Questões de Concurso Sobre história e geografia de estados e municípios
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Bernardo Sayão é um desses homens que ficaram na história como exemplo de seu povo, pelo trabalho, idealismo, desprendimento, abnegação e pela consciência de que o Brasil — como País e Nação — necessitava, para progredir, garantir os espaços e as fronteiras conquistadas ao longo de cinco séculos. Sayão, inverso do Rei dos Hunos, foi um “Átila Benfazejo”. Onde pisou esse carioca, nascido na Tijuca, não nasceu mais capim — nasceram estradas e cidades.
MARQUES, J. S. Bernardo Sayão – o último pioneiro. Disponível em: <http://www.ueg.br/noticia/6869_bernardo_sayao__o_ultimo_pioneiro>. Acesso em: 2 ago. 2020.
No que se refere à história do Centro Oeste, as afirmações contidas no texto exaltam a participação direta de Bernardo Sayão em ações relacionadas à
I- A guerra do Contestado foi uma disputa de terras próximas a fronteira entre os Estados de Santa Catarina e o Paraná.
II- Anita Garibaldi lutou na batalha dos Curitibanos.
III- Desde o início de sua fundação, quando ainda era apenas um povoado em meados de 1700 o nome sempre foi Curitibanos.
“É um símbolo da cidade de Salvador, e um dos mais conhecidos cartões portais da Bahia. Apesar de secular, é um conjunto moderno, que recebeu várias reformas ao longo dos anos. Ele foi criado para solucionar um problema existente de desnível na cidade. No início do século XVII, o uso de guindastes era a única solução para o transporte de cargas pela cidade. As pessoas precisavam se locomover usando longas escadarias e ladeiras íngremes, o que dificultava muito o dia a dia da população. Desde então, além de ajudar os moradores, ele tornou-se uma atração turística”. (Texto de Rodrigo Arbache, 30/07/21, com adaptações).
Não, lá não tinha organização não. Lá era barranca mesmo, organização era aqui. Aqui era a Colônia, não era Ceres, era Colônia, era bem organizado, não existia nada de “contrário”. Não tinha, não tinha lazer. Alguns que gostavam de pescaria, que gostavam de pescar e tinha as varinhas. Não tinha lazer, não tinha clube, não tinha cinema, depois é que surgiu o cinema né. (Aqui) Pra trabalhar, trabalhar. [...] Tinha um ônibus, um circular velho que vinha de Rialma pr’aqui e a gente ia passear, entende? Lá do plantão (do hospital), ia passear nesse ônibus velho que saia daqui do Hospital da Colônia, ia até lá e voltava. A gente ia passear nesse ônibus e voltava. E então, não tinha rixa não. Lá era comércio, mais comércio.
Dona Floripes Ortega. In: SILVA, Sandro Dutra. Os estigmatizados: distinções urbanas às margens do Rio das Almas em Goiás (1941-1959). 2008. Tese (Doutorado em História). UnB, Brasília, 2008.
De acordo com o relato, o que diferenciava Rialma nas suas origens do seu entorno era sua característica de lugar de
Bandeirante do século XX agora tem parte de sua história contada no museu.
Bernardo Sayão é considerado o Bandeirante do século XX e modernizou toda a região do Vale São Patrício até a Região Norte do País, abrindo estradas e construindo pontes, fazendo a ligação com o resto do Brasil.
Juvenal Junior. Jornal Diário do Norte. 11/07/2016 (Adaptado).
A comparação entre Bernardo Sayão e os Bandeirantes é possível, pois ambos
Analise a imagem seguir.

LOWELL, Joan. s/d. In: In: SILVA, Sandro Dutra e. Os estigmatizados: distinções urbanas às margens do Rio das Almas em Goiás (1941-1959). 2008. Tese (Doutorado em História)-UnB, Brasília, 2008. (Adaptado)
A atriz americana Joan Lowell queria, com este mapa, representar a região de Goiás como:
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