Questões de Concurso
Sobre economia internacional na atualidade em atualidades
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Interprete a imagem e responda a questão 24.
A escravidão acima representada está associada ao:
“Expressão usada para caracterizar o processo de saída do Reino Unido da União Europeia iniciado com o referendo de 23 de junho de 2016.” Trata-se de:
Também em junho deste ano, foi assinado um importante acordo internacional envolvendo a participação do Brasil. A esse respeito, leia a análise a seguir e marque a alternativa que completa a lacuna.
“Tantas vezes foi noticiada a iminência de um acordo de livre comércio entre o _________ e a União Europeia e tantas vezes esse acordo se frustrou que quase ninguém mais acreditava que um dia seria desentalado. Pois foi desentalado e o resultado é de grande relevância. Do ponto de vista de sua abrangência, é o maior acordo já assinado pela União Europeia”. (Estadão, 29/06/19, com adaptações).
O excerto faz menção ao Brexit, termo como ficou popularmente conhecida a decisão de saída do Reino Unido da União Europeia. Sobre esse tema, assinale a alterna que expressa a situação do Brexit até o momento da notícia apresentada.
O pedido de Boris Johnson foi uma estratégia para
I- Theresa May deixou o cargo, após anos de desgastes causados por sucessivos fracassos na condução do Brexit. II- Para sair da União Europeia, o Reino Unido deverá pagar um alto valor em libras. III- Boris Johnson é o sucessor de Theresa May. IV- Com a saída do Reino Unido, a vaga poderá ser do Brasil. V- Em 2016, eleitores escolheram, em plebiscito, que o Reino Unido deveria sair da União Europeia (UE).
Assinale a alternativa correta:

GUIA DO ESTUDANTE ATUALIDADES VESTIBULAR + ENEM. Ed. 28. São Paulo: Editora Abril, 2º Semestre 2018 (Adaptação).
Com base na tabela anterior, analise as seguintes afirmativas sobre o comércio exterior brasileiro, entre os anos de 2007 e 2017, e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Em 2011, embora o Brasil tenha batido recorde de exportações, o grande volume de importações impediu a ocorrência de superávit. ( ) Em 2013, houve um recorde de importação, o que gerou um saldo negativo de quase 4 bilhões de dólares, pior resultado de todo o período retratado. ( ) Em 2017, ocorreu um superávit recorde, alcançado, principalmente, com a exportação de commodities, como soja e petróleo bruto. ( ) Em 2014, ocorreu o único déficit do período, consequência, entre outras razões, do grande volume importado de produtos industrializados de alto valor agregado.
Assinale a sequência correta.
( ) Os EUA, considerado o maior produtor de alumínio do mundo, mantém sua posição graças ao acordo bilateral com a China, cujas importações tem crescido significativamente nos últimos anos. ( ) Uma das razões apresentadas pelo governo chinês para tomada de medidas protecionistas em relação as barras de aço inoxidável importado e os laminados de aço inoxidável é que estes foram objeto de dumping.
( ) Como consequência das medidas protecionistas impostas pela China para importação do aço no país, os operadores que importam estes produtos terão que pagar taxas impositivas.
( ) A produção de aço da China tem se mantido em níveis elevados no último ano, com as usinas aproveitando a forte demanda doméstica, cuja produção nesse primeiro semestre foi de aproximadamente 404,88 milhões de toneladas, um aumento de 10,2% em relação ao mesmo período do ano passado.
A sequência correta é:
Com base na notícia a seguir e utilizando seus conhecimentos sobre o assunto, analise o trecho e assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna:
“A primeira-ministra britânica, ________________, anunciou no dia 24 de maio que vai deixar o cargo em 7 de junho. A renúncia foi anunciada após a líder do Partido Conservador fracassar na condução do Brexit, processo de saída do Reino Unido da União Europeia.”
(Fonte adaptada: https://g1.globo.com/>acesso em 15 de maio de 2019)
“Atualmente, a ___________________ e os Estados Unidos estão envolvidos em uma crescente guerra comercial, que inclui a imposição de tarifas sobre as importações um do outro.” (Fonte adaptada: https://veja.abril.com.br/>acesso em 15 de maio de 2019)
Leia o texto abaixo e responda à questão.
TEXTO
No dia 6 de agosto de 2019, “A China ameaçou (...) retaliar caso os Estados Unidos instalem mísseis na região Ásia/Pacífico, após Washington demonstrar intenções de instalar novos armamentos na área “o mais rápido possível”.
(...) A tesão sofreu uma escalada desde que Washington anunciou tarifas adicionais de 10% sobre 300 bilhões de dólares de produtos chineses na semana passada, e Pequim retaliou com a desvalorização do yuan, que derrubou mercados pelo mundo. Wall Street teve seu pior dia do ano nesta segunda-feira 5, com queda de 2,90% do Dow Jones, 3,47% do Nasdaq e 2,98% do S&P 500. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, fechou com queda de 2,51%.
O gigante asiático também denuncia com frequência a presença militar americana na Ásia, promovida por países aliados de Washington, como Japão, Coreia do Sul e Austrália.
(...) a diplomacia chinesa atacou o novo secretário de Defesa americano, Mark Esper, que no sábado (3 de agosto) afirmou ser favorável à instalação de novos mísseis americanos na Ásia.
“A China não ficará de braços cruzados e será obrigada a adotar medidas caso os Estados Unidos instalem mísseis de médio alcance nesta região do mundo”, advertiu o diretor do departamento de Controle de Armas da chancelaria chinesa, Fu Cong. “Apelamos aos países vizinhos para que mostrem prudência e não permitam a instalação de mísseis americanos em seu solo, porque isto não estaria de acordo com sua própria segurança nacional”, completou o diretor.
Questionado sobre a reação chinesa, Esper tentou suavizar suas declarações de sábado e afirmou que não há nenhum país que deve receber mísseis. “Ainda estamos muito longe disso. Vai levar alguns anos antes que possamos instalar mísseis operacionais”, disse nesta terça.
Alguns analistas acreditam que Washington poderia instalar os novos mísseis em sua ilha de Guam, no Pacífico. Fu alertou que isto seria o equivalente a posicioná-los “na porta da China”.
“Se instalarem mísseis em uma faixa de terra como
Guam, isto será interpretado como altamente
provocador por parte dos Estados Unidos. Seria muito
perigoso”, avisou o funcionário chinês. Guam fica a
quase 3.000 km da China.
O texto revela que a China e os Estados Unidos
A área com quadrados brancos no mapa representa: