Questões de Concurso Comentadas sobre história do brasil em história

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Q1392568 História
Em relação à radicalização do ação do Movimento Estudantil Brasileiro durante o Regime Militar, é CORRETO afirmar:
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Q1392567 História
Durante os anos 30, a perspectiva de uma invasão nazista com o apoio das coletividades alemãs instaladas no Brasil, Argentina, Chile e outros países preocupou enormemente círculos políticos e militares desses países e também nos Estados Unidos. Raramente, porém, essa possibilidade foi levantada com relação aos italianos. (Bertonha, J. F. Um império italiano na América Latina, s/d.)

Essa confiança em relação à Itália derivava da
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Q1392566 História
Como em nosso pais a Republica é uma mentira, as eleições uma utopia, a justiça uma quimera e a Constituição uma ponta de charuto que se fuma até queimar os lábios, depois de amanhã um silêncio misterioso envolverá todas as secções eleitorais porque o cidadão de brio e independente no nosso meio, evitando na sua laboriosa atividade papel de comediante, não se dá ao trabalho de procurar na gaveta ou no baú seu papelucho ridículo a que dão o nome do título e se dirigir à secção para votar num candidato a quem os caudilhos já elegeram, reconheceram e vão empossar. E desse sepulcro das eleições veremos sair eleitos verdadeiros representantes da fraude e da mentira [...] (Jornal A Lucta, 1902.)

A partir da leitura do excerto publicado no jornal cearense e de seus conhecimentos, é CORRETO afirmar:
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Q1392565 História
Ao analisar a construção da “identidade nacional brasileira”, tendo como base a ideologia do branqueamento, é INCORRETO afirmar:
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Q1390701 História
Analise as proposições a seguir:
I - Aideia de soberania defendida pelos franceses durante a revolução e pelos movimentos seguintes ao longo do século XIX deu força a um conceito extremamente importante para a política nos últimos dois séculos: o conceito de Nação. II- Um princípio geral unificava os constituintes de 1823 no Brasil: o direito à cidadania plena que deveria ser garantido aos grandes proprietários rurais, por isso nenhum deles chegou a defender o sufrágio universal. III- Os confederados de 1824 no Nordeste do Brasil almejavam estabelecer uma república, com princípio federalista, e defendiam a proibição do tráfico de escravos no porto de Recife.

Está(ão) CORRETA(S):
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Q1390699 História
Movimento liderado por um tropeiro que propôs desobediência geral às ordens da Coroa e o assassinato do governador da capitania. Elaborou, junto com outros rebeldes, um documento expondo a corrupção da burocracia metropolitana e exigindo que as Casas de Fundição não fossem instaladas. Estamos falando da(s)
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Q1390698 História
Ainda que o açúcar fosse o principal gênero produzido na América Portuguesa durante os séculos XVI e XVII, outros setores da economia desenvolveram-se. Assinale a alternativa CORRETA:
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Q1390660 História
Sobre a Ditadura Militar no Brasil assinale a alternativa CORRETA que apresenta três fatos ocorridos neste período:
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Q1388172 História
A Constituição Federal simboliza a lei maior que dispõe sobre as garantias e os direitos individuais dos cidadãos e estabelece a forma e o regime de governo, o sistema eleitoral e a organização dos poderes. Em 1988 foi promulgada a sétima Constituição Federal do Brasil válida até os dias atuais. O presidente em exercício, na data de sua promulgação, era:
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Q1387179 História
Em comício na Central do Brasil no RJ, em 1964, foi anunciado às reformas que mudariam o Brasil, tais como um plebiscito pela convocação de uma nova constituinte, reforma agrária e a nacionalização de refinarias estrangeiras.
Esse episódio foi o estopim para
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Q1387177 História
O café e seus derivados seriam os principais produtos brasileiros de exportação durante quase 100 anos, e seu ciclo ajudou no desenvolvimento do Brasil em diversos ângulos, com ênfase na urbanização dos grandes centros econômicos. Nota-se a importância do produto pela quantidade de tempo que predominou na economia brasileira. Tudo começa no início do século XX, sendo a economia cafeeira concentrada
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Q1352139 História
A divisão política e administrativa do Brasil nem sempre foi a mesma. Do século XVI ao século XX, o país teve diversos arcabouços político-administrativos, a saber: as Donatarias, as Capitanias Hereditárias, as Províncias e finalmente os Estados, os Distritos e os Municípios. Diante desse pressuposto assinale a alternativa CORRETA:
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Q1335093 História
A existência da escravidão se fez dentro do modelo do regime colonial, a qual:
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Q1335092 História
O trabalho escravo é crime previsto no Artigo 149 do Código Penal brasileiro, o que não tem impedido que, cada vez mais, sejamos confrontados com notícias sobre a existência de formas análogas de escravização no Brasil.
Essa realidade, embora distante, no tempo da escravidão legalmente aceita, remete à reflexão acerca do processo que culminou com a abolição da escravatura no Brasil, sobre o qual é possível salientar que:
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Q1335090 História
A produção algodoeira no Brasil teve um considerável aumento na segunda metade do século XVIII, sendo possível relacionar esse evento:
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Q1335089 História
A organização política e econômica do Brasil, durante a União Ibérica sofreu alterações, entre as quais se destaca a:
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Q1331220 História
A luta pelas eleições diretas foi importante para mudar politicamente o Brasil, depois da existência dos governos militares. Essa luta:
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Q1331219 História
A política tem encontrado dificuldades para afirmar valores democráticos na sociedade brasileira. No século XX, foi comum:
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Q1329298 História
Leia o texto abaixo. Ele servirá de base para a questão.

O Cogumelo Venenoso

    Publicado em 1938, O cogumelo venenoso é um dos livros de texto para as escolas em que transparecia com mais clareza a virulência antissemita difundida na sociedade alemã:
    O pequeno Franz foi com sua mãe procurar cogumelos no bosque. [...] Pelo caminho, a mãe diz:
    - Olha, Franz, como acontece com os cogumelos no bosque, o mesmo ocorre também com as pessoas na terra. Há cogumelos bons e pessoas boas. Existem cogumelos venenosos, cogumelos maus, e pessoas más. E dessas pessoas é preciso ter cuidado como com os cogumelos venenosos, Entende?
    - Sim, mãe, compreendo – diz Franz -, se confiarmos em pessoas más, pode ocorrer uma desgraça, assim como se comermos um cogumelo venenoso, podemos morrer!
    - E sabe quem são essas pessoas más, esses cogumelos venenosos da humanidade? – Pressiona a mãe. Franz demonstra segurança.
    - Certamente, mamãe! Sei muito bem. São.... os judeus. Nosso professor o diz com frequência na escola. [...]
    - Exatamente! – Aplaude a mãe. E depois continua falando, muito séria.
    - Os judeus são pessoas más. São como os cogumelos venenosos. E assim como é difícil muitas vezes distinguir os cogumelos venenosos dos bons, é igualmente difícil reconhecer os judeus como pilantras e delinquentes. Como os cogumelos venenosos se apresentam com as mais variadas cores, assim também os judeus conseguem tornar-se irreconhecíveis assumindo os mais estranhos aspectos.
    - Em que aspectos estranhos pensas? – Pergunta o pequeno Franz.
    A mãe compreende que o menino não captou ainda totalmente o sentido. E, imperturbável, continua explicando.
    - Então, escuta! Há, por exemplo, o judeu ambulante. Com tecidos e todo tipo de mercadoria possível vai de aldeia em aldeia. Elogia sua mercadoria como a melhor e menos cara. Na realidade é a pior e a mais cara. Não deves confiar nele! [...] O mesmo ocorre com os judeus que criam animais, com os judeus dos mercados, com os açougueiros, com os médicos judeus, com os judeus batizados etc. Mesmo que finjam, mesmo que se mostrem gentis e, se mil vezes dizem que querem apenas nosso bem, não podemos acreditar neles. São judeus e continuam sendo judeus. São venenosos para nosso povo! [...] Do mesmo modo que com um cogumelo venenoso se pode matar uma família inteira, um único judeu pode aniquilar uma aldeia inteira, uma cidade, até mesmo todo um povo.
    Franz compreendeu a mãe.
    - Mãe, todos os não judeus sabem que o judeu é perigoso como um cogumelo venenoso?
    - Infelizmente, não, meu filho. Há muitos milhões de não judeus que ainda não conheceram o judeu. E por isso devemos informá-los e deixá-los de sobreaviso com relação aos judeus. Devemos, porém, advertir também nossa juventude sobre os judeus. Nossos meninos e meninas devem saber imediatamente quem são os judeus. Devem saber que o judeu é o cogumelo venenoso mais perigoso que pode existir. Como os cogumelos crescem em toda parte, assim também o judeu se encontra em todos os países do mundo. Como os cogumelos venenosos provocam muitas vezes graves desgraças, assim também o judeu é causa de miséria e sofrimento de infecção e morte.

(História Ilustrada do Nazismo/Volume 2: O poder e as consequências: 1933-1945. São Paulo: Larousse, 2009, p. 114)
Assim como os judeus eram vistos como raça inferior no mundo alemão do século XX, no Brasil as questões raciais passavam, principalmente no século XIX, pelo histórico da escravidão. O negro vindo da África era inferiorizado sob justificativa racial, utilizado como mão de obra e tratado como coisa. Caio Prado Júnior, em História Econômica do Brasil, ao tratar da substituição pelo trabalho livre analisa o contexto de substituição da mão de obra. A ideia do autor sobre a substituição do trabalho escravo no Brasil está corretamente apresentada na afirmativa:
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Q1329294 História
Leia o texto abaixo. Ele servirá de base para a questão.

O Cogumelo Venenoso

    Publicado em 1938, O cogumelo venenoso é um dos livros de texto para as escolas em que transparecia com mais clareza a virulência antissemita difundida na sociedade alemã:
    O pequeno Franz foi com sua mãe procurar cogumelos no bosque. [...] Pelo caminho, a mãe diz:
    - Olha, Franz, como acontece com os cogumelos no bosque, o mesmo ocorre também com as pessoas na terra. Há cogumelos bons e pessoas boas. Existem cogumelos venenosos, cogumelos maus, e pessoas más. E dessas pessoas é preciso ter cuidado como com os cogumelos venenosos, Entende?
    - Sim, mãe, compreendo – diz Franz -, se confiarmos em pessoas más, pode ocorrer uma desgraça, assim como se comermos um cogumelo venenoso, podemos morrer!
    - E sabe quem são essas pessoas más, esses cogumelos venenosos da humanidade? – Pressiona a mãe. Franz demonstra segurança.
    - Certamente, mamãe! Sei muito bem. São.... os judeus. Nosso professor o diz com frequência na escola. [...]
    - Exatamente! – Aplaude a mãe. E depois continua falando, muito séria.
    - Os judeus são pessoas más. São como os cogumelos venenosos. E assim como é difícil muitas vezes distinguir os cogumelos venenosos dos bons, é igualmente difícil reconhecer os judeus como pilantras e delinquentes. Como os cogumelos venenosos se apresentam com as mais variadas cores, assim também os judeus conseguem tornar-se irreconhecíveis assumindo os mais estranhos aspectos.
    - Em que aspectos estranhos pensas? – Pergunta o pequeno Franz.
    A mãe compreende que o menino não captou ainda totalmente o sentido. E, imperturbável, continua explicando.
    - Então, escuta! Há, por exemplo, o judeu ambulante. Com tecidos e todo tipo de mercadoria possível vai de aldeia em aldeia. Elogia sua mercadoria como a melhor e menos cara. Na realidade é a pior e a mais cara. Não deves confiar nele! [...] O mesmo ocorre com os judeus que criam animais, com os judeus dos mercados, com os açougueiros, com os médicos judeus, com os judeus batizados etc. Mesmo que finjam, mesmo que se mostrem gentis e, se mil vezes dizem que querem apenas nosso bem, não podemos acreditar neles. São judeus e continuam sendo judeus. São venenosos para nosso povo! [...] Do mesmo modo que com um cogumelo venenoso se pode matar uma família inteira, um único judeu pode aniquilar uma aldeia inteira, uma cidade, até mesmo todo um povo.
    Franz compreendeu a mãe.
    - Mãe, todos os não judeus sabem que o judeu é perigoso como um cogumelo venenoso?
    - Infelizmente, não, meu filho. Há muitos milhões de não judeus que ainda não conheceram o judeu. E por isso devemos informá-los e deixá-los de sobreaviso com relação aos judeus. Devemos, porém, advertir também nossa juventude sobre os judeus. Nossos meninos e meninas devem saber imediatamente quem são os judeus. Devem saber que o judeu é o cogumelo venenoso mais perigoso que pode existir. Como os cogumelos crescem em toda parte, assim também o judeu se encontra em todos os países do mundo. Como os cogumelos venenosos provocam muitas vezes graves desgraças, assim também o judeu é causa de miséria e sofrimento de infecção e morte.

(História Ilustrada do Nazismo/Volume 2: O poder e as consequências: 1933-1945. São Paulo: Larousse, 2009, p. 114)
Em 1938, o Brasil iniciava o Estado Novo com a adoção de um sistema de Ditadura Civil com contornos nacionalistas. A preocupação nacional para o país que definia as ações no plano nacional e internacional e que foi articulada pelas políticas públicas se assentava em princípios defensivos para conter as ameaças. Assim como os alemães que apontavam o judeu como ameaça, a política varguista associava ao estrangeiro o risco de quisto social que poderia levar ao enfraquecimento do país. As ações de Vargas para conter a ameaça estrangeira estão apresentadas corretamente, EXCETO em:
Alternativas
Respostas
6701: D
6702: D
6703: A
6704: D
6705: E
6706: B
6707: E
6708: B
6709: A
6710: B
6711: D
6712: B
6713: B
6714: C
6715: A
6716: A
6717: C
6718: D
6719: D
6720: A