Questões de Concurso
Sobre história e geografia do estado do maranhão em história e geografia de estados e municípios
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I. Vila de Icatu, inicialmente, chamou-se Arrayal de Santa Maria de Guaxenduba.
II. O município foi elevado à condição de cidade com a denominação de Icatu, pela lei estadual nº 1179, de 22-04 -1924
III. O município teve como fundador Jerônimo d' Albuquerque Maranhão.
(ARAUJO; LOPES; CARVALHO FILHO, 2011, P. 38/39.)
Assinale, dentre as alternativas a seguir, a única que identifica corretamente as unidades de conservação existentes no estado do Maranhão.
Não havia indústria, de que se não valessem os franceses para se conservarem no intruso domínio do Maranhão; e Racily, que era nele um dos mais empenhados, sabendo-se servir para o mesmo projeto da rudeza dos índios, levava seis na sua companhia ainda pagãos, com o título de embaixadores a el-rei cristianíssimo seu amo [...].
(BERREDO, 1988, § 181, p. 63.)
É público e notório que existe uma relação intrínseca entre a história do Maranhão e a história da França Equinocial. A atribuição da autoria da fundação de São Luís aos gauleses:
A ocupação do território maranhense esteve atrelada à exploração econômica referente à produção de cana-de-açúcar, do algodão e do babaçu, desde o período colonial até os primeiros anos da República. Essa, contudo, sofreu várias transformações derivadas das necessidades da França (fundou a capital), de Portugal (retomou dos invasores duas vezes e efetivou estratégias de ocupação), Holanda (invadiu e dominou uma vez por vinte e sete meses) e Inglaterra (interferiu em acordos econômicos), que viabilizaram o domínio e posse (assentamentos, entradas, engenhos), áreas de produção, escravização indígena e negra africana, exploração de recursos e ações de políticas territoriais (fortes, missões, vias de acesso), culminando na ampliação do povoamento.
(FERREIRA, 2008.)
A influência holandesa nas transformações a que se refere o excerto em relação ao Maranhão está ligada especificamente:
Em finais dos anos 1670, por influência dos jesuítas, notadamente do padre Antônio Vieira, a Coroa organizou uma importante junta composta por notáveis do reino e autoridades do Maranhão para se discutir o problema do cativeiro dos índios no estado. O argumento da experiência “brasileira” com o cativeiro dos índios e com a entrada de escravos africanos foi então recorrentemente invocado.
(MELLO, 2009.)
Em decorrência também desses debates e embates a que se refere o excerto anterior, algum tempo depois: