Questões de Concurso
Comentadas sobre brasil monárquico – segundo reinado 1831- 1889 em história
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No Brasil, o fim oficial da escravidão através da assinatura da “Lei Áurea”:
Deus esteja convosco! Queridos pais e cunhados. Nós todos nos encontramos ainda com saúde e bem, e desejamos de coração ouvir o mesmo de vocês. Depois de tudo que pudemos ver até agora, consideramos o nosso futuro mais assegurado do que aí em casa. Do porto, onde não pudemos permanecer devido à febre amarela, até a nossa fazenda são aproximadamente 20 milhas. As nossas casas ainda não estão todas prontas e, até lá, teremos que nos contentar com barracas. Agradecemos mil vezes à nossa comunidade por nos ter ajudado com a nossa emigração. Quisera Deus que todos os pobres estivessem aqui no Brasil! Depois de Pentecostes iniciaremos o nosso trabalho diário; é um trabalho fácil, durante o qual recebemos boa alimentação, por exemplo, arroz, pão de milho, feijão e, todos os dias, carne. Há também boa aguardente, até melhor do que a de vocês. Na cidade de Petrópolis, fundada há 7 anos, moram quase só alemães.
ALVES, Débora. Cartas de imigrantes como fonte para o historiador: Rio de Janeiro - Turíngia (1852-1853), Revista Brasileira de História, vol. 23, nº 45, 2003, p. 174. (Adaptado).
A respeito do uso desse material em sala de aula, assinale a afirmativa que descreve corretamente seu objetivo de acordo com os fundamentos do pensamento histórico.
"O século XIX, no Brasil, teve uma característica bem especial na nossa história. Ele foi marcado pela Monarquia (1822-1889), sendo a mais longa nação da América Latina com essa forma de governo. Esse momento de nossa história é dividido em dois reinados, o primeiro, governado por Dom Pedro I, e o segundo, que se inicia com o abandono do trono pelo primeiro Imperador, deixando o trono para seu filho Pedro de Alcântara, com apenas cinco anos de idade, ficando o governo, parcialmente, a cargo de um regente. Esse jovem imperador teve a sua maioridade antecipada aos quatorze anos devido a conturbações políticas que ocorriam no período regencial. Sua coroação, aos quinze anos de idade, deu início a seu longo reinado, que durou 49 anos, até o momento do Golpe Republicano, em 15 de novembro 1889."
Tendo o fragmento do artigo acima como referência inicial e considerando a relevância do tema por ele tratado, julgue o item seguinte.
Castanho da Maia Petter, A. (2014). O SEGUNDO REINADO E A
FIGURA D. PEDRO II NA FORMAÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL
NAS PRIMEIRAS DÉCADAS DA REPÚBLICA (1890-1910). Oficina
Do Historiador, 2020.
"O século XIX, no Brasil, teve uma característica bem especial na nossa história. Ele foi marcado pela Monarquia (1822-1889), sendo a mais longa nação da América Latina com essa forma de governo. Esse momento de nossa história é dividido em dois reinados, o primeiro, governado por Dom Pedro I, e o segundo, que se inicia com o abandono do trono pelo primeiro Imperador, deixando o trono para seu filho Pedro de Alcântara, com apenas cinco anos de idade, ficando o governo, parcialmente, a cargo de um regente. Esse jovem imperador teve a sua maioridade antecipada aos quatorze anos devido a conturbações políticas que ocorriam no período regencial. Sua coroação, aos quinze anos de idade, deu início a seu longo reinado, que durou 49 anos, até o momento do Golpe Republicano, em 15 de novembro 1889."
Tendo o fragmento do artigo acima como referência inicial e considerando a relevância do tema por ele tratado, julgue o item seguinte.
Castanho da Maia Petter, A. (2014). O SEGUNDO REINADO E A
FIGURA D. PEDRO II NA FORMAÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL
NAS PRIMEIRAS DÉCADAS DA REPÚBLICA (1890-1910). Oficina
Do Historiador, 2020.
"O século XIX, no Brasil, teve uma característica bem especial na nossa história. Ele foi marcado pela Monarquia (1822-1889), sendo a mais longa nação da América Latina com essa forma de governo. Esse momento de nossa história é dividido em dois reinados, o primeiro, governado por Dom Pedro I, e o segundo, que se inicia com o abandono do trono pelo primeiro Imperador, deixando o trono para seu filho Pedro de Alcântara, com apenas cinco anos de idade, ficando o governo, parcialmente, a cargo de um regente. Esse jovem imperador teve a sua maioridade antecipada aos quatorze anos devido a conturbações políticas que ocorriam no período regencial. Sua coroação, aos quinze anos de idade, deu início a seu longo reinado, que durou 49 anos, até o momento do Golpe Republicano, em 15 de novembro 1889."
Tendo o fragmento do artigo acima como referência inicial e considerando a relevância do tema por ele tratado, julgue o item seguinte.
Castanho da Maia Petter, A. (2014). O SEGUNDO REINADO E A
FIGURA D. PEDRO II NA FORMAÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL
NAS PRIMEIRAS DÉCADAS DA REPÚBLICA (1890-1910). Oficina
Do Historiador, 2020.
"O século XIX, no Brasil, teve uma característica bem especial na nossa história. Ele foi marcado pela Monarquia (1822-1889), sendo a mais longa nação da América Latina com essa forma de governo. Esse momento de nossa história é dividido em dois reinados, o primeiro, governado por Dom Pedro I, e o segundo, que se inicia com o abandono do trono pelo primeiro Imperador, deixando o trono para seu filho Pedro de Alcântara, com apenas cinco anos de idade, ficando o governo, parcialmente, a cargo de um regente. Esse jovem imperador teve a sua maioridade antecipada aos quatorze anos devido a conturbações políticas que ocorriam no período regencial. Sua coroação, aos quinze anos de idade, deu início a seu longo reinado, que durou 49 anos, até o momento do Golpe Republicano, em 15 de novembro 1889."
Tendo o fragmento do artigo acima como referência inicial e considerando a relevância do tema por ele tratado, julgue o item seguinte.
Castanho da Maia Petter, A. (2014). O SEGUNDO REINADO E A
FIGURA D. PEDRO II NA FORMAÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL
NAS PRIMEIRAS DÉCADAS DA REPÚBLICA (1890-1910). Oficina
Do Historiador, 2020.
Com relação ao período regencial, julgue o item seguinte:
O Ato Adicional de 1834, que modificou a
Constituição de 1824, concedeu maior autonomia às
províncias brasileiras, mas manteve a centralização
econômica, com todas as decisões fiscais e
arrecadatórias sendo exclusivamente controladas pelo
governo central.
“O Quebra-Quilos, movimento político e social que durante os últimos meses do ano de 1874 e início de 1875 atingiu diversas vilas e cidades de quatro províncias do norte do Império, surgiu e se desenvolveu numa conjuntura histórica bastante específica.” (Lima, Luciano Mendonça de. Derramando Susto: os escravos e o Quebra Quilos em Campina Grande. EDUFCG. 2006. p. 27)
Considerando o movimento do Quebra- Quilos avalie, as proposições a seguir.
I- As primeiras manifestações contra o novo sistema métrico-decimal e correlatas adotadas pelo governo monárquico na década de setenta do século XIX se deram na Província da Paraíba do Norte.
II- Foram vários os atores que se envolveram com o movimento, tais como os pequenos comerciantes, feirantes, camponeses, escravos. Só não há registro da participação direta ou indireta dos políticos liberais, dos proprietários de terra e de integrantes do clero.
III- Ocorreu em um momento em que a legislação contra a “vadiagem” estava sendo posta em prática no sentido de impor formas compulsórias de trabalho aos homens pobres da região que vivia a crise da escravidão.
IV- Foi uma reação das populações pobres livres contra um surto de modernização que no último quartel oitocentista se processava e que se expressava num conjunto de medidas de caráter racionalizador.
É CORRETO o que se afirma em:
Analise as afirmativas abaixo a respeito da questão escravista no segundo Império.
1. Ao fim da Guerra do Paraguai intensificou-se a luta de setores da sociedade brasileira, notadamente as camadas urbanas e grupos de praças e jovens oficiais do Exército, contra a abolição da escravatura.
2. Latifundiários do nordeste, traficantes de escravos arruinados com a abolição do tráfico negreiro, comerciantes urbanos e os plantadores de algodão e tabaco uniram-se à burguesia cafeeira tentando antecipar o mais possível, o fim da escravidão.
3. A Lei do Ventre Livre, que declarava livres os filhos de escravos e a Lei dos Sexagenários, embora de alcance insignificante, foram concessões da camada dominante que pretendiam frear o movimento abolicionista.
4. A Lei Áurea (1888) promulgada pela Princesa Dona Isabel, Regente do Trono na ausência do seu pai, declarou extinta a escravidão no Brasil.
5. A Lei Áurea e a ação da monarquia, que apoiou com recursos financeiros, terras e empregos aos libertos, permitiu que a grande massa de escravos fosse inserida na sociedade brasileira e tivesse grande melhoria nas condições de vida.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
I. Estava concedida a alforria para todos os escravizados que possuíssem mais de 60 anos de idade.
II. Essa lei decretava que todos os nascidos de escravizadas em território brasileiro, a partir do ano de 1871, estariam livres.
III. Com o intuito de diminuir progressivamente o tráfico negro, estava proibida a importação de escravizados africanos ao Brasil.
Texto extraído de: CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. 6ª edição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004, p. 67.
Sobre essas “outras maneiras” de manifestação política popular brasileira, de acordo com as análises de José Murilo de Carvalho, é CORRETO afirmar:
“[...] a ação política [...] desenvolvida pelos saquaremas, a busca de uma restauração dos quadros de uma defensividade ganhou, quase sempre, a formulação da garantia da soberania nacional. Sem embargo, os saquaremas não apenas impuseram a questão da soberania nacional e sobrepuseram a questão da escravidão à questão nativista. No momento da consolidação do Estado imperial, eles articularam a soberania nacional à questão da escravidão [...]”
Texto extraído de: MATTOS, Ilmar Rohloff. O tempo Saquarema. São Paulo: Hucitec, 2004, p. 233.
Sobre a escravidão no período imperial brasileiro e suas dinâmicas sociais, políticas e econômicas, de acordo com a análise de Ilmar Mattos, é CORRETO afirmar:
Texto extraído de: MATTOS, Ilmar Rohloff. O tempo Saquarema. São Paulo: Hucitec, 2004, p. 226.
Sobre a Guarda Nacional, de acordo com a análise de Ilmar Mattos, é CORRETO afirmar:
Texto extraído de: MATTOS, Ilmar Rohloff. O tempo Saquarema. São Paulo: Hucitec, 2004, p. 72.
Sobre a economia cafeeira no período imperial brasileiro, conforme análise de Ilmar Mattos, é CORRETO afirmar:
1. A abertura dos portos às nações amigas, em 1808, marcou o fim do pacto colonial, permitindo ao Brasil estabelecer relações comerciais diretas com outros países, especialmente a Inglaterra e Holanda.
2. A presença da Corte no Rio de Janeiro resultou em uma modernização da cidade, com a criação de novas instituições, como o Banco do Brasil, a Imprensa Régia e a Academia Real de Belas Artes.
3. A chegada da família real portuguesa acelerou o processo de urbanização e desenvolvimento das infraestruturas no Brasil, especialmente no Rio de Janeiro e da mesma forma em Salvador.
4. A vinda da Corte fortaleceu a elite agrária, que se beneficiou das novas oportunidades econômicas e da proximidade com o poder central.
5. As tensões políticas entre os liberais e absolutistas, intensificadas pela presença da Corte no Brasil, contribuíram para o surgimento de movimentos pela independência nas províncias.
Alternativas:
Dentre outras exigências feitas pelos revoltosos, podemos citar:
I. A divisão dos latifúndios. II. A liberdade de imprensa. III. A Democracia. IV. O fim da importação de indústrias têxteis. V. O fim do domínio português sobre o comércio de Recife. VI. O fim da oligarquia política.
Estão CORRETAS:
O litígio, objeto de longas e complexas negociações que envolveram o Brasil, a Bolivia e os Estados Unidos da América, sede do Bolivian Syndicate, empresa concessionária dos direitos cedidos pelo govermo boliviano, foi solucionado mediante o pagamento de uma indenização de 114 mil libras esterlinas aos capitalistas investidores na concessionária e, à Bolívia, de uma indenização monetária de dois milhões de libras esterlinas; o compromisso da construção da ferrovia Madeira-Mamoré, e a cessão de uma parcela do território, cabendo ao Brasil a área do atual estado do Acre, já povoado por brasileiros.
(Disponivel em: https: latlas.fgv.br)
A solução do litígio em questão foi consumada por meio do Tratado