Questões de Concurso
Comentadas sobre educação nas questões sociais em atualidades
Foram encontradas 339 questões
Um fator social decisivo para que centenas de milhares de estudantes, sobretudo de escolas públicas, não conseguirem seguir um bom ritmo de estudos foi causado:
Considere o texto abaixo:
"A escrita cursiva - em que se escreve em uma letra parecida à itálica, sem necessariamente tirar o lápis do caderno - chegou a ser vista como uma técnica moribunda nos EUA. Agora, a decisão na Califórnia reacende debates educacionais e científicos a respeito do valor da escrita à mão, bem como dos benefícios ao cérebro e das implicações globais se essa técnica acabar caindo no esquecimento. No Brasil, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) prevê o ensino da habilidade de se escrever em letra cursiva nos primeiros anos do ensino fundamental."
(Fonte: BBC News (Adaptado). Disponível em:
<https://www.bbc.com/portuguese/articles/c88n
5klj0peo > Acesso em: 29 de janeiro de 2024.)
De acordo com o texto acima, é CORRETO afirmar que:
I. O público-alvo do Programa Pé-de-Meia é dos estudantes de 14 a 24 anos, de baixa renda, matriculados no ensino médio regular das redes públicas, pertencentes a famílias inscritas no Programa Bolsa Família.
II. O público-alvo do Programa Pé-de-Meia é dos estudantes de 19 a 24 anos, de baixa renda, matriculados na educação de jovens e adultos (EJA), pertencentes a famílias inscritas no Programa Bolsa Família.
III. O público-alvo do Programa Pé-de-Meia, além da situação de vulnerabilidade social, deve possuir sua inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF).
É correto o que se afirma em:
I. Ensino médio.
II. Ensino fundamental.
III. Ensino superior.
É correto o que se afirma em:
Ninguém é o dono do que a vida dá
E nem me colocando numa jaula
Porque sala de aula essa jaula vai virar”
(Trecho da música O trono de Estudar, de Dani Black, 2016, disponível em: https:// www.vagalume.com.br/dani-black/otrono-do-estudar.html)
A canção acima foi gravada por 19 importantes artistas da música brasileira, tais como Chico Buarque, Zélia Ducan e Arnaldo Antunes, em apoio ao movimento de ocupação das escolas públicas, deflagrado por estudantes em vários Estados brasileiros, por volta do final do ano de 2015, e que ganhou grande adesão em 2016. Dentre os principais motivos que contribuíram para deflagrar estas ocupações está:
(Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/analfabetismo. Acesso em: julho de 2024.)
Entre os fatores que podem ser apontados para essa discrepância, é possível destacar:
A afirmação refere-se ao programa
Relacione as iniciativas abaixo com os objetivos
correspondentes que foram enfatizados pelo Ministério
da Educação do Brasil no último ano:
I. Implementação de novas diretrizes curriculares.
II. Aumento do financiamento para escolas em áreas rurais.
III.
Lançamento de programas
de formação de
professores.
( ) Melhorar a qualidade da educação básica.
( ) Apoiar o desenvolvimento profissional dos educadores.
( )
Equalizar as
oportunidades
educacionais em
diferentes regiões.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta
de cima para baixo:
"Há uma diferença de 13,7 pontos percentuais entre os dois grupos analisados. De 2016 para 2022, essa diferença caiu um pouco – era de 16,6 pontos percentuais em 2016 –, porém se manteve em patamar elevado, indicando que as oportunidades educacionais eram distintas para esses grupos", afirma o IBGE. O levantamento mostra ainda que pretos e pardos com 25 anos de idade ou mais estudam, em média, 1,7 anos a menos que pessoas brancas. Números relacionados ao ensino superior reiteram as assimetrias. Na faixa etária entre 18 e 24 anos de idade, 29,2% da população branca estava estudando em universidades no ano passado. Entre as pessoas pretas e pardas, essa taxa foi de 15,3%.
A pesquisa mostra ainda pequena queda no percentual de crianças de 4 a 5 anos de idade que frequentavam a escola: saiu de 92,7% em 2019 para 91,5% em 2022. Entre 6 e 14 anos de idade, houve leve aumento, tendo chegado a 99,4%. A universalização do ensino nessa faixa etária já estava praticamente alcançada desde 2016, quando 99,2% das crianças frequentavam a escola.
"Há uma diferença de 13,7 pontos percentuais entre os dois grupos analisados. De 2016 para 2022, essa diferença caiu um pouco – era de 16,6 pontos percentuais em 2016 –, porém se manteve em patamar elevado, indicando que as oportunidades educacionais eram distintas para esses grupos", afirma o IBGE. O levantamento mostra ainda que pretos e pardos com 25 anos de idade ou mais estudam, em média, 1,7 anos a menos que pessoas brancas. Números relacionados ao ensino superior reiteram as assimetrias. Na faixa etária entre 18 e 24 anos de idade, 29,2% da população branca estava estudando em universidades no ano passado. Entre as pessoas pretas e pardas, essa taxa foi de 15,3%.
A pesquisa mostra ainda pequena queda no percentual de crianças de 4 a 5 anos de idade que frequentavam a escola: saiu de 92,7% em 2019 para 91,5% em 2022. Entre 6 e 14 anos de idade, houve leve aumento, tendo chegado a 99,4%. A universalização do ensino nessa faixa etária já estava praticamente alcançada desde 2016, quando 99,2% das crianças frequentavam a escola.