Questões de Concurso
Sobre era vargas – 1930-1954 em história
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A denúncia sem provas apresentada pelo ex-ministro de Vargas envolvendo os três presidentes se referia à existência da/do
I. Criado em 1939, o DIP foi um dos mais importantes instrumentos do Estado Novo, sendo seu principal objetivo promover a imagem de Getúlio Vargas e silenciar a oposição. II. O DIP era subordinado diretamente à Presidência da República e centralizava a propaganda de todos os ministérios, departamentos da administração pública federal. III. Apesar de orientar os diversos meios de comunicação como o cinema, o rádio, a literatura e a imprensa, o DIP não chegava a realizar uma censura prévia e direta.
Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA.
Um dia — continuou Pedrinho — eu hei de realizar uma ideia que tenho na cabeça: erguer um monumento a vovó. Narizinho, que é desenhista, está fazendo o esboço (...) Essas figuras ficarão dispostas em grupo em cima dum grande cubo de mármore com altos relevos de três lados e esta inscrição numa placa de bronze: "a Dona Benta E. de Oliveira, descobridora do petróleo no Brasil, e avó de Pedrinho e Narizinho, oferece a Pátria agradecida".
A obra “O poço de Visconde”, lançada ainda em 1937 por Monteiro Lobato, tinha como principal objetivo propagar a tese sobre a existência de grandes reservas de petróleo no Brasil e a sua importância para a modernização e o crescimento econômico do País. Sobre a política do petróleo no Brasil nas décadas de 1940 e 1950, é CORRETO afirmar que
I. no início de 1947, o então presidente Eurico Gaspar Dutra designou uma comissão para rever as leis existentes sobre a exploração do petróleo. O anteprojeto que dela resulta, conhecido como Estatuto do Petróleo, considerava impossível a completa nacionalização, por falta de verbas, de técnicos especializados e de condições gerais. Mesmo assim, a medida não desagradou profundamente a todos, pois tanto os nacionalistas como os grandes trustes receberam inicialmente o Estatuto com entusiasmo.
II. o desagrado com o chamado Estatuto do Petróleo resultou em uma das maiores campanhas políticas da História brasileira, famosa por seu slogan "O petróleo é nosso". A partir de 1948, esta campanha passou a ser coordenada pelo Centro de Estudos e Defesa do Petróleo, depois Centro de Estudos e Defesa do Petróleo e da Economia Nacional (CEDPEN), que defendeu a tese do monopólio estatal em todas as fases da exploração. Na Câmara, o Estatuto do Petróleo teve uma tramitação truncada e acabou sendo arquivado.
III. foi esse o quadro encontrado por Getúlio Vargas em janeiro de 1951, que levou o presidente a enviar ao Congresso um projeto de lei propondo a criação da "Petróleo Brasileiro S.A." (Petrobras), empresa de economia mista. Somente após muitos protestos, Vargas opta, finalmente, pelo monopólio estatal, sendo, em 1953, criada a Petrobras, empresa de propriedade e controle totalmente nacionais, com participação majoritária da União, encarregada de explorar todas as etapas da indústria petrolífera, exceto a distribuição.
Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).
[Maria Helena Capelato, O “gigante brasileiro” na América Latina: ser ou não ser latino-americano. Em Carlos Guilherme Mota (org). A experiência brasileira. A grande transação]
Segundo o artigo de Maria Helena Capelato, a aproximação latino-americana pode ser explicada
A Revolução de Outubro articulou-se conosco, venceu com o nosso sangue, revigorou-se com o nosso idealismo, armou-se com a força dos nossos estados, mas ela nem nasceu da Aliança Liberal, nem do heroísmo de Copacabana, nem da audácia dos cruzadores do nosso sertão. Ela não é militar, nem civil: é ela mesma. Não tem dono, nem senhores, nem chefes. [...] Suas origens são longínquas e obscuras, vêm do passado que violou as leis econômicas e as sociais, e os seus destinos perdem- -se num futuro, cujo mistério ultrapassa o estado atual dos nossos conhecimentos.
[Apud Vavy Pacheco Borges. Em Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva]
Oswaldo Aranha trata
[Maria Helena Rolim Capelato, Estado Novo: novas histórias. Em Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva]
Entre outros argumentos para não definir o Estado Novo como uma ordem totalitária, a historiadora aponta que
[Katia Abud. Currículos de História e Políticas públicas: os programas de História do Brasil na escola secundária. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula]
O excerto sugere que, no período Vargas,