Questões de Concurso Comentadas sobre história do brasil em história

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Q1108121 História
[...] são questionáveis algumas observações de (Fernando) Novais (1986) no que se refere às interpretações das inconfidências, em especial a Mineira. Sua concepção de que as ideias que em Portugal possuíam uma face reformista, quando transpostas a uma situação colonial, ganhavam uma face ‘revolucionária’ nos parece hoje inadequada e mesmo insustentável. [...]
FURTADO, João Pinto. Inconfidências e conjurações no Brasil: notas para um debate historiográfico em torno dos movimentos do último quartel do século XVIII. In: FRAGOSO, João; GOUVÊA, Maria de Fátima. Coleção O Brasil Colonial, 1720-1821. V. 3. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2014. p. 647.
Para justificar sua contraposição a Fernando Novais, João Pinto Furtado argumenta, entre outros elementos, que
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Q1099195 História
Na década de 1880, o movimento abolicionista conquistou força, e o debate pela Abolição espalhou-se entre a população. Em uma ação de propaganda, o movimento abolicionista utilizou uma flor como símbolo. Selecione a alternativa que indica que flor era essa:
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Q1099194 História
A Revolta da Chibata foi resultado da insatisfação dos marujos brasileiros com os castigos físicos e sofreu intensa repressão do governo. O presidente responsável por ordenar a repressão contra os marujos foi:
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Q1099193 História
Ao fenômeno político que ocorria a nível regional para garantir as articulações de conchavos políticos nos estados e municípios do Brasil do início do século XX e, assim, viabilizar o estabelecimento da hegemonia oligárquica de dois estados (São Paulo e Minas) dá-se o nome de:
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Q1099192 História
Qual era a estrutura básica da produção de açúcar implantada por Portugal no Brasil?
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Q1099191 História
A respeito da questão da terra, o projeto Marcha para o Oeste visava:
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Q1099150 História
A defesa ideológica do projeto Marcha para o Oeste, idealizado pelo governo Getúlio Vargas, foi realizada por um importante intelectual brasileiro do período. Estamos falando de:
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Q1091698 História
Leia o fragmento abaixo.
“Não tardaria muito para que os acontecimentos que tiveram lugar na Bahia durante a década de 1580 chegassem ao conhecimento do Santo Ofício lisboeta. Por ocasião da famigerada Primeira Visitação da Inquisição Portuguesa ao Nordeste Brasileiro, entre 1591 e 1595, copioso número de denunciantes acusaram Fernão Cabral e seus acólitos de proteger uma "abusão herética chamada santidade" em suas próprias terras, dispensando-lhe proteção e favores, e inclusive participando de seus rituais, o que se fazia em prejuízo das lavouras da Bahia e da santa obra missionária da Companhia de Jesus” (VAINFAS, 2005, p. 15).
Com base no fragmento acima, e acerca das instituições coloniais, é correto afirmar que
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Q1085544 História
Sancionada pelo então presidente Fernando Collor de Mello a Lei 8.313 de 1991 instituiu o Programa Nacional de Apoio à Cultura - PRONAC, estabelecendo, naquele momento, as políticas públicas para a cultura nacional. A referida lei é conhecida também por:
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Ano: 2019 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2019 - MGS - Almoxarife |
Q1083762 História
Em relação as causas do êxodo rural no período de 1960 e 2000, assinale a alternativa que apresenta de forma incorreta uma causa do êxodo rural no período citado.
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Ano: 2019 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2019 - MGS - Almoxarife |
Q1083761 História
Quanto às atividades econômicas que estão relacionadas com o período de formação do território brasileiro, leia as alternativas abaixo e assinale a incorreta:
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Q1083108 História
O fragmento de texto a seguir faz uma breve análise acerca da crise da República Oligárquica no Brasil. “ O fato de Washington Luís (1869-1957), presidente da República de 1926 a 1930, não abrir mão de um candidato paulista para a sua sucessão, ajudou a organizar a oposição à oligarquia cafeicultora paulista. Como era a vez de um presidente mineiro no rodízio, a insistência de Washington Luís no nome do paulista Júlio Prestes (1882-1946), levou ao lançamento de um candidato de oposição. O rompimento de Minas Gerais com São Paulo foi decisivo para os acontecimentos políticos que se seguiram (...).
” VIANNA, Marly de Almeida Gomes. IN. Revista de História da Biblioteca Nacional. 26/10/2010.
O fato histórico descrito acima, conhecido como o fim da Política do Café com Leite, prática política que chegou a predominar durante boa parte da Primeira República no Brasil (1889 - 1930), promoveu vários impactos na vida política, econômica e social brasileira. Um desses impactos vem a ser:
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Q1083105 História
“O escravo negro tornado mercadoria do século XV ao XIX, mercadoria absolutamente indispensável ao Brasil, não vem de um continente desorganizado, sem cultura, sem tradições, sem passado. Apesar do que tenham dito ou pensado certos contemporâneos europeus ignorantes, no que tem de diferente e necessariamente inferior, o cativo africano, destinado a servir ao desenvolvimento das Américas remotas, tem personalidade e história. (...) Viram-se na África verdadeiros impérios centralizados, com brilho e autoridade incontestáveis, confederações tribais, reinos mais ou menos reconhecidos por seus vizinhos, cidades pousadas com seus ricos mercados nos caminhos do ouro, das especiarias, do marfim, do sal, dos escravos e, por toda parte, um povo de guerreiros, pecadores, pastores, comerciantes e agricultores (...).”
MATTOSO, Kátia de Queirós. Ser escravo no Brasil. Editora Brasiliense. 2º edição. São Paulo, 1988.
O fragmento acima retrata parte da realidade africana antes mesmo da chegada dos europeus ao continente. As formas de vida dos africanos acabaram facilitando, a partir do século XV, por exemplo, a ação dos mercadores portugueses e de outras nações europeias, pois:
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Q1080293 História
Não havia outro meio de transportar aquela raça (os africanos) à América, senão o tráfico. Por conta da consciência individual, ocorrem as atrocidades cometidas. Não carregava a ideias com a responsabilidade de semelhantes atos, como não se impunha a religião católica, a sublime religião da caridade, as carnificinas da inquisição. O tráfico, na sua essência, era o comércio de homens; a mancipatio dos romanos. Sem a escravidão africada e o tráfico que a realizou, a América seria ainda hoje um vasto deserto (ALENCAR, 1867).
Imagem associada para resolução da questão
(Fonte: Scielo)
O trecho acima foi escrito por José de Alencar em 1867 para defender a escravidão no Brasil contra a iminente ameaça do governo em submetê-la a um processo legislativo de emancipação. Já a ilustração acima, de Agostini, refere-se ao confronto entre os abolicionistas e os escravocratas, que insistiam em manter a instituição da escravidão. A respeito deste período, assinale a alternativa incorreta.
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Q1080288 História
Leia o trecho da música abaixo.
Gente Fina É Outra Coisa Por que você diz que vai fazer e não faz Assim não dá mais E eu não posso deixar Se alguma coisa está errada eu preciso falar A verdade A verdade E eu sei que você está com medo de dar E o que vão pensar Não vá se misturar com esses meninos cabeludos Que só pensam em tocar E você escuta o papa dizendo Que gente fina é outra coisa Mas gente fina é outra coisa. (Rita Lee)
A música foi produzida em 1973, ano que foi marcado pela Ditadura Militar no Brasil e que durou desde 1964 até 1985. A respeito do período militar, assinale a alternativa correta.
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Q1076419 História
Além do histrionismo, o governo de Jânio Quadros seria marcado pela mal calculada tentativa de golpe através da renúncia, menos de sete meses depois da posse, que, embora não resultasse na conquista de poderes excepcionais para o Executivo, era como tudo indica o que parecia pretender o político excêntrico. [...] Jânio não possuía um plano de governo, como sói acontecer com todos os governantes eleitos pelo discurso ético-moral mobilizador da noção de “crise moral” e pelo “programa” de combate à corrupção. Porém, dois aspectos de seu “governo” devem ser destacados.
[Carlos Fico, O Brasil no contexto da Guerra Fria: democracia, subdesenvolvimento e ideologia do planejamento (1946-1964). Em Carlos Guilherme Mota (org). Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500-2000): a grande transação]

Segundo o artigo, no governo Jânio Quadros, merecem destaque:
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Q1076417 História

O movimento abolicionista se estendeu até 1888, liderado por Joaquim Nabuco, Tavares Bastos e José do Patrocínio, e organizado pela Sociedade Brasileira contra a Escravidão. [...] Como afirmou Nabuco em O abolicionismo: “Não é aos escravos que falamos, é aos livres”. Segundo as suas lideranças, o movimento deveria se restringir ao âmbito das elites e das classes médias urbanas [...]

[Roberto Ventura, Um Brasil mestiço: raça e cultura na passagem da monarquia à república. Em: Carlos Guilherme Mota (org). Viagem incompleta. A experiência brasileira. Formação: histórias (1500-2000)]


A Sociedade Brasileira contra a Escravidão tem claras divergências em relação 

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Q1076416 História

Em 1789, no engenho Santana de Ilhéus, Bahia, os escravos mataram o feitor e se adentraram nas matas com as ferramentas do engenho, até reaparecerem algum tempo depois com uma proposta de paz em que pediam melhores condições de trabalho, acesso a roças de subsistência, facilidades para comercializar os excedentes dessas roças, direito de escolher seus feitores, licença para celebrar livremente suas festas, entre outras exigências.

[João José Reis, “Nos achamos em campo a tratar da liberdade”: a resistência negra no Brasil oitocentista. Em: Carlos Guilherme Mota (org). Viagem incompleta. A experiência brasileira. Formação: histórias (1500-2000)


No evento apresentado, é correto reconhecer que

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Q1076415 História

Café era sinônimo de São Paulo, e os políticos paulistas visavam avidamente beneficiar a economia exportadora de seu estado. Suas lideranças mostravam interesse em cooperar com os representantes de outros estados e do governo federal quando detectavam interesses comuns; por sua vez, entre as elites estaduais, os paulistas defendiam políticas intervencionistas com habilidade inusitada, enquanto o governo federal se mostrava reticente em fazê-lo. A mais famosa instância de cooperação com os outros estados, cooperação com o governo federal e demonstração de autoconfiança foi o episódio da valorização do café em todos os diversos estágios de seu desenvolvimento.

[Joseph L. Love, A república brasileira: federalismo e regionalismo (1889-1937). Em Carlos Guilherme Mota (org). Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500-2000): a grande transação]


A Política de Valorização do Café, pensada no Convênio de Taubaté (1906),

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Q1076414 História
Historiadores portugueses ainda por vezes escrevem como se o Brasil nunca tivesse sido uma colônia de Portugal, e historiadores brasileiros frequentemente ignoram a importante dimensão transatlântica dos conflitos políticos internos e das limitações econômicas do Brasil. A história entre fins de 1807 e 1825 se ressente da falta de um esboço interpretativo, ainda que rudimentar.
[Kenneth Maxwell, Por que o Brasil foi diferente? O contexto da independência. Em: Carlos Guilherme Mota (org). Viagem incompleta. A experiência brasileira. Formação: histórias (1500-2000). Adaptado]
As referências temporais presentes no excerto referem-se, respectivamente,
Alternativas
Respostas
5421: D
5422: A
5423: D
5424: C
5425: B
5426: D
5427: A
5428: B
5429: B
5430: C
5431: D
5432: B
5433: D
5434: D
5435: D
5436: E
5437: A
5438: E
5439: A
5440: D