Questões de Concurso
Comentadas sobre construção de estados e o absolutismo em história
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O longo reinado de Luís XIV está inserido num período da história em que o absolutismo real era justificado por pensadores, funcionando como máquina de propaganda. O filósofo que defendeu a Teoria do Direito Divino imortalizada na obra “Política Segundo a Sagrada Escritura” foi:
I. A imprensa socialista teve papel significativo para a difusão do pensamento marxista e da construção de uma cultura política operária que contribuiu decisivamente para sua socialização política. II. O crescente envolvimento do partido social-democrata na luta política parlamentar gerou intenso debate entre os socialistas em torno da opção pela revolução ou pela reforma do sistema político. III. A cultura política socialista no final do século XIX incluiu influências não-marxistas, a exemplo do proudhonismo francês e o lassallismo na Alemanha, o que contribuiu para a constituição de uma cultura popular socialista com certo grau de ecletismo.
Assinale a alternativa correta:
A respeito do Congresso de Viena (1814-1815), a ordem internacional por ele estabelecida e eventos correlacionados a esse tema, julgue (C ou E) o item subsequente.
A Quádrupla Aliança, selada em 1815 entre a Grã-Bretanha,
o Império Austríaco, o Império Russo e o Reino da Prússia,
impediu a participação da França no Congresso de Viena e
assegurou a exclusão desse país do círculo das grandes
potências europeias até a metade do século XIX.
(HESPANHA, A. Caleidoscópio do Antigo Regime. São Paulo: Alameda, 2012.)
Tais conflitos eram reduzidos pela estrutura corporativa que sustenta as formações sociais modernas. Sobre os fatores que explicam essa situação de conflito, assinale a afirmativa correta.
(Carvalho, J.M. Cidadania do Brasil: O longo caminho. In: Civilização Brasileira. Rio de Janeiro)
De acordo com o pensamento do autor, assinale a alternativa que apresenta um exemplo relacionado à construção da cidadania:
Afirmativa I
“(...) o nacionalismo vem antes das nações. As nações não formam os Estados e os nacionalismos, mas sim o oposto;”
Afirmativa II
“(...) as nações são, (...) fenômenos duais, construídos essencialmente pelo alto, mas que, no entanto, não podem ser compreendidas sem ser analisadas de baixo. Ou seja, em termos das suposições, esperanças, necessidades, aspirações e interesses das pessoas comuns, as quais não são necessariamente nacionais e menos ainda nacionalistas.”
MOUSNIER, R. Os séculos XVI e XVII, 1o vol., In: História Geral das Civilizações, tomo IV. DIFEL, p. 105 e 108.
Nos séculos XVI e XVII, multiplicaram-se os principais autores de doutrinas que justificam o Estado autoritário e o absolutismo dos monarcas. Essas teorias, fundamentando-se ou não na religião, tiveram como um dos representantes das concepções leigas
Considere os itens abaixo, em relação ao Absolutismo na Inglaterra.
I. O Rei Henrique VIII ao confiscar e vender parte dos bens eclesiásticos contribuiu para a expansão de cercamentos e das relações capitalistas no campo.
II. A publicação do Ato de Supremacia (1534) deu ao Rei a chefia da nova Igreja, convertida em um dos sustentáculos do Absolutismo na Inglaterra.
III. O apogeu do Absolutismo foi no tempo da rainha Vitória, época de nítida prosperidade econômica devido à política imperialista nos mares.
IV. Foi no reinado de Carlos I (1625 — 1649) que a experiência do Absolutismo Monárquico chegou ao fim com o movimento chamado de “Revolução Puritana”.
V. No governo do Oliver Cromwell, rei calvinista, o Absolutismo chegou ao seu esplendor ao transformar a Inglaterra em “Rainha dos Mares”.
Pode-se afirmar que apenas
Considerando-se as determinações socioeconômicas do processo de estruturação do “Absolutismo Monárquico” na Europa Ocidental, pode-se inferir:
A formação do Estado moderno
Na Europa, os Tempos Modernos iniciaram-se com um conjunto de expressivas transformações, a exemplo do Renascimento cultural, da Reforma religiosa, das Grandes Navegações e Descobrimentos e do surgimento dos Estados Nacionais.