Questões de Concurso
Comentadas sobre mercantilismo, colonialismo e a ocupação portuguesa no brasil em história
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Analise a figura e o texto a seguir:

A história canônica do Brasil começa com o “Descobrimento”. Nesta cena Américo Vespúcio desperta a América, representada por uma índia Tupinambá, deitada na rede. Rede, tacape e cenas de antropofagia, que se veem ao fundo, são emblemáticos dos Tupinambás. Desenho de Jan van der Straet (também chamado Stadanus), gravura de Theodor Galle (1589).
(CUNHA, Manuela Carneiro. Introdução a uma história indígena. In: CUNHA, Manuela Carneiro. História dos Índios no Brasil. SP: Companhia das Letras, 1992. P. 09)
Sobre história Indígena do Brasil nos primeiros
séculos de colonização é correto afirmar:
(Adaptado. Revista Multidisciplinar, (UNIESP), 14, dez. 2012.)
Com base nesse processo de miscigenação, relacione os vocábulos a seguir às definições correspondentes.
1. Cafuzo ( ) Termo usado para denominar a descendência de ameríndios e brancos.
2. Caboclo ( ) Termo utilizado para designar a descendência de imigrantes japoneses.
3. Nissei ( ) Termo usado para nomear os descendentes de negros africanos e ameríndios.
Assinale a opção que mostra a relação correta, de cima para baixo.
Sérgio Buarque de Holanda. A herança colonial - sua desagregação. In: História Geral da Civilização Brasileira. Tomo II, O Brasil Monárquico. 1.º volume, O processo da Emancipação. São Paulo: Difusão Europeia do Livro, p. 9 (com adaptações).
Considerando o fragmento de texto acima e o processo histórico ao qual se refere, julgue o item que se seguem.
A transferência da Corte para a América portuguesa foi aventada em diferentes crises anteriores à de 1808, como estratégia para manutenção da soberania do pequeno reino ibérico frente às potências europeias.
A abertura dos portos da América portuguesa às potências amigas foi um dos primeiros atos de D. João VI ao chegar ao Brasil.
A criação de gado foi a primeira atividade produtiva promotora da interiorização mais profunda da colonização
O Tratado de Madri tinha como princípio principal, quanto à definição de fronteiras, o uti possidetis e como argumento subsidiário, aplicável à foz do Amazonas e ao Rio da Prata, o mare liberum
(Boris Fausto. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2008. p.122)
O texto permite concluir que Dom João, ao decretar a abertura dos portos,
(Caio Prado Júnior. Formação do Brasil contemporâneo. São Paulo: Brasiliense, 1979. p. 31)
Uma parte da renda real gerada pela produção da colônia era transferida pelo sistema de colonização para a metrópole e apropriada pela burguesia mercantil.
(Fernando A. Novaes. Portugal e Brasil na crise do antigo Sistema Colonial (1777-1808). São Paulo: HUCITEC, 2009. p. 68)
Um dos mais importantes mecanismos que possibilitava a exploração e a apropriação a que os textos fazem referência era o