Questões de Concurso Comentadas sobre fundamentos da história : tempo, memória e cultura em história

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Q2121964 História
Considerando o longo período histórico que se estende do processo de humanização e de formação das sociedades ágrafas até a Antiguidade Oriental, julgue o item seguinte.  
Em geral, ao ultrapassar os estágios da caça e da coleta, povos que desconheciam a escrita desenvolveram a agricultura, fato que foi decisivo para a sedentarização e a organização política das sociedades, ou seja, para o surgimento das primeiras formas de Estado.
Alternativas
Q2121948 História
    De acordo com Thompson (1992), “A história oral é um método de investigação do passado que tem como natureza a criação, a cooperação, o diálogo e o debate. Ela estimula o trabalho coletivo, fomenta e estreita as relações entre as pessoas de uma comunidade”. A história oral é um método capaz de trazer para a realidade, ou melhor, para o presente, uma dimensão viva dos acontecimentos do passado, possibilitando que o historiador perceba a importância de novos documentos além dos escritos.

Carlos José de Farias Pontes. O uso da história oral no ensino de História:
uma experiência no Colégio de Aplicação (CAP) da Universidade Federal do Acre (UFAC).
In: Anais do XIII EncontroNacional de História Oral, 2016 (com adaptações). 
Tendo o texto anterior como referência inicial, julgue o item subsequente, a respeito da memória, da oralidade e do cotidiano no ensino da história. 

Na concepção da história oral, a narrativa histórica é coletiva; portanto, relacional, intersubjetiva. 
Alternativas
Q2121947 História
    De acordo com Thompson (1992), “A história oral é um método de investigação do passado que tem como natureza a criação, a cooperação, o diálogo e o debate. Ela estimula o trabalho coletivo, fomenta e estreita as relações entre as pessoas de uma comunidade”. A história oral é um método capaz de trazer para a realidade, ou melhor, para o presente, uma dimensão viva dos acontecimentos do passado, possibilitando que o historiador perceba a importância de novos documentos além dos escritos.

Carlos José de Farias Pontes. O uso da história oral no ensino de História:
uma experiência no Colégio de Aplicação (CAP) da Universidade Federal do Acre (UFAC).
In: Anais do XIII EncontroNacional de História Oral, 2016 (com adaptações). 
Tendo o texto anterior como referência inicial, julgue o item subsequente, a respeito da memória, da oralidade e do cotidiano no ensino da história. 

Nas concepções críticas da história oral, considera-se que o problema do ensino de história não reside na forma, mas no conteúdo excludente, pois a história oral limita o acesso do estudante a uma única perspectiva historiográfica. 
Alternativas
Q2121946 História
    De acordo com Thompson (1992), “A história oral é um método de investigação do passado que tem como natureza a criação, a cooperação, o diálogo e o debate. Ela estimula o trabalho coletivo, fomenta e estreita as relações entre as pessoas de uma comunidade”. A história oral é um método capaz de trazer para a realidade, ou melhor, para o presente, uma dimensão viva dos acontecimentos do passado, possibilitando que o historiador perceba a importância de novos documentos além dos escritos.

Carlos José de Farias Pontes. O uso da história oral no ensino de História:
uma experiência no Colégio de Aplicação (CAP) da Universidade Federal do Acre (UFAC).
In: Anais do XIII EncontroNacional de História Oral, 2016 (com adaptações). 
Tendo o texto anterior como referência inicial, julgue o item subsequente, a respeito da memória, da oralidade e do cotidiano no ensino da história. 

A história oral demonstra, sobretudo, que os sujeitos históricos são monarcas, nobres ou mártires que, com sua própria vida, fazem a história acontecer. 
Alternativas
Q2121945 História
    De acordo com Thompson (1992), “A história oral é um método de investigação do passado que tem como natureza a criação, a cooperação, o diálogo e o debate. Ela estimula o trabalho coletivo, fomenta e estreita as relações entre as pessoas de uma comunidade”. A história oral é um método capaz de trazer para a realidade, ou melhor, para o presente, uma dimensão viva dos acontecimentos do passado, possibilitando que o historiador perceba a importância de novos documentos além dos escritos.

Carlos José de Farias Pontes. O uso da história oral no ensino de História:
uma experiência no Colégio de Aplicação (CAP) da Universidade Federal do Acre (UFAC).
In: Anais do XIII EncontroNacional de História Oral, 2016 (com adaptações). 
Tendo o texto anterior como referência inicial, julgue o item subsequente, a respeito da memória, da oralidade e do cotidiano no ensino da história. 

A fonte da história oral é a memória humana, uma vez que a fonte oral representa a rememoração de aspectos do passado vividos e testemunhados por algum(ns) sujeito(s). 
Alternativas
Q2121944 História
    De acordo com Thompson (1992), “A história oral é um método de investigação do passado que tem como natureza a criação, a cooperação, o diálogo e o debate. Ela estimula o trabalho coletivo, fomenta e estreita as relações entre as pessoas de uma comunidade”. A história oral é um método capaz de trazer para a realidade, ou melhor, para o presente, uma dimensão viva dos acontecimentos do passado, possibilitando que o historiador perceba a importância de novos documentos além dos escritos.

Carlos José de Farias Pontes. O uso da história oral no ensino de História:
uma experiência no Colégio de Aplicação (CAP) da Universidade Federal do Acre (UFAC).
In: Anais do XIII EncontroNacional de História Oral, 2016 (com adaptações). 
Tendo o texto anterior como referência inicial, julgue o item subsequente, a respeito da memória, da oralidade e do cotidiano no ensino da história. 


A concepção da história oral é dissociada do conceito de ciência e de sua formalidade, visto que não é um saber fazer isolado.
Alternativas
Q2102896 História
Uma corrente historiográfica significativa do século XX, cujo precursor foi o historiador Lucien Febvre, ao considerar que os pensamentos, ideias, ideologias, segmentos morais, atmosferas de compreensão científica seriam formas duradouras de pensamento que caracterizam longos espaços de tempo.
Os fundamentos da psicologia moderna facultaram a Febvre a fundamentação das suas teses sobre a história:
Alternativas
Q2087741 História
A temática da diversidade tornou-se pauta obrigatória para os sistemas escolares nas últimas décadas. Proveniente de demandas dos movimentos sociais – em particular do Movimento Negro, desde o início do século XX, e, mais recentemente, na década de 1980, do Movimento de Trabalhadores em Educação – a diversidade foi sendo gradualmente incorporada aos currículos tanto a partir de práticas de professores que reconheceram a necessidade de atuar em prol de uma reeducação das relações raciais quanto em decorrência das imposições previstas pelas Leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008, que instituíram a obrigatoriedade do estudo da história e da cultura afrodescendente, africana e indígena. Apesar disso, a tarefa não tem sido realizada de forma pacífica, uma vez que a realização efetiva das mudanças que essa agenda requer implica no enfrentamento de aspectos centrais do chamado sistema-mundo moderno-ocidental, o qual pressupõe a raça e o racismo como seus elementos estruturantes e constituintes.
(QUIJANO, 2005.)
A BNCC (Base Nacional Curricular Comum) traz em vários momentos a discussão sobre a diversidade e preconiza dentre outros aspectos relativos a essa temática: 
Alternativas
Q2069064 História
Davi Kopenawa, bem como o francês Bruce Albert, em seu livro “A queda do céu”,sintetizam dois clássicos da literatura científica mundial ao definir o homem branco: “os brancos dormem muito, mas só conseguem sonhar com eles mesmos” e “faço parte do povo da mercadoria e das fábricas! Só eu possuo todas essas coisas! Sou inteligente! Sou um homem importante, sou rico!”.
Considerando os fragmentos, assinale, a seguir, dois autores clássicos e suas respectivas obras. 
Alternativas
Q2068079 História
Assinale a alternativa que apresenta um dos principais temas tratados nas obras de Hannah Arendt:
Alternativas
Q2068076 História
No que se refere à obra de Bittencourt (Ensino de História), julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – As lembranças de muitos alunos da História escolar e os livros escolares produzidos no século XIX indicam o predomínio de um método de ensino voltado para a memorização.
II – Aprender História antigamente significava saber de cor nomes e fatos.
III – Os livros de História antigamente não seguiam os mesmos moldes dos livros de catecismo. 
Alternativas
Q2068072 História
Com relação à obra de Roger Chartier A História ou a Leitura do Tempo), julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – A textualidade eletrônica de fato transforma a maneira de organizar as argumentações, históricas ou não.
II – Na textualização eletrônica, ao historiador é permitido desenvolver demonstrações segundo uma lógica obrigatoriamente linear.
III – Quanto ao leitor, a textualização eletrônica permite que se valide ou rejeite um argumento apoiando-se na consulta de textos. 
Alternativas
Q2068071 História
Ainda de acordo com Sidney Chalhoub, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – O perigo social representado pelos pobres aparecia no imaginário político brasileiro.
II – As classes pobres passaram a ser vistas como classes perigosas apenas porque poderiam oferecer problemas para a organização do trabalho.
III – A questão estudada pelo autor em nada se refere à ideologia da higiene. 
Alternativas
Q2068069 História
De acordo com a obra de Bittencourt (Ensino de História), analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – O ensino de História sempre esteve presente nas escolas, variando de importância no período que vai do século XIX ao atual.
II – A História, enquanto disciplina escolar, possui uma longa história, permeada de conflitos e controvérsias na elaboração de seus conteúdos e métodos.
III – A história do ensino de História tem sido objeto de estudo de vários pesquisadores brasileiros, notadamente a partir da década de 80 do século passado. 
Alternativas
Q2068063 História
De acordo com a obra de Perry Anderson (Passagens da Antiguidade ao Feudalismo), analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – A delimitação do Leste e do Ocidente na Europa há muito tem sido uma delimitação convencional para os historiadores.
II – Referida delimitação existe desde Leopold Ranke, o fundador da historiografia positiva.
III – Em um dos trabalhos de Ranke, ele excluiu os eslavos do leste do destino comum das grandes nações do Ocidente. 
Alternativas
Q2063077 História
Quando o historiador Leandro Karnal afirma que devemos entender “o exercício do profissional da História de muitas formas”, significa que:
I. É preciso estabelecer um diálogo entre o passado e o presente.
II. Não existe passado “puro” e “total”.
III. O professor de história deve dar aulas com base apenas na concepção atual e no cotidiano, pois a realidade possui, na sua essência, uma verdade objetiva e subjetiva do conteúdo palpável.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q2045665 História
Peter Burke denominou o movimento iniciado por Lucien Febvre e Marc Bloch, na década de 1920, como a “Revolução Francesa da Historiografia”. A qual movimento o historiador inglês se refere? 

Alternativas
Q2026698 História
Feministas assumidas ou não, as mulheres forçam a inclusão dos temas que falam de si, que contam sua própria história e de suas antepassadas e que permitem entender as origens de muitas crenças e valores, de muitas práticas sociais frequentemente opressivas e de inúmeras formas de desclassificação e estigmatização.
De certo modo, o passado já não nos dizia e precisava ser reinterrogado a partir de novos olhares e problematizações, por meio de outras categorias interpretativas, criadas fora da estrutura falocêntrica especular.
Margareth Rago. Epistemologia feminista, gênero e história. In: Joana Pedro e Mirian Grossi (Org.). Masculino, feminino, plural. Florianópolis: Mulheres, 1998. (com adaptações).

A respeito do tema tratado no fragmento apresentado, assinale a opção correta.
Alternativas
Q2024347 História
Sobre a emergência do gesto patrimonial no Ocidente, considere o trecho a seguir.
“Com a nova configuração cultural aberta pela Revolução Francesa, o discurso patrimonial se confundiu com a luta contra o vandalismo e se tornou um compromisso para a manutenção do status quo. Na operação de apagamento da cultura do Antigo Regime, mediante a eliminação de seus objetos de memória e civilidades, configuram-se novas relações com a coletividade, ao longo do século XIX, marcadas pelo predomínio do vínculo da nação com a conservação. A maioria dos objetos ‘que contam’, e cuja beleza pertence a todos torna-se a encarnação do ‘espírito’ de uma coletividade particular. Ao longo do século XX, a noção de conservação engaja claramente uma representação da historicidade: o princípio de precaução contém uma conservação dita ‘preventiva’ definida de forma estrita, enquanto as reflexões administrativas não cessam de afirmar que o patrimônio é ‘um presente do passado’.”
Adaptado de POULOT, D. “A razão patrimonial na Europa, do século XVIII ao XXI”, in Revista do Patrimônio, IPHAN, 34, 2012, p. 31-32.
As afirmativas a seguir descrevem corretamente os sentidos atribuídos ao gesto patrimonial na tradição ocidental, a partir das considerações de Dominique Poulot, à exceção de uma. Assinale-a. 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2022 - USP - Professor - História |
Q2023296 História

Tomando o texto e as imagens a seguir como referências, julgue as asserções I, II e III. “Cada cidade é uma cidade – e, fundamentalmente, uma cidade em transformação. E o olhar de quem a vê ou de quem a vive também a altera, impõe detalhes ou remodela paisagens. Nas subjetividades de visitantes e moradores, as cidades são muitas vezes desenhadas e redesenhadas.”

TERRA, Antonia. História das cidades brasileiras. São Paulo: Melhoramentos, 2012, p. 11.


Imagem associada para resolução da questão

Vista a partir do Museu Paulista (década de 1920). Foto O. Achtschim. In: Às margens do Ipiranga: 1890-1990. São Paulo, Museu Paulista – USP, 1990. 



Imagem associada para resolução da questão

Vista aérea do Monumento ao Ipiranga em 2018. Créditos da imagem: Igor Rando.



I. As imagens fornecem exemplos privilegiados das transformações pelas quais passou a cidade de São Paulo entre as décadas de 1920 e 2010, sobretudo por operarem com o contraste entre distintos contextos históricos: o primeiro, fortemente impregnado de elementos arquitetônicos próprios do sistema escravista vigente, enquanto o segundo, pelo processo de expansão imobiliária, típico de espaços urbanos regidos pela lógica capitalista.

II. Apesar de retratarem a mesma região em contextos históricos diferentes, tendo sempre o Museu Paulista como pano de fundo e/ou foco da representação imagética, os contrastes entre uma paisagem e outra se devem sobretudo à subjetividade dos artistas O. Achtschim e Igor Rando e pelas técnicas de registro que empregaram.

III. As imagens corroboram as proposições de Antônia Terra sobre as cidades enquanto lócus de mudança, mas não possibilitam perceber como as subjetividades de visitantes e moradores, por meio de processo ativo e dinâmico, acabam por remodelar as próprias paisagens urbanas.


A alternativa que contém apenas asserções corretas é:  

 

Alternativas
Respostas
741: C
742: C
743: E
744: E
745: C
746: C
747: E
748: A
749: B
750: C
751: D
752: D
753: A
754: E
755: E
756: C
757: B
758: D
759: A
760: D