Questões de Concurso
Sobre conhecimentos gerais sobre ciência, tecnologia e inovação em conhecimentos gerais
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A __________ é uma vasta rede global de computadores interconectados, permitindo a troca de informações e serviços.
Em 1489, ao retirar toda a pele de um cadáver para desenhar os feixes de músculos e os tendões entrelaçando-se nos ossos dos ombros, braços, peito e pescoço, ele deixava um dos maiores legados, artístico e científico, da história: a união de anatomia e arte. O anatomista preocupou-se com os sistemas internos do corpo humano, enquanto, o artista interessou-se pelos detalhes da forma humana. Na figura, O homem vitruviano, demonstrou a perfeição matemática na forma humana, pois o corpo humano insere-se na forma ideal do círculo e nas perfeitas proporções do quadrado.
Fonte: Cruz, Joelma Bomfim da. Laboratórios. Brasília: Universidade de Brasília, 2007.
O texto refere-se a uma figura que deixou grande contribuição na história das práticas laboratoriais, culminando para o avanço das ciências biológicas, denominado:
Internet:<www.cnnbrasil.com.br> (com adaptações).
De acordo com o uso das novas tecnologias, assinale a opção correta.
Se Minas Gerais tivesse um cheiro, provavelmente seria de café. É difícil encontrar alguém que não consuma a bebida em sua rotina e aquela imagem do “cafezinho com bolo” no final de tarde já faz parte do nosso imaginário. E, além de consumir, também sabemos fazer: Minas representa cerca de 54% do montante nacional. Isso não é pouca coisa, uma vez que o Brasil é o maior produtor de café – respondendo por 38% do volume mundial.
(Disponível em: https://www.otempo.com.br/economia. Acesso em: outubro de2024.)
Apesar de ser o maior produtor mundial de café, Brasil não está nem entre os dez primeiros em consumo per capita. O café é uma bebida amada pelo mundo inteiro, e a cafeína, substância presente nele:
Tecnologia cria campo de visão em tamanho real de objetos em 3D sem a necessidade de uso de óculos ou fones.
Uma startup finlandesa conseguiu arrecadar US$ 11,1 milhões (R$ 60,4 milhões) para financiar uma tecnologia de realidade em para-brisas de carros e cabines de aviões. O montante foi aprovado para a Distance Technologies pela GV, empresa de investimentos da Alphabet, que é vinculada ao Google.
(Disponível em: https://olhardigital.com.br/carros-e-tecnologia/. Acesso em: outubro de 2024.)
As chamadas tecnologias imersivas representadas pela realidade aumentada (RA), realidade virtual (RV) e realidade mista (RM) possuem diferenças importantes em sua proposta, sendo que a realidade aumentada:
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Verde-paris: o pigmento do séc. 19 que começou como moda e virou inseticida
Em 2 de abril de 1894, Jordan foi buscar um balde d’água no poço da pensão em que morava em Buena Vista, uma cidadezinha de 1,2 mil habitantes no estado de Wisconsin, nos EUA. No fundo do recipiente, percebeu uma borra esverdeada suspeita. Calhou que, no dia anterior, um criminoso havia despejado um saco de 1kg de verde-paris na água – o que explicava o mal-estar repentino que havia acometido os moradores do casarão no dia anterior.
O verde-paris, ou verde de Schweinfurt, foi inventado em 1814 na Alemanha pelos fabricantes de tintas Wilhelm Sattler e Friedrich Russ, e começou sua trajetória como uma inovação promissora na indústria. A dupla de inventores buscava um verde mais estável do que o pigmento mais usado até então – o chamado verde de Scheele –, e encontrou um composto químico inorgânico que rapidamente se tornou popular por sua cor intensa e relativa durabilidade.
O verde-paris virou febre: foi amplamente utilizado em pinturas, encadernação de livros e papéis de parede. Artistas famosos do século 19, como Claude Monet, Vincent van Gogh e Paul Gauguin ficaram encantados com a cor – que era difícil de se replicar misturando outros pigmentos. Livros com capas e lombadas decoradas com o pigmento tornaram-se populares no Ocidente.
A lua de mel não durou muito, porém. O acetoarsenito de cobre, como o nome já diz, leva arsênico na receita, que o torna tóxico. O nome “verde-paris” não se refere à presença da cor nas paredes e pôsteres da capital francesa, e sim ao fato de que ele passou a ser usado como veneno de rato nos esgotos da cidade luz.
Mais tarde, descobriu-se que o pó também era um poderoso inseticida, que foi usado para controlar pragas agrícolas como o besouro da batata e o bicho-da-seda. O pigmento chegou a ser lançado de aviões durante a 2° Guerra Mundial para matar mosquitos e, assim, combater a malária na Itália.
Ao longo do século 19, a consciência crescente sobre a toxicidade do arsênico – famílias inteiras acabaram mortas por papéis de parede que continham verde-paris e outros pigmentos com esse elemento – levou a uma queda progressiva no uso de corantes desse tipo, que foram sendo substituídos por alternativas mais seguras.
Em fevereiro de 2024, bibliotecas na Alemanha começaram a restringir o acesso a livros com capas verde-paris, monitorando o risco de envenenamento de cada exemplar. Pesquisadores da Universidade de Delaware, nos EUA, também criaram um projeto para identificar e isolar esses livros em bibliotecas ao redor do globo (até maio de 2024, haviam sido identificados 313 volumes).
MOURÃO, M. Verde-paris: o pigmento do séc. 19 que
começou como moda e virou inseticida. Revista
Superinteressante. (Adaptado). Disponível em
Qual das seguintes inovações está diretamente ligada à implementação da tecnologia 5G?
Qual das seguintes medidas é fundamental para garantir a segurança cibernética?