Questões de Concurso Sobre história e geografia do município de natal em história e geografia de estados e municípios

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Q4303056 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


De próprio punho


   Estranhei muito na primeira vez que escutei a expressão "de próprio punho". Parecia que eu ia bater em alguém. Não era bem o caso. Foi numa situação bancária, dessas bem burocráticas, e eu devia escrever algo bem breve, mas com minhas mãos. Na verdade, o que importava era a autenticidade da minha caligrafia, que à época ainda era mais fluente e firme. Depois dos teclados de computador, ela rateia bastante. Minha letra, hoje, tem uma espécie de bipolaridade: dia sim, dia não, trêmula e firme, forte e fraca, mais rotunda e mais cheia de arestas. Na época do episódio com o banco, que, se não me engano, dizia respeito a fechar uma conta (que eu jamais quisera abrir, aliás), o negócio era escrever com minha mãozinha, expressando minha letra e minha assinatura, que são só minhas, segundo confiam as perícias e polícias científicas.

   É claro que já escrevi muito mais de próprio punho ou, numa palavra mais bonita, manuscrevi (prefiro a mão ao punho, embora ele também seja usado na tarefa). Mas isso não é um feito individual. Em larga medida, é social. Muita gente sente o mesmo que eu, isto é, escreve bem menos usando as mãos, ou melhor, empregando algum tipo de tecnologia (lápis, caneta, etc.) para escrever por meio de grafite ou tinta ou giz ou carvão ou sangue e o que mais. É importante lembrar que ainda há gente que não sabe escrever neste país, neste planeta, mas muita gente sabe e tem um combo de tecnologias mais ou menos à disposição para isso. Sou dessas pessoas privilegiadas que têm várias possibilidades, e uma delas nunca deixou de ser o uso das minhas mãos. Ainda hoje, são elas que batucam meu teclado de computador ou que tocam suavemente duas ou três telas sensíveis. Mas não expressam mais a minha letra. No lugar, aparecem Times New Roman, Arial, Calibri e mais uma centena de "letras" à minha escolha. (...) 

  A escrita e suas tecnologias incríveis vão se reposicionando, mudando de status, numa ciranda interessante e importante que pode ser vista à luz de certa diversidade que encontra suas oportunidades e seus efeitos, aqui e ali. Não adianta muito pensar sempre como se tudo fosse excludente. Estão aí minha farta comunicação por bilhetes, minha gaveta alegre de postits de toda cor, esperando para serem usados, e o cheque do cartório, em que quase tudo já é digital. "Do punho ao pixel” não é uma frase filosoficamente correta. O negócio é mais "o punho e o pixel".


RIBEIRO, Ana Elisa. De próprio punho. Rascunho.
Disponível em <https://rascunho.com.br/cronistas/anaelisa-ribeiro/de-proprio-punho/>.
"Na época do episódio com o banco, que (...) dizia respeito a fechar uma conta (que eu jamais quisera abrir, aliás), o negócio era escrever com minha mãozinha”

A forma verbal destacada no trecho acima indica uma ação:
Alternativas
Q4303055 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


De próprio punho


   Estranhei muito na primeira vez que escutei a expressão "de próprio punho". Parecia que eu ia bater em alguém. Não era bem o caso. Foi numa situação bancária, dessas bem burocráticas, e eu devia escrever algo bem breve, mas com minhas mãos. Na verdade, o que importava era a autenticidade da minha caligrafia, que à época ainda era mais fluente e firme. Depois dos teclados de computador, ela rateia bastante. Minha letra, hoje, tem uma espécie de bipolaridade: dia sim, dia não, trêmula e firme, forte e fraca, mais rotunda e mais cheia de arestas. Na época do episódio com o banco, que, se não me engano, dizia respeito a fechar uma conta (que eu jamais quisera abrir, aliás), o negócio era escrever com minha mãozinha, expressando minha letra e minha assinatura, que são só minhas, segundo confiam as perícias e polícias científicas.

   É claro que já escrevi muito mais de próprio punho ou, numa palavra mais bonita, manuscrevi (prefiro a mão ao punho, embora ele também seja usado na tarefa). Mas isso não é um feito individual. Em larga medida, é social. Muita gente sente o mesmo que eu, isto é, escreve bem menos usando as mãos, ou melhor, empregando algum tipo de tecnologia (lápis, caneta, etc.) para escrever por meio de grafite ou tinta ou giz ou carvão ou sangue e o que mais. É importante lembrar que ainda há gente que não sabe escrever neste país, neste planeta, mas muita gente sabe e tem um combo de tecnologias mais ou menos à disposição para isso. Sou dessas pessoas privilegiadas que têm várias possibilidades, e uma delas nunca deixou de ser o uso das minhas mãos. Ainda hoje, são elas que batucam meu teclado de computador ou que tocam suavemente duas ou três telas sensíveis. Mas não expressam mais a minha letra. No lugar, aparecem Times New Roman, Arial, Calibri e mais uma centena de "letras" à minha escolha. (...) 

  A escrita e suas tecnologias incríveis vão se reposicionando, mudando de status, numa ciranda interessante e importante que pode ser vista à luz de certa diversidade que encontra suas oportunidades e seus efeitos, aqui e ali. Não adianta muito pensar sempre como se tudo fosse excludente. Estão aí minha farta comunicação por bilhetes, minha gaveta alegre de postits de toda cor, esperando para serem usados, e o cheque do cartório, em que quase tudo já é digital. "Do punho ao pixel” não é uma frase filosoficamente correta. O negócio é mais "o punho e o pixel".


RIBEIRO, Ana Elisa. De próprio punho. Rascunho.
Disponível em <https://rascunho.com.br/cronistas/anaelisa-ribeiro/de-proprio-punho/>.
"Na verdade, o que importava era a autenticidade da minha caligrafia"

A palavra destacada no trecho acima indica uma situação que caracteriza algo como:
Alternativas
Q4303054 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


De próprio punho


   Estranhei muito na primeira vez que escutei a expressão "de próprio punho". Parecia que eu ia bater em alguém. Não era bem o caso. Foi numa situação bancária, dessas bem burocráticas, e eu devia escrever algo bem breve, mas com minhas mãos. Na verdade, o que importava era a autenticidade da minha caligrafia, que à época ainda era mais fluente e firme. Depois dos teclados de computador, ela rateia bastante. Minha letra, hoje, tem uma espécie de bipolaridade: dia sim, dia não, trêmula e firme, forte e fraca, mais rotunda e mais cheia de arestas. Na época do episódio com o banco, que, se não me engano, dizia respeito a fechar uma conta (que eu jamais quisera abrir, aliás), o negócio era escrever com minha mãozinha, expressando minha letra e minha assinatura, que são só minhas, segundo confiam as perícias e polícias científicas.

   É claro que já escrevi muito mais de próprio punho ou, numa palavra mais bonita, manuscrevi (prefiro a mão ao punho, embora ele também seja usado na tarefa). Mas isso não é um feito individual. Em larga medida, é social. Muita gente sente o mesmo que eu, isto é, escreve bem menos usando as mãos, ou melhor, empregando algum tipo de tecnologia (lápis, caneta, etc.) para escrever por meio de grafite ou tinta ou giz ou carvão ou sangue e o que mais. É importante lembrar que ainda há gente que não sabe escrever neste país, neste planeta, mas muita gente sabe e tem um combo de tecnologias mais ou menos à disposição para isso. Sou dessas pessoas privilegiadas que têm várias possibilidades, e uma delas nunca deixou de ser o uso das minhas mãos. Ainda hoje, são elas que batucam meu teclado de computador ou que tocam suavemente duas ou três telas sensíveis. Mas não expressam mais a minha letra. No lugar, aparecem Times New Roman, Arial, Calibri e mais uma centena de "letras" à minha escolha. (...) 

  A escrita e suas tecnologias incríveis vão se reposicionando, mudando de status, numa ciranda interessante e importante que pode ser vista à luz de certa diversidade que encontra suas oportunidades e seus efeitos, aqui e ali. Não adianta muito pensar sempre como se tudo fosse excludente. Estão aí minha farta comunicação por bilhetes, minha gaveta alegre de postits de toda cor, esperando para serem usados, e o cheque do cartório, em que quase tudo já é digital. "Do punho ao pixel” não é uma frase filosoficamente correta. O negócio é mais "o punho e o pixel".


RIBEIRO, Ana Elisa. De próprio punho. Rascunho.
Disponível em <https://rascunho.com.br/cronistas/anaelisa-ribeiro/de-proprio-punho/>.
"Estranhei muito na primeira vez que escutei a expressão 'de próprio punho'."

Na passagem acima, correspondente ao início do texto "De próprio punho", ocorre:
Alternativas
Q4303038 Farmácia
Qual é o principal mecanismo de ação dos corticosteroides?
Alternativas
Q4303037 Odontologia
Paciente adulto, sem comorbidades, apresenta dor odontogênica moderada. Qual é a melhor opção farmacológica inicial?
Alternativas
Q4303036 Odontologia
Paciente de 7 anos sofre queda há 1 hora. Ao exame clínico, observa-se sangramento de sulco gengival, leve mobilidade no elemento 11, sem deslocamento. Ele relata dor ao toque. Radiografia periapical sem alterações. Qual o diagnóstico e conduta mais adequados?
Alternativas
Q4303034 Odontologia
Acerca de desinfecção em Odontologia, indique a alternativa verdadeira.
Alternativas
Q4303033 Odontologia
Durante exodontia de terceiro molar inferior, paciente apresenta parestesia do lábio inferior no pós-operatório imediato. Qual possível nervo foi atingido ?
Alternativas
Q4303032 Odontologia
Paciente apresenta restauração extensa em resina composta com infiltração marginal. Ao remover restauração, observa-se dentina escurecida, firme à sondagem e seca. Qual é a melhor conduta ?
Alternativas
Q4303031 Odontologia
Na interpretação radiográfica periapical, a perda da lâmina dura é indicativa de:
Alternativas
Q4303028 Odontologia
Paciente do sexo masculino, 42 anos, comparece ao consultório com queixa de dor à mastigação no elemento 46. Relata ausência de dor espontânea. Ao exame clínico: ausência de resposta aos testes térmicos, (frio e calor), leve sensibilidade à percussão vertical. Qual diagnóstico mais provável ? 
Alternativas
Q4303026 Odontologia
Paciente com lesão cariosa profunda em dente vital, sem sintomatologia espontânea. Durante remoção seletiva de dentina, opta-se por manter dentina afetada próxima à polpa. Qual o principal objetivo dessa conduta?
Alternativas
Q4303025 Odontologia
Durante preparo cavitário em dentina profunda, qual fator mais influencia a sensibilidade pós-operatória?
Alternativas
Q4303024 Odontologia
Tratando-se do cimentos de ionômero de vidro modificados por resina, (CIVMR), qual alternativa é correta?
Alternativas
Q4303022 Técnicas em Laboratório
Na esterilização por autoclave, qual parâmetro é essencial para garantir eficácia?
Alternativas
Q4303021 Odontologia
Referente ao processo de desremineralização do esmalte, marque a alternativa correta.
Alternativas
Q4303020 Odontologia
Sobre o mecanismo de ação do flúor, indique a alternativa verdadeira. 
Alternativas
Q4303019 Odontologia
A cárie dentária é uma doença multifatorial dinâmica. Tendo em vista sua etiologia, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4303018 Segurança da Informação
Em um sistema, ocorreu uma falha que impediu os usuários de acessarem os dados por algumas horas, mesmo sem perda ou alteração das informações. Esse problema está relacionado a qual princípio da segurança da informação?
Alternativas
Q4303017 Segurança da Informação
No contexto da segurança da informação, qual princípio garante que os dados não sejam alterados indevidamente?
Alternativas
Respostas
2541: D
2542: E
2543: B
2544: C
2545: D
2546: D
2547: A
2548: D
2549: D
2550: C
2551: C
2552: D
2553: B
2554: A
2555: C
2556: B
2557: C
2558: A
2559: A
2560: D