Questões de Concurso Sobre história do brasil em história

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Q2030309 História
Sobre os movimentos sociais ocorridos no Período Regencial (1831-1840) no Brasil, julgue os itens:
Alternativas
Q2015781 História

Os ________________ podem ser entendidos como comunidades auto-excluídas da sociedade nacional durante o período colonial até a abolição da escravatura, formados originalmente por negros escravos fugidos das áreas urbanas ou rurais onde existiam práticas de exploração escravista. Fonte: IPHAN (adaptada), 1998, p. 7.


Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE a lacuna

Alternativas
Q2015780 História
Sobre as invasões holandesas no Brasil, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q2015776 História
Acerca da História das Ferrovias no Brasil, julgue as frases abaixo.
I.A primeira ferrovia brasileira foi inaugurada por D. Pedro II, no Rio de Janeiro, em 1854.
II.Diversas ferrovias foram privatizadas a partir da década de 1950.
III.Durante a Ditadura Militar, a partir de 1964, o Brasil passou por um franco encolhimento da malha ferroviária.

Está (ão) CORRETA (S) a (s) seguinte (s) proposição (ões).
Alternativas
Q2012083 História
Os resultados da política econômica praticada durante o Regime Militar ficaram conhecidos como:
Alternativas
Q2012082 História
Após o final da Guerra do Paraguai e a consequente vitória da Tríplice Aliança, aliança liderada pelo império brasileiro, a economia brasileira, especialmente na região fronteira do País, foi aos poucos sendo restabelecida. No caso do sul de Mato Grosso, a instalação de uma importante empresa de exploração de recursos naturais mudou o panorama econômico da região. Assinale a resposta correta. 
Alternativas
Q2012078 História
A Guerra do Paraguai foi um dos mais importantes eventos internacionais da história nacional. Certamente, foi um elemento decisivo para o direcionamento da política imperial do Brasil e colaborou para definir os rumos de todos os países envolvidos diretamente no conflito. Podemos perceber seus desdobramentos até os dias de hoje como elemento mnemônico que ressalta as identidades regionais e que como fato histórico que impulsiona amplos debates acerca do revisionismo histórico sobre o assunto. Essa guerra, como marco histórico de um período, ainda influenciou a cultura brasileira (literatura, arte e musicalidade, por exemplo). Nesse sentido, analise as alternativas e assinale a obra artística que foi diretamente influenciada pela Guerra do Paraguai.
Alternativas
Q2012077 História
A História do Brasil deve ser compreendida de acordo com aspectos políticos, econômicos e sociais e estudado a partir do desenvolvimento das atividades ocorridas no território nacional. Sobre o período que a historiografia nomeia como Brasil Colonial, é correto afirmar que:
Alternativas
Q2004152 História
A formação do território brasileiro é resultado de um longo processo de expansão e domínio iniciado com a chegada dos europeus.
Analise as afirmativas abaixo sobre a formação do território brasileiro:
1. Os colonizadores portugueses foram se apropriando de terras que hoje constituem o Brasil e conquistando uma extensa área onde viviam milhões de indígenas com seus costumes e crenças. 2. Os atuais limites do território brasileiro começaram a ser definidos já em 1494, com o Tratado de Maastricht. 3. Por meio do acordo assinado através do Tratado, portugueses e mexicanos dividiram entre si as terras descobertas e as que seriam ainda conquistadas nos próximos anos. 4. Para garantir o poder sobre as terras ocupadas e protegê-las de outros conquistadores, como franceses e holandeses, além dos próprios espanhóis, em 1532 a Coroa portuguesa organizou o território, dividindo-o em capitanias hereditárias.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas
Alternativas
Q2003460 História
“Foi um decreto emitido pela Ditadura Militar durante o governo de Artur da Costa e Silva no dia 13 de dezembro de 1968. É entendido como o marco que inaugurou o período mais sombrio da ditadura e que concluiu uma transição que instaurou de fato um período ditatorial no Brasil. Ele deve ser enxergado como o resultado final de um processo que foi implantando o autoritarismo no Brasil pouco a pouco no período entre 1964 e 1968. Foi a conclusão de um processo que visava a governar o Brasil de maneira autoritária em longo prazo.” O trecho acima diz respeito a(ao):
Alternativas
Q2002872 História
          A ideia de nós, os humanos, nos descolarmos da terra, vivendo numa abstração civilizatória, é absurda. Ela suprime a diversidade, nega a pluralidade das formas de vida, de existência e de hábitos. Oferece o mesmo cardápio, o mesmo figurino e, se possível, a mesma língua para todo mundo.
        Para a Unesco, 2019 foi o ano internacional das línguas indígenas. Todos nós sabemos que a cada ano ou a cada semestre uma dessas línguas maternas, um desses idiomas originais de pequenos grupos que estão na periferia da humanidade, é deletada. Sobram algumas, de preferência aquelas que interessam às corporações para administrar a coisa toda, o desenvolvimento sustentável.
          O que é feito de nossos rios, nossas florestas, nossas paisagens? Nós ficamos tão perturbados com o desarranjo regional que vivemos, ficamos tão fora do sério com a falta de perspectiva política que não conseguimos nos erguer e respirar, ver o que importa mesmo para as pessoas, os coletivos e as comunidades nas suas ecologias. Para citar o Boaventura de Sousa Santos, a ecologia dos saberes deveria também integrar nossa experiência cotidiana, inspirar nossas escolhas sobre o lugar em que queremos viver, nossa experiência como comunidade. Precisamos ser críticos a essa ideia plasmada de humanidade homogênea na qual há muito tempo o consumo tomou o lugar daquilo que antes era cidadania.

Ailton Krenak
(Extraído e adaptado de Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Cia das Letras, 2019)
“Goulart, como Quadros, atravessou em seu curto período de governo grave crise de legitimidade – o segundo por excesso, o primeiro por falta. (...).” (Ângela de Castro Gomes e outros. O Brasil republicano: sociedade e política (1930-1946). Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, v.10, p.229.)
Pode-se afirmar corretamente acerca do período abordado acima que: 
Alternativas
Q2002870 História
          A ideia de nós, os humanos, nos descolarmos da terra, vivendo numa abstração civilizatória, é absurda. Ela suprime a diversidade, nega a pluralidade das formas de vida, de existência e de hábitos. Oferece o mesmo cardápio, o mesmo figurino e, se possível, a mesma língua para todo mundo.
        Para a Unesco, 2019 foi o ano internacional das línguas indígenas. Todos nós sabemos que a cada ano ou a cada semestre uma dessas línguas maternas, um desses idiomas originais de pequenos grupos que estão na periferia da humanidade, é deletada. Sobram algumas, de preferência aquelas que interessam às corporações para administrar a coisa toda, o desenvolvimento sustentável.
          O que é feito de nossos rios, nossas florestas, nossas paisagens? Nós ficamos tão perturbados com o desarranjo regional que vivemos, ficamos tão fora do sério com a falta de perspectiva política que não conseguimos nos erguer e respirar, ver o que importa mesmo para as pessoas, os coletivos e as comunidades nas suas ecologias. Para citar o Boaventura de Sousa Santos, a ecologia dos saberes deveria também integrar nossa experiência cotidiana, inspirar nossas escolhas sobre o lugar em que queremos viver, nossa experiência como comunidade. Precisamos ser críticos a essa ideia plasmada de humanidade homogênea na qual há muito tempo o consumo tomou o lugar daquilo que antes era cidadania.

Ailton Krenak
(Extraído e adaptado de Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Cia das Letras, 2019)
O presidente Getúlio Vargas, durante os 15 anos da chamada Era Vargas, seguiu o seguinte estilo de governar o país: 
Alternativas
Q2002868 História
          A ideia de nós, os humanos, nos descolarmos da terra, vivendo numa abstração civilizatória, é absurda. Ela suprime a diversidade, nega a pluralidade das formas de vida, de existência e de hábitos. Oferece o mesmo cardápio, o mesmo figurino e, se possível, a mesma língua para todo mundo.
        Para a Unesco, 2019 foi o ano internacional das línguas indígenas. Todos nós sabemos que a cada ano ou a cada semestre uma dessas línguas maternas, um desses idiomas originais de pequenos grupos que estão na periferia da humanidade, é deletada. Sobram algumas, de preferência aquelas que interessam às corporações para administrar a coisa toda, o desenvolvimento sustentável.
          O que é feito de nossos rios, nossas florestas, nossas paisagens? Nós ficamos tão perturbados com o desarranjo regional que vivemos, ficamos tão fora do sério com a falta de perspectiva política que não conseguimos nos erguer e respirar, ver o que importa mesmo para as pessoas, os coletivos e as comunidades nas suas ecologias. Para citar o Boaventura de Sousa Santos, a ecologia dos saberes deveria também integrar nossa experiência cotidiana, inspirar nossas escolhas sobre o lugar em que queremos viver, nossa experiência como comunidade. Precisamos ser críticos a essa ideia plasmada de humanidade homogênea na qual há muito tempo o consumo tomou o lugar daquilo que antes era cidadania.

Ailton Krenak
(Extraído e adaptado de Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Cia das Letras, 2019)
Dentre as medidas da administração Joanina (1808 – 1821), com a instalação da família real e da corte portuguesa na cidade do Rio de Janeiro, destaca-se: 
Alternativas
Q2002866 História
          A ideia de nós, os humanos, nos descolarmos da terra, vivendo numa abstração civilizatória, é absurda. Ela suprime a diversidade, nega a pluralidade das formas de vida, de existência e de hábitos. Oferece o mesmo cardápio, o mesmo figurino e, se possível, a mesma língua para todo mundo.
        Para a Unesco, 2019 foi o ano internacional das línguas indígenas. Todos nós sabemos que a cada ano ou a cada semestre uma dessas línguas maternas, um desses idiomas originais de pequenos grupos que estão na periferia da humanidade, é deletada. Sobram algumas, de preferência aquelas que interessam às corporações para administrar a coisa toda, o desenvolvimento sustentável.
          O que é feito de nossos rios, nossas florestas, nossas paisagens? Nós ficamos tão perturbados com o desarranjo regional que vivemos, ficamos tão fora do sério com a falta de perspectiva política que não conseguimos nos erguer e respirar, ver o que importa mesmo para as pessoas, os coletivos e as comunidades nas suas ecologias. Para citar o Boaventura de Sousa Santos, a ecologia dos saberes deveria também integrar nossa experiência cotidiana, inspirar nossas escolhas sobre o lugar em que queremos viver, nossa experiência como comunidade. Precisamos ser críticos a essa ideia plasmada de humanidade homogênea na qual há muito tempo o consumo tomou o lugar daquilo que antes era cidadania.

Ailton Krenak
(Extraído e adaptado de Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Cia das Letras, 2019)
Quanto à participação da Igreja Católica na colonização portuguesa, pode-se aferir que a ação dos jesuítas sobre os nativos resultou, via de regra: 
Alternativas
Q1929992 História
O Brasil foi colonizado por Portugal no contexto do mercantilismo europeu da Idade Moderna. A colonização das Américas significou a subjugação da população originária (indígena) e a escravidão de povos oriundos da África. As independências latino-americanas ocorreram no cenário histórico da onda revolucionária que, iniciada na América do Norte, varreu boa parte da Europa, entre fins do século XVIII e primeira metade do XIX.

Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item.


A transferência do Estado português para o Brasil, em 1808, decorreu de injunções da política europeia e, ao modificar o status da Colônia, retardou em muito o caminho para a Independência.

Alternativas
Q1929991 História
O Brasil foi colonizado por Portugal no contexto do mercantilismo europeu da Idade Moderna. A colonização das Américas significou a subjugação da população originária (indígena) e a escravidão de povos oriundos da África. As independências latino-americanas ocorreram no cenário histórico da onda revolucionária que, iniciada na América do Norte, varreu boa parte da Europa, entre fins do século XVIII e primeira metade do XIX.

Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item.


No Brasil, a escravidão africana prolongou-se por todo o período colonial, sendo extinta apenas ao final do Império, com a Lei Áurea (1888).

Alternativas
Q1929990 História
O Brasil foi colonizado por Portugal no contexto do mercantilismo europeu da Idade Moderna. A colonização das Américas significou a subjugação da população originária (indígena) e a escravidão de povos oriundos da África. As independências latino-americanas ocorreram no cenário histórico da onda revolucionária que, iniciada na América do Norte, varreu boa parte da Europa, entre fins do século XVIII e primeira metade do XIX.

Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item.


O insucesso da Conjuração Mineira de 1789 (“Inconfidência”) deveu-se ao fato de que seus integrantes desconheciam por completo a Era Revolucionária que atingia a América do Norte e convulsionava parte da Europa.

Alternativas
Q1929989 História
O Brasil foi colonizado por Portugal no contexto do mercantilismo europeu da Idade Moderna. A colonização das Américas significou a subjugação da população originária (indígena) e a escravidão de povos oriundos da África. As independências latino-americanas ocorreram no cenário histórico da onda revolucionária que, iniciada na América do Norte, varreu boa parte da Europa, entre fins do século XVIII e primeira metade do XIX.

Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item.


A Revolução do Porto, em 1820, foi essencialmente liberal, tanto para a metrópole portuguesa quanto para sua colônia brasileira.

Alternativas
Q1929974 História
            A destruição do passado – ou melhor, dos mecanismos sociais que vinculam nossa experiência pessoal à das gerações passadas – é um dos fenômenos mais característicos e lúgubres do final do século XX. Quase todos os jovens de hoje crescem em uma espécie de presente contínuo, sem qualquer relação orgânica com o passado público da época em que vivem. Por isso os historiadores, cujo ofício é lembrar o que os outros esquecem, tornam-se mais importantes que nunca.

Eric Hobsbawm. Era dos Extremos: o breve século XX (1914-1991).
São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 13 (com adaptações). 

Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item.


Especialmente durante a ditadura do Estado Novo (1937-1945), a Era Vargas abriu mão do incentivo ao nacionalismo e do dirigismo cultural, diferentemente do que ocorria em vários países naquele contexto.

Alternativas
Q1911204 História
O regime autoritário que se estabelecera sobre o Brasil a partir do golpe civil-militar de 1964 contou com diversos mecanismos de controle contra as “ameaças” internas poderiam ser potenciais adversários dos governos militares. Com a decretação do AI-5 em 1968, uma das primeiras atitudes do Governo brasileiro foi a criação da Sisni (Sistema Nacional de Informações), da qual fazia parte a SNI (Serviço Nacional de Informações), órgão que tinha a incumbência de 
Alternativas
Respostas
5421: C
5422: A
5423: B
5424: D
5425: D
5426: C
5427: C
5428: C
5429: B
5430: D
5431: D
5432: C
5433: A
5434: B
5435: E
5436: C
5437: E
5438: E
5439: E
5440: D