Questões de Concurso
Comentadas sobre história do brasil em história
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I. Jornais de oposição denunciavam problemas do regime, e editoras continuaram publicando livros, embora sofressem perseguições.
II. O Cinema Novo produziu obras críticas ao regime militar, algumas das quais receberam reconhecimento nacional e internacional.
III. A produção artística foi totalmente interrompida pela censura, impossibilitando a realização de festivais de música e a exibição de filmes.
Estão CORRETAS:
O Presidente que o texto faz referência foi:
(Eric Hobsbawm. Era dos Extremos: o breve século XX – 1914–1991, p. 484)
O historiador Eric Hobsbawm utiliza a situação descrita no fragmento para analisar formas pelas quais
(Boris Fausto. História do Brasil, p. 480. Adaptado)
O AI-5, de dezembro de 1968, tinha como parte de suas medidas:
(Gersem S. Luciano. O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje, p. 79. Adaptado)
Partindo da obra mencionada, fazem parte do contexto em referência
(Lilia M. Schwarcz; Heloísa M. Starling. Brasil: uma biografia, p. 614)
Identifique a alternativa que corresponde ao contexto histórico delimitado pelo fragmento.
(Boris Fausto. História do Brasil, p. 184. Adaptado)
No fragmento, Boris Fausto apresenta uma análise sobre
(L. M. Schwarcz; H.M. Starling. Brasil: uma biografia, p. 222. Adaptado)
O movimento em referência teve como parte de suas causas a
Assinale a alternativa que apresenta corretamente esses dois grupos
Os administradores Couto de Magalhães e Aristides de Souza Spínola ficaram impressionados com o número de moléstias reinantes na Cidade de Goiás na segunda metade do século XIX. (...) Na opinião de Magalhães, nenhum indivíduo sadio poderia ser encontrado na capital da Província.
MAGALHÃES, Sônia Maria de. Males do Sertão: alimentação, saúde e doenças em Goiás no século XIX. 2ª edição. São Paulo: Intermeios, 2024, p. 22.
O estudo histórico sobre a saúde em Goiás evidencia que
A relação entre memória e história no trabalho de produção de sentido indica os limites de uma história da produção do conhecimento histórico, o que obriga a incluir o memorialismo como parte integrante da reflexão historiográfica. Uma saída fácil seria indicar que a memória se constitui em fonte para reflexão do historiador, o que subtrai dela a capacidade de produção de sentido. Assim, essa inclusão nada teria de problemática, dada a posição de subalternidade a que foi submetida. Partilho de convicção distinta, a de que a memória organiza uma outra percepção do acontecimento, o que permite vislumbrar a multiplicidade do tempo histórico e até mesmo sugerir a especificidade da reflexão do memorialista na composição de uma consciência histórica (Rüsen, 2001). A memória inscreve o seu lugar de produção.
SANDES, Noé Freire. 1930: entre a memória e a história. História Revista, Goiânia, v. 8, n. 1, p. 153, 2010.
O texto reforça qual característica da memória no saber histórico?
Energia para administrar fazendas, como as das Joaquinas do Pompeu; energia para dirigir a política partidária da família, em toda uma região, como as das Franciscas do Rio Formoso; energia guerreira, como a das matronas pernambucanas que se distinguiram durante a guerra contra os holandeses, não só nas duas marchas, para as Alagoas e para a Bahia, pelo meio das matas e atravessando rios fundos, como em Tejucupapo, onde é tradição que elas lutaram bravamente contra os hereges. Langsdorff, nos princípios do século XIX, visitou uma fazenda no Mato Grosso, onde o homem da casa era uma mulher. Vasta matrona de cinco pés e oito polegadas, o corpo proporcionado à altura, um colar de ouro no pescoço. Mulher já de seus cinquenta anos, andava entretanto por toda parte, a pé ou a cavalo, dando ordens aos homens com a sua voz dominadora, dirigindo o engenho, as plantações, o gado, os escravos.
FREYRE, Gilberto. Sobrados e mucambos - Decadência do patriarcado rural e desenvolvimento do urbano. Ed. Comemorativa, São Paulo: Global, 2013. p. 209. [Adaptado].
Gilberto Freyre usa exemplos como os do texto para