Questões de Concurso Comentadas sobre história geral em história

Foram encontradas 9.643 questões

Q2465586 História
Tomando-se por base a comparação entre o comércio negreiro, por um lado, e as fazendas de açúcar e aluguéis urbanos, pelo outro, constata-se que o retorno líquido de uma plantation pode chegar a uma cifra máxima de 12%, girando em média entre 5% e 10%. Os aluguéis urbanos, por sua vez, analisados através de prestações de contas em inventários post-mortem das décadas de 1810-1820, podiam chegar a 10% anuais sobre o capital investido em prédios (descontada a manutenção). Já o tráfico de africanos alcançava, na década de 1810, uma lucratividade média de 19% por expedição. Cabe lembrar que estas diferenças relativas tornam-se mais expressivas quando consideradas em termos absolutos. Assim, enquanto que o retorno de um engenho real com cerca de 60 escravos pode chegar, em bons anos da década de 1800, a dois contos de réis, o de uma única expedição negreira, em 1812, podia alcançar cerca de pouco mais de sete contos de réis. (FRAGOSO, João; MANOLO, Florentino. O arcaísmo como projeto: mercado atlântico, sociedade agrária e elite mercantil no Rio de Janeiro, 1790-1840. Rio de Janeiro: Diadorim, 1993. p. 106)
Um professor de História do ensino fundamental II utiliza o trecho citado para debater o caráter da economia colonial da América portuguesa. Com este material, o professor tem como objetivo
Alternativas
Q2465585 História
Mas as heresias eram perigosas para a Igreja e para a ordem feudal. Assim, os hereges foram perseguidos e repelidos para os espaços de exclusão da sociedade, que, sob o impulso da Igreja, foram cada vez mais bem delimitados no decurso do século XII e XIII. Sob a influência dos canonistas, no momento em que era instalada a Inquisição, a heresia foi definida como crime de “lesa-majestade”, atentado ao “bem público da Igreja” e à “boa ordem da sociedade cristã”. Assim faz, na sua Summa (c. 1188), Huguccio, o mais importante decretista deste decisivo momento. (LE GOFF, Jacques. A civilização do ocidente medieval. Lisboa: Estampa, 1984. p. 75-76).
Ao elaborar uma aula sobre a sociedade medieval, o professor propõe utilizar o trecho citado acima para introduzir o debate. Assim, podemos dizer que o professor propõe destacar os elementos relacionados a
Alternativas
Q2465582 História
O historiador medieval permanece ainda, quanto aos fatos, dependente da tradição, não dispondo de armas eficientes para a crítica dessa tradição. Assim, coloca-se no mesmo plano que Tito Lívio, conservando quer a sua fraqueza quer a sua força. Não dispõe de meios para estudar a evolução das tradições que chegaram até ele ou para decompô-las nos seus diversos componentes. A saída crítica é puramente pessoal, não científica, não sistemática, arrastando-o frequentemente para aquilo que nos parece uma tola credulidade. A seu crédito, porém, há a registrar o fato de patentear muitas vezes um notável valor estilístico e forças imaginativa. (COLLINGWOOD, R. G. A ideia de História. Lisboa: Presença, 1981. p. 73)
A escrita da história na Idade Média se vincula a uma concepção de mundo medieval em que se destaca o/a: 
Alternativas
Q2465581 História
Como já foi dito, os vínculos com a historiografia acadêmica são apenas um aspecto da história escolar. No entanto, o diálogo entre as duas é relevante e devemos manter o questionamento sobre ele. E a exploração dessa questão pode ser uma contribuição mútua. A História escolar pode alertar para a necessidade de a historiografia acadêmica dispor de ferramentas mais densas e complexas, menos acomodatícias à análise do passado, voltada para a formação política das jovens gerações. Por sua vez, a história escolar pode apontar para a historiografia acadêmica que é preciso que ela amplie e diversifique seus registros e linguagens para uma divulgação mais ampla de suas contribuições, de forma que alcancem o mundo educacional (e além) – sem ignorar que são necessários espaços e experiências que possibilitem produções como as promovidas pelo Ministério da Educação até 2015. Essa ampliação e disseminação de seus avanços permitiriam à historiografia acadêmica dar conta (mais uma vez) do vínculo entre história e política. Porque educação é um ato político. (GONZALEZ, Maria Paula. Historiografia acadêmica e história escolar: convergências e distanciamentos na abordagem da última ditadura no ensino médio na Argentina. In: ROCHA, Helenice; MAGALHÃES, Marcelo (orgs).
Em defesa do ensino de História: a democracia como valor. Rio de Janeiro: FGV. P. 227) Ao analisar as relações entre a história escolar e a acadêmica, a autora sugere que os saberes históricos
Alternativas
Q2465580 História
A Nova História, que se propagou nos meios acadêmicos nos anos 60 e 70, tinha em suas origens duas inspirações básicas – a dos Annales e a do marxismo. Naquele período, a influência da Nouvelle Histoire assentava-se principalmente no prestígio então alcançado pela chamada história quantitativa, ou serial, cujos êxitos em campos como o da história econômica, social e demográfica, levavam muitos historiadores crer que aquele era o caminho rumo a uma História realmente científica. (FALCON, Francisco José Calazans. Estudos de teoria da História e historiografia: teoria da História. São Paulo; Hucitec, 2011. p. 62).
Apesar das diferenças entre as três gerações dos Annales, é possível identificar um chão comum. Para analisar os pontos em comum que marcam a trajetória da produção historiográfica das três gerações dos Annales, devemos considerar 
Alternativas
Q2465578 História
Como mestre do espetáculo, Trump normaliza, por meio da repetição contínua, suas tentativas incessantes de alimentar o ódio, as divisões raciais e a destruição dos laços sociais – tudo o que é necessário para que a política fascista floresça. Na era Trump, a linha entre a violência letal e a retórica de uma política fascista é perigosamente tênue e, à medida que a memória histórica se desvanece e a alfabetização cívica é menosprezada, a barbárie e a brutalidade ascendem. Abordar criticamente a linguagem de Trump é um ato crucial de resistência política. Sua odiosa retórica demonstra que a educação é central para a política, porque é através da linguagem e de diversas formas de comunicação que o poder se materializa para moldar a consciência, o desejo, a identidade e os valores. (GIROUX, Henry Armand. Educação e lutas pela democracia: escritos contemporâneos sobre o maquinário neoliberal. Rio de Janeiro: UFRJ, 2023. p. 65).
Para a análise do fenômeno político do trumpismo, o autor sugere
Alternativas
Q2465576 História
Em julho de 2011, quatro cidadãos quenianos, três homens e uma mulher, ouviram numa sala de audiências do High Court, em Londres, um juiz pronunciar-se a favor da admissibilidade da ação que haviam interposto, dois anos antes, contra o governo do Reino Unido, no sentido de se verem ressarcidos por abusos e torturas alegadamente sofridos às mãos de agentes do poder colonial britânico no Quênia, em meados da década de 1950. Wambugu Wa Nyingy, Paulo Muoka Nzili, Ndiku Mutwiwa Mutua e Jane Muthoni Mara, todos eles octogenários, afirmam ter sido sujeitos a sevícias de vária ordem, incluindo castrações e violações sexuais, todas elas geradoras de traumas que os acompanharam pela vida fora. Entre as muitas vítimas deste gênero de práticas ter-se-á contado também o avô paterno de Barack Obama, que depois de ter servido no exército britânico na Birmânia durante a II Guerra Mundial, foi acusado de ter pertencido ao movimento Mau-Mau. As primeiras audiências do julgamento tiveram início na primeira quinzena de Julho, mas as suas implicações extravasaram já o âmbito estritamente judicial. Para além do precedente que pode resultar daqui para situações análogas (no Chipre e Malásia, nomeadamente), o caso está a obrigar os historiadores, e a opinião pública, a reequacionarem o papel da violência no fim do império, que tudo indica ter sido muito mais relevante do que até aqui geralmente se admitia. Na verdade, seria errado sugerir que os historiadores alguma vez tenham negado que essa dimensão estivesse presente. Mas algumas obras recentes – Histories of the Hanged (2005), do britânico David Anderson, ou Britain’s Gulag (2005), da americana Caroline Elkins, curiosamente ambas publicadas no rescaldo das primeiras revelações sobre a prática de tortura em prisões no Iraque pós-invasão - têm trazido elementos que demonstram como o recurso a métodos de repressão, controle e terror foi tão sistemático no contexto da descolonização britânica como no de outros espaços imperiais europeus. Os dois historiadores, juntamente com Huw Bennett, um especialista na campanha do exército britânico durante a fase militar do conflito do Quênia (1952-1960), foram arrolados como peritos pela firma de advogados que representa os antigos prisioneiros quenianos e foram eles quem começaram a examinar a enorme massa de documentação que este caso ajudou a desclassificar – e que se tornou num processo altamente polêmico por si só. (OLIVEIRA, Pedro Aires. A vingança dos Mau-Maus e os arquivos secretos da descolonização britânica. Extraído de: https://www.publico.pt/2012/09/02/jornal/a-vinganca-dos-maumau-e-os-arquivos-secretos-da-descolonizacao-britanica-25125044
A partir da análise do texto, é correto afirmar que o relato
Alternativas
Q2465575 História
Há um debate contemporâneo sobre o grau de “tolerância” ideológica que Al-Andalus pode ter demonstrado na Idade Média. As percepções do Islã no mundo ocidental contemporâneo, sejam elas positivas ou negativas, influenciam profundamente este debate. É verdade que o mundo muçulmano, especialmente sua parte hispano-mourisca, não sofreu a mesma repressão do pensamento crítico que a cristandade europeia, especialmente após o nascimento da Inquisição, no final do século XII. Entretanto, também não se deve atribuir-lhe um conceito anacrônico de liberdade religiosa e intelectual. Tal liberdade simplesmente não existia na época, seja na Europa, no Norte da África, ou no Oriente Próximo. Nenhuma das visões opostas simplistas do Al-Andalus pode resistir a uma séria pesquisa histórica. (BATEAU, Jean. O domínio muçulmano na Espanha foi crucial para a história da Europa. Extraído de: https://jacobin.com.br/2023/10/o-dominio-muculmano-naespanha-foi-crucial-para-a-historia-da-europa/) 
Um professor de ensino fundamental II elabora uma aula sobre as sociedades islâmicas, tendo como fonte para incentivar o debate o trecho citado acima. O objetivo a ser alcançado é
Alternativas
Q2465573 História
O mundo só vai ser igualitário na medida do conhecimento sobre o qual ele é construído. O iluminismo surgiu numa época em que a Europa havia arrasado grande parte do mundo por meio do genocídio da escravidão e estava afirmando seu domínio pela expansão colonial. A arrogância dos seus pensadores só foi possível devido à violência da primeira versão do império Ocidental. Os ‘grandes pensadores’ se viram no centro do mundo como resultado disso e teorizaram a respeito de sua aparente supremacia. Um dos seus propósitos era oferecer uma justificativa para o genocídio, a escravidão e o colonialismo que eram absolutamente indispensáveis para o progresso do Ocidente. O iluminismo foi crucial na passagem para a nova era imperialista: ele ofereceu a estrutura de conhecimento universalista, supostamente racional e científica que sustentava a lógica colonial. É uma heresia questionar os homens brancos mortos porque suas obras estão na fundação da atual ordem social injusta. Entender que o iluminismo e o racismo não podem ser separados é o primeiro passo para avaliar de fato que a lógica colonial ainda governa o mundo hoje. (ANDREWS, Kehinde. A nova era do Império: como o racismo e o colonialismo ainda dominam o mundo. SP: Companhia das Letras, 2023. p. 38-39)
A partir da análise do texto, é correto dizer que o autor
Alternativas
Q2465572 História
O próprio Hitler foi movido durante toda a carreira política por um ódio fanático aos judeus. Esse antissemitismo tem raízes em uma tradição com mais de mil anos, que em repetidas ocasiões levou ao assassinato em massa de judeus. Mas o passo de assassinato em massa para genocídio só foi dado quando a tradição antissemita por fim se encontrou com a tradição de genocídios surgida durante a expansão europeia na Europa, na América, na África e na Ásia. (LINDQVIST, Sven. Exterminem todos os malditos: uma viagem ao Coração das Trevas e à origem do genocídio europeu. São Paulo, Fósforo, 2023. p. 219)
professor de ensino fundamental II, ao propor o uso da citação acima para o planejamento de aula, tem como objetivo
Alternativas
Q2465571 História
O comparecimento à Assembleia soberana era aberto a todo o cidadão, e não havia burocracia ou funcionários públicos, exceto uns poucos escriturários, escravos de propriedade do estado que faziam registros inevitáveis, como cópias de tratados e leis, listas de contribuintes inadimplentes e similares. O governo era, assim, “pelo povo”, no sentido mais literal. A Assembleia, que detinha a palavra final na guerra e na paz, nos tratados, nas finanças, na legislação, nas obras públicas, em suma, na totalidade das atividades governamentais, era um comício ao ar livre, com tantos milhares de cidadãos com idade superior a 18 anos quantos quisessem comparecer naquele determinado dia. Ela se reunia frequentemente durante o ano todo, no mínimo quarenta vezes, e, normalmente, chegava a uma decisão sobre o assunto a discutir em um único dia de debate, em que, em princípio todos os presentes tinham o direito de participar, tomando a palavra. Isegoria, o direito universal de falar na Assembleia, era algumas vezes empregado pelos escritores gregos como sinônimo de “democracia”. E a decisão era pelo voto da maioria simples daqueles que estivessem presentes. (FINLEY, Moses I. Democracia antiga e moderna. RJ: Graal, 1985. p. 31)
Tendo em vista a descrição do autor sobre o funcionamento da Assembleia, podemos considerar que a democracia ateniense é
Alternativas
Q2465570 História
Em Coimbra, pouco depois, em 1772, criaram-se o Gabinete de História Natural e o Jardim Botânico, ambos ligados à universidade, devendo servir fins pedagógicos no âmbito das ciências da natureza. Nessas instituições, trabalhará Félix Avelar Brotero, que mais tarde, dirigirá o Jardim Botânico da Ajuda. Refira-se ainda que, no reinado de D. Maria I (1777-1816), no real Paço de Belém, administrado de forma eficiente pelo desembargador João Rodrigues Vilar, funcionou um jardim zoológico composto por diversos felinos, zebras, macacos e inúmeros pássaros. (BRAGA, Isabel M. R. Mendes Drumond. Sabores do Brasil em Portugal: descobrir e transformar novos alimentos (séculos XVI-XXI). São Paulo: SENAC, 2010. p. 90-91).
O relato acima pode ser analisado, tendo em vista o amplo contexto cultural europeu em que se destacam 
Alternativas
Q2465568 História
Em virtude da conspiração dos flagelos naturais, das flutuações da conjuntura econômica e da conversão crescente da burguesia citadina à propriedade fundiária, o conjunto do campesinato italiano do renascimento se encontra assim mergulhado na maior indigência, numa servidão material e moral pior do que ele havia conhecido na Idade Média. Na prática, uma servidão de fato substituiu em quase toda a parte a servidão medieval de direito, lá onde havia sido abolida. Daí, tanto na Itália como alhures, e às vezes até mais na península, ladainhas de manifestações, variáveis segundo os lugares e as ocasiões, de um mesmo desespero endêmico dos camponeses: insurreições populares esporádicas, afogadas em sangue, ou emigração em massa para o luxo da cidade, onde os camponeses, ainda durante o século XVI, virão engrossar as fileiras da plebe, reservatório de mão-de-obra barata para a economia citadina. (LARIVAILLE, Paul. A Itália no tempo de Maquiavel. SP: Companhia das Letras, 1988. p. 213)
Um professor propõe para planejamento de uma aula sobre o renascimento europeu o uso da citação acima. 
O objetivo dessa atividade de ensino com uso do documento é
Alternativas
Q2465262 História
O Humanismo foi um movimento intelectual de valorização da Antiguidade Clássica, uma glorificação ao homem, que se tornou o centro de todas as indagações e preocupações, em contraposição à visão teocêntrica de mundo do período medieval. Sobre esse tema, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Conduziu a modificações nos métodos de ensino, enriquecidos com o estudo das línguas clássicas (grego e latim).
( ) Contribuiu com o estudo da natureza, desenvolvendo a análise e a crítica na investigação científica.
( ) Possibilitou maior conhecimento da Antiguidade, embora suas realizações nas atividades humanas tenham se limitado aos campos literários e das artes plásticas.
( ) Gerou uma renovação cultural que influenciou diretamente o desenvolvimento e a evolução do movimento iluminista a partir do século XIV.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q2465260 História
Sobre a formação das pólis gregas, no período da Antiguidade Clássica, analise as assertivas abaixo:
I. Geograficamente, a Grécia é uma região com predominância de montanhas e planaltos, o que dificultava as comunicações terrestres e favorecia o isolamento de diversas áreas, embora esse fator não tenha sido determinante para a formação das pólis.
II. Praticamente todas as cidades da Grécia Balcânica produziam os mesmos gêneros alimentícios, o que não incentivava o comércio entre elas, fazendo-as dependerem do mercado externo, realizando as suas próprias transações comerciais nas costas do Egeu e do Mediterrâneo.
III. As cidades gregas caracterizavam-se pela presença de alguns elementos típicos, como a parte alta onde ficava a Acrópole, local onde se encontrava o templo da divindade local, e a parte baixa, marcada pela Ágora, centro comunal da vida dos habitantes.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q2465258 História
A região compreendida pelos Rios Tigre e Eufrates, assim como seus afluentes, é conhecida como Mesopotâmia ou “a terra entre rios”, para os antigos gregos. Diversos povos ocuparam diferentes locais dessa área, sendo os ___________ ao sul, os ________ ao norte e a parte central pelos __________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
Q2460057 História

A cidade nasce da água. A história urbana pode ser traçada tendo como eixos as formas de apropriação das dinâmicas hídricas. A trajetória das relações entre cidades e corpos d’água reflete, assim, os ciclos históricos da relação entre homem e natureza.

MELLO, S. S. Na beira do rio tem uma cidade: urbanidade e valorização dos corpos d’água. Tese Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. Brasília: UNB, 2008, p. 7.


As opções a seguir descrevem corretamente aspectos históricos das relações das sociedades com as águas e os rios, à exceção de uma. Assinale-a.


Alternativas
Q2456892 História
Embora já existissem diversos tipos de escrita, o primeiro alfabeto fonético deu que se tem notícia foi criado pelos
Alternativas
Q2453778 História
Analise as afirmativas abaixo.

1. A partir de 1957, quando a URSS lança com sucesso o Sputnik, os Estados Unidos da América e a União Soviética (URSS) disputaram a hegemonia na exploração do espaço, assim conhecida como “Corrida Espacial”.
2. A disputa foi “vencida” pelos Estados Unidos, ao tornar Yuri Gagarin o primeiro ser humano a viajar pelo espaço.
3. A Corrida Espacial é um dos episódios da “Guerra Fria” , conflito político-ideológico que marcou os anos pós Segunda Guerra Mundial.
4. A instalação de foguetes russos em Cuba e a sua destruição pelo bombardeio da Força Aérea norte-americana, ordenado por John Kennedy, marca o fim da “Guerra Fria” e o início do predomínio dos Estados Unidos na política mundial.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q2453774 História
Terminada a Segunda Guerra Mundial os países europeus se encontravam, na sua maioria, devastados pelos bombardeios que destruíram as suas grandes cidades e a sua infraestrutura e arruinados economicamente.

Para mitigar os problemas trazidos pela guerra, os Estados Unidos da América criaram um programa de ajuda, na forma de doações e empréstimos. Com os créditos oriundos deste plano os países europeus ocidentais poderiam comprar alimentos, produtos agrícolas, produtos industrializados e combustíveis, em sua maior parte dos EUA.

Assinale a alternativa que indica corretamente o referido programa (projeto).
Alternativas
Respostas
3601: B
3602: D
3603: B
3604: D
3605: C
3606: D
3607: E
3608: D
3609: B
3610: C
3611: E
3612: E
3613: D
3614: C
3615: E
3616: A
3617: A
3618: A
3619: A
3620: D