Questões de Concurso Comentadas sobre construção de estados e o absolutismo em história

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Q2076748 História
“As ideias do século XVII sobre a relação entre a arte e poder podem ser dispostas ao longo de um espectro. De um lado havia os escritores que pareciam conferir à imagem real seu valor nominal, fossem eles poetas a escrever odes ao rei, historiadores a narrar suas vitórias ou eruditos a descrever as decorações de Versalles”. ( BURKE, Peter. A Fabricação do Rei: a construção da imagem pública de Luís XIV. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1994. p. 17)
O longo reinado de Luís XIV está inserido num período da história em que o absolutismo real era justificado por pensadores, funcionando como máquina de propaganda. O filósofo que defendeu a Teoria do Direito Divino imortalizada na obra “Política Segundo a Sagrada Escritura” foi:
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Q1218078 História
O mundo do trabalho na Europa capitalista foi sacudido por crescente insatisfação social, o que tornou o século XIX, por excelência, um tempo de lutas operárias e revoluções, embaladas pelos crescentes contrastes sociais de um capitalismo triunfante. Neste cenário floresceu o pensamento socialista. Sobre o movimento socialista europeu na segunda metade do século XIX, avalie se é correto afirmar que:
I. A imprensa socialista teve papel significativo para a difusão do pensamento marxista e da construção de uma cultura política operária que contribuiu decisivamente para sua socialização política. II. O crescente envolvimento do partido social-democrata na luta política parlamentar gerou intenso debate entre os socialistas em torno da opção pela revolução ou pela reforma do sistema político. III. A cultura política socialista no final do século XIX incluiu influências não-marxistas, a exemplo do proudhonismo francês e o lassallismo na Alemanha, o que contribuiu para a constituição de uma cultura popular socialista com certo grau de ecletismo.
Assinale a alternativa correta:
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Ano: 2016 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2016 - IF-TO - Professor História |
Q714481 História
Numa das fases da Revolução Inglesa, durante a designada Revolução Puritana (1641-1649), estabeleceu-se uma guerra civil que opôs os seguintes setores da sociedade inglesa:
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Q689447 História

A respeito do Congresso de Viena (1814-1815), a ordem internacional por ele estabelecida e eventos correlacionados a esse tema, julgue (C ou E) o item subsequente.

A Quádrupla Aliança, selada em 1815 entre a Grã-Bretanha, o Império Austríaco, o Império Russo e o Reino da Prússia, impediu a participação da França no Congresso de Viena e assegurou a exclusão desse país do círculo das grandes potências europeias até a metade do século XIX.

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Q537676 História
Peste, fome e guerras marcaram as imagens mais visíveis sobre as crises vividas pela Europa ocidental, no século XIV. Como consequência dessas crises ocorridas na Europa ocidental, podemos destacar CORRETAMENTE:
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Ano: 2014 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Parauapebas - PA
Q1184671 História
 Um dos grandes pensadores da democracia contemporânea foi Alex Tocqueville. Para este autor – que transitou no século XIX entre a França e os EUA – havia diferenças marcantes entre o modo de pensar a democracia nesses dois locais. Ele escreveu que “Na América, têm-se ideias e paixões democráticas; na França, temos ainda paixões e ideias revolucionárias”. O que levaria Tocqueville e outros autores a pensar dessa maneira pode ser percebido como porque os EUA 
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Ano: 2014 Banca: IF-MT Órgão: IF-MT Prova: IF-MT - 2014 - IF-MT - Professor - História |
Q540895 História
A sociedade do Antigo Regime pese, embora, a ênfase sobre a harmonia e organicidade nas representações que de si produzia - conhecia uma profunda e endêmica conflitualidade.  

                                         (HESPANHA, A. Caleidoscópio do Antigo Regime. São Paulo: Alameda, 2012.)
Tais conflitos eram reduzidos pela estrutura corporativa que sustenta as formações sociais modernas. Sobre os fatores que explicam essa situação de conflito, assinale a afirmativa correta.
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Q480486 História
O Absolutismo tem origens remotas que remontam, pelo menos, à Idade Média. Mas, nos séculos XVI e XVII, multiplicaram-se os principais autores de doutrinas justificando o poder absoluto dos monarcas. Entre as justificativas filosóficas do Absolutismo, podemos destacar aquelas ligadas à obra conhecida como O Príncipe, de Maquiavel. A alternativa que expressa possíveis justificativas do poder absoluto dos reis presentes em O Príncipe é:
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Q440376 História
Em sua obra Leviatã, o filósofo inglês Thomas Hobbes defendia no século XVII a monarquia absolutista (detenção do poder absoluto pelo monarca e sua independência em relação a qualquer outro órgão, seja ele judicial, legislativo ou eleitoral) como a melhor forma de governo. A repercussão mundial causada pelo recente casamento do príncipe britânico vem demonstrar como ainda hoje o regime monárquico possui forte popularidade. Porém, as diversas monarquias que ainda existem no continente europeu não se moldam mais pelo absolutismo. Assim como o Reino Unido, tais países adotam em geral uma monarquia constitucional ou parlamentar. Assinale, a seguir, qual dos países não adota hoje a monarquia como forma de governo
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Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Guaxupé - MG
Q1196176 História
Dentro do fenômeno histórico denominado Estado-Nação, se desenvolveu um aspecto importante, também de natureza histórica que é a cidadania. Nessa perspectiva, a construção da cidadania tem a ver com a relação das pessoas com o Estado e com a Nação.” 
(Carvalho, J.M. Cidadania do Brasil: O longo caminho. In: Civilização Brasileira. Rio de Janeiro) 
De acordo com o pensamento do autor, assinale a alternativa que apresenta um exemplo relacionado à construção da cidadania: 
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Q543544 História
Assim, tal como me parece, foi a crise geral do século XVII. Foi uma crise não da constituição nem do sistema de produção, mas do Estado, ou melhor, da relação do Estado com a sociedade. Diferentes países descobriram como sair dessa crise de diferentes modos. Na Espanha, o antigo regime sobreviveu; mas sobreviveu apenas como uma carga desastrosa, imóvel sobre um país empobrecido. Em outras partes, na Holanda, na França e na Inglaterra, a crise marcou o fim de uma era — o descarte de uma superestrutura do topo da sociedade, o retorno à política mercantilista, responsável. Pois no século XVII, as cortes da Renascença tinham crescido tanto, tinham consumido tanto em desperdício e tinham introduzido seus crescentes sugadores tão fundo no corpo da sociedade, que só podiam florescer por um tempo limitado e, em uma época, também de prosperidade geral em expansão. Quando essa prosperidade fracassou, o parasita monstruoso estava trôpego.

TREVOR-ROPER, Hugh. A crise do século XVII. Rio de Janeiro: Topbooks, 2007, pp.141-142. (Adaptado).
Considerando a leitura do texto acima, conclui-se que a crise geral do século XVII foi:
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Ano: 2010 Banca: IFC Órgão: IFC-SC Prova: IFC - 2010 - IFC-SC - Professor - História |
Q498884 História
Em seu livro Nações e Nacionalismo desde 1780, Eric Hobsbawm, aborda a “questão nacional” e para isto define alguns conceitos necessários para entendermos a constituição dos Estados-nação. Assim, observe as duas afirmativas abaixo.

Afirmativa I
“(...) o nacionalismo vem antes das nações. As nações não formam os Estados e os nacionalismos, mas sim o oposto;”

Afirmativa II
“(...) as nações são, (...) fenômenos duais, construídos essencialmente pelo alto, mas que, no entanto, não podem ser compreendidas sem ser analisadas de baixo. Ou seja, em termos das suposições, esperanças, necessidades, aspirações e interesses das pessoas comuns, as quais não são necessariamente nacionais e menos ainda nacionalistas.”
Alternativas
Q186794 História
“Em consequência do processo de centralização do poder real e de unificação territorial, a maior parte destes Estados evoluiu no sentido da monarquia absoluta. Este é o regime em que o rei, encarnando o ideal nacional, possui, além disso, de direito e de fato, os atributos da soberania: poder de decretar leis, de prestar justiça, de arrecadar impostos, de manter um exército permanente, de nomear funcionários (...).”
MOUSNIER, R. Os séculos XVI e XVII, 1o vol., In: História Geral das Civilizações, tomo IV. DIFEL, p. 105 e 108.

Nos séculos XVI e XVII, multiplicaram-se os principais autores de doutrinas que justificam o Estado autoritário e o absolutismo dos monarcas. Essas teorias, fundamentando-se ou não na religião, tiveram como um dos representantes das concepções leigas
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Q2892042 História

Considere os itens abaixo, em relação ao Absolutismo na Inglaterra.


I. O Rei Henrique VIII ao confiscar e vender parte dos bens eclesiásticos contribuiu para a expansão de cercamentos e das relações capitalistas no campo.

II. A publicação do Ato de Supremacia (1534) deu ao Rei a chefia da nova Igreja, convertida em um dos sustentáculos do Absolutismo na Inglaterra.

III. O apogeu do Absolutismo foi no tempo da rainha Vitória, época de nítida prosperidade econômica devido à política imperialista nos mares.

IV. Foi no reinado de Carlos I (1625 — 1649) que a experiência do Absolutismo Monárquico chegou ao fim com o movimento chamado de “Revolução Puritana”.

V. No governo do Oliver Cromwell, rei calvinista, o Absolutismo chegou ao seu esplendor ao transformar a Inglaterra em “Rainha dos Mares”.


Pode-se afirmar que apenas

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Q2892041 História

Considerando-se as determinações socioeconômicas do processo de estruturação do “Absolutismo Monárquico” na Europa Ocidental, pode-se inferir:

Alternativas
Q2221198 História
John Locke, ao refletir acerca das monarquias européias e dos governos da Era Moderna,
Alternativas
Q2221194 História
Houve uma dimensão político-religiosa na formação dos Estados modernos da Europa ocidental que advém
Alternativas
Q2221193 História

A formação do Estado moderno

Alternativas
Q2221192 História
Os monarcas europeus beneficiaram-se das crises dos séculos XIV e XV e ampliaram seu poder no sistema político em transição. A respeito desse tema, assinale a opção correta.
Alternativas
Q2247640 História
        É no estudo do passado das sociedades, buscando resgatar e compreender suas realizações, que descobriremos as motivações e os efeitos das transformações pelas quais passou a humanidade, reunindo, assim, os elementos que ajudam a explicar a nossa atualidade. A periodização da História utilizada no Ocidente deve ser encarada de forma crítica, pois trata-se de uma concepção de história que tem a Europa como eixo e acredita no desenvolvimento linear da humanidade, que caminharia de estágios mais atrasados para mais avançados, em uma trajetória evolutiva do mais simples para o mais complexo, tomando a Europa como modelo mais desenvolvido. Dentro disso, o termo pré-história carrega a idéia errônea de povos anteriores, como se o conjunto de ações dos seres humanos, mesmo daqueles sem escrita, não fosse também história.

Cláudio Vicentino. História geral. São Paulo: Scipione, 2002, p. 8 (com adaptações)
Tomando o texto acima como referência inicial e considerando a trajetória das sociedades humanas ao longo do tempo, julgue o item abaixo.
Na Europa, os Tempos Modernos iniciaram-se com um conjunto de expressivas transformações, a exemplo do Renascimento cultural, da Reforma religiosa, das Grandes Navegações e Descobrimentos e do surgimento dos Estados Nacionais.
Alternativas
Respostas
121: A
122: E
123: C
124: E
125: A
126: A
127: D
128: D
129: E
130: C
131: A
132: D
133: A
134: D
135: A
136: D
137: D
138: A
139: D
140: C