Questões de Concurso Sobre geografia

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Q2740678 Geografia
A condução adequada de povoamentos florestais é essencial para garantir boa qualidade e quantidade na produção de produtos e subprodutos florestais desejados. A propósito desse assunto, assinale a alternativa que apresenta o termo correto para definir a prática silvicultural que consiste em fazer cortes parciais de árvores em povoamentos florestais imaturos, liberando espaço de crescimento aos indivíduos remanescentes, com vistas ao direcionamento e maior incremento dos melhores indivíduos, mantendo ou melhorando a sanidade, a qualidade e a constituição fenotípica dos povoamentos.
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Q2740671 Geografia
Geralmente, as sementes florestais não são utilizadas para o plantio imediatamente após a coleta, requerendo, portanto, o armazenamento adequado para manter a viabilidade das sementes em curto, médio e longo prazo. Considerando a temperatura do ambiente de armazenamento entre 1 °C e 5 °C, assinale a alternativa que apresenta os teores de umidade mais indicados para o armazenamento de sementes florestais recalcitrantes em um período de três meses.
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Q2740670 Geografia
Em silvicultura, o termo “povoamento florestal” pode ser definido como um conjunto bem delimitado de plantas arbóreas plantadas em uma determinada área. Quanto à sua composição, assinale a alternativa que apresenta os tipos de povoamento florestal.
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Q2740427 Geografia

De acordo com dados do IPECE, Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará, de 2010, responda a alternativa correta, no que se refere à demografia do Município de Quixadá:

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Q2740424 Geografia

Em relação ao Município de Quixadá, assinale a alternativa correta:

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Q2740421 Geografia

O Município de menor extensão territorial, limítrofe com o Município de Quixadá é:

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Q2735982 Geografia

Dentre os festejos do Município, destaca-se por difundir um produto do litoral:

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Q2735981 Geografia

Os limítrofes de Trairi são:

I. Norte: Oceano Atlântico

II. Sul: São Gonçalo do Amarante

III. Sul: São Gonçalo do Amarante, São luís do Curu, Tururu e Umirim

IV. Leste: Paracuru, Paraipaba

V. Oeste: Itapipoca

VI. Leste: Paraipaba

Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.

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Q2734286 Geografia

Analisamos a importância da água avaliando os usos que fazemos dela. A produção de alimentos e o abastecimento humano são sem dúvidas os principais usos. Goiás é um dos Estados mais ricos do Brasil quando se fala em água, tendo em seu território nascentes de rios formadores das maiores bacias hidrográficas do país. Isso propicia atividades econômicas relacionadas à agricultura e favorece o abastecimento de água para a sociedade. Neste contexto, as principais Bacias que banham Goiás são (assinale a alternativa correta):

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Q2732601 Geografia

“Só poderemos elaborar a História de Coruripe, a partir do seu meio ambiente e suas influências na predestinação histórica de sua gente“.


LEMOS, J. R. (1999) Coruripe: sua história, sua gente, suas instituições. Maceió, Prefeitura Municipal de Coruripe. 51p


Sobre os aspectos geográficos de Coruripe é correto afirmar:

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Q2731137 Geografia

Assinale a alternativa que contém uma afirmação INCORRETA em relação ao processo de globalização.

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Q2727709 Geografia

Que município abaixo NÃO se limita com Piraquara?

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Q2727012 Geografia

“Em 2008, a contribuição de Goiás para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro foi de 2,5% e, no âmbito regional, sua participação foi de 27,6%”. (FRANCISCO, Wagner de Cerqueira E. A Economia de Goiás. Brasil Escola). Os dados demonstram a diversificação da economia goiana na atualidade, com grande produção na agropecuária, indústria e serviços, com áreas de grande destaque. O setor agroindustrial de Anápolis (DAIA), por exemplo, possui (assinale a alternativa correta):

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Q2725853 Geografia

Sobre a hidrografia de Coruripe é INCORRETO afirmar que:

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Q2724453 Geografia

Sabendo-se que a precisão mínima para a escala 1:500 é igual a 0,1 m, é CORRETO afirmar que a precisão mínima para a escala 1:10000 é igual a

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Q2722085 Geografia

Assinale a alternativa em que todos os Municípios são limítrofes com o Município de Quixadá:

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Q2721475 Geografia

De acordo com a última pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2014, as principais culturas produzidas na área de lavoura permanente, no município de Passagem Franca do Piauí, foram:

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Q2721265 Geografia

Imagem associada para resolução da questão


“O rio São Francisco, hoje divulgado praticamente todos os dias pela novela ‘Velho Chico’, é muito mais do que um rio. Ele faz parte da vida das pessoas que vivem a suas margens de uma forma tão marcante, que muitos chegam a acreditar que o rio tem vida própria. As lendas populares afirmam essa teoria e, em uma delas, o Velho Chico tem direito até ao seu sono de beleza.”


A lenda citada anteriormente é a chamada “lenda do sono”. Uma outra lenda que permeia a história desse rio de importância nacional é a lenda do(a)

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Q2720399 Geografia

Texto para responder às questões de 01 a 10.


O apagão poderá nos trazer alguma luz


Não tivemos guerra, não tivemos revolução, mas teremos o apagão. O apagão será uma porrada na nossa autoestima, mas terá suas vantagens.

Com o apagão, ficaremos mais humildes, como os humildes. A onda narcisista da democracia liberal ficará mais “cabreira”, as gargalhadas das colunas sociais serão menos luminosas, nossos flashes, menos gloriosos. Baixará o astral das estrelas globais, dos comedores. As bundas ficarão mais tímidas, os peitos de silicone, menos arrebitados. Ficaremos menos arrogantes na escuridão de nossas vidas de classe média. [...] Haverá algo de becos escuros, sem saída. A euforia de Primeiro Mundo falsificado cairá por terra e dará lugar a uma belíssima e genuína infelicidade.

O Brasil se lembrará do passado agropastoril que teve e ainda tem; teremos saudades do matão, do luar do sertão, da Rádio Nacional, do acendedor de lampiões da rua, dos candeeiros. Lembraremos das tristes noites dos anos 40, como dos “blackouts” da Segunda Guerra, mesmo sem submarinos, apenas sinistros assaltantes nas esquinas apagadas.

O apagão nos lembrará de velhos carnavais: “Tomara que chova três dias sem parar”. Ou: “Rio, cidade que nos seduz, de dia falta água, de noite falta luz!”. Lembraremo-nos dos discos de 78 rpm, das TVs em preto-e-branco, de um Brasil mais micha, mais pobre, cambaio, mas bem mais brasileiro em seu caminho da roça, que o golpe de 64 interrompeu, que esta mania prostituída de Primeiro Mundo matou a tapa.

[...]

O apagão nos mostrará que somos subdesenvolvidos, que essa superestrutura modernizante está sobre pés de barro. O apagão é um “upgrade” nas periferias e nos “bondes do Tigrão”, nos lembrando da escuridão física e mental em que vivem, fora de nossas avenidas iluminadas. O apagão nos fará mais pensativos e conscientes de nossa pequenez. Seremos mais poéticos. Em noites estreladas, pensaremos: “A solidão dos espaços infinitos nos apavora”, como disse Pascal. Ou ainda, se mais líricos, recitaremos Victor Hugo: “A hidrauniverso torce seu corpo cravejado de estrelas...”.

[...] O apagão nos dará medo, o que poderá nos fazer migrar das grandes cidades, deixando para trás as avenidas secas e mortas. O apagão nos fará entender os flagelados do Nordeste, que sempre olharam o céu como uma grande ameaça. O apagão nos fará contemplar o azul sem nuvens, pois aprendemos que a natureza é quando não respeitada.

O apagão nos fará mais parcimoniosos, respeitosos e públicos. Acreditaremos menos nos arroubos de autossuficiência.

O apagão vai dividir as vidas, de novo, em dias e noites, que serão nítidos sem as luzes que a modernidade celebra para nos fascinar e nos fazer esquecer que as cidades, de perto, são feias e injustas. Vai diminuir a “feerie” do capitalismo enganador.

Vamos dormir melhor. Talvez amemos mais a verdade dos dias. Acabará a ilusão de clubbers e playboys, que terão medo dos “manos” em cruzamentos negros, e talvez o amor fique mais recolhido, sussurrado e trêmulo. Talvez o sexo se revalorize como prazer calmo e doce e fique menos rebolante e voraz. Talvez aumente a população com a diminuição das diversões eletrônicas noturnas. O apagão nos fará inseguros na rua, mas, talvez, mais amigos nos lares e bares.

Finalmente, nos fará mais perplexos, pois descobriremos que o Brasil é ainda mais absurdo, pois nunca entenderemos como, com três agências cuidando da energia, o governo foi pego de surpresa por essas trevas anunciadas. Só nos resta o consolo de saber que, no fim, o apagão nos trará alguma luz sobre quem somos.


JABOR, Arnaldo. O apagão poderá nos trazer alguma luz. Folha de S. Paulo, São Paulo, 15 de maio 2001. Extraído do site. <www.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1505200129.htm. Acesso em14 out. 2016. (Fragmento)

O estado de Rondônia é composto por diferentes unidades de relevo, sendo uma delas a seguinte:

Alternativas
Respostas
20701: E
20702: E
20703: C
20704: A
20705: C
20706: D
20707: E
20708: D
20709: A
20710: A
20711: B
20712: A
20713: A
20714: D
20715: A
20716: D
20717: B
20718: A
20719: C
20720: C