Questões de Concurso Comentadas sobre brasil monárquico – segundo reinado 1831- 1889 em história

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Q1060840 História
Ainda hoje, transcorridos mais de 150 anos da Guerra do Paraguai (1864-1870), ainda se problematiza sobre seu custo humano e suas consequências. Sobre o contexto e as consequências desse conflito, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1054435 História
Observe as duas imagens:
Imagem associada para resolução da questão

“O padre Feijó abandona a Regência e deixa um rastro. Antes de ser eleito o primeiro regente uno, em 1835, Diogo Feijó foi ministro da Justiça”.
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“As disputas políticas e o clima de confronto durante as Regências eram temas frequentes nas sátiras das caricaturas”. MOREL, Marco. O período das Regências, (1831-1840). Rio de Janeiro: Zahar, 2003. Caderno de ilustrações.
Ao preparar uma aula sobre o Período Regencial (1831- 1840) utilizando as ilustrações acima, o professor deve levar em consideração que:
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Q1054434 História
Ao concluir a aula sobre a Revolta dos Malês (1835), o professor exibe duas imagens para os estudantes da turma:
Imagem 1: amuleto com orações em árabe
Imagem associada para resolução da questão

Imagem 2: Festa de Nossa Senhora do Rosário, Rugendas
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REIS, João José. Rebelião escrava no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
Após fazer a análise das imagens e do conteúdo lecionado, o professor pede aos educandos que escrevam em seus cadernos características da Revolta dos Malês. Dentre essas características, é INCORRETO afirmar que:
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Q1041967 História

Considere o texto.


Os balaios chegaram a ocupar Caxias, segunda cidade da província. De suas raras proclamações por escrito constam vivas à religião católica, à Constituição, a Dom Pedro II, à “santa causa da liberdade”.

(FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2002, p. 167)


As informações contidas no texto contribuem para que se compreenda a Balaiada como 

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Q1039810 História

Considere o trecho a seguir.


Neste regime, […] a verdadeira força política, que no apertado unitarismo do Império residia no poder central, deslocou-se para os Estados. A política dos Estados, isto é, a política que fortifica os vínculos de harmonia entre os Estados e a União é, pois, na sua essência, a política nacional.

(SALES, Campos. Mensagem de 3 de maio de 1902. In: ____. Manifestos e mensagens. São Paulo: Fundap/Imprensa Oficial, 2007, p. 202)


O trecho acima revela uma estratégia política do Presidente Campos Sales, no começo da república brasileira, para pacificar as facções regionais e organizar sua relação com o poder central. Essa estratégia ficou conhecida na historiografia como Política

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Q1026653 História
Durante a Guerra do Paraguai, a retomada momentânea de Corumbá foi efetuada em 13 de junho de 1867. Contudo, os aliados decidiram retirar as tropas e retornar para Cuiabá. Este retorno gerou graves consequências, provocando grande mortalidade em Cuiabá (GARCIA, 2001). Sobre o que causou a mortalidade de parte da população de Cuiabá no referido momento, assinale a alternativa correta.
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Q1026327 História
Considere o texto.
A partir da década de 1870, começaram a surgir uma série de sintomas de crise do Segundo Reinado, dentre eles, o início do movimento republicano e os atritos do governo imperial com o Exército e a Igreja. (Adaptado de: FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2002, p. 217)
Os atritos com o Exército e com a Igreja, aos quais se refere o autor, e que contribuíram para a proclamação da República no Brasil, estiveram relacionados, respectivamente,
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Ano: 2019 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2019 - IF-TO - Professor - História |
Q1008261 História
“Embora os castigos físicos exemplares, entre os quais a imobilização em troncos ou os açoites em pelourinhos, que frequentemente culminavam na morte dos castigados, fossem aplicados em situações extremas como a fuga ou a rebeldia, o castigo, assim como o controle sobre as ações dos escravos, fazia parte do cotidiano da escravidão no Brasil. Com eles os senhores propagavam o temor entre seus escravos, na esperança de produzir ‘obediência e sujeição.’”
(GRINBERG, Keila. “Castigos físicos”. In: SCHWARCS, Lília M. e GOMES, Flávio. “Dicionário da escravidão e liberdade”. São Paulo: Cia das Letras, 2018, p.144)
Sobre castigos físicos e legislação a escravos, identifique o item incorreto:
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Ano: 2019 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2019 - IF-TO - Professor - História |
Q1008260 História
“O tráfico transatlântico de escravos africanos tomou no Brasil uma dimensão inédita no Novo Mundo. Do século XVI até 1850, no período colonial e no imperial, o país foi o maior importador de escravos africanos das Américas. Foi ainda a única nação independente que praticou maciçamente o tráfico negreiro, transformando o território nacional no maior agregado político escravista americano. Consubstancial à organização do Império do Brasil, a intensificação da importação de escravos africanos após 1822 explica a longevidade do escravismo até sua abolição, em 1888.”
(ALENCASTRE, Luiz Felipe de. In: SCHWARCS, Lília M. e GOMES, Flávio. “Dicionário da escravidão e liberdade”. São Paulo: Cia das Letras, 2018, p. 57)
Sobre a estrutura e dinâmica do sistema escravista brasileiro, identifique o item incorreto:
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Q1008233 História
Em relação à imigração colonial camponesa italiana no Brasil e no Rio Grande do Sul e o contexto histórico-político das nações envolvidas, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O fim da Regência, em 1840, proporcionou ao governo do segundo Reinado a retomada do incentivo migratório, pelo qual italianos se estabeleceram em diversas regiões do Brasil em terras incultas e improprias à produção escravista e latifundiária. ( ) A saída da terra natal, pelos italianos, foi uma tentativa de solução para a crise vivida por multidões de camponeses italianos, uma inclinação para fugir da fome e do trabalho fatigante, dos baixos salários e dos serviços militares. ( ) A saída dos italianos de seu território contribuiu para o aumento da oferta de trabalho para os que ficavam. A migração reforçou na Itália as estruturas sociais arcaicas, fazendo com que o latifúndio e o autoritarismo social ficassem intocáveis. ( ) A migração colonial camponesa italiana é o resultado da prosperidade política regional, e internacional, um esforço estruturado para propagar a situação de equilíbrio econômico e social de todos envolvidos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
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Q1006229 História

A Lei de Terras, sancionada por D. Pedro II, em setembro de 1850, foi uma lei que determinou parâmetros e normas sobre a posse, manutenção, uso e comercialização de terras no Brasil, durante o Segundo Reinado.


I. Estabeleceu a compra como única forma de obtenção de terras públicas. Desta forma, inviabilizou os sistemas de posse ou doação para transformar uma terra em propriedade privada.

II. Possibilitou a manutenção da concentração de terras no Brasil. A Lei regulamentou a propriedade privada, principalmente na área agrícola . Aumentou o poder oligárquico e suas ligações políticas com o governo imperial.

III. Dificultou o acesso de pessoas de baixa renda às terras. Muitas perderam suas terras e sua fonte de subsistência. Restou a estas apenas o trabalho como empregadas nas grandes propriedades rurais, aumentando assim a disponibilidade de mão de obra.


Dessas afirmações apenas:

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Q1006227 História
Revolta do período regencial tendo como palco a cidade de Salvador, na Bahia, destacou-se por ter motivação religiosa. Compreendida como um conflito que deflagrou oposição contra duas práticas comuns herdadas do sistema colonial português: a escravidão e a intolerância religiosa. Comandada por negros de orientação religiosa islâmica, essa revolta ainda foi resultado do desmando político e da miséria econômica do período regencial. Apesar de não alcançar o triunfo esperado, a Revolta abalou as elites baianas mediante a possibilidade de uma revolta geral dos escravos. Esse texto caracteriza a revolta
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Q1006225 História

Foi um movimento social ocorrido no Piauí, Maranhão e Ceará. Envolvendo de um lado grandes proprietários de terra e de escravos, autoridades provinciais e comerciantes; de outro, vaqueiros, artesãos, lavradores, escravos e pequenos fazendeiros (mestiços, mulatos, sertanejos, índios e negros) sem direito à cidadania e acesso à propriedade da terra, dominados e explorados por governos clientelistas e autoritários, formados pelas oligarquias locais que ascenderam ao poder político com a “proclamação da independência” do país.

Claudete Maria Miranda Dias, Balaios e bem-te-vis. (Adaptado)


O movimento social a que se refere o trecho acima, ficou denominado:

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Q1006223 História

A Revolução Farroupilha (1835-1845) se configurou, historicamente, como evento emblemático da memória pública no Rio Grande do Sul. Seus lances de batalha são, ainda hoje, narrados em tom épico, e seus protagonistas transformados em heróis da “pequena” e da “grande” pátria, ora pela suposta resistência à opressão do centro político e econômico do Brasil, ora pela também hipotética aspiração à liberalização e “republicanização” do país, o que incorre na afirmação de seu caráter nacionalista. Em ambos os sentidos, como mito, a revolta tem sido matriz para discursos políticos, debates historiográficos e criações artísticas.

(adaptado) Rev. Bras. Hist. vol.31 no.62 São Paulo Dec. 2011


Sobre a guerra dos Farroupilhas, podemos afirmar que:

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Q1006222 História

“Explodiu no Pará, região frouxamente ligada ao Rio de janeiro. A estrutura social não tinha aí a estabilidade de outras províncias, nem havia uma classe de proprietários rurais bem estabelecidas. Em um mundo de índios, mestiços, trabalhadores escravos ou dependentes e uma minoria branca, formada por comerciantes portugueses e uns poucos ingleses e franceses. Não chegaram a oferecer uma organização alternativa ao Pará, concentrando-se no ataque aos estrangeiros, aos maçons, e na defesa da religião católica, dos Brasileiros, de dom Pedro, do Pará e da liberdade. É curiosos observar que, embora entre os revoltosos existissem muitos escravos, a escravidão não foi abolida.”

FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: EDUSP, 2013. p. 143. (Adaptado)


A revolta a que se refere o texto denominou-se

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Q1006219 História

Com a abdicação de D Pedro I, por lei, quem assumiria o trono seria seu filho D. Pedro II. No entanto, a idade de D. Pedro II, ainda criança à época, não obedecia às determinações de maioridade da Constituição. Nesse sentido, se tornou clara a necessidade da Regência, um governo de transição que administraria o país enquanto o imperador ainda não tivesse idade suficiente para governar. A regência seria trina, a princípio, formada por membros da Assembleia Geral (Senado e Câmara dos deputados). Sendo assim e diante da situação do país, a adoção da regência provisória era questão de urgência.


Sobre os acontecimentos do período regencial, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q1006207 História
As leis abolicionistas foram aprovadas no Brasil entre 1850 e 1888 e fizeram parte da transição gradual que o país percorreu até decretar a abolição da escravatura, por meio da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888. Nesse período grandes leis abolicionistas foram aprovadas. Sobre elas podemos afirmar que:
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Q1006205 História

O movimento abolicionista atuou durante grande parte do segundo reinado e contribuiu para aprovação da lei Áurea. Analise as assertivas sobre o referido movimento.


I. O movimento abolicionista ganhou duas facetas no século XIX: uma que agia pelas vias legais e outra radical, que agia por meio de ações ilegais (de acordo com a lei da época). Entre as ações legais estavam a distribuição de panfletos, publicação de artigos, realização de eventos públicos, abertura de ações na Justiça etc. Entre as ações ilegais estavam as ações de desobediência civil contra a escravidão.

II. Entre as associações abolicionistas, a de maior destaque foi a Confederação Abolicionista, criada em 1883 por José do Patrocínio e André Rebouças, que defendia a abolição, sem indenização para os donos de escravos. A Confederação Abolicionista teve papel de suma importância e coordenou a campanha pela libertação dos escravos em nível nacional.

III. O movimento abolicionista não contou com a liderança de uma pessoa na articulação da causa como um todo, mas contou com o envolvimento e liderança de diferentes pessoas que atuaram de diversas maneiras, em diferentes espaços e regiões.


Pela análise das afirmativas, conclui-se que:

Alternativas
Q1006203 História

A abdicação de D. Pedro I gerou um clima de euforia entre políticos brasileiros. Muitos acreditavam que era possível iniciar uma série de mudanças na vida política do país. Era a verdadeira comemoração da independência. Por outro lado, era necessário tomar cuidado para que a ausência de um poder central forte não determinasse uma onda de revoltas. Nas províncias de um modo geral havia um profundo descontentamento em relação ao centralismo político-administrativo do Império, no Rio de Janeiro. Tal descontentamento foi motivo para várias revoltas, algumas de caráter social, pelo abandono a que estavam relegadas as populações das regiões mais distantes dos centros decisórios da nação. Dentre as revoltas, podemos destacar a Sabinada.


Sobre ela podemos afirmar que:

Alternativas
Q1005017 História

I.

Imagem associada para resolução da questão

Charge de Manuel de Araújo Porto Alegre de 1837.

II.

As primeiras caricaturas publicadas no Brasil apareceram (...) sob a forma de litografias avulsas vendidas em algumas lojas do Rio de Janeiro. Seu tema foi a contratação do jornalista Justiniano José da Rocha (1812-1863), por um elevadíssimo salário, para ser o editor do Correio Oficial. A caricatura retrata o mulato Justiniano todo ataviado, recebendo de joelhos um saco de dinheiro. Em um formato que faz lembrar uma grande cena teatral, essa primeira caricatura chamava a atenção para o fato de um homem tido como íntegro ter vendido sua pena ao governo. “Honra tenho e probidade/ Que mais quer d’ um redator?”, dizia um dos versinhos que acompanhavam a imagem.

LUSTOSA, Isabel. No país da piada pronta.

Revista de História, 01/03/2009.

Com base na imagem e no texto, pode-se afirmar que, durante o período regencial (1831-1840), a ampliação da imprensa favoreceu o(a) 

Alternativas
Respostas
561: B
562: B
563: C
564: A
565: C
566: C
567: A
568: A
569: B
570: E
571: D
572: A
573: C
574: C
575: B
576: E
577: A
578: E
579: A
580: D