Questões de Concurso Sobre geografia
Foram encontradas 24.999 questões
I- O Brasil, no passado, foi um país de imigração, mas hoje se tornou um país de emigração, em que a maioria das pessoas se desloca para a América Central, nos Estados Unidos.
II- Os brasileiros, em grande quantidade, foram para países europeus, como Reino Unido e Portugal, por serem países desenvolvidos, e há um fluxo reduzido para a África e a América Central.
III- A quantidade de brasileiros em Portugal nunca foi tão alta e, entre os motivos, estão a grande oferta de empregos e busca por qualidade de vida.
IV- O governo praticou uma estratégia de interiorização com os migrantes da Venezuela, levando-os voluntariamente de Roraima para outras cidades.
Estão CORRETAS as afirmativas
(Jurandyr Luciano Sanches ROSS. A sociedade industrial e o ambiente. In______. Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995.Adaptado)
Uma das variáveis mais importantes de ambientes terrestres que favorecem ou dificultam a expansão de áreas de cultivo e o aumento da capacidade produtiva dos lugares é
(Marcelo Martinelli. Cartografia temática: caderno de mapas. São Paulo: EDUSP, 2003)
Quanto à natureza dos dados, os métodos de representação de mapas temáticos podem ser agrupados em quatro categorias:
“Quem viaja pela serra da Mantiqueira (sul de Minas Gerais) e vale do Paraíba, ou observa as colinas do oeste de São Paulo e norte do Paraná, nota a presença de fendas e cortes disseminados nas vertentes cada vez mais frequentes: são as boçorocas (ou voçorocas), temidas pelos moradores locais porque constituem feições erosivas, altamente destrutivas, que rapidamente se ampliam, ameaçando campos, solos cultivados e zonas povoadas [...]”.
(Ivo Karmann. Ciclo da água, água subterrânea e sua ação geológica. In: Wilson Teixeira et. al. (Org.) Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000).
(Ivo Karmann. Ciclo da água, água subterrânea e sua ação geológica. In: Wilson Teixeira et. al. (Org.) Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000)
A ocorrência de boçorocas (ou voçorocas) sobre vertentes desprotegidas se dá
Considere os textos a seguir:
Texto I
Os mapas mentais são representações construídas inicialmente a partir da percepção individual e subjetiva dos lugares vividos, experienciados, portanto partem de uma dada realidade. Esses mapas representam muito mais do que pontos de referência para facilitar a localização e a orientação espacial. Eles contêm saberes sobre os lugares que só quem vive neles ponde ter e revelar. Logo, os mapas mentais configuram-se como um recurso didático de extrema importância para os geógrafos e professores de Geografia, uma vez que os dados neles representados, independentemente da exatidão, revelam o lugar tal qual ele é.
(Amélia Regina Batista Nogueira. Mapa mental: recurso didático para estudar o lugar. In:, Nídia Pontuschka; Ariovaldo Umbelino de Oliveira (Org.) Geografia em perspectiva. São Paulo: Contexto, 2002. Adaptado)
Texto II

(Alyne Rodrigues Cândido Lopes. In: Revista Brasileira de Educação em Geografia, Campinas, v. 8, n. 16, p. 391-410, jul./dez., 2018. Disponível em: https://www.revistaedugeo.com.br/revistaedugeo/article/view/572. Acesso em: 18.04.25)
O Texto I remete ao entendimento de que os mapas mentais possibilitam trabalhar o lugar de vivência do aluno (sendo este produto e processo da relação local-global) com os conteúdos da Geografia. Nesse sentido, o mapa mental do Texto II, tendo como referência a legenda, possibilita ao professor trabalhar
(Francisco Capuano SCARLATO. In: ROSS, Jurandyr Luciano Sanches (Org.). Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995. Adaptado)
Devemos considerar que os movimentos migratórios, o ato de emigrar, são causados por fatores de
(https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/ noticias/39560-em-2022-numero-de-nascimentos-cai-pelo-quarto-ano-e-chega- -ao-menor-patamar-desde-1977. Aceso em: 17 .04. 24)
Ao analisar o gráfico de registros de nascimentos ocorridos no Brasil – 2000 a 2022, de acordo com a idade das mães, os dados evidenciam que, em 2022, houve
Texto I
Os desmatamentos na Amazônia eliminarão uma fonte de umidade importante para a atmosfera, considerando que 56% das chuvas locais e regionais dependem da floresta. Através da superfície das folhas das árvores evaporam-se grandes volumes de água.
(José Bueno Conti; Sueli Angelo Furlan. Geoecologia: o clima, os solos e a biota. In: Jurandyr Luciano Sanches Ross, (Org.). Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995. Adaptado)
Texto II
A floresta amazônica exerce um papel fundamental na regulação da umidade atmosférica, através de uma intensa reciclagem da água realizada pelas árvores. Depois da chuva, a floresta tropical promove a evapotranspiração, fenômeno que consiste na combinação de processos de evaporação e transpiração intensas. A água retorna à superfície sob a forma de chuva. A floresta realiza o transporte de umidade dentro e fora da região, afetando o ciclo hidrológico e os níveis dos rios amazônicos. Além disso, a umidade originada na bacia amazônica é transportada pelos ventos para outras partes do continente, desempenhando papel importante na formação de precipitações em regiões distantes da própria Amazônia, como o Sudeste e o Sul do Brasil e a bacia do Prata.
(José A. Marengo; Gilberto Fisch. Clima e Região Amazônica. In: Iracema Fonseca de Albuquerque Cavalcanti. Nelson Jesuz Ferreira (Org.). Clima das regiões brasileiras e variabilidade climática. 1. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2021. Adaptado)
O Texto II completa a ideia do Texto I, fazendo referência a um fenômeno atmosférico denominado de
(José Bueno Conti; Sueli Angelo Furlan. Geoecologia: o clima, os solos e a biota. In: Jurandyr Luciano Sanches Ross. Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995. Adaptado)
São eles:
(Nídia Pontuschka; Tomoko Iyda Paganelli; Núria Hanglei Cacete. Para ensinar e aprender Geografia. São Paulo: Cortez, 2007. Adaptado)
Esses croquis são de
As figuras ilustram um cenário de processos convergentes entre placas tectônicas, envolvendo, respectivamente, crosta oceânica com crosta oceânica, crosta continental com crosta oceânica e crosta continental com crosta continental.
(Colombo C. G. TassinarI. Tectônica global. In: Wilson Teixeira et. al. (Org.) Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000)
(TEIXEIRA, Wilson. Tectônica Global. Tópico 4. https://midia.atp.usp.br/ impressos/lic/modulo02/geologia_PLC0011/geologia_top04.pdf. Acesso em: 13.04.25)
Das análises dos processos, é correto afirmar que
(Glória da Anunciação Alves. A mobilidade/imobilidade na produção do espaço metropolitano. In: Ana Fani Alessandri Carlos; Marcelo Lopes de Souza; Maria Encarnação Beltrão Sposito (Org.). A produção do espaço urbano: agentes, processos, escalas e desafios. Contexto, 2011. Adaptado)
O texto expressa o conceito de
(BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF: MEC, 2018. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index. php?option=com_docman&view=download&alias=79601-anexo-texto-bnccreexportado-pdf-2&category_slug=dezembro-2017-pdf&Itemid=30192. Acesso em: 13.04.25)
O enunciado refere-se ao princípio geográfico de
O território é fundamentalmente um espaço definido e delimitado por e a partir de relações de poder. Esse espaço pode ser entendido à escala nacional e em associação com o Estado como grande gestor. No entanto, o território não precisa nem deve ser reduzido a essa escala ou à associação com a figura do Estado. Territórios existem e são construídos (e desconstruídos) nas mais diversas escalas geográficas e temporais, refletindo a complexidade das interações sociais e políticas que os constituem. Há territórios que são no fundo antes relações sociais projetadas no espaço que espaços concretos, que podem formar-se e dissolver-se, constituir-se e dissipar-se de modo relativamente rápido, ser antes instáveis que estáveis ou, mesmo, ter existência regular mas apenas periódica, ou seja, em alguns momentos.
(Marcelo José Lopes de Souza. O território: sobre espaço e poder, autonomia e desenvolvimento. In: Iná Elias de Castro; Paulo Cesar da Costa Gomes; Roberto Lobato Corrêa. Geografia: conceitos e temas. 7. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. Adaptado)
Figura 1 – Representação fictícia de parte da área de obsolescência de uma cidade em dois momentos distintos
Figura 2 – Representação fictícia de parte da área de obsolescência de uma cidade em dois momentos distintos
Considerando-se que a territorialidade se refere a um tipo de interação entre seres humanos mediatizada pelo espaço, ou seja, à qualidade atribuída ao território em função de seu uso ou apreensão por indivíduos e grupos sociais, as Figuras 1 e 2 referem-se, correta e respectivamente, à
(Roberto Lobato Corrêa. Espaço, um conceito-chave da Geografia. In: Iná Elias de Castro; Paulo Cesar da Costa Gomes; Roberto Lobato Corrêa. Geografia: conceitos e temas. 7. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. Adaptado)
O debate em torno desses conceitos tem se mostrado de grande relevância, pois revela conflitos e, consequentemente, propicia avanços na teoria geográfica. Nesse contexto, é correto afirmar que, na Geografia
(https://atlasescolar.ibge.gov.br/ brasil/3039-diversidade-ambiental/relevo.html. Acesso em: 10.04.25)
Com base nessas figuras, constata-se que
Um mapa constitui uma representação gráfica, geralmente numa superfície plana e numa determinada escala, das características naturais e culturais da superfície da Terra ou de outro planeta ou satélite. Em razão dos objetivos a que se destinam, os mapas podem ser classificados de diversas maneiras.
(Paulo Roberto Fitz. Cartografia Básica. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. Adaptado)
Mapa da malha municipal do território brasileiro – 2021
(https://atlasescolar.ibge.gov.br/brasil/3035-federacao-e-territorio/evolucao- -da-divisao-politico-administrativa.html. Acesso em: 09.04.25 2025)
O mapa apresentado pode ser classificado como
(Paulo Roberto Fitz. Cartografia Básica. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. Adaptado)
De maneira geral, as escalas são apresentadas em mapas nas formas: numérica,
A unidade da mata atlântica ocupa uma vasta área que se estendo do nordeste oriental brasileiro ao norte do estado do Rio Grande do Sul, acompanhando paralelamente o litoral do país. É marcada por relevos predominantemente montanhosos que, no passado, foram cobertos quase totalmente pela floresta tropical atlântica. Atualmente, nessa unidade são desenvolvidos os sistemas agroflorestais com monocultura de florestas plantadas de eucaliptos, pinus e acácia-negra consorciadas com florestas nativas secundárias, decorrentes dos processos naturais de autorregeneração, são uma significativa alternativa econômica-ecológica para essa vasta área degradada do território brasileiro.
(Jurandyr L. S. Ross, Ecogeografia do Brasil, 2006. Adaptado)
O cultivo de floresta nesse modelo de desenvolvimento traz inúmeros benefícios para a sociedade. Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, um benefício ambiental e um benefício econômico produzidos por esse modelo de desenvolvimento.