Questões de Concurso
Sobre produção e consumo mundial em geografia
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O ser humano sempre utilizou as fontes naturais de energia para realizar suas atividades. Atualmente, as fontes de energia são, em grande parte, provenientes da exploração de combustíveis fósseis. NÃO é considerada uma fonte de combustível fóssil:
No Brasil, o grande complexo agroindustrial, atualmente denominado de agronegócio, foi regulamentado e incentivado por políticas estatais de apoio à agricultura. Fizeram-se assim as articulações entre a agricultura e a indústria; a montante e a jusante. Nesse processo, a agricultura perdeu sua autonomia e independência. Os grupos sociais envolvidos perderam a sua capacidade de decisão e são um pequeno elo da grande cadeia produtiva.
MARAFOM, Glaucio José. O Desencanto da Terra: produção de alimentos, ambiente e sociedade. Rio de Janeiro: Garamond, 2011.
Dentro da dinâmica do agrobusiness, a produção à jusante consiste na seguinte ação:
Os sistemas técnicos são, cada vez mais, exigentes de um controle coordenado. De uma multiplicidade de instalações e uma pluralidade de comandos encaminhamo-nos para um comando único, ou, ao menos, unificado. Essa tendência não é exclusiva de apenas um sistema técnico, mas abarca a totalidade dos sistemas técnicos. (Fonte: SANTOS, M. A Natureza do espaço. Técnica e tempo, Razão e emoção. São Paulo: Hucitec. 2006, p.119.).
Dentre os objetos técnicos desenvolvidos ao longo da história, qual melhor representa a ideia expressa no texto?
O espaço geográfico nunca sofreu tantas transformações e num ritmo tão rápido como após as Revoluções Industriais. Estas transformações vão desde o avanço técnicocientífico-informacional até modificações econômicas, sociais e culturais.
Sobre a industrialização brasileira temos
I. Em 1919, logo após o final da Primeira Guerra Mundial, as fábricas de tecido, roupas, alimentos, bebidas e fumo (indústrias de bens de consumo não duráveis) eram responsáveis por 70% da produção industrial brasileira.
II. A crise de 1929 e a Revolução de 1930, que desalojou a oligarquia agroexportadora paulista do poder, foram importantes na contribuição para o desenvolvimento industrial.
III. Durante o governo de Juscelino Kubitschek as indústrias de bens de consumo não duráveis possuíam amplo predomínio de capital privado estrangeiro; as indústrias de bens de produção e de capital possuíam investimento estatal e as indústrias de bens de consumo duráveis, possuíam forte participação de capital privado nacional.
IV. Durante o governo de Juscelino Kubitschek, houve forte implantação de indústrias estatais como a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) e Petrobras.
Assinale a alternativa em que todas as afirmativas estão CORRETAS:
O carvão mineral em uso no Brasil tem duas origens: o carvão vapor (energético), que é nacional e tem cerca 90% do seu uso na geração elétrica, e o carvão metalúrgico, importado para produzir o coque, especialmente usado na indústria siderúrgica. O carvão nacional é de baixa qualidade com impurezas de óxidos de enxofre que podem atingir até 7%. O carvão mineral manteve em 2004 a participação de 6,7% na matriz energética brasileira, sendo um quarto desse total de origem nacional.
(Fonte: GOLDEMBERG, J.; LUCON, O. Energia e Meio Ambiente no Brasil. Estudos Avançados (online). 2007. v. 21, n. 59, p. 07-20. Disponível em: ).
Quanto à exploração e uso do carvão mineral no Brasil assinale com (V) para Verdadeiro e (F) para Falso:
( ) O estado de Santa Catarina é o maior produtor brasileiro de carvão mineral e seu uso dá-se para geração de energia elétrica nas termelétricas ou para siderúrgicas sendo misturado ao carvão mineral importado.
( ) O estado do Rio Grande do Sul possui as maiores reservas nacionais de carvão mineral.
( ) O carvão mineral extraído no estado de Santa Catarina é de melhor qualidade que o carvão mineral extraído no estado do Rio Grande do Sul.
( ) Os depósitos de carvão mineral são encontrados em regiões de afloramento de rochas cristalinas.
( ) Na Depressão Periférica do Rio Grande do Sul estão depositadas as rochas sedimentares do Carbonífero e Triássico (300-200 milhões de anos), que constituíram os grandes depósitos carboníferos gaúchos.
Assinale a alternativa CORRETA, na sequência de cima para baixo:
Segundo Negri, após 1967, quando se inicia a segunda fase da industrialização pesada, começa o processo de desconcentração da indústria de transformação de São Paulo. Por desconcentração da indústria entende-se:
A energia, sem dúvida, é um setor estratégico para o desenvolvimento de uma economia e o consequente crescimento de um país e da qualidade de vida de sua população. Sobre a infraestrutura de energia no Brasil, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Na matriz energética brasileira predomina o uso de hidrocarbonetos não renováveis.
( ) A energia eólica é considerada uma fonte esgotável.
( ) A Bolívia é um fornecedor fundamental de gás natural ao Brasil.
( ) Os biocombustíveis ainda são quase inexistentes na realidade brasileira.
A sequência está correta em
Em Geoprocessamento, o serviço de fornecimento de eletricidade representa um exemplo de tipo de dado denominado
Assinale a alternativa que indica uma proposta capaz de mudar a situação apresentada no texto.

O conteúdo da charge está expresso corretamente em:
Biblis, Germany — Not since the grim period after World War II has Germany had significant blackouts, but it is now bracing for that possibility after shutting down half its nuclear reactors practically overnight.
Nuclear plants have long generated nearly a quarter of Germany’s electricity. But after the tsunami and earthquake that sent radiation spewing from Fukushima, half a world away, the government disconnected the 8 oldest of Germany’s 17 reactors — including the two in this drab factory town — within days. Three months later, with a new plan to power the country without nuclear energy and a growing reliance on renewable energy, Parliament voted to close them permanently. There are plans to retire the remaining nine reactors by 2022.
As a result, electricity producers are scrambling to ensure an adequate supply. Customers and companies are nervous about whether their lights and assembly lines will stay up and running this winter. Economists and politicians argue over how much prices will rise.
“It’s easy to say, ‘Let’s just go for renewables’, and I’m quite sure we can someday do without nuclear, but this is too abrupt”, said Joachim Knebel, chief scientist at Germany’s prestigious Karlsruhe Institute of Technology. He characterized the government’s shutdown decision as “emotional” and pointed out that on most days, Germany has survived this experiment only by importing electricity from neighboring France and the Czech Republic, which generate much of their power with nuclear reactors.
Then there are real concerns that the plan will jettison efforts to rein in manmade global warming, since whatever nuclear energy’s shortcomings, it is low in emissions. If Germany, the world’s fourth-largest economy, falls back on dirty coal-burning plants or uncertain supplies of natural gas from Russia, isn’t it trading a potential risk for a real one?
The world is watching Germany’s extreme energy makeover, as politicians from New York to Rome have floated their own plans to shut or shelve reactors.
The International Energy Agency, generally a fan of Germany’s green-leaning energy policy, has been critical. Laszlo Varro, head of the agency’s gas, coal and power markets division, called the plan “very, very ambitious, though it is not impossible, since Germany is rich and technically sophisticated”.
Even if Germany succeeds in producing the electricity it needs, “the nuclear moratorium is very bad news in terms of climate policy”, Mr. Varro said. “We are not far from losing that battle, and losing nuclear makes that unnecessarily difficult”.
The government counters that it is prepared to make huge investments in improving energy efficiency in homes and factories as well as in new clean power sources and transmission lines. So far, there have been no blackouts.
But Jürgen Grossmann, chief executive of the German energy giant RWE, which owns two closed reactors here in Biblis, about 40 miles south of Frankfurt, expressed skepticism. “Germany, in a very rash decision, decided to experiment on ourselves”, he said. “The politics are overruling the technical arguments”.
(Disponível em: http://www.nytimes.com/2011/08/30/science/earth/30germany.html?_r=1&ref=science. Acesso em: 30/08/2011)
Com base no texto, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) A decisão da Alemanha de fechar reatores de usinas nucleares recebeu apoio da população, mas não das empresas.
( ) Os reatores fechados em Biblis pertenciam a uma grande empresa alemã.
( ) Na opinião de Jürgen Grossmann, a decisão da Alemanha de fechar reatores de usinas elétricas priorizou fatores técnicos.
( ) Após o desligamento de 8 reatores, a Alemanha já sofreu alguns blackouts.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Apesar da existência de diversas fontes de energias alternativas na sociedade moderna, o petróleo ainda é considerado o recurso básico e é o mais utilizado.
Sobre a exploração, produção e utilização deste recurso pode-se AFIRMAR que:
Sobre as principais fontes de energia e sua utilização relacione a 2ª coluna de acordo com a 1ª:
A - Energia Solar
B - Carvão Mineral
C - Energia Eólica
D - Petróleo
E - Hidreletricidade
( ) A fonte de energia da 2ª Revolução Industrial, largamente utilizada no século XX e também empregada como matéria-prima de um grande número de produtos.
( ) Energia limpa e renovável. A preferida pelos ambientalistas. Os países que mais investem em tecnologia desta fonte de energia são os da União Européia, como é o caso da Dinamarca e da Alemanha.
( ) Fonte de energia ainda em fase de pesquisa por isto, apresenta alto custo de produção.
( ) Fonte responsável pelo crescimento industrial a partir do século XIX. Energia limpa, não emite dióxido de carbono, renovável. Baixo custo de produção mas, o transporte é de âmbito limitado
( ) Fonte de energia que sustentou a 1ª Revolução Industrial. Não renovável e poluente pois, é o maior emissor de dióxido de carbono.
Assinale a alternativa abaixo que apresenta a associação correta:
A nova forma de gestão de território implantada na Amazônia nas décadas mais recentes gerou inúmeros protestos das sociedades atingidas, algumas ruidosas, como passeatas, ocupação de instalações, e algumas silenciosas e poéticas, como o poema abaixo, de autoria do geógrafo Edir Augusto Dias Pereira, morador da cidade de Tucuruí.
Tocantins (fragmentos)
Barraram esse rio
Tocantins menino!
Determinaram meu destino
Sem me consultar
Não me perguntaram o que eu queria!
Não quiseram saber do que eu necessitava!
Não consideraram o que eu vivia!
Trouxeram-me a modernidade!
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Afogaram tuas tribos
Submergiram teus filhos
Barraram teu caminho!
................................................
Sem me consultar!
Vejo uma cidade pobre
Eu choro
................................................
O rio levará tuas lágrimas!
Outro rio, o rio de asfalto
Trará o que te falta!
................................................
Abro os braços
E te recebo peregrino
Barraram o meu destino,
E seduziu-te a eletricidade
Vieste em busca do trabalho
Encontraste a necessidade
................................................
Ó cidade ribeirinha
As luzes dessa usina
Que consomem o teu rio.
Chora Tocantins,
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Um trem que aqui passou
Um rio que aqui passou
................................................
Um futuro que não veio,
Como nos prometeram
Edir Augusto
Com base na leitura do poema e em conhecimentos geográficos sobre a reordenação socioespacial da
área de implantação da hidrelétrica de Tucuruí, pode-se afirmar que
Leia o fragmento de texto abaixo:
“A produção do espaço urbano na Amazônia nas últimas três décadas vincula-se estreitamente às políticas de modernização, de ocupação e de povoamento regional. Tais políticas induziram o surgimento de cidades com espaços e tempos diferentes da realidade até então vivida na região. A cidade teve um papel fundamental no processo de estruturação e de ordenamento territorial regional recente.”
ROCHA, Gilberto de Miranda. Gestão local do território: a cidade e o reordenamento político-territorial na área de influência de Tucuruí. In: TRINDADE JÚNIOR, S. C.; ROCHA, G.M. (Org.). Cidade e empresa na Amazônia. Belém: Paka-tatu, 2002, p. 83.
Sobre o assunto abordado no texto acima, é verdadeiro afirmar que
Atualmente, seguindo uma tendência mundial, o Brasil passa por um processo de descentralização industrial, intra e inter-regionalmente. Como fato relacionado a essa desconcentração, pode-se citar o(a)