Questões de Concurso
Comentadas sobre história geral em história
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(Marc Bloch, Apologia da História ou o ofício do historiador. Adaptado)
Esses exemplos apresentados são utilizados por Bloch para afirmar que
(Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. Adaptado)
O excerto revela
(Leila Leite Hernandez, A África na sala de aula: visita à história contemporânea. Adaptado)
A lacuna é corretamente preenchida por:
(Leila Leite Hernandez, A África na sala de aula: visita à história contemporânea. Adaptado)
O excerto trata
(Leila Leite Hernandez, A África na sala de aula: visita à história contemporânea. Adaptado)
O contexto apresentado pelo fragmento demonstra que
(Eric Hobsbawm, Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. Adaptado)
No contexto apresentado, segundo Hobsbawm, a democracia se salvou porque
(Hilário Franco Júnior, A Idade Média: nascimento do ocidente)
O excerto demonstra que
(Hilário Franco Júnior, A Idade Média: nascimento do ocidente. Adaptado)
Franco Júnior apresenta, como um desses indícios,
Isso não quer dizer, é claro, que os historiadores do século XX tenham resgatado a “verdadeira” Idade Média.
(Hilário Franco Júnior, A Idade Média: nascimento do ocidente. Adaptado)
Para Franco Júnior, não houve o resgate da “verdadeira” Idade Média porque
(Marcos Napolitano, “Pensando a estranha História sem fim”. Em: Leandro Karnal (org.), História em sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
O “novo conceito” refere-se à
(Jaime Pinsky e Carla Bassanezi Pinsky, “Por uma História prazerosa e consequente”. Em: Leandro Karnal (org.), História em sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
No artigo citado, considera-se “presentismo vulgar”
(Marcondes, 2010. Adaptado)
Segundo Danilo Marcondes, a confirmação empírica do modelo copernicano ocorreu no século XVII graças
Visto que o século XX nos ensinou e continua a ensinar que os seres humanos podem aprender a viver nas condições mais brutalizadas e teoricamente intoleráveis, não é fácil apreender a extensão do regresso, por desgraça cada vez mais rápido, ao que nossos ancestrais do século XIX teriam chamado padrões de barbarismo.
(Eric J. Hobsbawm, Era dos Extremos, 1995. Adaptado)
Com base na análise crítica apresentada por Eric Hobsbawm e considerando os eventos centrais do período a que se refere, assinale a alternativa que melhor expressa a interpretação do autor sobre os traços marcantes da trajetória histórica do século 20.
Após a Segunda Guerra, além das perdas materiais, as potências coloniais europeias tiveram enorme dificuldade para manter seus impérios. Por quê?
(Enrique Serra Padrós, “Capitalismo, prosperidade e estado de bem-estar- -social”. Em: Daniel Aarão Reis Filho, Jorge Ferreira e Celeste Zenha. O século XX, o tempo das crises: revoluções, fascismos e guerras, 2005. Adaptado)
A manutenção dos impérios coloniais, segundo Padrós, foi dificultada
Antiliberalismo, antimarxista, organicismo social, liderança carismática e negação da diferença marcam, a nosso ver, a possibilidade de identificação do fascismo enquanto regime ou forma dominação específica. Neste sentido, insistimos em diferenciar o fascismo das diversas vertentes políticas possíveis existentes no interior da direita.
(Francisco Carlos Teixeira da Silva, “Os fascismos”. Em: Daniel Aarão Reis Filho, Jorge Ferreira e Celeste Zenha. O século XX, o tempo das crises: revoluções, fascismos e guerras, 2005. Adaptado)
Para Teixeira da Silva, o fascismo se distingue de outras vertentes políticas por
Com o crack da Bolsa de Nova York, a crise generalizou-se, provocando um cataclisma em todo o mundo devido à interdependência entre a economia americana e numerosos países do mundo capitalista, especialmente aqueles que receberam empréstimos dos Estados Unidos. As repercussões da crise dentro dos Estados Unidos foram de tal intensidade que exigiram profundas mudanças na sua política econômica.
(José Jobson de Andrade Arruda, “A crise do capitalismo liberal”. Em: Daniel Aarão Reis Filho, Jorge Ferreira e Celeste Zenha, O século XX, o tempo das crises: revoluções, fascismos e guerras, 2005. Adaptado)
As profundas mudanças concretizaram-se, segundo o artigo citado, com
Para os metódicos (Gabriel Monod, Charles Seignobos, Charles Langlois e outros), grupo que marcou o nascimento da História acadêmica e consagrou a divisão quadripartite da História da Civilização, quanto mais próxima do presente a pesquisa histórica se pautasse, tanto mais sujeita a erros e distorções por parte do historiador.
(Marcos Napolitano, “Pensando a estranha História sem fim”. Em: Leandro Karnal, História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, 2015.)
Nesse sentido, segundo Marcos Napolitano, os historiadores metódicos entendiam que
No contexto pedagógico atual, a História Contemporânea, tendo em vista que ela está mais próxima do cotidiano do aluno, tem sido muito valorizada como ponte para o estudo do passado mais remoto. Há o risco de o ensino (e a pesquisa) voltarem-se para um certo presentismo subjetivista e cometer um dos (ou todos) três pecados capitais da explicação histórica: o anacronismo, o voluntarismo teórico e o descritivismo nominalista.
(Marcos Napolitano, “Pensando a estranha História sem fim”. Em: Leandro Karnal, História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, 2015. Adaptado)
Marcos Napolitano define o voluntarismo teórico como