Questões de Concurso Comentadas sobre história e geografia do estado de santa catarina em história e geografia de estados e municípios

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Q1022184 História e Geografia de Estados e Municípios
De acordo com o artigo 10 da Lei Orgânica do Município de Porto Belo, compete ao município, EXCETO:
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Q966378 História e Geografia de Estados e Municípios
De acordo com a Lei Orgânica do Município de São José do Cedro - SC, o Poder Legislativo é exercido pela:
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Q966376 História e Geografia de Estados e Municípios
Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a população estimada para o município de São José do Cedro – SC no ano de 2016, foi:
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Q964625 História e Geografia de Estados e Municípios

                                         UMAS ESCRITAS

                                                                        Por: Sírio Possenti. Disponível em:

                       http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/4919/n/umas_escritas

                                                                                          Acesso em 29 mai 2017.


      O português popular escrito, de Edith Pimentel Pinto (São Paulo: Contexto, 1990), é um volume precioso. Deveria fazer parte da bibliografia dos cursos de letras, pedagogia e jornalismo, pelo menos.

      Estudantes de letras teriam à disposição uma bela amostra das principais características da escrita, tanto do ponto de vista textual quanto ortográfico, quando exercida por pessoas não muito escolarizadas. Ao invés de apenas fazer rir (como ocorre com as numerosas ‘placas do meu Brasil’, que podem ser vistas na internet), o livro é um precioso documento de indícios das hipóteses que vão pela cabeça das pessoas quando decidem escrever. Escrever é sempre um pouco solene, e, portanto, nunca se trata de descuido – como muitos poderiam pensar.

      Pedagogos teriam nele um mapa das dificuldades pelas quais passa uma criança que aprende a escrever, todas pertinentes, algumas variando de região a região e de classe social a classe social, mas muitas comuns a todas.

      Jornalistas, cuja ferramenta é a língua, poderiam aprender a tratar a variação como um fato (que até poderia ser notícia), sem contar que lá estão muitos ‘erros’ que eles mesmos cometem depois de 15 anos de escola e em uma profissão na qual se escreve diariamente...

      Quando se encontram grafias como ‘curuja’ ou ‘minino’, a pronúncia dessas vogais e nessas posições explica o fato. É um erro de escrita, evidentemente, mas tem explicação. E está longe da burrice. O mesmo vale para ‘maudade’ (sem contar que a dúvida entre ‘mal’ e ‘mau’ pode continuar pela vida afora).

      Esses erros revelam aspectos da língua falada e hipóteses sobre como lidar com casos em que a relação entre fala e escrita é menos transparente (ninguém erra ‘baba’ ou ‘data’).

      No entanto, há escritas efetivamente erradas, mesmo que se trate de fatos cuja natureza tem a ver com os acima mencionados, e cuja função é derrisória. São erros produzidos conscientemente, para humilhar. Ocorrem na escrita de gente estudada, que circula pela mídia, e que se vale de certo traço da linguagem de determinados grupos sociais para sugerir que se trata de gente despreparada, inferior, que deveria ficar no seu lugar.

      Apesar da evidente função, essa escrita revela a ignorância que caracteriza quem a pratica com a intenção de mostrar que o ignorante é o outro. [...]  

Assinale a alternativa INCORRETA:
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Q964623 História e Geografia de Estados e Municípios

                                         UMAS ESCRITAS

                                                                        Por: Sírio Possenti. Disponível em:

                       http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/4919/n/umas_escritas

                                                                                          Acesso em 29 mai 2017.


      O português popular escrito, de Edith Pimentel Pinto (São Paulo: Contexto, 1990), é um volume precioso. Deveria fazer parte da bibliografia dos cursos de letras, pedagogia e jornalismo, pelo menos.

      Estudantes de letras teriam à disposição uma bela amostra das principais características da escrita, tanto do ponto de vista textual quanto ortográfico, quando exercida por pessoas não muito escolarizadas. Ao invés de apenas fazer rir (como ocorre com as numerosas ‘placas do meu Brasil’, que podem ser vistas na internet), o livro é um precioso documento de indícios das hipóteses que vão pela cabeça das pessoas quando decidem escrever. Escrever é sempre um pouco solene, e, portanto, nunca se trata de descuido – como muitos poderiam pensar.

      Pedagogos teriam nele um mapa das dificuldades pelas quais passa uma criança que aprende a escrever, todas pertinentes, algumas variando de região a região e de classe social a classe social, mas muitas comuns a todas.

      Jornalistas, cuja ferramenta é a língua, poderiam aprender a tratar a variação como um fato (que até poderia ser notícia), sem contar que lá estão muitos ‘erros’ que eles mesmos cometem depois de 15 anos de escola e em uma profissão na qual se escreve diariamente...

      Quando se encontram grafias como ‘curuja’ ou ‘minino’, a pronúncia dessas vogais e nessas posições explica o fato. É um erro de escrita, evidentemente, mas tem explicação. E está longe da burrice. O mesmo vale para ‘maudade’ (sem contar que a dúvida entre ‘mal’ e ‘mau’ pode continuar pela vida afora).

      Esses erros revelam aspectos da língua falada e hipóteses sobre como lidar com casos em que a relação entre fala e escrita é menos transparente (ninguém erra ‘baba’ ou ‘data’).

      No entanto, há escritas efetivamente erradas, mesmo que se trate de fatos cuja natureza tem a ver com os acima mencionados, e cuja função é derrisória. São erros produzidos conscientemente, para humilhar. Ocorrem na escrita de gente estudada, que circula pela mídia, e que se vale de certo traço da linguagem de determinados grupos sociais para sugerir que se trata de gente despreparada, inferior, que deveria ficar no seu lugar.

      Apesar da evidente função, essa escrita revela a ignorância que caracteriza quem a pratica com a intenção de mostrar que o ignorante é o outro. [...]  

A Freguesia de Palhoça foi elevada à condição de município autônomo:
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Q964621 História e Geografia de Estados e Municípios

                                         UMAS ESCRITAS

                                                                        Por: Sírio Possenti. Disponível em:

                       http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/4919/n/umas_escritas

                                                                                          Acesso em 29 mai 2017.


      O português popular escrito, de Edith Pimentel Pinto (São Paulo: Contexto, 1990), é um volume precioso. Deveria fazer parte da bibliografia dos cursos de letras, pedagogia e jornalismo, pelo menos.

      Estudantes de letras teriam à disposição uma bela amostra das principais características da escrita, tanto do ponto de vista textual quanto ortográfico, quando exercida por pessoas não muito escolarizadas. Ao invés de apenas fazer rir (como ocorre com as numerosas ‘placas do meu Brasil’, que podem ser vistas na internet), o livro é um precioso documento de indícios das hipóteses que vão pela cabeça das pessoas quando decidem escrever. Escrever é sempre um pouco solene, e, portanto, nunca se trata de descuido – como muitos poderiam pensar.

      Pedagogos teriam nele um mapa das dificuldades pelas quais passa uma criança que aprende a escrever, todas pertinentes, algumas variando de região a região e de classe social a classe social, mas muitas comuns a todas.

      Jornalistas, cuja ferramenta é a língua, poderiam aprender a tratar a variação como um fato (que até poderia ser notícia), sem contar que lá estão muitos ‘erros’ que eles mesmos cometem depois de 15 anos de escola e em uma profissão na qual se escreve diariamente...

      Quando se encontram grafias como ‘curuja’ ou ‘minino’, a pronúncia dessas vogais e nessas posições explica o fato. É um erro de escrita, evidentemente, mas tem explicação. E está longe da burrice. O mesmo vale para ‘maudade’ (sem contar que a dúvida entre ‘mal’ e ‘mau’ pode continuar pela vida afora).

      Esses erros revelam aspectos da língua falada e hipóteses sobre como lidar com casos em que a relação entre fala e escrita é menos transparente (ninguém erra ‘baba’ ou ‘data’).

      No entanto, há escritas efetivamente erradas, mesmo que se trate de fatos cuja natureza tem a ver com os acima mencionados, e cuja função é derrisória. São erros produzidos conscientemente, para humilhar. Ocorrem na escrita de gente estudada, que circula pela mídia, e que se vale de certo traço da linguagem de determinados grupos sociais para sugerir que se trata de gente despreparada, inferior, que deveria ficar no seu lugar.

      Apesar da evidente função, essa escrita revela a ignorância que caracteriza quem a pratica com a intenção de mostrar que o ignorante é o outro. [...]  

A bandeira do município possui o desenho e as cores assim distribuídas:
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Q947095 História e Geografia de Estados e Municípios

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) sobre a produção energética no Brasil.


( ) Principalmente por conta da disponibilidade de recursos hídricos, bem como do domínio da tecnologia que os envolve, o Brasil destaca-se mundialmente pela utilização de matrizes energéticas limpas.

( ) Segundo ranking apresentado pela Global Wind Energy Council (GWEC), divulgado em fevereiro de 2017, o Brasil é o país com menor capacidade instalada de energia eólica na América Latina.

( ) Como forma de incentivo à produção de energia renovável, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) estabeleceu a Resolução Normativa 482, de 17 de abril de 2012, que, entre outras determinações, prevê o sistema de compensação de energia elétrica.

( ) A utilização de biomassa como fonte para a produção de energia tem diminuído no Brasil em virtude da pouca capacidade já instalada para sua geração e da escassez de matéria prima.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q947094 História e Geografia de Estados e Municípios
Sobre o poeta catarinense Lindolf Bell, assinale a alternativa correta.
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Q947093 História e Geografia de Estados e Municípios

Em relação aos refugiados e aos fluxos migratórios contemporâneos, assinale a alternativa correta.

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Q947091 História e Geografia de Estados e Municípios

Em 1750, baseando-se no princípio do Uti Possidetis – direito de posse, espanhóis e portugueses assinaram importante Tratado que estabelecia as fronteiras entre essas duas nações ibéricas na América do Sul. Apesar da sua posterior anulação em 1761, em virtude de desentendimentos entre aquelas coroas, em especial, suas delimitações contribuíram para demarcação do território catarinense.


Esse Tratado foi denominado:

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Ano: 2017 Banca: FEPESE Órgão: CIDASC Prova: FEPESE - 2017 - CIDASC - Médico Veterinário |
Q865771 História e Geografia de Estados e Municípios

Leia os versos:


O meu cavalinho,

Ele já chegou.

E o dono da casa cumprimentou.


Tratam de uma cantoria que anuncia a chegada do cavalinho, um dos personagens de uma tradicional manifestação do folclore catarinense.


Assinale a alternativa que identifica esta manifestação.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: FEPESE Órgão: CIDASC Prova: FEPESE - 2017 - CIDASC - Médico Veterinário |
Q865770 História e Geografia de Estados e Municípios

Os municípios de Santa Cecília, Frei Rogério, Ponte Alta do Norte, São Cristóvão do Sul e Curitibanos estão situados na Região do Contestado.


Assinale a alternativa que indica a razão desta denominação.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: FEPESE Órgão: CIDASC Prova: FEPESE - 2017 - CIDASC - Médico Veterinário |
Q865769 História e Geografia de Estados e Municípios

A economia de Santa Catarina é extremamente diversificada.


Assinale a alternativa em que todas as associações propostas (produção/região) estão corretas.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: FEPESE Órgão: CIDASC Prova: FEPESE - 2017 - CIDASC - Médico Veterinário |
Q865767 História e Geografia de Estados e Municípios
Segundo as projeções do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Estado de Santa Catarina atingiu, em 2016, a população aproximada de:
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Ano: 2017 Banca: FEPESE Órgão: CIDASC Prova: FEPESE - 2017 - CIDASC - Médico Veterinário |
Q865766 História e Geografia de Estados e Municípios

Analise as afirmativas abaixo sobre o Estado de Santa Catarina:


1. É um dos Estados da Região Sudeste.

2. É o menor Estado da Região Sudeste.

3. Faz fronteira, ao sul, com a República Argentina.

4. O clima predominante é o subtropical.

5. No inverno, na região do Planalto Serrano, registra-se a ocorrência de neve.

6. A vegetação é variada. Encontram-se mangues, restingas praias, dunas e Mata Atlântica.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q865365 História e Geografia de Estados e Municípios
O Município de Piratuba pertence à microrregião do Alto Uruguai Catarinense. Assinale abaixo o município que não pertence à mesma microrregião que Piratuba.
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Q865364 História e Geografia de Estados e Municípios
Qual é a principal fonte da economia do Município de Piratuba?
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Q865363 História e Geografia de Estados e Municípios
Qual fato importante para Piratuba ocorreu em 18 de fevereiro de 1949?
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Q865362 História e Geografia de Estados e Municípios
O início da história de Piratuba foi em 1910 com a vinda da empresa Brasil Railway para a região, trazendo muitos operários, que ficaram acampados próximos às margens do Rio do Peixe. O que esta empresa construiu na região?
Alternativas
Ano: 2017 Banca: AMAUC Órgão: FCEP Prova: AMAUC - 2017 - FCEP - Técnico Artístico |
Q826331 História e Geografia de Estados e Municípios

“Depois da chegada dos descobridores portugueses, Santa Catarina recebeu ao longo dos séculos levas de imigrantes alemães, italianos e, em menor número, açorianos, poloneses, ucranianos, holandeses, austríacos e japoneses, entre outros. A arquitetura típica e os monumentos encontrados em cada município remetem à cultura de seus colonizadores, sendo possível encontrar uma grande variedade de estilos em todo o estado. ... Museus e memoriais preservam importantes acervos históricos de cada região.” Fonte: http://turismo.sc.gov.br/o-que-fazer/historia-e-cultura/

Qual é o órgão do Ministério da Cultura que tem a missão de preservar o patrimônio cultural brasileiro?

Alternativas
Respostas
2621: A
2622: D
2623: B
2624: B
2625: B
2626: D
2627: B
2628: E
2629: D
2630: B
2631: E
2632: C
2633: B
2634: D
2635: B
2636: D
2637: D
2638: A
2639: C
2640: B