Questões de Concurso
Sobre guerras, conflitos e terrorismo na atualidade em atualidades
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A Coreia do Norte continua desenvolvendo programas nucleares e de mísseis, apesar do compromisso assumido, em junho, com os Estados Unidos da América (EUA). A conclusão está em um relatório confidencial das Nações Unidas que foi revelado pela imprensa norte-americana.
O estudo mostra ainda que os norte-coreanos estão violando as sanções econômicas internacionais impostas ao país.
O documento, de 62 páginas, foi elaborado por analistas independentes que apresentam seus resultados a cada seis meses ao Comitê de sanções à Coreia do Norte, do Conselho de Segurança da ONU.
Coreia do Norte continua desenvolvendo programa nuclear,
diz ONU. Internet:
Considerando o texto precedente, publicado em agosto de 2018, e os assuntos a ele correlatos, julgue o item seguinte.
Coreia do Norte e Coreia do Sul anunciaram que irão
celebrar um tratado de paz ainda em 2018, para dar fim
ao estado de guerra ainda vigente entre esses países.
(Exame, 4 jun.18. Disponível em: <https://goo.gl/G79PRa>. Adaptado)
As tensões entre o Irã e o Ocidente ressurgiram desde que
Depois de meses de intensos combates, o grupo extremista Estado Islâmico (EI) foi derrotado por milícias apoiadas pelos Estados Unidos na cidade até então considerada a “capital” do califado estabelecido pelos militantes. Agora, estima-se que o grupo ainda esteja no controle de vilarejos na região de Deir al-Zor, que fica às margens do rio Eufrates.
(https://exame.abril.com.br – 17.10.17 – Acesso em 09.02.18. Adaptado)
A cidade reconquistada chama-se
É certo afirmar:
I. No ano de 2017, com a instabilidade na Síria e em outros países de maioria muçulmana, iniciou-se a imigração de sírios e curdos na pior crise de refugiados desde a II Guerra Mundial.
II. Vitorioso nas eleições presidenciais norteamericanas, Donald Trump desafia a ordem globalizada com um discurso contra o livre-comércio, a cooperação entre nações e os imigrantes.
III. Antes da vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais norte-americanas, os alicerces da globalização já haviam sofrido os primeiros abalos na Europa. Em plebiscito realizado em junho de 2016, os britânicos votaram pela saída do Reino Unido da União Europeia (EU), o maior e mais importante bloco econômico do planeta.
IV. Uma das primeiras ações de Donald Trump como presidente norte-americano foi a assinatura de um decreto que retirou o país do Tratado NorteAmericano de Livre Comércio (NAFTA, na sigla em inglês).
Analisando as proposições, pode-se afirmar:
Ampliou-se recentemente o permanente clima de tensão na região do Oriente Médio.
Assinale a alternativa que indica o acontecimento que motivou tal acirramento.
O noroeste da Síria voltou nesta segunda-feira (29 de janeiro) a ser palco de um confronto entre soldados ligados à Turquia e milícias curdas, que disputam o controle de uma colina na região. O governo turco afirma que as milícias curdas que controlam a região são ligadas aos curdos que vivem na Turquia e que decidiu agir para expulsar os terroristas das proximidades de sua fronteira.
(Folha de S.Paulo, 29.01.2018. Disponível em:<https://goo.gl/XeN3ia> . Adaptado)
O conflito entre turcos e curdos mencionado na notícia está relacionado
O mundo globalizado experimenta novos centros do poder, cujo alicerce se acomoda nas estruturas de uma sociedade:
Em discurso, Trump apela a líderes muçulmanos por luta contra o radicalismo islâmico.
O presidente americano Donald Trump fez no dia 21 de Maio de 2017 em Riad, na Arábia Saudita, um apelo aos líderes muçulmanos para que lutem contra o "extremismo islamista", em discurso sobre o islã muito aguardado em todo o mundo. (Fonte adaptada: g1.globo.com > acesso em 22 de maio de 2017)
Trump afirmou, no discurso mencionado acima, quanto ao terrorismo:
Leia a seguinte notícia jornalística, veiculada em agosto deste ano, e assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna:
“Uma van atropelou várias pessoas em um calçadão turístico de __________, conhecido como La Rambla, na tarde desta quinta-feira. Segundo depoimentos, um motorista subiu pela via, fechada apenas para pedestre, atropelando as pessoas que estavam no local. Ao menos treze pessoas morreram e mais de oitenta ficaram feridas. As autoridades tratam o atropelamento como um atentado terrorista e a agência de notícias utilizada pelo grupo AMAQ, ligado ao Estado Islâmico, assumiu a autoria”.
(Jornal El País, 17/08/2017, com adaptações).
Entenda a guerra na Síria, que completa seis anos nessa quarta (15) de março.
Aguerra na Síria completa seis anos nessa quarta-feira (15). O conflito envolve o governo sírio, diversos grupos rebeldes locais, líderes de outros países e terroristas. Desde que o combate começou, quase 500 mil pessoas morreram.
O conflito nasceu do embate entre as forças leais ao presidente Bashar Al-Assad e os rebeldes que são contra a permanência dele no poder. Em 2011, seguindo o exemplo de outros países árabes, como Tunísia, Líbia e Egito, os sírios protestaram contra o líder autoritário. Areação do governo foi imediata e violenta e muitos moradores pegaram em armas. Foi o início da guerra civil.
A interferência externa complicou ainda mais o conflito. Não é de hoje que a Arábia Saudita e o Irã disputam poder e influência na região. Por isso, cada um apoia lados diferentes na Síria. Os Estados Unidos armaram os rebeldes. A Turquia também quer a saída de Bashar AlAssad. Já a Rússia ofereceu apoio militar à Síria e ajuda diplomática nas Nações Unidas.
Tem ainda os terroristas do(s) _____________, que lutam contra todos. Ou seja, cada agente - local, regional e internacional - tem uma agenda própria e nenhuma delas inclui o fim da guerra.
Em seis anos, moradores desaprenderam a viver em paz, crianças tiveram a infância roubada e cinco milhões de sírios viraram refugiados - uma crise humanitária que virou crise política na Europa.
Dos destroços das cidades arruinadas, como Aleppo e Kobani, surgiram alguns anjos. São os capacetes brancos, os até então desconhecidos heróis da guerra na Síria. O Jornal Hoje conseguiu conversar pela internet com um dos primeiros voluntários, Ismail Al-Abdullah. Ele conta que a organização foi montada por amigos: “Começamos a ajudar por desespero, pela agonia que sentimos ao ver o sofrimento do nosso povo”.
Hoje, são três mil voluntários que arriscam as próprias vidas para salvar outras. Vídeos dos capacetes brancos resgatando crianças dos escombros correram o mundo. Depois de viver tantos pesadelos, o sonho de Ismail é voltar para casa, em Aleppo, e viver sem medo.”
(Fonte:http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2017/03/entenda-guerra-na-siria-que-completa-seis-anos-nessa-quarta-15.html) acessado em 20 de maio de 2017.
De acordo com o informe de O Globo, identifique a alternativa que corresponde ao grupo terrorista.
A missão de paz brasileira termina oficialmente na quinta- -feira, dia 31 de agosto. A partir de sexta-feira, nossos militares não poderão deixar a base para patrulhar as ruas. O que o Brasil fará com os quase 37 mil homens e mulheres treinados para o trabalho de polícia? O governo federal tem interesse em enviar a tropa para África, mas especialistas alertam que as crises política e econômica e as eleições de 2018 podem atrasar esse planejamento.
(CBN-goo.gl/3Ydt8U. Acesso em 30.08.2017. Adaptado)
A missão de paz brasileira encerrou seu trabalho
Em 17 de agosto, pelo menos 13 pessoas morreram e 130 ficaram feridas após motorista, posteriormente, identificado e morto, avançar com van contra multidão em importante cidade turística da Europa.
(G1-goo.gl/7ttxxd. Acesso em 31.08.2017. Adaptado)
O atentado ocorreu em
As Farc completaram, nesta segunda-feira (26), a entrega de suas armas à missão da ONU, parte do acordo de paz para pôr fim a mais de meio século de conflito.
“No dia de hoje, a Missão armazenou o conjunto das armas individuais das Farc registradas: 7132 armas, salvo aquelas que (...) servirão para dar segurança aos 26 acampamentos”, onde estão concentrados cerca de 7000 guerrilheiros, afirmou a ONU em um comunicado.
(FSP-goo.gl/ZgJv2R. Acesso em 30.08.2017. Adaptado)
As Farc atuavam
Leia a notícia de 10 de julho de 2017.
Para alguns analistas, o grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) está com sérios problemas. Três anos depois de o grupo jihadista ter proclamado seu “califado” ele passa por uma drástica redução no número de combatentes.
(G1-goo.gl/LDqWFh. Acesso em 31.08.2017. Adaptado)
O Estado Islâmico parece estar enfraquecendo porque