Questões de Concurso Comentadas sobre história geral em história

Foram encontradas 10.297 questões

Q2007078 História
Sobre o período colonial, analise as afirmativas abaixo:
I. A ideia de Monarquia Pluricontinental, cuja intenção é de ultrapassar a tese da sociedade da América lusa como um simples canavial escravista submetido aos humores de um suposto capitalismo comercial e de um Estado Absolutista, possibilita uma compreensão na qual as relações periferia e centro na Monarquia lusa (“metrópole e colônia”) são pautadas em uma visão corporativa e polissinodal.
II. A concepção corporativa e polissinodal da Monarquia Lusa sustenta que o príncipe era a cabeça da sociedade, porém não se confundia com ela. Daí a possibilidade de existirem negociações entre os Poderes Locais, inclusive os das Conquistas ultramarinas, e o Poder Central.
III. Ainda hoje, por falta de registros que permitam formular uma contestação, a concepção de exclusivismo comercial é a que melhor descreve as relações econômicas entre a coroa lusitana e a América Portuguesa. Segundo tal teoria, a colônia só poderia comercializar com sua metrópole ou com os mercadores que convinham a Portugal.
Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q2007075 História
“No final da Idade Média, o mundo que os europeus conheciam resumia-se ao Oriente Médio, ao norte da África e às Índias, nome genérico pelo qual designavam o Extremo Oriente, isto é, leste da Ásia. Durante os séculos XV e XVI, exploradores europeus, mas principalmente portugueses e espanhóis, começaram a aventurar-se pelo “mar desconhecido”, isto é, pelo oceano Atlântico e também pelo Pacífico e Índico, dando início à chamada Era das Navegações e Descobrimentos Marítimos.” Quanto a esse tema, assinale a alternativa CORRETA.
(https://www.sohistoria.com.br/ef2/navegacoes/). 
Alternativas
Q2007074 História
“O prestígio ímpar que a História Econômica desfrutou por longo tempo deixou profundas marcas na produção medievalística. Sobretudo porque a impossibilidade de realizar estudos quantitativos como os que eram feitos para períodos históricos mais recentes, levou ao desenvolvimento de metodologias próprias. Dessa forma, o que na origem era uma deficiência — documentação fragmentária, sem dados numéricos suficientes e confiáveis — acabou por se tornar um fator positivo.” Sobre esse tema, assinale a alternativa CORRETA.
(FRANCO JÚNIOR, Hilário. A Idade Média: nascimento do ocidente).
Alternativas
Q2007073 História
Segundo Hilário Franco, a Idade Média, para os românticos da primeira metade do século XIX, era “Vista como época de fé, autoridade e tradição, a Idade Média oferecia um remédio à insegurança e aos problemas decorrentes de um culto exagerado ao cientificismo. Vista como fase histórica das liberdades, das imunidades e dos privilégios, reforçava o liberalismo burguês vitorioso no século XIX. Dessa maneira, o equilíbrio e a harmonia na literatura e nas artes, que o Renascimento e o Classicismo do século XVII tinham buscado, cedia lugar à paixão, à exuberância e à vitalidade encontráveis na Idade Média.” (FRANCO JÚNIOR, Hilário. A Idade Média: nascimento do ocidente). Em relação às novas considerações da historiografia contemporânea, analise as afirmativas a seguir:
I. A Igreja, de um lado, negava aspectos importantes da civilização romana, como a divindade do imperador, a hierarquia social, o militarismo. De outro, acabava sendo um prolongamento da romanidade, com seu caráter universalista, com o cristianismo transformado em religião do Estado, com o latim que, por intermédio da evangelização, foi levado a regiões antes inatingidas.
II. Para alcançar uma unidade política durante a Alta Idade Média (VIII-X), a dinastia Carolíngia precisou ser legitimada pela Igreja, que, pelo seu poder sagrado, se considerava a única e verdadeira herdeira do Império Romano. Em contrapartida, os soberanos Carolíngios entregaram um vasto bloco territorial italiano à Igreja, que, dessa forma, se corporificou e ganhou condições de se tornar uma potência política atuante.
III. A Baixa Idade Média (XIV- XVI), com suas crises e seus rearranjos, representou a ruptura daqueles novos tempos. A crise do século XIV foi uma decorrência da vitalidade e da contínua expansão territorial, demográfica, econômica, dos séculos XI-XIII, o que levara o sistema aos limites possíveis de seu funcionamento.

Está CORRETO o que se afirma em 

Alternativas
Q2007072 História
“Referência imprescindível da historiografia contemporânea, o medievalista francês Georges Duby foi responsável por um rico e diversificado conjunto de obras, entre livros, ensaios e artigos, cuja temática central sempre foi a sociedade medieval. Segundo ele, a História deve renunciar tanto à “busca ilusória da objetividade real” como às simples associações de casualidade dos acontecimentos”. Sobre a Idade Média na Europa, assinale a alternativa CORRETA.
(http://www2.uefs.br/sitientibus/pdf/21/representacoes_femininas.pdf) . 
Alternativas
Q1901888 História
Qual dos tratados abaixo, foi firmado em 13 de Janeiro de 1750, com o objetivo de definir os limites entre as respectivas colônias sul-americanas, pondo fim assim às disputas.
Alternativas
Q1896024 História
A China, uma das maiores potências mundiais, oficialmente chamada República Popular da China, é um país socialista e uma das civilizações mais antigas do mundo. O país, atualmente, possui a segunda maior economia e é o mais populoso do planeta. A cultura chinesa é repleta de tradições e particularidades. A China participa de organizações, tais como Organização Mundial do Comércio (OMC), BRICS, Cooperação Econômica Ásia-Pacífico, e é também membro permanente do Conselho de Segurança da ONU. Quantas províncias, regiões autônomas, municípios e regiões administrativas possui a China, respectivamente.
Alternativas
Q1833943 História
Durante muito tempo a China manteve as portas de seu mercado fechadas para a inserção de capitais estrangeiros. Porém, desde os anos de 1970, o sistema capitalista vem se inserindo nesse país, com a abertura do mercado para o capitalismo mundial, o que contribuiu para uma ascensão no sistema produtivo mundial da China. Sobre os fatores que contribuíram para a intensificação industrial na China, é correto afirmar que
Alternativas
Q1833935 História
A partir da década de 1980, várias mudanças no cenário político internacional levaram à gradual transformação do mundo bipolar, a exemplo da abertura política promovida por Gorbachev, que propiciou, entre outros fatores, a aproximação da Alemanha Oriental com a Alemanha Ocidental, contribuindo para a derrubada do Muro de Berlim em 1989. No contexto acima citado, é correto afirmar que 
Alternativas
Q1832340 História
Observe o mapa da Europa do ano de 1945 e responda à questão proposta sobre a chamada época da “cortina de ferro”.
Imagem associada para resolução da questão

Retirado do site História em suas mãos. http://historiaemsuasmaos.blogspot.com/2013/05/cortina-de-ferro.html, acesso em 25 de novembro de 2018.
O mapa acima faz menção ao termo “cortina de ferro”, criado pelo líder inglês durante a Segunda Guerra Mundial Winston Churchill, que lembrava em 1945 que „de Estatina, no mar Báltico, até Trieste, no mar Adriático, „uma cortina de ferro desceu sob o Continente Europeu‟. O sentido desta “cortina” em 1945 e que pode ser percebido na divisão do mapa Europeu define-se por uma guerra
Alternativas
Q1832339 História
Leia o trecho abaixo sobre o fascismo italiano e sua internacionalização nos anos de 1930 e responda à questão proposta.
“A partir de um núcleo central mais delimitado – a Itália – jornais, publicações, notícias e diretrizes seguiam para todos os países de imigração italiana do mundo e os militantes fascistas italianos circulavam. Eles estavam presentes de forma individual ou em grupos, formando “sessões” ou células fascistas. Às vezes organizavam-se em reuniões de intelectuais fascistas ou de militantes fascistas. Nascia assim uma identidade fascista italiana internacional, que se contrapunha a antifascista” (Texto adaptado de Bertonha, João Fábio. Fascismo, antifascismo e as comunidades italianas no exterior – guia bibliográfico. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2017, p. 25.).
Se o fascismo tem sua mãe pátria na Itália europeia, o trecho acima deixa claro que suas ramificações por territórios onde a imigração italiana foi grande não podem ser desprezadas. Sobre os mecanismos desta difusão de ideias no exterior e sua chegada na América, é correto afirmar que este movimento fascista no exterior era formado por
Alternativas
Q1832336 História
Observe a moeda de 2 euros em uma edição especial e responda à questão proposta sobre a Primeira Guerra Mundial e sua memória.
Imagem associada para resolução da questão

Moeda comemorativa de 2 Euros cunhada pela França com a inscrição “A Bleuet de France, flor da memória dos soldados 1918-2018”. Site do governo da Escandinávia. https://rsmint.com/2018francetwoeurounccoinarmistice.aspx, acesso em 25 de novembro de 2018.
A moeda acima comemora um importante centenário, marcado agora no ano de 2018, o do fim da Primeira Guerra Mundial. A flor azul (ou em francês a “Bleuet de France”) foi usada como símbolo, pois estas flores eram, de fato, as únicas que cresciam nos vários campos de batalha na Europa. Azul (ou centáureo azul) também foi o apelido que os veteranos da WWI (Poilus) deram aos jovens recrutas da classe 15 - aqueles nascidos em 1895. A comemoração do fim desta primeira grande guerra é muito importante. Ela simboliza o colapso de uma política europeia da “civilização” conhecida por
Alternativas
Q1832328 História
O pesquisador Luiz Carlos Soares avalia que o poder das invenções e do mecanicismo no processo de nascimento e crescimento da Revolução industrial inglesa na segunda metade do século XVIII foi maior do que quiseram crer os principais autores que escreveram sobre este movimento. Ressalta que, “se a sociedade passou a ser concebida dentro da mesma lógica da “Machina-Mundi” Newtoniana, nada mais natural que este „mecanismo social‟ fosse estendido ao mundo da produção” (SOARES, Luiz Carlos. A Albion revisitada. Ciência, religião, ilustração e comercialização do lazer na Inglaterra do século XVIII. Rio de Janeiro: Sete Letras e FAPERJ, 2007, p. 45).
Sobre esta visão mecânica de mundo e sua relação com a Revolução Industrial, o autor avalia que a fábrica passou a ser um local de aplicabilidade das chamadas “ciências da natureza”. Esta aplicação seria percebida na ideia de que a fábrica seria o local para se utilizar as forças da natureza a serviço do(da)
Alternativas
Q1832326 História
Leia o texto abaixo sobre o absolutismo na França moderna e seu final em 1789.
“Maria Antonieta, a filha mais nova da imperatriz Maria Teresa não se caracterizava pelo calor humano (...) De acordo com o lema “Deixa que os outros façam a guerra, tu feliz Áustria, casa-te”, a pequena Maria Antonia Josephe Johana, a quem todos chamavam de Antoinette, viveu luxuosamente com sua família austríaca e mais ainda depois do casamento com o monarca absolutista francês Luís XVI. Bela, caprichosa e atrevida, sua situação mudou em 14 de julho de 1789, quando o povo de Paris assaltou a fortaleza da Bastilha, símbolo do absolutismo monárquico, mas também ponto estratégico de repressão de Luís XVI, pois os seus canhões estavam apontados para os bairros operários. O povo passava fome, e Maria Antonieta tentava convencer o marido a fugir. Neste tempo surgiu uma anedota segundo a qual a rainha teria perguntado ao seu cocheiro durante um passeio por que havia tanta gente na rua em filas, o cocheiro teria respondido que eles esperavam pelo pão, que desaparecera do mercado. Ao que Antonieta interviu dizendo que se não havia pão que o povo comesse brioches...” (Texto adaptado de Helge Hesse. A história do mundo em 50 frases. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2012).
No trecho acima, a anedota – sendo verdadeira ou não – demonstra uma situação real e limítrofe de carência e pobreza que acabou por explodir em uma Revolução que destruiu o sistema absolutista francês em 1789. A imagem da jovem rainha austríaca na corte francesa demonstra bem este limite, que pode ser percebido porque esta rainha simbolizava o(a)
Alternativas
Q1832325 História
Leia atentamente o texto abaixo e responda à questão sobre a constituição das relações de poder no mundo do trabalho na sociedade europeia feudal.
“A classe senhorial estava longe de ser homogênea: os nobres não eram todos socialmente iguais, nem podiam explorar o trabalho dos outros da mesma forma. Intricadamente misturadas umas com as outras e confundidas nas mentes de seus contemporâneos, havia, no entanto, três formas distintas de exploração senhorial: o senhorio doméstico, o senhorio da terra e o senhorio dos direitos da exploração da terra. Quanto mais fortes os senhores, mais destes direitos tinham. Todos eles, todavia, baseavam-se na fixação de seus trabalhadores nas suas terras, na exploração de seu trabalho e na implementação de pagamentos de tributos”. (Texto adaptado de Georges Duby. Guerreiros e camponeses nos primórdios do crescimento Europeu. Lisboa: Editorial Estampa, 1980, pp. 190-193).
O mundo senhorial feudal acima descrito – em que pese suas diferenças – é caracterizado por uma relação elementar de poder baseada no trabalho
Alternativas
Q1822726 História
“Enquanto os elementos de novidade, começo e violência, todos intimamente associados ao nosso conceito de revolução, estão claramente ausentes do significado original da palavra, bem como do seu primeiro emprego metafórico na linguagem política, existe uma outra conotação do termo astronômico que já mencionei brevemente, e que ainda permanece muito forte em nosso próprio uso da palavra. Refiro-me à noção de irresistibilidade, o fato de que o movimento giratório das estrelas segue uma trajetória predeterminada, e é independente de qualquer influência do poder humano. Sabemos, ou acreditamos saber, a data exata em que a palavra revolução foi usada pela primeira vez com uma ênfase exclusiva na irresistibilidade [...]. A data foi a noite do 14 de julho de 1789, em Paris, quando Luís XVI recebeu do duque de La Rochefoucauld-Liancourt a notícia da queda da Bastilha, da libertação de uns poucos prisioneiros e da defecção das tropas reais frente a um ataque popular. O famoso diálogo que se travou entre o rei e seu mensageiro é muito lacônico e revelador. O rei, segundo consta, exclamou: [é uma revolta?]; e Liancourt corrigiu-o: [ Não, senhor, é uma revolução].” ARENDT, Hannah. Da Revolução. São Paulo: Ática; Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 1988, pp. 38-9.
Entre os significados comumente atribuídos ao conceito de revolução como novidade, começo e violência, e a noção de irresistibilidade conforme apresentado por Hannah Arendt, podemos entender como correta:
Alternativas
Q1822725 História
Com relação aos eventos que compõem a segunda grande guerra, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1822720 História
Leia o excerto: “[...] onde quer que houvesse gregos, aí estava a Grécia.” (FUNARI, Pedro Paulo. Grécia e Roma.2.ed. São Paulo: Contexto, 2002. P. 9).
Sobre a Grécia antiga é correto afirmar:
Alternativas
Q1822718 História
“Existe um tipo de experiência vital — experiência de tempo e espaço, de si mesmo e dos outros, das possibilidades e perigos da vida — que é compartilhada por homens e mulheres em todo o mundo, hoje. [...] é encontrar-se em um ambiente que promete aventura, poder, alegria, crescimento, autotransformação e transformação das coisas em redor — mas ao mesmo tempo ameaça destruir tudo o que temos, tudo o que sabemos, tudo o que somos.” BERMAN, Marshal. Tudo que é sólido desmancha no ar. São Paulo: Cia das Letras, 1986, p. 15.
Marshal Berman refere-se neste extrato ao conceito:
Alternativas
Q1822715 História
"Guerra improvável, paz impossível." Esta frase de Raymond Aron ilustra as relações americano- soviéticas de 1945 a 1989, sobre este período é correto afirmar:
Alternativas
Respostas
7181: B
7182: A
7183: A
7184: D
7185: E
7186: B
7187: C
7188: C
7189: A
7190: C
7191: B
7192: C
7193: A
7194: B
7195: D
7196: A
7197: B
7198: C
7199: C
7200: A