Questões de Concurso
Sobre guerras, conflitos e terrorismo em conhecimentos gerais
Foram encontradas 556 questões
O país anunciou nesta quarta-feira (06.01), em sua emissora de televisão estatal, que realizou seu primeiro teste com uma bomba nuclear de hidrogênio, pouco depois que um terremoto de magnitude 5,1 foi detectado no nordeste do país como consequência da detonação atômica. Este seria o primeiro teste realizado com uma arma termonuclear, cuja detonação é muito mais poderosa que a dos dispositivos atômicos utilizados em seus três experimentos anteriores.
(Terra. http://goo.gl/8ybpvD. 06.01.2016. Adaptado)
O Conselho de Segurança da ONU condenou fortemente, em reunião neste domingo (07.02), o lançamento de um foguete pelo país. Acredita-se que possa ter sido um teste de um míssil balístico intercontinental.
(G1. http://goo.gl/s2b8HI, 07.02.2016. Adaptado)
As notícias referem-se
Há 15 anos o mundo assistia a um dos piores ataques terroristas da história: o atentado às torres gêmeas do World Trade Center, em Nova Iorque, no dia 11 de setembro de 2001. Desde então, não se pode dizer que o terrorismo tem diminuído mundo afora. Além dos constantes ataques violentos em países do Oriente Médio, tais como Iraque e Afeganistão, vários outros países têm sido alvo de ataques terroristas recentemente, por diversos motivos. Com base em seus conhecimentos acerca do tema, considere as afirmativas a seguir.
I. Um dos graves problemas atuais é a proliferação de células terroristas dentro de países árabes que apoiam o Estado Islâmico, tais como Jordânia e Emirados Árabes Unidos.
II. Uma coalizão internacional contra o grupo fundamentalista Estado Islâmico está sendo atualmente liderada pelos Estados Unidos e envolve países como França e Reino Unido.
III. Ao contrário dos outros grandes países do mundo, a Rússia não tem sido alvo de atentados terroristas nos últimos 15 anos.
Está correto o que se afirma em:
Além das questões relacionadas à segurança, o jornal norte-americano estampou em uma de suas manchetes que o Brasil irá realizar a “Olimpíada da mentira”. Tal afirmação está relacionada especificamente à qual contexto abaixo?
(Disponível em: https://www.passeidireto.com/arquivo/23269040/guia-do-estudante-atualidades/22.)
O surto recente de violência é a continuidade de um longo conflito entre israelenses e palestinos, cujo marco crucial:
Texto I
“Atentados deixaram dezenas de mortos e feridos no Aeroporto Internacional de Zaventem e na estação de metrô Maelbeek em Bruxelas, na Bélgica, na manhã desta terça-feira (22/03/16). O número de vítimas ainda não é oficial. A imprensa fala em 34 mortos e mais de 200 feridos. As explosões levaram o país a entrar em alerta máximo para atentados terroristas.”
(Disponível em: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/03/aeroporto-de-bruxela-na-belgica-registra-explosoes.html.)
Texto II
Um ano após massacre do Charlie Hebdo, França se mostra dividida
“O ataque à sede do jornal ‘Charlie Hebdo’, em Paris, completa um ano nesta quinta-feira (7/01/16). Passadas as grandes manifestações de união e solidariedade por causa do atentado, o clima na França atualmente é bastante diferente: outros atentados expuseram ainda mais a divisão do país e, entre os efeitos, podem ser observados um aumento da intolerância religiosa e o fortalecimento da extrema direita.”
(Disponível em: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/01/um-ano-apos-massacre-do-charlie-hebdo-franca-se-mostra-dividida.html.)
Os dois episódios em destaque nos textos têm em comum:
Ao menos 46 pessoas, entre elas crianças, morreram neste sábado (25.jun) na Síria após ataques aéreos atingirem um vilarejo controlado no leste do país, pelo grupo terrorista. A informação foi passada pelo Observatório Sírio para os Direitos Humanos. Segundo a organização, dos 46 mortos, 31 eram civis.
(http://ultimosegundo.ig.com.br/2016/06/25. Adaptado)
O grupo terrorista citado na noticia é
Um alto funcionário do país asiático afirmou à mídia dos EUA que seu país é uma potência nuclear que o Ocidente não pode ignorar.
Anunciou, também, na quarta-feira [26.jun] que, enquanto os EUA continuarem sua política de sanções, Washington deve se preparar para acompanhar mais testes nucleares e lançamentos de mísseis.
(http://www.jb.com.br/2016/06/25. Adaptado)
A notícia refere-se