Questões de Concurso
Sobre guerras, conflitos e terrorismo em conhecimentos gerais
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O recente fracasso da Rodada de Doha e o fim da Organização Mundial Comércio marcam o início de uma fase de construção de novos fóruns multilaterais de negociação comercial, desta vez incluindo entre seus membros mais importantes os países emergentes conhecidos por BRICs: Brasil, Rússia, Índia e China.
Trata-se do:
Sobre essa questão, leia atentamente as afirmativas abaixo:
I - Em 11 de setembro de 2001, os EUA sofreram um violento ataque terrorista, sem precedentes na história. Tal ataque foi realizado por terroristas islâmicos, que se recusam a aceitar a presença de tropas norte americanas na região do Oriente Médio.
II - Os freqüentes ataques suicidas se destacam entre as estratégias utilizadas por terroristas de grupos islâmicos radicais.
III - Na grande maioria dos conflitos do Oriente Médio, muçulmanos e estadunidenses têm se comportado como aliados históricos.
IV - A maioria dos grupos islâmicos radicais são aliados da Inglaterra, já que neste país moram muitos muçulmanos.
É (são) verdadeira(s) a(s) afirmativa(s):
A respeito do assunto, considere as seguintes afirmativas:
I - Bipolarização mundial é um termo empregado para definir a divisão do mundo entre democracias liberais e ditaduras militares.
II - Estados Unidos e União Soviética encamparam uma perigosa disputa pela hegemonia mundial, marcada por uma agressiva corrida armamentista que deixou o mundo, por décadas, à beira de uma hecatombe nuclear.
III - A derrubada do muro de Berlim mostrou ao mundo o poder de recuperação do regime socialista soviético.
IV - Com medo de perder espaço no mercado de trabalho para os alemães orientais, organizações de trabalhadores da Alemanha ocidental lançaram violentos protestos contra a derrubada do muro de Berlim.
V - São reflexos da bipolarização mundial uma série de conflitos armados, motivados pela oposição ideológica entre a União Soviética e os Estados Unidos. No caso da Guerra do Vietnã, os Estados Unidos amargaram uma traumática derrota para os vietkongs.
São verdadeiras as afirmativas:
No inicio do século XX, relacionado a esse contexto,encontra-se o seguinte fato:
A invasão dos Estados Unidos e aliados ao Iraque teve como principal motivo, divulgado pelos norte-americanos:
O Brasil tem uma grande contribuição a dar ao novo ano. A diplomacia e a sociedade brasileira devem por em marcha uma estratégia internacional de associação crescente às forças que se organizam em torno da remodelação dos termos da inserção desigual. O exemplo do G-20, como também a via do aprofundamento da construção de uma grande área de entendimento na América do Sul, entre outras iniciativas, permitem cimentar caminhos plausíveis, realistas e coerentes, ante os tempos difíceis que seguirão se avizinhando.
Aqui, no extremo Ocidente, em uma região relativamente alheia ao foco do terrorismo internacional islâmico, há condições plenas para se viabilizar práticas democráticas que não signifiquem apenas a adoção pouco crítica do jargão formal das eleições perpetuadoras de modelos econômicos que ampliam a vulnerabilidade social da região. O Brasil poderá ser um exemplo no futuro. Para tal, o país terá que melhorar sua imagem externa. Sem um novo ciclo virtuoso na política, sem uma profunda reorientação nas formas de exercê-la e sem uma reversão dos dados pífios da curva de desaquecimento econômico que tivemos em 2005, não poderemos reivindicar o papel de construtores do futuro. O mundo não poderá confiar em nós.
A morte de Iasser Arafat deixou um grande vazio e suscitou diversas interrogações quanto ao futuro do conflito e do processo de paz. Do lado dos palestinos, a morte de um símbolo, do “velho” líder carismático de mais de meio século de resistência, é sentida como o episódio mais recente de um drama interminável: Arafat não conquistou o Estado palestino, e nada parece indicar que os palestinos vão obtê-lo, tanto que estão mais pessimistas do que nunca. Ariel Sharon, por seu lado, afirmava, com a concordância implícita de Washington, que Arafat era um obstáculo à paz; com seu desaparecimento, tanto ele quanto Bush dizem que “alguma coisa” volta a ser possível. Será que ainda é possível acreditar neles?
Tariq Ramadan. Novas estratégias para o Oriente
Médio? In: Folha de S. Paulo, 28/11/2004, p. A39.
Em todos os lugares, o brasileiro falou da importância do avanço do processo de paz na região. Recebeu, além do reconhecimento das autoridades, o carinho de palestinos e israelenses, que se espremiam para tocá-lo ou apenas vê-lo. Só no palácio da Cultura palestina havia 1.500 pessoas em um lugar onde cabiam 750.
O Globo, 17/5/2005, p. A30 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os múltiplos aspectos que envolvem o assunto por ele abordado, julgue os itens que se seguem.
A partir das informações do texto acima e considerando o cenário mundial dos dias de hoje, assinale a opção correta.
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, julgue o item a seguir.
A ação terrorista no Oriente Médio torna-se ainda mais incompreensível quando se sabe que a política norte-americana do presidente George W. Bush para a região amenizou o drama palestino-israelense e se manifesta aberta a toda e qualquer negociação de paz para essa parte tradicionalmente explosiva do mundo.
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, julgue o item a seguir.
Além de ter apoiado a invasão do Iraque, a Arábia Saudita — fiel aliada dos EUA no Oriente Médio — ofereceu seu território para servir de base norte-americana quando do ataque ao país de Saddam Hussein.
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, julgue o item a seguir.
A Al-Qaeda, que assumiu os atentados contra a Arábia Saudita, é a organização terrorista comandada por Osama bin Laden que, provavelmente por estratégia, não atua fora dos limites geográficos do Oriente Médio, talvez para enfraquecer os governos árabes aliados do Ocidente.
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, julgue o item a seguir.
A instabilidade no Oriente Médio, aliada a outros fatores, como o aumento da demanda, exerce importante papel para a especulação em torno do preço do barril de petróleo nos mercados mundiais, fato que acontece com relativa freqüência e que se repete, uma vez mais, nos últimos meses do primeiro semestre de 2004.
Em face das informações apresentadas no texto acima e considerando aspectos históricos marcantes do século XX, contingenciadores da política internacional praticada no período, julgue o item seguinte.
No pós-Segunda Guerra e ao longo dos anos 50 do século XX, coincidindo com a “era de ouro” mencionada no texto, o sistema de Bretton Woods funcionou sem maiores atropelos. Contudo, na década de 60, ele começou a ser fortemente pressionado em função, sobretudo, do déficit em conta-corrente que os EUA passaram a registrar, processo acelerado em larga medida pelas despesas com a guerra no Vietnã.
Em face das informações apresentadas no texto acima e considerando aspectos históricos marcantes do século XX, contingenciadores da política internacional praticada no período, julgue o item seguinte.
Em 1973, a guerra entre árabes e judeus é um dos símbolos do fim da “era de ouro”. Sofrendo os efeitos da desvalorização do dólar decidida em 1971 (governo Nixon) e ante o apoio norte-americano a Israel, os países árabes quintuplicam o preço do barril de petróleo, o que gera efeitos devastadores nas economias ocidentais.