Questões de Concurso
Comentadas sobre política internacional em atualidades
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Folha de São Paulo, 01/11/2019.
Sobre o episódio em questão, é correto afirmar que se trata do presidente do (da):
(Por Anthony Boadle, Reuters — Pacaraima. 15/04/2019 19h02. Disponível em: https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/ 2019/04/15/grupo-de-venezuelanos-vive-dentro-de-onibus abandonado-em-pacaraima-para-fugir-da-crise.ghtml.)
Sobre a atual crise entre Brasil e Venezuela, analise as afirmativas a seguir.
I. A tensão entre esses dois países cresceu com o fechamento da fronteira com o Brasil, rota de fuga de parte dos venezuelanos que busca deixar seu território de origem. II. Países como o Brasil e os Estados Unidos não reconhecem o novo mandato de Nicolas Maduro, considerando-o ilegítimo. III. Apesar da crise diplomática, o Brasil é o único país da América a considerar a eleição de Maduro, como uma transição pacífica e democrática no país.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
(Terra. Disponível em https://bit.ly/2lWBJzs. Acesso em 05.09.2019. Adaptado)
Essa qualificação, entre outras vantagens,
“O Brasil sediará a _______________ que ocorrerá nos dias 13 e 14 de novembro de 2019, no Palácio Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores do Brasil. O país assume a presidência com o mote: crescimento econômico para um futuro inovador.” (Fonte adaptada: http://www.brasil.gov.br/noticias/>acesso em 26 de julho de 2019)
Com base na notícia acima e utilizando seus conhecimentos sobre o assunto, analise:
I. Essa é a primeira vez que Kim Jong-un visita a Rússia; II. O encontro dos dois líderes foi preparado em sigilo por "questões de segurança"; III. A Rússia declarou guerra à Coreia do Sul.
Dos itens acima:
(G1. https://glo.bo/2BWdKpt. 28.02.19. Adaptado. Acesso em 20.03.2019)
As reuniões foram suspensas porque
“Nesta quarta-feira, o governo de Cuba anunciou a saída dos médicos cubanos do programa ___________. A decisão foi tomada em retaliação a exigências feitas pelo presidente eleito Jair Bolsonaro para a continuação do programa. O programa foi criado em outubro de 2013, ainda no governo Dilma Rousseff”. (Folha de São Paulo, 14/11/2018, com adaptações).
Leia o texto abaixo e responda à questão.
TEXTO
No dia 6 de agosto de 2019, “A China ameaçou (...) retaliar caso os Estados Unidos instalem mísseis na região Ásia/Pacífico, após Washington demonstrar intenções de instalar novos armamentos na área “o mais rápido possível”.
(...) A tesão sofreu uma escalada desde que Washington anunciou tarifas adicionais de 10% sobre 300 bilhões de dólares de produtos chineses na semana passada, e Pequim retaliou com a desvalorização do yuan, que derrubou mercados pelo mundo. Wall Street teve seu pior dia do ano nesta segunda-feira 5, com queda de 2,90% do Dow Jones, 3,47% do Nasdaq e 2,98% do S&P 500. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, fechou com queda de 2,51%.
O gigante asiático também denuncia com frequência a presença militar americana na Ásia, promovida por países aliados de Washington, como Japão, Coreia do Sul e Austrália.
(...) a diplomacia chinesa atacou o novo secretário de Defesa americano, Mark Esper, que no sábado (3 de agosto) afirmou ser favorável à instalação de novos mísseis americanos na Ásia.
“A China não ficará de braços cruzados e será obrigada a adotar medidas caso os Estados Unidos instalem mísseis de médio alcance nesta região do mundo”, advertiu o diretor do departamento de Controle de Armas da chancelaria chinesa, Fu Cong. “Apelamos aos países vizinhos para que mostrem prudência e não permitam a instalação de mísseis americanos em seu solo, porque isto não estaria de acordo com sua própria segurança nacional”, completou o diretor.
Questionado sobre a reação chinesa, Esper tentou suavizar suas declarações de sábado e afirmou que não há nenhum país que deve receber mísseis. “Ainda estamos muito longe disso. Vai levar alguns anos antes que possamos instalar mísseis operacionais”, disse nesta terça.
Alguns analistas acreditam que Washington poderia instalar os novos mísseis em sua ilha de Guam, no Pacífico. Fu alertou que isto seria o equivalente a posicioná-los “na porta da China”.
“Se instalarem mísseis em uma faixa de terra como
Guam, isto será interpretado como altamente
provocador por parte dos Estados Unidos. Seria muito
perigoso”, avisou o funcionário chinês. Guam fica a
quase 3.000 km da China.
O texto revela que a China e os Estados Unidos