Questões de Concurso Sobre geografia
Foram encontradas 25.621 questões
Leia o texto abaixo para responder à questão.
“O município de Barcarena possui sua dinâmica de exportação ligada diretamente às indústrias minero-metalúrgicas, vinculadas ao processamento do minério alumínio [...], do minério alumina [...] e do minério caulim”.
(adaptado de SIMINERAL, 2018 apud GONÇALVES, D. M et al. Impactos socioterritoriais dos grandes empreendimentos na Amazônia oriental brasileira: o caso de Barcarena, no estado do Pará. IN: DA SILVA, C. N. et al. Caminhos no Campo e na Cidade: experiências do PRONERA no ensino, na pesquisa e na extensão. Belém-PA, GPTAUFPA, 2021)
Leia o texto abaixo para responder à questão.
“O município de Barcarena possui sua dinâmica de exportação ligada diretamente às indústrias minero-metalúrgicas, vinculadas ao processamento do minério alumínio [...], do minério alumina [...] e do minério caulim”.
(adaptado de SIMINERAL, 2018 apud GONÇALVES, D. M et al. Impactos socioterritoriais dos grandes empreendimentos na Amazônia oriental brasileira: o caso de Barcarena, no estado do Pará. IN: DA SILVA, C. N. et al. Caminhos no Campo e na Cidade: experiências do PRONERA no ensino, na pesquisa e na extensão. Belém-PA, GPTAUFPA, 2021)
Leia o texto abaixo e, a partir da contextualização abordada nele, responda à questão.
“A desconcentração industrial decorreu da estratégia do II PND (Plano Nacional de Desenvolvimento) e da prolongada crise econômica que afetou significativamente as regiões com maior desenvolvimento industrial. Com a ruptura do padrão de financiamento no final dos anos 70 e com a progressiva crise fiscal, ocorreu um colapso do planejamento econômico nacional em todos os níveis, reduzindo a capacidade da União de articular as esferas subnacionais de governo”.
(BERNAL, M. C. C., A nova configuração territorial do Nordeste: desigualdade e fragmentação. IN: Cadernos do Logepa - vol. 4, n. 1, p.26-38, 2005)
Leia o texto abaixo e, a partir da contextualização abordada nele, responda à questão.
“A desconcentração industrial decorreu da estratégia do II PND (Plano Nacional de Desenvolvimento) e da prolongada crise econômica que afetou significativamente as regiões com maior desenvolvimento industrial. Com a ruptura do padrão de financiamento no final dos anos 70 e com a progressiva crise fiscal, ocorreu um colapso do planejamento econômico nacional em todos os níveis, reduzindo a capacidade da União de articular as esferas subnacionais de governo”.
(BERNAL, M. C. C., A nova configuração territorial do Nordeste: desigualdade e fragmentação. IN: Cadernos do Logepa - vol. 4, n. 1, p.26-38, 2005)
Leia atentamente os trechos da Carta dos povos da floresta à sociedade não indígena em tempos de pandemia e violências para responder à questão.
[...] Terras invadidas
Pela força e ambição [...]
[...] Vivemos uma era do medo
De incertezas, desrespeito e confusão
Nossas aldeias estão vulneráveis
Novamente nossas flechas não combatem
A velocidade da munição [...].
[..] E veio o ano de 2020
Uma pandemia tivemos que enfrentar
As aldeias não conseguiram evitar
Que a doença entrasse matando sem parar [...].
Muitos ajudaram
Outros cruzavam os braços
E de longe viam a cena passar.
“Terra para “índio”?
Nem um palmo vou liberar”.
Frases de efeito pairam pelo ar
Terra Mãe!
Viver é pensar com equilíbrio
É ter pertencimento com o lugar
É sair da alienação
e ver que a natureza é um sujeito a
ecoar.
Respeito, direito!
Vem! Protege o teu lar
(Extraído de Wayna Kambeba, Márcia, Carta dos povos da floresta à sociedade não indígena em tempos de pandemia e violências. Resistir em tempos pandêmicos. 2022. Sens public. https://sens-public.org/articles/1658/)) disponível em sens-public.org/articles/1658). Acesso em 17 de maio de 2023.
Leia atentamente os trechos da Carta dos povos da floresta à sociedade não indígena em tempos de pandemia e violências para responder à questão.
[...] Terras invadidas
Pela força e ambição [...]
[...] Vivemos uma era do medo
De incertezas, desrespeito e confusão
Nossas aldeias estão vulneráveis
Novamente nossas flechas não combatem
A velocidade da munição [...].
[..] E veio o ano de 2020
Uma pandemia tivemos que enfrentar
As aldeias não conseguiram evitar
Que a doença entrasse matando sem parar [...].
Muitos ajudaram
Outros cruzavam os braços
E de longe viam a cena passar.
“Terra para “índio”?
Nem um palmo vou liberar”.
Frases de efeito pairam pelo ar
Terra Mãe!
Viver é pensar com equilíbrio
É ter pertencimento com o lugar
É sair da alienação
e ver que a natureza é um sujeito a
ecoar.
Respeito, direito!
Vem! Protege o teu lar
(Extraído de Wayna Kambeba, Márcia, Carta dos povos da floresta à sociedade não indígena em tempos de pandemia e violências. Resistir em tempos pandêmicos. 2022. Sens public. https://sens-public.org/articles/1658/)) disponível em sens-public.org/articles/1658). Acesso em 17 de maio de 2023.
Leia atentamente os trechos da Carta dos povos da floresta à sociedade não indígena em tempos de pandemia e violências para responder à questão.
[...] Terras invadidas
Pela força e ambição [...]
[...] Vivemos uma era do medo
De incertezas, desrespeito e confusão
Nossas aldeias estão vulneráveis
Novamente nossas flechas não combatem
A velocidade da munição [...].
[..] E veio o ano de 2020
Uma pandemia tivemos que enfrentar
As aldeias não conseguiram evitar
Que a doença entrasse matando sem parar [...].
Muitos ajudaram
Outros cruzavam os braços
E de longe viam a cena passar.
“Terra para “índio”?
Nem um palmo vou liberar”.
Frases de efeito pairam pelo ar
Terra Mãe!
Viver é pensar com equilíbrio
É ter pertencimento com o lugar
É sair da alienação
e ver que a natureza é um sujeito a
ecoar.
Respeito, direito!
Vem! Protege o teu lar
(Extraído de Wayna Kambeba, Márcia, Carta dos povos da floresta à sociedade não indígena em tempos de pandemia e violências. Resistir em tempos pandêmicos. 2022. Sens public. https://sens-public.org/articles/1658/)) disponível em sens-public.org/articles/1658). Acesso em 17 de maio de 2023.

Observe os comprimentos de alguns dos principais rios de Minas Gerais, depois responda a questão:

Observe os comprimentos de alguns dos principais rios de Minas Gerais, depois responda a questão:

Observe os comprimentos de alguns dos principais rios de Minas Gerais, depois responda a questão:

Em uma das unidades temáticas definidas no BNCC – Geografia, Ensino Fundamental – anos finais (8o ano), o objetivo de conhecimento está focado na distribuição da população mundial e nos deslocamentos populacionais, bem como na diversidade e dinâmica da população mundial e local.
(BNCC. Base Nacional Comum Curricular: Geografia,2017.
Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/
pesquisar?q=Geografia)
A unidade temática em destaque é:
(BNCC. Base Nacional Comum Curricular: Geografia, 2017. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/ pesquisar?q=Geografia)
A habilidade relacionada a unidade mencionada no excerto é:
A unidade geográfica recomendada para esse estudo é:
(Decifrando a Terra, 2000)
Produto muito cultivado ao longo do Corredor central norte-sul, aparecendo em manchas descontínuas no oeste paulista, no Triângulo Mineiro e sudoeste de Minas Gerais, e no norte do Paraná. São destaques na produção os estados de Minas Gerais, Espirito Santo, São Paulo, Rondônia, Bahia e Paraná, conforme tabela a seguir.
(Ecogeografia do Brasil, 2006)
Tabela: Produção agrícola
e principais produtores – IBGE (2003)

(ROSS, J. L. S. Ecogeografia do Brasil. São Paulo:
Oficina de Textos, 2006, p. 138
Trata-se da produção agrícola de:
Nas baixas latitudes, na altura do equador, na atmosfera ocorre o encontro dos ventos alísios e sua oscilação para norte ou para o sul é importante para definir as estações de seca e de chuva nas suas áreas de influência. Os alísios são ventos de grande escala que se manifestam principalmente sobre os oceanos e têm sua origem nos anticiclones subtropicais.
(Geografia do Brasil, 1995)
Essa faixa de encontro dos Alísios de Nordeste com os de Sudeste denominamos de:
A figura a seguir apresenta o sentido da circulação atmosférica durante um ciclone e um anticiclone.
(Geografia do Brasil, 1995)

(ROSS, J. L. S. (org.). Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995. p. 94)
A partir dos seus conhecimentos sobre a temática, é possível afirmar que:
A mineração e o garimpo são atividades que exercem forte interferência no ambiente natural e contribuem para sua deterioração.
(Geografia do Brasil, 1995)
Sobre as atividades da mineração é correto afirmar: