Questões de Concurso Sobre história do brasil em história

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Ano: 2022 Banca: FGV Órgão: SSP-AM Prova: FGV - 2022 - SSP-AM - Assistente Operacional |
Q1913731 História

Observe o cartaz a seguir, elaborado para estimular os “soldados da borracha”. O slogan da campanha, “Mais Borracha para a Vitória”, indicava a importância que a borracha adquiriu no período.


Imagem associada para resolução da questão


Os “soldados da borracha” eram

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Ano: 2022 Banca: FGV Órgão: SSP-AM Prova: FGV - 2022 - SSP-AM - Assistente Operacional |
Q1913730 História

A respeito da economia e sociedade dos ciclos da borracha, analise as afirmativas a seguir e assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.


( ) A descoberta do processo de vulcanização da borracha ampliou as possibilidades de suas aplicações na indústria, por aumentar sua resistência e durabilidade.

( ) O regime de exploração dos seringueiros provocava um endividamento do seringueiro, que não tinha outra alternativa a não ser continuar a trabalhar em péssimas condições.

( ) As estradas de seringueiras eram construídas em forma de gota para que, ao fim da estrada, o seringueiro estivesse novamente próximo ao início.


As afirmativas são, de cima para baixo,

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Ano: 2022 Banca: FGV Órgão: SSP-AM Prova: FGV - 2022 - SSP-AM - Assistente Operacional |
Q1913729 História

Em ofício de 08 de agosto de 1836, o general Andreas, que organizava a repressão à revolta dos Cabanos, informou as autoridades da Corte:


“Não estou exagerando as crises a Vossa Excelência, ou esses códigos Criminais e do Processo hão de [melhorar] ou ser substituídos por Leis úteis, em que todos vejam garantidos as nossas honras, nossas vidas e nossos bens; ou esta Província há de pertencer a Tapuios, e o resto do Brasil a negros.”

(Arquivo Público do Pará. Correspondência de Governo com a Corte. Códice: 1039 – Ministério da Justiça. Ofício de 8 de agosto de 1836)


É correto afirmar que, no documento, o general

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Ano: 2022 Banca: FGV Órgão: SSP-AM Prova: FGV - 2022 - SSP-AM - Assistente Operacional |
Q1913728 História

Tendo em vista o processo de formação territorial do Brasil, analise as afirmativas a seguir.


I. Durante a União Ibérica, a expedição de Pedro Teixeira (1637-1639) ajudou a Coroa portuguesa a tomar posse da região amazônica e a expandir as fronteiras assinaladas pelo Tratado de Tordesilhas (1494).

II. Em meados do século XVIII, foi assinado o Tratado de Madri (1750) para definir os limites das possessões espanholas e lusas na América do Sul, com base no princípio do direito romano de propriedade (uti possidetis, ita possideatis).

III. Em 1777, Espanha e Portugal firmam o tratado de Santo Ildefonso, que expandiu ainda mais o território português na América, mediante a compra do atual Estado do Acre, então pertencente ao vice-reino do Peru.


Está correto o que se afirma em

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Ano: 2022 Banca: FGV Órgão: SSP-AM Prova: FGV - 2022 - SSP-AM - Assistente Operacional |
Q1913726 História

As missões desempenharam um papel importante na ocupação territorial do vale amazônico durante o período colonial, mas as disputas entre elas exigiram uma intervenção da Coroa que, mediante cartas régias, fixou as áreas de atuação das principais ordens.


Assinale a afirmativa que relaciona corretamente a ordem religiosa à região em que atuou predominantemente. 

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Q1912062 História
Como era capital do Brasil, a cidade do Rio de Janeiro foi objeto de frequentes preocupações a respeito do saneamento, organização urbana e embelezamento no início do século XX. Durante a República Oligárquica um presidente, em especial, teve como prioridade a revitalização da cidade. Esse presidente foi:  
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Q1912061 História
Com a proclamação da república no Brasil, uma série de mudanças ocorreu no país. Além daquelas mais óbvias de nível político, outras, importantes de qualidade administrativa, social e cultural impactaram a vida dos brasileiros. Uma das mudanças que combinam esses três aspectos foi: 
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Q1912060 História
A história do Brasil é marcada por conflitos e guerras. Ainda que parte da historiografia e de setores da sociedade tente tratar o país como historicamente pacífico, a verdade é que o Brasil já se envolveu em diversas guerras, vencendo todas com exceção de uma. Assinale a alternativa que representa o país que lutou e não perdeu a guerra contra o Brasil:  
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Q1912059 História
Ainda que sejam nomenclaturas muito contestadas pela historiografia recente, os livros didáticos e outros veículos da educação básica normalmente dividem os movimentos de contestação que ocorreram no período colonial entre: 
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Q1912058 História
Uma das medidas mais importantes no processo de consolidação da elite agrária e que aumentou os latifúndios e a desigualdade de terras no Brasil Imperial foi a:
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Q1903813 História
A Era Vargas é a fase da história brasileira em que esteve no governo do Brasil Getúlio Vargas, entre 1930 e 1945. Ao longo de seus quinze anos no poder, Vargas atuou de maneira consistente no sentido de ampliar os benefícios trabalhistas. Para tanto, foram lançadas medidas importantes, entre elas: 
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Q1902564 História
Foi uma revolta popular social de escravizados africanos, em sua imensa maioria negros muçulmanos, em especial da etnia nagô, ocorrida durante o Império do Brasil, na cidade de Salvador, capital da Bahia, em 24 de janeiro de 1835. É considerado como o maior levante de escravizados da história do Brasil. Trata-se da: 
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Q1899545 História
A respeito do Diretório dos Índios, publicado em 1757 e aplicado em toda a América Portuguesa no ano seguinte, leia as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) Manifestava o projeto colonizador de "civilizar" os nativos mediante a educação e o trabalho, alçando-os à condição de súditos de Sua Majestade.
( ) Apoiava a fundação de vilas nos lugares das antigas aldeias missionárias, medida de caráter estratégico, pois visava o povoamento e a defesa das fronteiras.
( ) Modificava a legislação indigenista vigente, estabelecendo que o poder temporal sobre os nativos livres da escravidão seria exercido por diretores seculares.

As afirmativas são, de cima para baixo,
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Ano: 2022 Banca: FGV Órgão: PC-AM Prova: FGV - 2022 - PC-AM - Investigador de Polícia |
Q1899355 História

“Em meados do Século XVIII, com a inversão de posições das principais capitanias, o Pará passou a ser a "cabeça" do Estado do Grão-Pará e Maranhão. Esse processo foi acompanhado pela transferência de sede da nova unidade administrativa, dependente de Lisboa, da cidade de São Luís para a de Belém, e pela posse de Francisco Xavier de Mendonça Furtado como governador e capitão-general. Iniciava-se, assim, uma fase de retomada da colonização amazônica.”

(Adaptado de SANTOS, F. Vilaça dos, O "paraíso na terra" ou o Estado do Grão-Pará na segunda metade do século XVIII, in historiacolonial.arquivonacional.gov.br.)


Entre as características dessa “retomada da colonização amazônica” consta

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Ano: 2022 Banca: FGV Órgão: SSP-AM Prova: FGV - 2022 - SSP-AM - Técnico de Nível Superior |
Q1895490 História

A respeito da política indigenista da Coroa portuguesa no período colonial, estabeleça a correspondência entre as normativas listadas a seguir e sua respectiva caracterização.


1. Regimento das Missões (1686)

2. Diretório dos Índios (1757) 


( ) Proíbe a escravidão indígena e cria o ofício de Procurador dos Índios nas capitanias do Pará e Maranhão.

( ) Manifesta a convicção de que a convivência, o trabalho e a educação europeias poderiam civilizar os indígenas.

( ) Concede aos missionários portugueses o direito de tutela dos nativos capturados.

( ) Institui um diretor para o governo das aldeias, a ser nomeado pelo governador-geral.


Assinale a opção que indica a sequência correta, de cima para baixo

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Q1884388 História

Analise as afirmativas a seguir:


I. No período colonial, duas capitanias despontaram como os maiores centros açucareiros: Pernambuco e Rio Grande. Alguns fatores certamente contribuíram para isso, como o adequado regime de chuvas, a localização na região costeira, a boa qualidade do solo, a proximidade dos centros importantes e a facilidade no escoamento da produção.

II. Em sua expedição de 1532, Martim Afonso incentivou a atividade açucareira na Colônia, contemplando o cultivo da cana e a construção de engenhos em todas as capitanias. A capitania de Pernambuco destacou-se como um dos grandes centros açucareiros do período colonial.


Marque a alternativa CORRETA:

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Q1884387 História

Analise as afirmativas a seguir:


I. São elementos típicos de um engenho do Brasil colonial as plantações de cana de açúcar, o equipamento para processála, as construções, os escravos, o gado, as pastagens, os carros de transporte e a casa-grande.

II. Após o início da colonização, os portugueses introduziram a cana-de-açúcar no Brasil e, ainda no século XVI, a produção se estabeleceu em bases sólidas no nosso território. Com o tempo, a base da vida social e da economia na Colônia passaram a girar em torno da principal atividade econômica: a produção açucareira.


Marque a alternativa CORRETA:

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Q1883670 História
Texto para a questão a seguir:

O ENIGMA DE PALMARES

Por Rafael Marquese, 2006. Trecho adaptado.

A Guerra dos Palmares foi um dos episódios de resistência escrava mais notáveis na história da escravidão do Novo Mundo. As estimativas sobre o número total de habitantes divergem bastante – de um mínimo de 6 mil a um máximo de 30 mil pessoas.

Não há como negar que as comunidades palmarinas, dada a extensão territorial e a quantidade de escravos fugitivos que acolheram, tornaram-se o maior quilombo na história da América portuguesa. Suas origens datam do início do século XVII, mas sua formação como grande núcleo quilombola se deu apenas no contexto da invasão holandesa de Pernambuco, quando diversos escravos se aproveitaram das desordens militares e fugiram para o sul da capitania.

As comunidades rebeldes que então se organizaram resistiram a diversas incursões da Companhia das Índias Ocidentais e, após a expulsão dos holandeses, a ataques das tropas luso-brasileiras.

Nas décadas de 1670 e 1680, os africanos, os crioulos e os descendentes alojados em Palmares eram vistos pelas autoridades metropolitanas como “holandeses de outra cor”, por conta da ameaça que representavam à ordem colonial portuguesa na América. Sua derrota pela força das armas só ocorreu em meados da década seguinte, após um conflito secular com dois dos maiores poderes coloniais europeus do mundo moderno.

Antes da revolução escrava de São Domingos (1791-1804) e das grandes revoltas abolicionistas do Caribe inglês no primeiro terço do século XIX, o episódio de Palmares só teve equivalente na I Guerra Maroon da Jamaica (1655-1739) e na Guerra dos Saramaca, no Suriname (1685-1762). Nesses dois casos, entretanto, os quilombolas conseguiram vencer as tropas repressoras, forçando autoridades e senhores a reconhecerem a liberdade dos grupos revoltosos.

A história da derrota do grande quilombo palmarino deu origem a um enigma que há certo tempo chama a atenção dos especialistas em escravidão brasileira: por que não houve outros Palmares na história do Brasil? O ponto é importante, pois a atividade quilombola se ampliou no século XVIII, com o aumento do volume do tráfico negreiro transatlântico e a formação dos núcleos mineratórios no interior do território, assumindo diferentes modalidades de norte a sul da América portuguesa. 
Leia o texto 'O ENIGMA DE PALMARES' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. No texto, Marquese afirma que os africanos, os crioulos e os descendentes alojados em Palmares chegaram a ser vistos pelas autoridades metropolitanas como “holandeses de outra cor”, por conta da ameaça que representavam à ordem colonial portuguesa na América.

II. O texto afirma que as comunidades palmarinas possuíam uma ampla extensão territorial e uma grande quantidade de escravos fugitivos, o que as transformou em um valioso mercado consumidor de especiarias e, assim, estimulou o comércio da Colônia com essas comunidades. 

Marque a alternativa CORRETA:
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Q1883669 História
Texto para a questão a seguir:

O ENIGMA DE PALMARES

Por Rafael Marquese, 2006. Trecho adaptado.

A Guerra dos Palmares foi um dos episódios de resistência escrava mais notáveis na história da escravidão do Novo Mundo. As estimativas sobre o número total de habitantes divergem bastante – de um mínimo de 6 mil a um máximo de 30 mil pessoas.

Não há como negar que as comunidades palmarinas, dada a extensão territorial e a quantidade de escravos fugitivos que acolheram, tornaram-se o maior quilombo na história da América portuguesa. Suas origens datam do início do século XVII, mas sua formação como grande núcleo quilombola se deu apenas no contexto da invasão holandesa de Pernambuco, quando diversos escravos se aproveitaram das desordens militares e fugiram para o sul da capitania.

As comunidades rebeldes que então se organizaram resistiram a diversas incursões da Companhia das Índias Ocidentais e, após a expulsão dos holandeses, a ataques das tropas luso-brasileiras.

Nas décadas de 1670 e 1680, os africanos, os crioulos e os descendentes alojados em Palmares eram vistos pelas autoridades metropolitanas como “holandeses de outra cor”, por conta da ameaça que representavam à ordem colonial portuguesa na América. Sua derrota pela força das armas só ocorreu em meados da década seguinte, após um conflito secular com dois dos maiores poderes coloniais europeus do mundo moderno.

Antes da revolução escrava de São Domingos (1791-1804) e das grandes revoltas abolicionistas do Caribe inglês no primeiro terço do século XIX, o episódio de Palmares só teve equivalente na I Guerra Maroon da Jamaica (1655-1739) e na Guerra dos Saramaca, no Suriname (1685-1762). Nesses dois casos, entretanto, os quilombolas conseguiram vencer as tropas repressoras, forçando autoridades e senhores a reconhecerem a liberdade dos grupos revoltosos.

A história da derrota do grande quilombo palmarino deu origem a um enigma que há certo tempo chama a atenção dos especialistas em escravidão brasileira: por que não houve outros Palmares na história do Brasil? O ponto é importante, pois a atividade quilombola se ampliou no século XVIII, com o aumento do volume do tráfico negreiro transatlântico e a formação dos núcleos mineratórios no interior do território, assumindo diferentes modalidades de norte a sul da América portuguesa. 
Leia o texto 'O ENIGMA DE PALMARES' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O texto deixa evidente que as comunidades palmarinas rebeldes resistiram a diversas incursões da Companhia das Índias Ocidentais e, após a expulsão dos holandeses, a ataques das tropas luso-brasileiras.

II. As origens das comunidades palmarinas datam do início do século XVII e sua formação como grande núcleo quilombola se deu apenas no contexto da invasão holandesa de Pernambuco, de acordo com as informações presentes no texto.

Marque a alternativa CORRETA:
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Q1883668 História

Texto para a questão a seguir:


REVOLTA DA VACINA


Por Mayla Porto, 2003. Trecho adaptado.


No início do século XX, o Rio de Janeiro já era lindo, mas a falta de saneamento básico e as péssimas condições de higiene faziam da cidade um foco de epidemias, principalmente de febre amarela, de varíola e de peste. Estas pragas tropicais deram à capital do país o triste apelido de “túmulo de estrangeiros”. Com medidas impopulares e polêmicas, Oswaldo Cruz, além de ter sido o responsável pela estruturação da saúde pública no Brasil, foi quem saneou o Rio, apesar da oposição da mídia e da manifestação popular, que ficou conhecida como “Revolta da Vacina”.


 A população do Rio de Janeiro revoltou-se contra o plano de saneamento, mas, sobretudo, com a remodelação urbana feita pelo presidente Rodrigues Alves (1902-1906), que decidiu modernizar a cidade e tomar medidas drásticas para combater as epidemias. Cortiços e casebres, que compunham inúmeros quarteirões dos bairros centrais, foram demolidos, e deram lugar a grandes avenidas e ao alargamento das ruas, seguindo o modelo de urbanização dos grandes bulevares parisienses. A população local foi desalojada, refugiando-se em barracos nos morros cariocas ou em bairros distantes na periferia. As favelas começaram a se expandir.


Nesse cenário, Oswaldo Cruz assumia a Diretoria Geral de Saúde Pública (DGSP), cargo que, na época, equivalia ao de ministro da Saúde. Enquanto o prefeito Pereira Passos realizava o “Bota Abaixo”, como ficou conhecida a reforma da cidade, Oswaldo Cruz transformou o Rio em um gigantesco laboratório de combate às doenças, implantando métodos revolucionários.


Em 1904, o Rio de janeiro foi assolado por uma epidemia de varíola. Oswaldo Cruz mandou ao Congresso uma lei que reiterava a obrigatoriedade da vacinação, já instituída em 1837, mas que nunca tinha sido cumprida. Ciente da resistência da opinião pública, montou uma campanha em moldes militares. Dividiu a cidade em distritos, criou uma polícia sanitária com poder para desinfetar casas, caçar ratos e matar mosquitos.


Com a imposição da vacinação obrigatória, as brigadas sanitárias entravam nas casas e vacinavam as pessoas à força. Isso causou uma repulsa pela maneira como fora feita. A maioria da população ainda desconhecia e temia os efeitos que a injeção de líquidos desconhecidos poderia causar no corpo das pessoas. Setores de oposição ao governo gritaram contra as medidas autoritárias. Quase toda a imprensa ficou contra Oswaldo Cruz, ridicularizando seus atos com charges e artigos.


A indignação levou ao motim popular, que explodiu em 11 de novembro de 1904, conhecido como a “Revolta da Vacina”. Carroças e bondes foram tombados e incendiados, lojas saqueadas, postes de iluminação destruídos e apedrejados. Pelotões dispararam contra a multidão. Durante uma semana, as ruas do Rio viveram uma guerra civil. Segundo a polícia, o saldo negativo foi de 23 mortos e 67 feridos, tendo sido presas 945 pessoas, das quais quase a metade foi deportada para o Acre, onde foi submetida a trabalhos forçados


Leia o texto 'REVOLTA DA VACINA' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O texto afirma que a imposição da vacinação obrigatória fez com que as brigadas sanitárias pudessem entrar nas casas e vacinar as pessoas à força. Essa medida, de acordo com Mayla Porto, causou uma repulsa na população pela maneira como foi feita, além de duras críticas de setores de oposição ao governo e de veículos de comunicação.

II. O motim popular de 11 de novembro de 1904 levou ao tombamento e à destruição de carroças e bondes, afirma o texto. Nesse momento, lojas foram saqueadas e postes de iluminação foram destruídos e apedrejados, de acordo com o texto.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
5421: D
5422: E
5423: D
5424: B
5425: C
5426: B
5427: A
5428: C
5429: D
5430: D
5431: B
5432: B
5433: E
5434: B
5435: B
5436: C
5437: A
5438: B
5439: A
5440: A