Questões de Concurso Sobre mudanças climáticas em geografia

Foram encontradas 317 questões

Q4278878 Geografia
O comportamento dos sistemas naturais pode ser influenciado por fenômenos climáticos que alteram padrões atmosféricos e hidrológico sem diferentes regiões. Essas alterações podem afetar a dinâmica da vegetação, a disponibilidade de água e a ocorrência de eventos ambientais com intensidades distintas ao longo do território brasileiro. Considerando os possíveis efeitos do El Niño, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4273448 Geografia
O Acordo de Paris completou dez anos em 12/12/2025, e segue como um marco da cooperação internacional no enfrentamento à mudança do clima. Para a presidência da COP30, o compromisso foi essencial para desacelerar o aquecimento da Terra e incentivar a ambição na redução de emissões dos gases do efeito estufa. Negociado no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), o compromisso foi adotado em 2015, na COP21, pelas 195 partes participantes. O tratado determina que os países devem agir para limitar o aquecimento do planeta a:
Alternativas
Q4273204 Geografia
O debate sobre a sustentabilidade e as mudanças ambientais globais tem redefinido a gestão dos recursos naturais. O uso das águas continentais e oceânicas, em particular, enfrenta desafios crescentes devido à poluição, ao desperdício e às alterações nos ciclos hidrológicos causadas pela atividade humana.
Com base nos problemas ambientais contemporâneos e nas estratégias de conservação, assinale a alternativa que apresenta uma proposição correta.
Alternativas
Q4258487 Geografia

Eventos climáticos extremos afetam diferentes regiões do mundo e do Brasil, com reflexos sobre moradia, alimentos e deslocamentos populacionais.


Assinale a alternativa correta em relação ao tema.

Alternativas
Ano: 2026 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Brusque - SC Provas: FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Analista de Informática | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Médico Especialista • Ginecologista/Obstetra | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Médico Especialista • Endocrinologista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Médico Especialista • Psiquiatra | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Médico Especialista • Urologista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Médico Especialista • Pneumologista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Médico Especialista • Proctologista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Médico Especialista • Ortopedista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Médico Especialista • Mastologista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Fiscal do Meio Ambiente | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Fonoaudiólogo | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Médico Especialista • Otorrinolaringologista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Arte Educador • Artesanato | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Médico Especialista • Cardiologista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Engenheiro Florestal | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Engenheiro Eletricista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Educador Físico | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Economista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Médico Especialista • Emergencista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Biólogo | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Médico Especialista • Gastroenterologista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Engenheiro Civil | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Engenheiro Civil (Engenharia de Tráfego) | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Analista de Transportes | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Arte Educador • Música | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Professor Língua Portuguesa | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Professor Língua Inglesa | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Professor Matemática | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Terapeuta Ocupacional |
Q4256867 Geografia
O Relatório de Riscos Globais 2025, publicado pelo Fórum Econômico Mundial, classifica eventos climáticos extremos entre as principais ameaças globais da próxima década, com impactos diretos sobre populações vulneráveis e fluxos migratórios internacionais. 
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a relação entre mudanças climáticas e deslocamentos populacionais forçados no cenário contemporâneo.
Alternativas
Q4256197 Geografia

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Interações entre as mudanças climáticas e os

impactos socioeconômicos


    Segundo o Intergovernamental Panel on Climate Change (IPCC), as emissões globais de gases de efeito estufa devem cair pelo menos 7% ao ano, entre 2021 e 2030, e zerar as emissões em 2050, para afastar a chance de colapso climático, estabilizando o aquecimento global em 1,5oC. Entretanto, as emissões, ao longo dos últimos anos, estão, na verdade, aumentando globalmente cerca de 2% a 4% ao ano. As mudanças climáticas interagem com múltiplos estressores sociais e ambientais, intensificando seus impactos sociais e econômicos.


    Populações vulneráveis vivendo em encostas, que podem perder a vida em uma única chuva forte, são apenas um dos muitos exemplos. O agricultor que tem sua pequena propriedade familiar e é obrigado a abandonar as poucas cabeças de gado e a roça devido a uma seca prolongada também corre o risco de ser afetado. Muitas dessas dimensões das mudanças climáticas e suas interações sociais precisam ser mais bem compreendidas por meio de uma estreita colaboração entre diversas áreas de pesquisa na academia e de múltiplos atores sociais, incluindo lideranças políticas, organizações não governamentais, grupos sociais, comunidades e minorias.


    Os três relatórios mais recentes do IPCC, lançados em 2021 e 2022, mostram o quanto o Brasil, particularmente, é vulnerável às mudanças climáticas. O aquecimento médio observado no país, nas últimas décadas, é significativamente maior do que o aquecimento médio do planeta, pois as áreas continentais se aquecem mais do que as áreas oceânicas, que estão incluídas na média mundial. Nos últimos vinte anos, extremos climáticos registrados em todas as regiões brasileiras enfatizaram a necessidade de soluções para minimizar os problemas socioeconômicos decorrentes de secas fortes e frequentes e inundações em grandes áreas, inclusive áreas urbanas.


        O nosso modelo econômico, baseado no agronegócio, também é particularmente vulnerável a alterações nos padrões pluviométricos e nos padrões e aumento dos extremos climáticos. Quanto e quando chove é fundamental para a produtividade agrícola, podendo trazer insegurança alimentar e instabilidade econômica para a população brasileira. Vale ressaltar que nosso país também apresenta insegurança energética dada a vulnerabilidade da geração de energia hidrelétrica aos padrões de chuva. Observamos que a seca no Brasil central em 2021 afetou o custo da eletricidade, pois várias termelétricas foram ativadas e estas geram eletricidade com custo mais alto que as hidroelétricas. O Brasil tem 8.500 km de áreas costeiras, incluindo várias grandes cidades, tornando-o vulnerável à elevação do nível do mar e à acidificação marinha, que afetam a economia baseada em recursos pesqueiros.


    É fundamental ajudar o país a desenvolver estratégias baseadas na ciência para que o Brasil possa cumprir suas obrigações internacionais associadas ao Acordo de Paris e à Agenda 2030. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) fornecem um arcabouço de como nossa sociedade pode se tornar mais sustentável, e ao mesmo tempo, mais justa e resiliente. A ação contra a mudança do clima e o ODS 13, mas muitos dos demais ODS são impossíveis de serem cumpridos sem um clima estável e previsível, além de dependerem de um sistema econômico mais justo que respeite os limites propiciados pelos recursos naturais finitos, e que considere a questão da justiça climática.


Fonte: ARTAXO, P. Mudanças climáticas: caminhos para o Brasil. Ciência e

Cultura, São Paulo, v.74, n.4, p.1-14,2022.

Com base nas informações apresentadas no texto sobre os impactos das mudanças climáticas nas zonas costeiras brasileiras, analise as partes que seguem:
(1a parte): A acidificação marinha beneficia a produtividade pesqueira, reduzindo os impactos econômicos das mudanças climáticas nas zonas costeiras.
(2a parte):A extensa linha de costa brasileira torna o país particularmente suscetível à redução do nível do mar, fator que ameaça a infraestrutura urbana.
Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4256194 Geografia

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Interações entre as mudanças climáticas e os

impactos socioeconômicos


    Segundo o Intergovernamental Panel on Climate Change (IPCC), as emissões globais de gases de efeito estufa devem cair pelo menos 7% ao ano, entre 2021 e 2030, e zerar as emissões em 2050, para afastar a chance de colapso climático, estabilizando o aquecimento global em 1,5oC. Entretanto, as emissões, ao longo dos últimos anos, estão, na verdade, aumentando globalmente cerca de 2% a 4% ao ano. As mudanças climáticas interagem com múltiplos estressores sociais e ambientais, intensificando seus impactos sociais e econômicos.


    Populações vulneráveis vivendo em encostas, que podem perder a vida em uma única chuva forte, são apenas um dos muitos exemplos. O agricultor que tem sua pequena propriedade familiar e é obrigado a abandonar as poucas cabeças de gado e a roça devido a uma seca prolongada também corre o risco de ser afetado. Muitas dessas dimensões das mudanças climáticas e suas interações sociais precisam ser mais bem compreendidas por meio de uma estreita colaboração entre diversas áreas de pesquisa na academia e de múltiplos atores sociais, incluindo lideranças políticas, organizações não governamentais, grupos sociais, comunidades e minorias.


    Os três relatórios mais recentes do IPCC, lançados em 2021 e 2022, mostram o quanto o Brasil, particularmente, é vulnerável às mudanças climáticas. O aquecimento médio observado no país, nas últimas décadas, é significativamente maior do que o aquecimento médio do planeta, pois as áreas continentais se aquecem mais do que as áreas oceânicas, que estão incluídas na média mundial. Nos últimos vinte anos, extremos climáticos registrados em todas as regiões brasileiras enfatizaram a necessidade de soluções para minimizar os problemas socioeconômicos decorrentes de secas fortes e frequentes e inundações em grandes áreas, inclusive áreas urbanas.


        O nosso modelo econômico, baseado no agronegócio, também é particularmente vulnerável a alterações nos padrões pluviométricos e nos padrões e aumento dos extremos climáticos. Quanto e quando chove é fundamental para a produtividade agrícola, podendo trazer insegurança alimentar e instabilidade econômica para a população brasileira. Vale ressaltar que nosso país também apresenta insegurança energética dada a vulnerabilidade da geração de energia hidrelétrica aos padrões de chuva. Observamos que a seca no Brasil central em 2021 afetou o custo da eletricidade, pois várias termelétricas foram ativadas e estas geram eletricidade com custo mais alto que as hidroelétricas. O Brasil tem 8.500 km de áreas costeiras, incluindo várias grandes cidades, tornando-o vulnerável à elevação do nível do mar e à acidificação marinha, que afetam a economia baseada em recursos pesqueiros.


    É fundamental ajudar o país a desenvolver estratégias baseadas na ciência para que o Brasil possa cumprir suas obrigações internacionais associadas ao Acordo de Paris e à Agenda 2030. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) fornecem um arcabouço de como nossa sociedade pode se tornar mais sustentável, e ao mesmo tempo, mais justa e resiliente. A ação contra a mudança do clima e o ODS 13, mas muitos dos demais ODS são impossíveis de serem cumpridos sem um clima estável e previsível, além de dependerem de um sistema econômico mais justo que respeite os limites propiciados pelos recursos naturais finitos, e que considere a questão da justiça climática.


Fonte: ARTAXO, P. Mudanças climáticas: caminhos para o Brasil. Ciência e

Cultura, São Paulo, v.74, n.4, p.1-14,2022.

A constatação de que o aquecimento médio no Brasil é significativamente superior à média global é atribuída no texto a uma razão de natureza:
Alternativas
Q4254565 Geografia
A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30), realizada em Belém (PA) em 2025, trouxe ao Brasil milhares de visitantes, incluindo chefes de Estado, diplomatas, jornalistas e representantes da sociedade civil. No entanto, um dos principais desafios enfrentados pela organização foi a chamada “crise de hospedagem”, amplamente noticiada pela imprensa. O que caracterizou a crise de hospedagem durante a COP 30 em Belém? 
Alternativas
Q4249265 Geografia
No contexto da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), realizada em Belém, foram debatidos mecanismos de financiamento climático, adaptação e redução de emissões. Considerando os princípios do desenvolvimento sustentável e da justiça climática, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4247575 Geografia
O Pantanal, a maior planície alagável do mundo, vive o período mais seco das últimas quatro décadas. O levantamento, feito pelo MapBiomas a partir da Coleção 10 de mapas de cobertura e uso da terra no Brasil, cobrindo o período de 1985 a 2024, revela que a área anual que permanece alagada no bioma diminuiu 75%, passando de 1,6 milhão de hectares na primeira década (1985- 1994) para 460 mil hectares na última (2014-2024). O ano de 2024 foi o mais seco de toda a série histórica; a área alagada ficou 73% abaixo da média. A última grande cheia, registrada em 2018, foi 22% mais seca do que a primeira grande cheia da série, em 1988. O bioma tem enfrentado períodos de cheias menores e secas mais severas a cada década.
https://brasil.mapbiomas.org/2025

Considerando as informações apresentadas no texto e os conhecimentos sobre a dinâmica hidrológica do Pantanal, a relação entre a planície pantaneira e a Bacia Hidrográfica do Alto Paraguai (BAP), bem como os impactos socioambientais recentes no bioma, analise as proposições a seguir.

I. Nas últimas décadas, a conversão da vegetação nativa para o uso agropecuário nas áreas de planalto da BAP alterou os processos de infiltração e o tempo de concentração da água, impactando o regime de vazão e o pulso de inundação na planície pantaneira.

II. A retração drástica da área alagada do Pantanal descrita no texto decorre predominantemente de anomalias ligadas a dinâmicas microclimáticas de precipitações orográficas restritas à BAP.

III. Na planície pantaneira, a substituição de fitofisionomias originais por pastagens exóticas em processo de degradação ambiental compromete a retenção hídrica do solo, enquanto a mineração intensifica os processos de assoreamento e contaminação química dos corpos d'água.


Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q4247572 Geografia
O gráfico a seguir exemplifica o Índice Oceânico Niño (ONI), indicador utilizado para monitorar eventos de El Niño-Oscilação Sul (ENOS), a partir da variação da temperatura da superfície do mar na região Niño 3.4 do Pacífico equatorial.


Imagem associada para resolução da questão


A respeito das interações oceano-atmosfera expressas pelo fenômeno ENOS e suas correlações com as dinâmicas das mudanças climáticas globais contemporâneas, avalie as afirmativas a seguir, assinalando (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.

( ) Os registros paleoclimáticos e instrumentais demonstram haver um alto grau de consenso científico de que as mudanças climáticas de origem antrópica já alteraram substancialmente a frequência cíclica natural do ENOS.

( ) As projeções dos Modelos de Circulação Geral para os próximos 50 anos exibem divergências estruturais, o que resulta em baixa previsibilidade e falta de consenso quanto à dominância de eventos extremos de El Niño ou La Niña no futuro.

( ) O aquecimento global atua como um elemento potencializador dos impactos hidrológicos do ENOS, intensificando a severidade das secas e a magnitude dos eventos de precipitação extrema.


As afirmativas são, respectivamente, 
Alternativas
Q4247571 Geografia
Na década de 1970, o cientista brasileiro Eneas Salati quebrou o dogma de longa data de que a vegetação é simplesmente consequência do clima e não tem influência alguma sobre ele. Usando razões isotópicas de oxigênio em amostras de água da chuva coletadas do Atlântico até a fronteira com o Peru, ele conseguiu demonstrar que a Amazônia gera aproximadamente metade de sua própria precipitação reciclando a umidade de 5 a 6 vezes, à medida que as massas de ar se movem do Atlântico através da bacia para o oeste.

Adaptado de Lovejoy, T. E., & Nobre, C. (2018). Amazon Tipping Point. Science Advances, 4(2)

Um professor de Geografia do Ensino Médio planeja uma sequência didática sobre o tipping point e desmatamento na Amazônia. Após a leitura do trecho citado, os estudantes compreenderam a reciclagem de umidade, mas apresentaram dificuldades em dimensionar a escala espacial dos efeitos do desmatamento e em perceber que a degradação da floresta pode afetar áreas distantes da região desmatada.
Para desenvolver essa compreensão sobre a escala espacial dos impactos do desmatamento, o professor deve
Alternativas
Q4246283 Geografia
Em razão das mudanças geopolíticas observadas nos últimos anos, diversas nações passaram a adotar políticas de transição energética. O principal objetivo dessas políticas é 
Alternativas
Q4243143 Geografia
As mudanças climáticas representam um dos principais desafios contemporâneos. Entre as alternativas abaixo, constitui uma estratégia de mitigação das mudanças climáticas
Alternativas
Q4242386 Geografia
O aquecimento global tem sido relacionado ao aumento na frequência de eventos climáticos extremos em diferentes regiões do planeta.
É correto afirmar que o aquecimento global:
Alternativas
Q4242121 Geografia
O Sudeste e o Centro-Oeste, onde o inverno costuma ser seco, podem registrar pancadas de chuva fora de época. Já o extremo Norte e a faixa leste do Nordeste tendem a permanecer mais secos que o habitual, o que, associado às altas temperaturas, mantém elevado o risco de queimadas, especialmente na Região do Matopiba.
Considerando-se o contexto apresentado, é correto afirmar que esse cenário evidencia: 
Alternativas
Q4204006 Geografia
Trata-se do aumento da temperatura média dos oceanos e da camada de ar próxima à superfície da Terra, decorrente das emissões de gases de efeito estufa (GEE) e do efeito estufa causado por eles. O trecho apresentado refere-se a qual conceito?
Alternativas
Q4202948 Geografia
O desastre climático ocorrido no estado do Rio Grande do Sul no primeiro semestre de 2024 gerou impactos profundos e sistêmicos, provocando debates sobre infraestrutura, orçamento público e mobilização social. Sobre essa catástrofe, marque V para VERDADEIRO ou F para FALSO e assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) O evento climático extremo causou danos à infraestrutura logística do estado, a exemplo da destruição de dezenas de pontes e do fechamento prolongado do Aeroporto Internacional Salgado Filho, localizado em Porto Alegre.
( ) Levantamentos públicos revelaram que o governo estadual havia executado integralmente o orçamento previsto para a prevenção de desastres nos anos anteriores, o que evitou críticas políticas e contribuiu para a rápida resposta estatal para os danos estruturais causados pelas enchentes.
( ) A catástrofe evidenciou a urgência no debate sobre resiliência urbana e a necessidade de adaptação da infraestrutura civil face a eventos climáticos atípicos.
( ) Além das perdas urbanas, o setor agropecuário gaúcho foi severamente castigado pela tragédia, com destruição de silos, perda de fertilidade do solo e impactos negativos bilionários nas projeções de exportação do ciclo produtivo.
Alternativas
Q4199111 Geografia
Em novembro de 2025, o Brasil sediou a COP30, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. O evento reuniu representantes de cerca de 195 países para debater ações de combate ao aquecimento global. A cidade brasileira escolhida para sediar a conferência foi: 
Alternativas
Q4197406 Geografia
Considerados florestas tropicais do oceano, os recifes de corais abrigam a maior biodiversidade marinha do planeta. Fornecem serviços ecossistêmicos, promovem o turismo, favorecem as economias locais, protegem a zona costeira e contribuem para o equilíbrio climático. A saúde dos recifes vem sendo afetada pelo processo de branqueamento, quando são submetidos a temperaturas acima do limite suportado para cada espécie. Em 2023 e 2024, houve o maior branqueamento já registrado, localizados na Austrália, no Caribe e no Atlântico Sul. De acordo com o enunciado, o branqueamento se relaciona ______. Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
Alternativas
Respostas
1: D
2: D
3: A
4: E
5: E
6: C
7: C
8: C
9: D
10: E
11: D
12: A
13: B
14: D
15: B
16: D
17: C
18: A
19: A
20: A