômico naquele ambiente extremamente visual, acabavam por perder sua função de distinção quando “qualquer um” podia trajá-las.


4. Aos olhos de diversos legisladores e camarários, permitir que os pretos circulassem vestidos com requinte prejudicava, portanto, o firmamento de uma verdadeira barreira entre os de cor – e os demais agentes sociais que, mesmo pobres, eram brancos.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2033294 História
Acerca da sociedade colonial brasileira entre os séculos XVI e XVIII; considere o texto abaixo.

No Brasil colonial, seguindo o costume português, desde o despertar o cristão se via rodeado de lembranças do reino dos Céus. Na parede contígua à cama, havia sempre algum símbolo visível da fé cristã: um quadrinho ou caixilho com gravura do anjo da guarda ou do santo; uma pequena concha com água-benta; o rosário dependurado na cabeceira da cama.
MOTT, Luiz. Cotidiano e vivência religiosa: entre a capela e o calundu. In: SOUZA, Laura de Mello e (Org.). História da vida privada no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. v. 1. p. 164-166.

Analise as afirmativas abaixo em relação ao assunto.

1. Em muitas propriedades rurais mais abastadas, próximo às casas-grandes dos engenhos de açúcar, era comum a construção de uma capela ou ermida, onde um sacerdote residente ou de fora prestava assistência religiosa aos senhores e à escravaria e agregados.
2. Apesar de os oratórios e santos de casa serem bentos e abençoados pelo vigário ou missionário em suas visitas residenciais, nem sempre a relação dos moradores com tais simulacros seguia as normas permitidas pela ortodoxia católica.
3. O oratório funcionava como uma espécie de relicário, onde eram conservados, além de eventuais relíquias “verdadeiras” do Santo Lenho, da coluna onde Cristo foi açoitado, pedacinhos de osso de algum santo e, eventualmente, até um bocadinho do “leite em pó” de Nossa Senhora.
4. No oratório guardavam-se alguns “talismãs” aceitos ou tolerados pela Igreja, a saber, “a rosa- -de-jericó”, a qual, posta contraída e seca num copo de água, na intenção de alguma parturiente, caso abrisse rapidamente, significava bom sucesso; no caso contrário, morte certa.
5. A palha benta do Domingo de Ramos é outro exemplo típico desta crendice popular do período colonial brasileiro. Era conservada como poderoso antídoto contra raios, coriscos e tempestades.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas. 
Alternativas
Q2026710 História
No que se refere à escravização, aos escravizados e às resistências, assinale a opção correta.
Alternativas
Q2026709 História
Em relação ao Brasil colonial, assinale a opção correta.
Alternativas
Q2013362 História
Sobre a escravidão no Brasil durante o período colonial, é correto afirmar que:
Alternativas
Q2013361 História
Analise as afirmativas abaixo:
1. Há notícias da presença de português no litoral catarinense desde as primeiras décadas do século XVI, porém, somente na segunda metade do século XVII os vicentistas tomaram iniciativas de povoamento na região.
2. Francisco Dias Velho, acompanhado por familiares, agregados e escravos, chegou na década de 1670, quando requisitou terras na Ilha e fundou o povoado de Nossa Senhora do Desterro.
3. Domingos de Brito Peixoto, nas décadas de 1670 e 1680, persistiu na tentativa de estabelecer um núcleo populacional definitivo na região de Laguna.
4. Passo decisivo para o povoamento do território catarinense foi dado com a criação da Capitania de Santa Catarina, com a desvinculação da região da jurisdição da Província do Paraná.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1992008 História
Revolta da Cachaça foi o episódio ocorrido entre novembro de 1660 e abril de 1661 no Rio de Janeiro. Considere os itens abaixo sobre a Revolta da Cachaça e, a seguir, assinale a alternativa correta:
I. A Revolta da Cachaça foi motivada pelo aumento de impostos excessivos cobrados aos fabricantes de aguardente.
II. Raimundo Padilha governava o Rio de Janeiro em 1660, quando se deu a revolta.
III. A Revolta da Cachaça também é chamada de Revolta do Barbalho ou Bernarda. 
Alternativas
Respostas
661: A
662: E
663: D
664: C
665: A
666: B
667: B
668: A
669: B
670: E
671: A
672: A
673: B
674: A
675: C
676: A
677: A
678: B
679: B
680: D