Questões de Concurso Sobre economia na atualidade em atualidades

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Q1713552 Atualidades
“A solução para isso é que nós, trabalhadores, paremos de consumir carne, e isso tudo não para voltar ao preço anterior, mas, apenas, para fazer menos pressão sobre o alimento e estabilizar seu preço em um patamar mais elevado”. Esse trecho pertence a uma notícia publicada em dezembro de 2019 no site Brasil de Fato. Sobre o aumento do preço da carne, é possível afirmar que:
Alternativas
Q1713022 Atualidades
TAXAS DE JUROS


A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.

Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica como “inimaginável” a queda da taxa de juros brasileira a zero. “Não é possível porque temos um risco muito maior do que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e são os detentores da moeda mais poderosa do mundo”, avalia ele. “O Brasil com a taxa de juros a zero não conseguiria conter a especulação em cima do câmbio e nem a saída de capital, porque os investidores ingressam no Brasil para desfrutar justamente dessa taxa de juros mais elevada”, afirma Igor.

Mundstock diz ainda que a taxa de juros brasileira zerada iria proporcionar uma alta dos preços da economia. Segundo ele, esse cenário obrigaria uma alta muito rápida dos juros na sequência. “O Banco Central precisa agir de uma forma muito paciente”, explica ele.

Sempre que o BC opta pela redução dos juros básicos, como aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o objetivo é estimular a economia nacional. Isso acontece porque o crédito mais barato tende a incentivar a produtividade e impulsionar o consumo das famílias.

Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma tendência mundial “para o bem do governo e o mal dos investidores". Ele, no entanto, não aposta em novos cortes significativos da Selic. “No Brasil, o Banco Central quer evitar uma taxa de juros real muito negativa”, de acordo com Adriano.

Somente nos últimos quatro anos, a Selic já desabou 12 pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao ano. Para os economistas consultados semanalmente pelo BC, a taxa básica ainda deve passar por mais uma queda de 0,25 ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir até o final de 2020.

“É provável que no próximo encontro do BC ele faça mais um corte, o que ficou aberto na última ata do Copom, mas seria um corte não tão forte como foram os dois últimos, de 0,75 ponto percentual, dependendo do desenrolar da crise do coronavírus”, afirma Mundstock.


Por Alexandre Garcia, do R7, em julho de 2020 (disponível em: https://bit.ly/3j5GbF7). Com adaptações. 
Leia o texto 'TAXAS DE JUROS' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma tendência mundial, de acordo com o texto.

II. A atual política econômica do Banco Central jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano, de acordo com o texto.

III. Igor Mundstock afirma, no texto, que os investidores estrangeiros ingressam no Brasil para desfrutar da taxa de juros mais reduzida e do câmbio forte.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713019 Atualidades
TAXAS DE JUROS


A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.

Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica como “inimaginável” a queda da taxa de juros brasileira a zero. “Não é possível porque temos um risco muito maior do que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e são os detentores da moeda mais poderosa do mundo”, avalia ele. “O Brasil com a taxa de juros a zero não conseguiria conter a especulação em cima do câmbio e nem a saída de capital, porque os investidores ingressam no Brasil para desfrutar justamente dessa taxa de juros mais elevada”, afirma Igor.

Mundstock diz ainda que a taxa de juros brasileira zerada iria proporcionar uma alta dos preços da economia. Segundo ele, esse cenário obrigaria uma alta muito rápida dos juros na sequência. “O Banco Central precisa agir de uma forma muito paciente”, explica ele.

Sempre que o BC opta pela redução dos juros básicos, como aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o objetivo é estimular a economia nacional. Isso acontece porque o crédito mais barato tende a incentivar a produtividade e impulsionar o consumo das famílias.

Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma tendência mundial “para o bem do governo e o mal dos investidores". Ele, no entanto, não aposta em novos cortes significativos da Selic. “No Brasil, o Banco Central quer evitar uma taxa de juros real muito negativa”, de acordo com Adriano.

Somente nos últimos quatro anos, a Selic já desabou 12 pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao ano. Para os economistas consultados semanalmente pelo BC, a taxa básica ainda deve passar por mais uma queda de 0,25 ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir até o final de 2020.

“É provável que no próximo encontro do BC ele faça mais um corte, o que ficou aberto na última ata do Copom, mas seria um corte não tão forte como foram os dois últimos, de 0,75 ponto percentual, dependendo do desenrolar da crise do coronavírus”, afirma Mundstock.


Por Alexandre Garcia, do R7, em julho de 2020 (disponível em: https://bit.ly/3j5GbF7). Com adaptações. 
Leia o texto 'TAXAS DE JUROS' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. A redução dos juros básicos no Brasil acontece porque o crédito mais barato tende a incentivar a produtividade e tolher o consumo das famílias, de acordo com as informações apresentadas pelo texto.

II. No texto, Mundstock afirma que é provável que no próximo encontro do Banco Central haja mais um corte na Selic, dependendo do desenrolar da crise do coronavírus. Esse novo corte, entretanto, não seria tão forte como foram os dois últimos, que foram de 0,75 ponto percentual.

III. O economista do Grupo Laatus, Igor Mundstock, classifica como “desejável” a queda da taxa de juros brasileira a um patamar abaixo de zero, de acordo com o texto.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1712514 Atualidades
No final de 2019, os brasileiros tiveram um susto com o cardápio de proteínas: o preço da carne bovina. A alternativa dos consumidores foi trocar o tipo de carne ou achar novos cortes para manter a carne no menu. O principal fator do aumento dos preços da carne foi:
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Q1711641 Atualidades
Pois é, apesar da cotação do dólar em 2020 operar nos maiores valores históricos, o preço do (a) ______________ em dólar em novembro( 2020) foi o maior desde o ano de 2013. A opção que completa a lacuna corretamente em relação ao mercado de commodities agrícolas é: Fonte:https://www.farmnews.com.br/mercado/commodities-agricolas-11/.
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Q1709187 Atualidades
Em 1993, o Tratado de Maastricht instituiu a União Europeia, um grupo com viés econômico e político voltado para o livre comércio entre os países e entre os cidadãos. No entanto, após três anos e meio de negociações, um grupo de países chamado ______________ firmou um acordo para deixar de fazer parte da União Europeia.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Alternativas
Q1708710 Atualidades

Leia a notícia para responder à próxima questão.


Rondônia avança na produção de milho e colhe 954 mil toneladas na safra 2020.


O Estado de Rondônia colheu 954,2 mil toneladas de milho na safra 2019/2020, [...]

A colheita do milho 2ª safra ocupa uma área de 186 mil hectares, sendo 4% superior à área da safra passada, com igual aumento para a produção. Um dos fatores favoráveis para o crescimento da produção é o clima que perpetua durante todo o ciclo da cultura. Os municípios de Corumbiara, Vilhena, Cerejeiras e Chupinguaia são os maiores produtores do grão, com destaque para o município de Vilhena, maior produtor de milho do Estado.

 
De acordo com o secretário da Seagri, Evandro Padovani, o milho exerce participação significativa na economia de Rondônia. “A produção de milho no Estado está com bom histórico de crescimento em nossa região e tem como seu principal destino, as exportações. Porém, há prospecção para potenciais investimentos para usina de processamento de milho, para produção de etanol e ampliação de plantio, para atender as cadeias produtivas na parte de nutrição animal”, disse.

A linha histórica de produção mundial de milho mostrou que entre os anos de 2017 e 2018 ocorreu uma queda de 18%, acompanhada de uma queda de preço no mercado internacional na ordem de 6% o que, promovendo o mesmo efeito no mercado interno. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a produção de milho no período acima foi de 18% menor que o ciclo de 2016/2017, com produção de 25 milhões de toneladas.

A análise dos dados de produção de milho em Rondônia e o seu Valor Bruto da Produção percebe-se o mesmo movimento de queda no período de 17/18, perfazendo um total de 18% de queda na produção bruta de milho no Estado.

Os pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) explicam que, “além da menor rentabilidade com a cultura na última safra, a queda na área na safra 2017/18 está atrelada ao atraso na colheita da soja em algumas regiões brasileiras. Apesar disso, o alto estoque de passagem deve manter elevada a disponibilidade interna do cereal. Em termos mundiais, a menor produtividade deve reduzir a oferta do cereal, enquanto as transações internacionais devem crescer, o que pode favorecer as exportações brasileiras”. A explicação para esta queda é a valorização de fertilizantes e sementes em 2017.

A cotação do milho no mercado externo e interno é muito incerta, demonstrando que a cada safra há uma instabilidade na produção e no interesse dos agricultores pelo produto. Os dados revelam que uma alteração nos insumos, nos preços ou em outro item da cadeia produtiva do milho, levam o mercado a mudanças profundas.

[...]

[...] Os fatores de baixa são a expectativa de alto volume de estoque de passagem e demanda doméstica com pouco ímpeto nas compras, segundo o engenheiro agrônomo Thomé Luiz Freire Guth, analista de mercado. O analista Guth define com expectativa que a diminuição da produção nos EUA, por atraso no plantio, pode favorecer a paridade de exportação.

(Fonte: rondoniagora.com/agronegocio/rondonia-avanca-na-producao-de-milho-e-colhe-954-mil-toneladasna-safra-2020 – Texto adaptado).
Analise os itens referentes a notícia e indique a alternativa correta:
1- A tendência para a safra 2019/2020 é de atraso no plantio do milho nos Estados Unidos da América (EUA) e clima seco no meio oeste estadunidense, como fatores de alta do preço. 2- Já os fatores de baixa são a safra plantada em atraso, favorecida por chuvas tardias, além do conflito comercial entre Estados Unidos e Brasil. 3- Para o mercado nacional, os fatores de alta são variação das cotações em Chicago e a variação cambial.
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Q1707884 Atualidades
No dia 02 de dezembro de 2019, a Rússia e um outro país inauguraram um importante gasoduto com milhares de quilômetros. Assinale a alternativa que apresenta corretamente o nome desse país que receberá gás natural dos russos:
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Q1707052 Atualidades
O processo de saída do Reino Unido da União Europeia, iniciado em junho de 2016 por aprovação dos britânicos em um referendo, é popularmente chamado de:
Alternativas
Q1706888 Atualidades
Observe o infográfico abaixo
Imagem associada para resolução da questão
Estão associados à elevação dos preços de produtos da cesta básica do brasileiro:
I. Elevação do dólar incentiva produtores a aumentarem as exportações, reduzindo, assim, a oferta de produtos no mercado interno.
II. O auxílio emergencial, benefício do governo federal, estimulou o aumento do consumo. Foi direcionado, em grande parte, para a população mais pobre do país, que tem uma cesta de compras formada, em sua maioria, por produtos básicos, como alimentos.
III. Em relação ao arroz, houve uma recorrente diminuição da área plantada no país. Da safra 2011/2012 até a safra 2019/2020, houve uma queda de mais de 30%.
Estão corretas:
Alternativas
Q1706249 Atualidades
Nos primeiros meses de 2016, uma notícia sobre o cenário econômico brasileiro tem sido frequentemente veiculada nos diferentes meios de comunicação em razão de sua grande importância sobre o consumo no país. Trata-se
Alternativas
Q1706244 Atualidades
Para o Brasil, os sinais de melhora da são importantes. Apesar da queda no preço das commodities, a continua a ser o maior comprador no exterior dos produtos brasileiros –18,6% das nossas exportações rumaram para os portos da no ano passado.
(http://folha.com/no1761155. Adaptado)
As três lacunas devem ser corretamente preenchidas com:
Alternativas
Q1704689 Atualidades
No dia 31 de janeiro de 2020, o Reino Unido consumou o processo do Brexit, que o retirou do bloco da União Europeia, no entanto, ainda seguem as negociações dos pormenores e das consequências por deixar o bloco econômico. Simbolicamente, este ato de separação pôde ser marcado pelos marcos:
Alternativas
Q1704529 Atualidades
O comércio internacional é caracterizado por operações comerciais entre países regidas por normas estabelecidas em acordos internacionais. Pode se referir tanto à circulação de bens e de serviços como ao movimento de capitais. O Brasil, que integra a Organização Mundial do Comércio (OMC), em 2019 respondeu por 1,2% das exportações (27.ª posição global) e 1% das importações (28.ª posição global) de mercadorias no mundo.
                                                                        Internet:<mundoeducação.uol.br>(com adaptações).
O fraco desempenho do Brasil no comércio exterior deve-se, entre outros fatores, à
Alternativas
Q1703391 Atualidades
Acerca do cenário político, econômico e social atual, tanto nacional quanto mundial, julgue o item.

Com a pandemia do novo coronavírus, o PIB dos EUA sofreu a maior redução da história em um trimestre. Segundo o Departamento de Comércio, houve queda de 32,9% entre abril e junho de 2020.
Alternativas
Q1703389 Atualidades
Acerca do cenário político, econômico e social atual, tanto nacional quanto mundial, julgue o item.

Segundo o Índice de Incerteza Global, a pandemia do novo coronavírus foi o ponto mais alto da incerteza dos agentes econômicos em todo o mundo desde 1990.
Alternativas
Q1703026 Atualidades
O comércio externo tem significativa importância para a economia brasileira e vem crescendo. Em 2018 as vendas para o mercado externo tiveram um crescimento de 10% em relação ao ano anterior.
Assinale a alternativa que indica o produto mais exportado pelo Brasil em 2019, segundo informações divulgadas pelo MDIC.
Alternativas
Q1702601 Atualidades
A relação política e econômica entre as duas maiores potências mundiais interfere direta ou indiretamente em toda a economia global, afetando preços de produtos diversos e números das bolsas de valores. Assinale a alternativa que descreve corretamente algum fato ocorrido em 2019 entre Estados Unidos e China.
Alternativas
Q1700399 Atualidades
"O ministro da Economia falou nesta segunda-feira (25/11/19), em entrevista coletiva, depois de evento no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington, sobre o novo recorde do dólar comercial, que atingiu R$ 4,213. 'Eu não estou preocupado com a alta do dólar', afirmou o ministro. 'Pelo contrário. Achei absolutamente compreensível.' O dólar comercial registrou valorização nesta segunda-feira devido a dados decepcionantes das contas externas, cujo déficit atingiu 3% do PIB, no resultado acumulado para o período de 12 meses findo em outubro."
Fonte: Adaptado de O Globo, 26/11/2019. Disponível em <https://tinyurl.com/u4ykjxk>
Assinale o nome do ministro da Economia do Brasil:
Alternativas
Q1700051 Atualidades
Após seguidos adiamentos, o Brexit, como se convencionou chamar a saída do __________________ da União Europeia, está marcado para acontecer no próximo dia 31 de janeiro de 2020. O possível divórcio do bloco europeu já vinha se arrastando por muito tempo, desde que os britânicos votaram a favor dele em um plebiscito em 2016. Completa corretamente a lacuna:
Alternativas
Respostas
941: A
942: C
943: B
944: B
945: D
946: A
947: D
948: C
949: C
950: D
951: C
952: B
953: C
954: B
955: C
956: C
957: A
958: A
959: D
960: B