Questões de Concurso
Sobre economia internacional na atualidade em atualidades
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Em relação ao cenário global contemporâneo, julgue o item a seguir.
O progresso material, visível na atualidade, não se traduz
apenas em crescimento econômico, mas é também
responsável pela acentuada redução das desigualdades entre
países, especialmente os do Sul global, e no interior das
sociedades.
Em relação ao cenário global contemporâneo, julgue o item a seguir.
A atual etapa da economia mundial, comumente denominada
de globalizada, é assinalada pela ampliação dos mercados
mundiais e pela própria transformação do conceito de
fronteiras nacionais.
Em relação ao cenário global contemporâneo, julgue o item a seguir.
O Oriente Médio vem atraindo a atenção do mundo, seja por
sua importância econômica internacional, seja pelos
recorrentes conflitos existentes na região.
Com relação à recente eleição presidencial argentina, julgue o item.
O Mercosul e o Brics são contextos do multilateralismo
que não fizeram parte das promessas de campanha do
candidato Milei, em razão de ele ter afirmado acerca
da retirada da Argentina tanto do bloco econômico na
América do Sul, quanto do grupo que envolve o Brasil
e mais um país europeu, um africano e dois asiáticos.
Com relação à recente eleição presidencial argentina, julgue o item.
A insatisfação com a instabilidade econômica e o fato
de uma parcela significativa da população se encontrar
na linha de pobreza foram fatores importantes na
decisão dos eleitores argentinos.
As Zonas Econômicas Exclusivas (ZEEs) são áreas especificamente destinadas ao direcionamento da atividade industrial na China. Assinale a alternativa que descreve corretamente uma característica dessas zonas no contexto das disputas envolvendo as ZEEs da China:
Pandemia faz acelerar rejeição à globalização.
O mundo já vinha experimentando políticas protecionistas e guerras comerciais que fizeram com que especialistas alertassem para uma trajetória de desglobalização nos últimos anos. Depois de atingir o pico no início dos anos 2000, o comércio global e o investimento direto estrangeiro tiveram uma diminuição como proporção do PIB mundial a partir da crise de 2008. Agora, a pandemia de coronavírus casada com a maior recessão desde a crise de 1929 deve aprofundar a tendência do que alguns chamam de “slowbalization”, ou a desaceleração da globalização como conhecida até hoje.
A interrupção no processo de globalização já aconteceu antes na história, mas desde o fim da Segunda Guerra Mundial até a crise econômica de 2008 o mundo vinha aumentando o intercâmbio de bens, investimentos, serviços e tecnologia. A assinatura de um primeiro acordo comercial entre Washington e Pequim no final de 2019 lançou esperanças de que 2020 fosse mais próspero para o comércio internacional, mas a crise atual indica que o mundo verá a disrupção das atuais cadeias globais de produção impulsionada por políticas protecionistas, busca por uma produção regionalizada e intensificação das tensões geopolíticas.
O Fundo Monetário Internacional projeta uma queda de 11% no comércio mundial neste ano, sem plena recuperação em 2021. A Organização Mundial do Comércio tem cenários mais sombrios: nas estimativas otimistas, o comércio cairá 13%. Nas pessimistas, um terço do comércio mundial deve ser perdido neste ano. As projeções sobre fluxo de investimento também indicam perdas de dois dígitos.
Ao atingir a China no final do ano passado, o coronavírus causou a paralisação do país apontado como “fábrica global”, em razão da sua importância na exportação e nas cadeias de produção. Wuhan, cidade onde a propagação do coronavírus foi inicialmente identificada, é sede de produção chinesa para automóveis e aço, além de concentrar multinacionais. centenas de empresas Com fábricas fechadas, circulação de pessoas limitada e demanda interna paralisada, o primeiro sinal vindo da China foi preocupante para a cadeia de produção global. As importações chinesas caíram 4% em janeiro e fevereiro, comparado com o mesmo período do ano anterior, enquanto as exportações caíram 17%.
A crise também escancarou uma dependência acentuada da China que acendeu sinais de alerta. Em 2018, o gigante asiático foi responsável por 43% dos equipamentos de proteção individual, como luvas e máscaras, de todo o mundo. A preocupação com um eventual apagão na produção chinesa fez crescer as tendências de regionalização e de busca por parcerias mais próximas.
Barry Eichengreen, economista e professor da Universidade da Califórnia em Berkeley, afirma que algumas vantagens competitivas de países de baixa renda – como especialidade em operações de montagem e fornecimento de insumos – serão perdidas “à medida que países avançados começarem a encurtar e remodelar suas cadeias de produção”.
“É improvável que os apelos a um novo compromisso pela globalização ganhem força depois da pandemia de COVID-19. Os que desejam ver a globalização preservada devem concentrar esforços em minimizar as disrupções causadas pelo período de desglobalização que virá e em preparar o terreno para um processo mais sustentável depois disso”, escreveu o economista Mohamed A. El-Erian, principal conselheiro econômico da Allianz e membro do comitê externo criado pelo FMI para resposta à crise causada pelo Coronavírus, em artigo para o site Project Syndicate.
Para o economista, o pé no freio na integração internacional será adotado simultaneamente por governos, empresas e pelas famílias. Do lado corporativo, argumenta El-Erian, a valorização de cadeias de suprimento global deve dar lugar a uma abordagem mais localizada, ao passo que governos irão se esforçar para garantir uma produção segura de produtos de interesse nacional.
O movimento dos países até agora foi o de autoproteção. O governo americano entrou em rota de colisão com aliados, ao invocar a Lei de Proteção de Defesa para manter no país e evitar exportação de equipamentos de proteção médicos. A ação americana foi criticada por parceiros como o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, e por analistas, que vislumbram não apenas o risco de retaliação como também acham que isso servirá de estímulo para que outras nações pensem em nacionalizar a produção feita por empresas dos EUA com operação no exterior. Na União Europeia, há recomendação para que governos tenham uma dose extra de vigilância para proteger a indústria estratégica de eventuais investimentos estrangeiros feitos neste momento que possam colocar em risco áreas essenciais para a região.
Para o especialista em comércio Douglas Irwin, do Peterson Institute for International Economics, o risco de uma “reação exagerada” e propensa ao protecionismo por parte dos países é agravado pelo vácuo de liderança no sistema comercial global, com os Estados Unidos longe de desempenharem o papel que tiveram em outros momentos de crise. Com o pano de fundo do vírus, a tensão entre EUA e China voltou a entrar em ritmo de escalada.
Analistas apontam que é cedo para estimar o impacto real da disrupção causada pela crise – e a janela de projeções dos organismos internacionais, que têm traçado mais de um cenário possível, confirmam as incertezas. O comum acordo, no entanto, é de que o panorama global irá mudar. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
ESTADÃO Conteúdo. Revista IstoÉ Digital. “Pandemia faz acelerar rejeição à globalização.”. (São Paulo, 2020). Disponível em: < https://istoe.com.br/pandemia-faz acelerar-rejeicao-a-globalizacao/>. Acesso em: 31 ago. 2023. ADAPTADO.
Em um mundo globalizado não há como viver isolado igual a uma ilha. Uma saída encontrada por diversos países foi a formação de blocos econômicos. O BRICS é um destes blocos e é formado por cinco países emergentes, são eles, EXCETO:
Assinale a alternativa que indica corretamente a denominação do grupo informal de estados que compreende a República Federativa do Brasil, a Federação Russa, a República da Índia, a República Popular da China e a República da África do Sul, que devido ao seu crescente poder econômico, vem se tornando uma das principais forças motrizes do desenvolvimento econômico global. A sua população substancial e os recursos naturais abundantes constituem a base da sua influência na cena internacional.
Há um bloco econômico que é uma organização intergovernamental, fundada a partir do Tratado de Assunção, de 1991. Estabelece uma integração, inicialmente econômica, configurada atualmente em uma união aduaneira, na qual há livre-comércio intrazona e política comercial comum entre os países-membros. Situados todos na América do Sul, são atualmente quatro membros plenos. Em sua formação original, o bloco era composto por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai; mais tarde, a ele aderiu a Venezuela, que no momento se encontra suspensa. Qual é este bloco econômico?
Como ficou conhecido a saída do Reino Unido do bloco econômico da União Europeia?
No que diz respeito a assuntos da atualidade do Brasil e do mundo, julgue o item.
O euro foi adotado como moeda comum da
União Europeia.
No que diz respeito a assuntos da atualidade do Brasil e do mundo, julgue o item.
Com o crescimento da economia mundial, o
desemprego deixou de existir.
No que diz respeito a assuntos da atualidade do Brasil e do mundo, julgue o item.
Na prática, no atual estágio da economia mundial, o
protecionismo não existe mais, ou seja, nenhum país
encontra dificuldade para exportar e importar.
No que diz respeito a assuntos da atualidade do Brasil e do mundo, julgue o item.
A formação de blocos de países, como a União
Europeia e o Mercosul, é característica da
economia globalizada.
A União de Nações Sul‑Americanas (Unasul), um espaço de integração e união no âmbito cultural, social, econômico e político, tornou‑se uma realidade distante das relações do Brasil com países sul‑americanos, a partir do momento em que o governo brasileiro retirou o País do bloco.
O impacto ambiental causado por um vazamento de petróleo no golfo do México, como era de responsabilidade do governo de Nicolás Maduro, implicou a suspensão temporária da Venezuela do Mercosul.