Questões de Concurso
Comentadas sobre urbanização em geografia
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Os centros urbanos do Sudeste brasileiro convivem desde o final de 2013 com o risco da falta de água. A região metropolitana de São Paulo foi uma das mais atingidas. Sobre medidas para solucionar a crise hídrica, analise as alternativas a seguir.
I. Reflorestamento.
II. Proteção das nascentes.
III. Dessalinização.
IV. Aceleração da urbanização.
Estão corretas apenas as alternativas
Numa sala de aula, um professor de Geografia apresentou um trecho do poema Morte e vida severina, de João Cabral de Melo Neto, e fez uma adaptação do original para tratar a questão da violência tanto no campo quanto na cidade.
Morte e vida severina
Que é a morte que se morre
De velhice antes dos trinta
De emboscada antes dos vinte
De fome um pouco por dia
(de fraqueza e de doença
é que a morte Severina
ataca qualquer idade
e até gente não nascida).
Morte e vida do Severino
Que é a morte que se morre
Por todo tipo de violência antes dos trinta
De bala perdida antes dos vinte
De medo um pouco por dia
(de assalto e de dengue
é que essa morte
ataca qualquer idade
e até gente recém‐nascida).
À luz dos textos, são fatores que contribuem para as situações de violência destacadas no campo e na cidade,
respectivamente, a
Os conceitos balizadores da análise geográfica, na ótica de Milton Santos, são:
I - O cotidiano compartido entre as mais diversas pessoas, firmas, instituições-cooperação e conflito são a base da vida em comum. (SANTOS, 1997.)
II - É o conjunto de formas, que, num dado momento, exprime as heranças que representam as sucessivas relações localizadas entre o homem e a natureza. (SANTOS, 1997.)
III - É formado por um conjunto indissociável, solidário e também contraditório, de sistemas de objetos e sistemas de ações, [...] considerados [...] como um quadro único no qual a história se dá. (SANTOS, 1997.)
IV - É determinado pelas diferentes funções espaciais ou pelos diferentes usos espaciais, não é possível entendê-lo ignorando as relações políticas e econômicas [...]. (SANTOS, 1998.)
Marque a sequência com a correta identificação dos referidos conceitos.
Em relação à imagem a seguir e à urbanização no Brasil, pode-se concluir que

A completude, que se refere ao nível de abstração da realidade mostrado pelo conjunto dos dados, inclui a generalização na representação das feições e na descrição dos atributos.
A complexidade da rede urbana brasileira é demonstrada pela diversidade de municípios com diferentes tamanhos, funções e extensões territoriais; já que há desde municípios com menos de mil habitantes até aqueles com mais de dez milhões de pessoas.
O fundo de participação dos municípios — transferência constitucional da União para os municípios brasileiros — é uma das fontes de recursos para a manutenção desses, que considera o tamanho da população local: quanto maior a população de um município, maior será o repasse deste recurso.
Nas duas últimas décadas do século XX, a urbanização brasileira passou por processo de desaceleração a partir dos efeitos da crise econômica vivida pelo país, cujas metrópoles se mantiveram em contingente demográfico, tamanho e importância, em contraposição às cidades médias, as quais passaram a receber os fluxos migratórios antes destinados às metrópoles.
A manutenção do parque industrial brasileiro na região Sudeste e a expansão do agronegócio concentraram a maior parte das cidades médias (entre 100 e 500 mil habitantes) na região mais desenvolvida do país, no eixo Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.
A segregação residencial é um dos mais expressivos processos espaciais que geram a fragmentação do espaço urbano. As áreas sociais são a sua manifestação espacial, a forma resultante do processo. Forma e processo levam a ver a cidade como um “mosaico social”. A partir da segregação das áreas sociais, originam-se inúmeras atividades econômicas espacialmente diferenciadas, como centros comerciais e áreas industriais. O inverso também é verdadeiro: a partir da concentração de indústrias na cidade, podem se formar bairros operários. A segregação residencial e as áreas sociais, por outro lado, estão na base de muitos movimentos sociais com foco no espaço.
R. L. Corrêa. Segregação residencial: classes sociais e espaço urbano. In: A cidade contemporânea. São Paulo: Contexto, 2013, p. 40-60 (com adaptações).
Com relação ao tema tratado no fragmento de texto acima, julgue (C ou E) o item que se segue.
Na cidade conurbada, as áreas de consumo de bens e serviços
não são as mesmas para todos, e o tempo de deslocamento até
elas é razão de diferenciação, o que facilita a elaboração de
uma representação de centralidade urbana que seja a base de
construção de identidades e de memória urbana.
A segregação residencial é um dos mais expressivos processos espaciais que geram a fragmentação do espaço urbano. As áreas sociais são a sua manifestação espacial, a forma resultante do processo. Forma e processo levam a ver a cidade como um “mosaico social”. A partir da segregação das áreas sociais, originam-se inúmeras atividades econômicas espacialmente diferenciadas, como centros comerciais e áreas industriais. O inverso também é verdadeiro: a partir da concentração de indústrias na cidade, podem se formar bairros operários. A segregação residencial e as áreas sociais, por outro lado, estão na base de muitos movimentos sociais com foco no espaço.
R. L. Corrêa. Segregação residencial: classes sociais e espaço urbano. In: A cidade contemporânea. São Paulo: Contexto, 2013, p. 40-60 (com adaptações).
Com relação ao tema tratado no fragmento de texto acima, julgue (C ou E) o item que se segue.
A segregação residencial resulta na minimização dos
movimentos sociais, por afastar a população pobre das áreas
centrais urbanas, e na maximização das representações das
diferentes áreas sociais.
A segregação residencial é um dos mais expressivos processos espaciais que geram a fragmentação do espaço urbano. As áreas sociais são a sua manifestação espacial, a forma resultante do processo. Forma e processo levam a ver a cidade como um “mosaico social”. A partir da segregação das áreas sociais, originam-se inúmeras atividades econômicas espacialmente diferenciadas, como centros comerciais e áreas industriais. O inverso também é verdadeiro: a partir da concentração de indústrias na cidade, podem se formar bairros operários. A segregação residencial e as áreas sociais, por outro lado, estão na base de muitos movimentos sociais com foco no espaço.
R. L. Corrêa. Segregação residencial: classes sociais e espaço urbano. In: A cidade contemporânea. São Paulo: Contexto, 2013, p. 40-60 (com adaptações).
Com relação ao tema tratado no fragmento de texto acima, julgue (C ou E) o item que se segue.
A segregação residencial é um processo espacial que se
manifesta por meio de áreas sociais relativamente homogêneas
internamente e heterogêneas em relação umas às outras.
A segregação residencial é um dos mais expressivos processos espaciais que geram a fragmentação do espaço urbano. As áreas sociais são a sua manifestação espacial, a forma resultante do processo. Forma e processo levam a ver a cidade como um “mosaico social”. A partir da segregação das áreas sociais, originam-se inúmeras atividades econômicas espacialmente diferenciadas, como centros comerciais e áreas industriais. O inverso também é verdadeiro: a partir da concentração de indústrias na cidade, podem se formar bairros operários. A segregação residencial e as áreas sociais, por outro lado, estão na base de muitos movimentos sociais com foco no espaço.
R. L. Corrêa. Segregação residencial: classes sociais e espaço urbano. In: A cidade contemporânea. São Paulo: Contexto, 2013, p. 40-60 (com adaptações).
Com relação ao tema tratado no fragmento de texto acima, julgue (C ou E) o item que se segue.
A segregação residencial tanto nas grandes quanto nas
médias e pequenas cidades pode ser considerada como
autossegregação, segregação imposta e segregação induzida.