Questões de Concurso
Comentadas sobre mercantilismo, colonialismo e a ocupação portuguesa no brasil em história
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CHAMBOLEYRON, Rafael; MELO, Vanice Siqueira de. “Governadores e índios, guerras e terras entre o Maranhão e o Piauí (primeira metade do século XVIII)”. Revista de História. SÃO PAULO, n. 168, p. 167-200, janeiro / junho 2013.
A partir do texto, compreende-se que o processo de ocupação do Maranhão no século XVII esteve profundamente ligado à exploração econômica e aos conflitos com as populações indígenas. Assim, é possível constatar que a ocupação portuguesa do Maranhão
Com base no contexto histórico da colonização, a análise do aluno é:
Analise o caso:
Em um debate escolar, alunos discutem se o sistema das capitanias hereditárias foi eficiente. Um deles argumenta que o fracasso inicial do sistema se deveu à falta de apoio da metrópole e à ausência de uma estrutura administrativa centralizada.
Com base nos fundamentos da administração colonial portuguesa, é correto afirmar que:
Com base na interpretação de Caio Prado Júnior sobre o projeto colonial português, analise o caso a seguir:
Em aula, um estudante afirma que o “sentido da colonização” portuguesa no Brasil foi a construção de uma sociedade autônoma, voltada ao desenvolvimento interno e à formação de um Estado nacional. O professor, ao intervir, pede que a turma discuta criticamente essa afirmação à luz da historiografia marxista brasileira.
Considerando o contexto histórico e as análises de Caio Prado Júnior, conclui-se que o estudante:
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?
A constituição da identidade nacional brasileira, especialmente nos materiais escolares, passou por transformações ao longo do tempo. Pesquisas como as de Circe Bittencourt apontam que a presença dos povos indígenas nos livros didáticos foi marcada por contradições, oscilando entre narrativas estereotipadas, omissões e tentativas de valorização cultural. Essa ambivalência apresenta tensões entre projetos políticos, interesses ideológicos e diferentes concepções sobre o papel dos indígenas na história do Brasil.
Considerando essa análise historiográfica e o debate sobre representações indígenas no ensino de História, Bittencourt identifica que essa ambiguidade se expressa no fato de que os indígenas:
A _________ era um tipo fortificado de armazém que contribuía para a estratégia de inibir o ataque de piratas, cedido por contrato a um mercador abastado, o qual poderia explorá-lo em troca de uma quantia predeterminada.
As reformas de Sólon foram, principalmente, uma:
(__)Os povos indígenas ocupavam o território brasileiro muito antes da chegada dos europeus, com formas complexas de organização social.
(__)A colonização portuguesa implicou processos de exploração econômica e de resistência indígena e africana.
(__)A independência de 1822 garantiu, de imediato, a cidadania plena para todas as camadas sociais.
(__)A história contemporânea do Brasil é marcada pela redemocratização e pela ampliação dos debates sobre cidadania.
A sequência correta é:
( ) A resistência indígena foi essencialmente passiva, limitando-se à aceitação das normas coloniais e à conversão ao catolicismo para evitar conflitos diretos.
( ) A resistência indígena foi insignificante, pois a superioridade militar e tecnológica dos europeus impediu qualquer tentativa de rebelião ou contestação por parte dos povos nativos.
( ) A resistência indígena manifestou-se de diversas formas, incluindo guerras, fugas para o interior, reorganização sociopolítica, aliança com grupos rivais dos colonizadores e manutenção de suas tradições culturais.
(TAVARES, Maria da Conceição (Org.) Celso Furtado e o Brasil. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2000. p. 38.)
Com base no texto da economista política luso-brasileira Maria da Conceição Tavares (1930-2024), analise as afirmativas a seguir sobre a história da economia colonial brasileira e sua inserção no sistema global e mercantilista europeu e assinale a correta.