Questões de Concurso
Comentadas sobre história geral em história
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“O documento não é qualquer coisa que fica por conta do passado, é um produto da sociedade que o fabricou segundo as relações de forças que aí detinham o poder.”
A afirmação de Le Goff nos remete a uma característica importante do ofício do historiador, que é:
Segundo Circe Bittencourt, no livro O saber histórico na sala de aula, “a História Política que predominou no ensino de História até recentemente foi responsável pela configuração de uma galeria de personagens da vida administrativa do país. (…) Como a História Política ensinada optou, até os anos 60, por biografar os feitos dos chefes políticos, reis e presidentes republicanos, seus retratos constituíram-se em uma espécie de galeria de pessoas ilustres com características aristocráticas.”
Quando se compara as imagens desses antigos livros com aquelas que estão nos livros didáticos contemporâneos é possível destacar a:
O motivo do conflito recente é a região de Darfur, onde as Forças Armadas do Sudão (SAF) estavam enfrentando uma grave escassez de abastecimentos devido aos cercos impostos pela RSF, ao mesmo tempo que não conseguiam utilizar a sua superioridade aérea para conter os avanços dos rebeldes.
Em janeiro de 2024, havia mais de 10,7 milhões de pessoas deslocadas, a maior crise de deslocamento do mundo.
O conflito resultou, até o momento, na morte de 12.000 a 15.000 pessoas. Os conflitos no Sudão, como já dito, já culminou em uma divisão do país. Em 2011, um o desmembramento do território gerou a criação uma nova nação, o Sudão do Sul. A principal causa para essa separação foi:
[Os nazistas] acreditavam que o movimento das mulheres (o feminismo) fazia parte de uma conspiração judaica internacional para subverter a família alemã e, assim, destruir a raça alemã. O movimento encorajava as mulheres a afirmarem sua independência econômica e a negligenciar sua tarefa de produzir filhos. Difundia as doutrinas femininas de pacifismo, democracia e “materialismo”. Ao incentivar a contracepção e o aborto para diminuir o índice de natalidade, atacava a própria existência do povo alemão.
GUPTA, Charu. Politics of Gender: Woman in Nazi Germany. Economic and Political Weekly, v. 26, n. 17, abr. 1991. Apud STANLEY, Jason. Como funciona o fascismo. A política do “nós” e “eles”. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 55.
Com base no texto, assinale a alternativa que melhor descreve a visão dos nazistas em relação ao feminismo.
O seguinte texto discute as alterações curriculares na disciplina de História, implementadas pelo governo israelense na década de 1970, período que sucedeu intensas disputas com as nações árabes.
Um estudo ainda superficial do curso de História revela que ele é feito para enaltecer a história dos judeus e apresentá-la sob a melhor luz possível, ao passo que a visão da história árabe é a tal ponto deturpada que beira a mentira. A história árabe é apresentada como uma série de revoluções, massacres e disputas intermináveis, de modo a obscurecer as conquistas árabes. Do mesmo modo, o tempo dedicado à história árabe é curto. No quinto ano, por exemplo, alunos de dez anos passam dez horas (ou períodos) estudando os “hebreus” e somente cinco a “Península Arábica”. E, mesmo quando estudam a Península Arábica, sua atenção é atraída para as comunidades judaicas, como estipulado no programa. [...]
JIRYIS, S. The Arabs in Israel. Trad. Inea Englet. New York: Monthly Review Press, 1976, p. 210- 2 Apud SAID, Edward. A Questão da Palestina. São Paulo: Editora Unesp, 2012, p. 147.
Neste cenário, o ensino de história em Israel adquiriu a função de: