Questões de Concurso Sobre economia na atualidade em atualidades

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Q1771021 Atualidades
Analise as assertivas e assinale a alternativa correta. O presidente Jair Bolsonaro sancionou, em abril de 2020, a Lei nº 13982/20 que, dentre outras atribuições, institui
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Q1766997 Atualidades
Para reduzir a demanda pelas notas de R$ 100 em momento que dinheiro vivo passou a circular mais na economia, a criação da nota de R$ 200 foi anunciada pelo Banco Central. Qual animal está estampado na nota de R$ 200?
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Q1765741 Atualidades
O PIB brasileiro teve uma queda de 9,7% em 2020 devido à crise econômica decorrente da pandemia, ainda que a queda já se mostrasse evidente desde 2019. O setor que mais foi prejudicado pela pandemia foi:
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Q1758014 Atualidades
Em 2016, por meio de plebiscito, a população britânica decidiu pela saída da União Europeia (UE). Em março de 2017, tal decisão foi notificada ao bloco - e, segundo o Artigo 50 do Tratado de Lisboa, uma vez comunicado, o desmembramento se efetivaria dois anos depois. Março de 2019 chegou, mas a separação não aconteceu sendo adiada para 31 de outubro de 2019. Agora está prevista para 31 de janeiro de 2020, a menos que seja fechado um acordo de saída antes. Acredita-se que será a maior mudança política do Reino Unido em mais de 40 anos. A saída do Reino Unido do bloco da UE ficou conhecida pela abreviação:
Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-46335938 Acesso em 15 jan. 2020. (Adaptado)
Alternativas
Q1748085 Atualidades
Uma pauta importante para a economia nacional é a reforma tributária. Nesse cenário, muito se discute sobre a volta da CPMF. A respeito do tema, assinale a alternativa correta.
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Q1745554 Atualidades
Em reportagem de 11/02/2020 o site a gazeta informa que o Espírito Santo fará parte de uma comissão, junto com outro cinco estados, para tentar formular um acordo sobre a distribuição dos royalties de petróleo. Hoje os entes produtores recebem um valor maior que os outros, mas um processo no STF vai determinar a distribuição igualitária os recursos provenientes da exploração do pré-sal. Mas o que é royalties?
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Q1735108 Atualidades
A nova nota de 200 reais, criada com a justificativa de diminuir a circulação de dinheiro vivo, economizando com a impressão, assim como a de auxiliar no pagamento do auxílio emergencial, foi a primeira da família do Real a ser lançada desde 2002, quando foi lançada a nota de:
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Q1733636 Atualidades
O BREXIT, o movimento de saída do Reino Unido da União Europeia, foi permeado de percalços e graves crises políticas no País. A última primeira-ministra britânica foi uma vítima do caos criado, após negociar um acordo de divórcio com a União Europeia (UE) durante três anos e de ver seu capital político ruir até mesmo entre seus aliados. Qual o nome da última primeira-ministra britânica?
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Q1729522 Atualidades
De acordo com a Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa), o faturamento das empresas do setor aumentou 1,4% em 2019 e somou R$ 15,1 bilhões. Apesar do crescimento, houve redução de 1,4% no número de viajantes: foram 6,5 milhões durante o ano. Ao encontro disso, a contradição entre os números pode ser explicada pela/pelo:
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Q1729518 Atualidades
Um estudo publicado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ao analisar o período entre o quarto trimestre de 2014 e o segundo trimestre de 2019, mostra a diminuição da renda média dos jovens. Ao encontro disso, analise as afirmativas abaixo e identifique as corretas:
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Q1729481 Atualidades
No dia 12/03/2020, a Bolsa abriu as negociações às 10h e, por volta de 10h25, o Ibovespa despencava 11,65%. As negociações foram suspensas por 30 minutos. Ao voltar a operar, as quedas aceleraram, e a Bolsa foi suspensa novamente, por volta das 11h15, ao atingir queda de 15,43%. A segunda suspensão durou uma hora. Por volta de 12h18, a Bolsa voltou a operar de novo. No começo da tarde, a Bolsa chegou a cair 19,59% e quase houve uma terceira suspensão. Foi a terceira vez naquela semana que a Bolsa interrompeu, temporariamente, as negociações. Essa interrupção dos negócios é um mecanismo adotado no mundo todo e serve para garantir proteção quando há grande instabilidade em momentos atípicos do mercado. Isso posto, a esse mecanismo é dado o nome de:
Alternativas
Q1729477 Atualidades
Entre o quarto trimestre de 2014 e o segundo trimestre de 2019, a renda média dos jovens caiu. Entre eles, há um grupo que teve maior perda, que foram os jovens entre:
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Q1713552 Atualidades
“A solução para isso é que nós, trabalhadores, paremos de consumir carne, e isso tudo não para voltar ao preço anterior, mas, apenas, para fazer menos pressão sobre o alimento e estabilizar seu preço em um patamar mais elevado”. Esse trecho pertence a uma notícia publicada em dezembro de 2019 no site Brasil de Fato. Sobre o aumento do preço da carne, é possível afirmar que:
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Q1713023 Atualidades
TAXAS DE JUROS


A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.

Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica como “inimaginável” a queda da taxa de juros brasileira a zero. “Não é possível porque temos um risco muito maior do que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e são os detentores da moeda mais poderosa do mundo”, avalia ele. “O Brasil com a taxa de juros a zero não conseguiria conter a especulação em cima do câmbio e nem a saída de capital, porque os investidores ingressam no Brasil para desfrutar justamente dessa taxa de juros mais elevada”, afirma Igor.

Mundstock diz ainda que a taxa de juros brasileira zerada iria proporcionar uma alta dos preços da economia. Segundo ele, esse cenário obrigaria uma alta muito rápida dos juros na sequência. “O Banco Central precisa agir de uma forma muito paciente”, explica ele.

Sempre que o BC opta pela redução dos juros básicos, como aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o objetivo é estimular a economia nacional. Isso acontece porque o crédito mais barato tende a incentivar a produtividade e impulsionar o consumo das famílias.

Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma tendência mundial “para o bem do governo e o mal dos investidores". Ele, no entanto, não aposta em novos cortes significativos da Selic. “No Brasil, o Banco Central quer evitar uma taxa de juros real muito negativa”, de acordo com Adriano.

Somente nos últimos quatro anos, a Selic já desabou 12 pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao ano. Para os economistas consultados semanalmente pelo BC, a taxa básica ainda deve passar por mais uma queda de 0,25 ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir até o final de 2020.

“É provável que no próximo encontro do BC ele faça mais um corte, o que ficou aberto na última ata do Copom, mas seria um corte não tão forte como foram os dois últimos, de 0,75 ponto percentual, dependendo do desenrolar da crise do coronavírus”, afirma Mundstock.


Por Alexandre Garcia, do R7, em julho de 2020 (disponível em: https://bit.ly/3j5GbF7). Com adaptações. 
Leia o texto 'TAXAS DE JUROS' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Com a taxa de juros a zero, o Brasil conseguiria finalmente conter a especulação em cima do câmbio e a saída de capital, afirma Igor Mundstock no texto.

II. De acordo com o texto, o Banco Central pretende elevar a taxa básica de juros como uma forma de estimular os brasileiros a investir em empresas estrangeiras na bolsa de valores.

III. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Comitê de Política Monetária, a redução dos juros a um patamar de 0% é algo amplamente descartado pelos economistas, de acordo com as informações apresentadas pelo texto.

Marque a alternativa CORRETA:
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Q1713022 Atualidades
TAXAS DE JUROS


A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.

Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica como “inimaginável” a queda da taxa de juros brasileira a zero. “Não é possível porque temos um risco muito maior do que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e são os detentores da moeda mais poderosa do mundo”, avalia ele. “O Brasil com a taxa de juros a zero não conseguiria conter a especulação em cima do câmbio e nem a saída de capital, porque os investidores ingressam no Brasil para desfrutar justamente dessa taxa de juros mais elevada”, afirma Igor.

Mundstock diz ainda que a taxa de juros brasileira zerada iria proporcionar uma alta dos preços da economia. Segundo ele, esse cenário obrigaria uma alta muito rápida dos juros na sequência. “O Banco Central precisa agir de uma forma muito paciente”, explica ele.

Sempre que o BC opta pela redução dos juros básicos, como aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o objetivo é estimular a economia nacional. Isso acontece porque o crédito mais barato tende a incentivar a produtividade e impulsionar o consumo das famílias.

Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma tendência mundial “para o bem do governo e o mal dos investidores". Ele, no entanto, não aposta em novos cortes significativos da Selic. “No Brasil, o Banco Central quer evitar uma taxa de juros real muito negativa”, de acordo com Adriano.

Somente nos últimos quatro anos, a Selic já desabou 12 pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao ano. Para os economistas consultados semanalmente pelo BC, a taxa básica ainda deve passar por mais uma queda de 0,25 ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir até o final de 2020.

“É provável que no próximo encontro do BC ele faça mais um corte, o que ficou aberto na última ata do Copom, mas seria um corte não tão forte como foram os dois últimos, de 0,75 ponto percentual, dependendo do desenrolar da crise do coronavírus”, afirma Mundstock.


Por Alexandre Garcia, do R7, em julho de 2020 (disponível em: https://bit.ly/3j5GbF7). Com adaptações. 
Leia o texto 'TAXAS DE JUROS' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma tendência mundial, de acordo com o texto.

II. A atual política econômica do Banco Central jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano, de acordo com o texto.

III. Igor Mundstock afirma, no texto, que os investidores estrangeiros ingressam no Brasil para desfrutar da taxa de juros mais reduzida e do câmbio forte.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713019 Atualidades
TAXAS DE JUROS


A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.

Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica como “inimaginável” a queda da taxa de juros brasileira a zero. “Não é possível porque temos um risco muito maior do que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e são os detentores da moeda mais poderosa do mundo”, avalia ele. “O Brasil com a taxa de juros a zero não conseguiria conter a especulação em cima do câmbio e nem a saída de capital, porque os investidores ingressam no Brasil para desfrutar justamente dessa taxa de juros mais elevada”, afirma Igor.

Mundstock diz ainda que a taxa de juros brasileira zerada iria proporcionar uma alta dos preços da economia. Segundo ele, esse cenário obrigaria uma alta muito rápida dos juros na sequência. “O Banco Central precisa agir de uma forma muito paciente”, explica ele.

Sempre que o BC opta pela redução dos juros básicos, como aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o objetivo é estimular a economia nacional. Isso acontece porque o crédito mais barato tende a incentivar a produtividade e impulsionar o consumo das famílias.

Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma tendência mundial “para o bem do governo e o mal dos investidores". Ele, no entanto, não aposta em novos cortes significativos da Selic. “No Brasil, o Banco Central quer evitar uma taxa de juros real muito negativa”, de acordo com Adriano.

Somente nos últimos quatro anos, a Selic já desabou 12 pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao ano. Para os economistas consultados semanalmente pelo BC, a taxa básica ainda deve passar por mais uma queda de 0,25 ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir até o final de 2020.

“É provável que no próximo encontro do BC ele faça mais um corte, o que ficou aberto na última ata do Copom, mas seria um corte não tão forte como foram os dois últimos, de 0,75 ponto percentual, dependendo do desenrolar da crise do coronavírus”, afirma Mundstock.


Por Alexandre Garcia, do R7, em julho de 2020 (disponível em: https://bit.ly/3j5GbF7). Com adaptações. 
Leia o texto 'TAXAS DE JUROS' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. A redução dos juros básicos no Brasil acontece porque o crédito mais barato tende a incentivar a produtividade e tolher o consumo das famílias, de acordo com as informações apresentadas pelo texto.

II. No texto, Mundstock afirma que é provável que no próximo encontro do Banco Central haja mais um corte na Selic, dependendo do desenrolar da crise do coronavírus. Esse novo corte, entretanto, não seria tão forte como foram os dois últimos, que foram de 0,75 ponto percentual.

III. O economista do Grupo Laatus, Igor Mundstock, classifica como “desejável” a queda da taxa de juros brasileira a um patamar abaixo de zero, de acordo com o texto.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1712514 Atualidades
No final de 2019, os brasileiros tiveram um susto com o cardápio de proteínas: o preço da carne bovina. A alternativa dos consumidores foi trocar o tipo de carne ou achar novos cortes para manter a carne no menu. O principal fator do aumento dos preços da carne foi:
Alternativas
Q1709187 Atualidades
Em 1993, o Tratado de Maastricht instituiu a União Europeia, um grupo com viés econômico e político voltado para o livre comércio entre os países e entre os cidadãos. No entanto, após três anos e meio de negociações, um grupo de países chamado ______________ firmou um acordo para deixar de fazer parte da União Europeia.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Alternativas
Q1708710 Atualidades

Leia a notícia para responder à próxima questão.


Rondônia avança na produção de milho e colhe 954 mil toneladas na safra 2020.


O Estado de Rondônia colheu 954,2 mil toneladas de milho na safra 2019/2020, [...]

A colheita do milho 2ª safra ocupa uma área de 186 mil hectares, sendo 4% superior à área da safra passada, com igual aumento para a produção. Um dos fatores favoráveis para o crescimento da produção é o clima que perpetua durante todo o ciclo da cultura. Os municípios de Corumbiara, Vilhena, Cerejeiras e Chupinguaia são os maiores produtores do grão, com destaque para o município de Vilhena, maior produtor de milho do Estado.

 
De acordo com o secretário da Seagri, Evandro Padovani, o milho exerce participação significativa na economia de Rondônia. “A produção de milho no Estado está com bom histórico de crescimento em nossa região e tem como seu principal destino, as exportações. Porém, há prospecção para potenciais investimentos para usina de processamento de milho, para produção de etanol e ampliação de plantio, para atender as cadeias produtivas na parte de nutrição animal”, disse.

A linha histórica de produção mundial de milho mostrou que entre os anos de 2017 e 2018 ocorreu uma queda de 18%, acompanhada de uma queda de preço no mercado internacional na ordem de 6% o que, promovendo o mesmo efeito no mercado interno. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a produção de milho no período acima foi de 18% menor que o ciclo de 2016/2017, com produção de 25 milhões de toneladas.

A análise dos dados de produção de milho em Rondônia e o seu Valor Bruto da Produção percebe-se o mesmo movimento de queda no período de 17/18, perfazendo um total de 18% de queda na produção bruta de milho no Estado.

Os pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) explicam que, “além da menor rentabilidade com a cultura na última safra, a queda na área na safra 2017/18 está atrelada ao atraso na colheita da soja em algumas regiões brasileiras. Apesar disso, o alto estoque de passagem deve manter elevada a disponibilidade interna do cereal. Em termos mundiais, a menor produtividade deve reduzir a oferta do cereal, enquanto as transações internacionais devem crescer, o que pode favorecer as exportações brasileiras”. A explicação para esta queda é a valorização de fertilizantes e sementes em 2017.

A cotação do milho no mercado externo e interno é muito incerta, demonstrando que a cada safra há uma instabilidade na produção e no interesse dos agricultores pelo produto. Os dados revelam que uma alteração nos insumos, nos preços ou em outro item da cadeia produtiva do milho, levam o mercado a mudanças profundas.

[...]

[...] Os fatores de baixa são a expectativa de alto volume de estoque de passagem e demanda doméstica com pouco ímpeto nas compras, segundo o engenheiro agrônomo Thomé Luiz Freire Guth, analista de mercado. O analista Guth define com expectativa que a diminuição da produção nos EUA, por atraso no plantio, pode favorecer a paridade de exportação.

(Fonte: rondoniagora.com/agronegocio/rondonia-avanca-na-producao-de-milho-e-colhe-954-mil-toneladasna-safra-2020 – Texto adaptado).
Analise os itens referentes a notícia e indique a alternativa correta:
1- A tendência para a safra 2019/2020 é de atraso no plantio do milho nos Estados Unidos da América (EUA) e clima seco no meio oeste estadunidense, como fatores de alta do preço. 2- Já os fatores de baixa são a safra plantada em atraso, favorecida por chuvas tardias, além do conflito comercial entre Estados Unidos e Brasil. 3- Para o mercado nacional, os fatores de alta são variação das cotações em Chicago e a variação cambial.
Alternativas
Q1707884 Atualidades
No dia 02 de dezembro de 2019, a Rússia e um outro país inauguraram um importante gasoduto com milhares de quilômetros. Assinale a alternativa que apresenta corretamente o nome desse país que receberá gás natural dos russos:
Alternativas
Respostas
901: A
902: C
903: B
904: D
905: C
906: C
907: B
908: D
909: E
910: E
911: C
912: A
913: A
914: B
915: C
916: B
917: B
918: A
919: D
920: C