Questões de Concurso
Comentadas sobre meio ambiente na geografia em geografia
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Leia as afirmativas a seguir:
I. Monções são ventos periódicos que acontecem no sudeste asiático em decorrência da maritimidade e continentalidade comum na região.
II. Um dos mais graves problemas ambientais gerados pela intervenção do homem sobre o meio natural é a poluição, pois prejudica o meio ambiente, inviabiliza o cultivo e o consumo de recursos naturais, provoca desequilíbrios ecológicos e pode ameaçar a saúde humana.
III. O conceito de poluição atmosférica envolve a poluição do ar em geral, causada principalmente pela emissão de poluentes tóxicos pelas chaminés das fábricas e também pelo escapamento dos veículos.
IV. Existem diversos tipos de poluição, tais como a poluição atmosférica, a poluição das águas, a poluição dos solos, a poluição sonora e a poluição visual.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. A atmosfera não é aquecida pelos raios solares quando emitidos diretamente pelo sol e, sim, após reagirem com as superfícies sólidas e líquidas do planeta, ou seja, a troposfera é aquecida pela irradiação.
II. As monções favorecem a plantação do arroz, principal produto alimentício da região meridional da Ásia.
III. A queima de combustíveis fósseis, tais como o petróleo e seus derivados, além do carvão mineral, é um dos principais causadores da poluição atmosférica.
IV. O conceito de temperatura corresponde à quantidade de energia absorvida pela atmosfera após a propagação do calor absorvido pelo planeta nas porções sólidas e líquidas.
Marque a alternativa CORRETA:
Sobre a “Vegetação Litorânea”:
I- Ocorre no sertão nordestino;
II- Ocorre no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul;
III- Ocorre em trechos ao longo do litoral brasileiro.
Dos itens acima:
Não é uma das subclassificações possíveis para os climas frios:
A destruição da biodiversidade – ou seja, a perda das espécies existentes na Terra – não só causa o colapso dos ecossistemas e seus processos ecológicos, como é irreversível. Nem a mais alta tecnologia, nem as descobertas biotecnológicas, nem as imagens computadorizadas ou a realidade virtual podem compensar o prejuízo inigualável da extinção das espécies; certamente nada pode recuperar o que foi formado de forma tão singular, ao longo de bilhões de anos, na história evolutiva de nosso planeta. Na lista das 25 áreas mais rica em biodiversidade e mais devastada do mundo, dois biomas são brasileiros o 1º bioma resta apenas 7% de sua cobertura vegetal, o 2º bioma resta 60% de sua cobertura vegetal ainda em 2004. Estamos falando respectivamente de:
sobre os domínios morfoclimático brasileiros podemos afirmar corretamente:
A lei da terra em seu artigo 2º destaca: os que se apossarem de terras devolutas ou de alheias, e nelas derrubarem matos ou lhes puserem fogo, serão obrigados a despejo [...] e, de mais, sofrerão a pena de dois, a seis meses de prisão e multa de cem mil réis, além da satisfação do dano causado (...). Lei nº 601, de 18 de 09 de 1850. In: coleção das leis do Brasil.
A Lei nº 601 de 18 de setembro de 1850, foi à primeira tentativa de estabelecer e normatizar a propriedade privada no Brasil. Até então, não havia nenhum documento que regulamentasse a posse de terras, essa lei ficou conhecida como a Lei da Terra. Apesar da normatização sobre a propriedade privada no Brasil, os conflitos agrários ainda é uma realidade entre os sem terra. Sobre essa questão podemos estabelecer a afirmativa que melhor condiz com a estrutura fundiária no Brasil em:
O cenário mercadológico internacional sinaliza para grandes mudanças nos sistemas de produção de frutas, exigindo dos produtores a adoção de critérios de qualidade, produção certificada e cumprimento de normas internacionais relacionadas à segurança alimentar, rastreabilidade e respeito ao meio ambiente e ao homem. A cada dia aumenta mais a conscientização dos consumidores em relação ao consumo de frutas sadias e sem resíduos de agrotóxicos. Com isso, as grandes redes distribuidoras de frutas e os supermercados europeus têm pressionado os exportadores para que estes adotem um sistema de certificação que garanta a qualidade dos seus produtos. No intuito de atender às demandas internacionais, os produtores de frutas do Vale do São Francisco demandaram da Embrapa um programa de certificação que viesse a atender às exigências dos grandes mercados importadores. O Programa de Produção Integrada foi iniciado com as culturas da manga e de uvas finas de mesa, com o objetivo de melhorar os Sistemas de Produção em uso pelos agricultores, garantindo a qualidade e a sustentabilidade do processo de produção de frutas. Paulo Roberto Coelho Lopes (1) Francisca Nemaura Pedrosa Haji situação da produção integrada de frutas no Vale do São Francisco.
Disponível em: https://www.alice.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/15 4198/1/OPB602.pdf.
Sobre a produção de frutas no vale do São Francisco podemos afirmar:
A reflexão sobre as práticas sociais, em um contexto marcado pela degradação permanente do meio ambiente e do seu ecossistema, envolve uma necessária articulação com a produção de sentidos sobre a educação ambiental. A dimensão ambiental configura-se crescentemente como uma questão que envolve um conjunto de atores do universo educativo, potencializando o engajamento dos diversos sistemas de conhecimento, a capacitação de profissionais e a comunidade universitária numa perspectiva interdisciplinar. Nesse sentido, a produção de conhecimento deve necessariamente contemplar as inter-relações do meio natural com o social, incluindo a análise dos determinantes do processo, o papel dos diversos atores envolvidos e as formas de organização social que aumentam o poder das ações alternativas de um novo desenvolvimento, numa perspectiva que priorize novo perfil de desenvolvimento, com ênfase na sustentabilidade socioambiental. PEDRO JACOBI Professor Associado da Faculdade de Educação e do Programa de Pós- Graduação em Ciência Ambiental da USP.
Sobre a questão ambiental no Brasil podemos afirmar corretamente:
A Organização das Nações Unidas - ONU em 1997 lançou um relatório tendo como tema “Nosso futuro comum”, nesse relatório foi proposto ações que mesmo visando às necessidades econômicas do presente, não comprometem as disponibilidades dos recursos naturais que pertencem por direito as próximas gerações.
Essa proposta da ONU refere-se a que tipo de desenvolvimento:
A terra vem sendo mal distribuída no Brasil desde 1530, quando foram criadas as capitanias hereditárias e as sesmarias, que deram origem aos latifúndios modernos. Segundo o Censo Agropecuário 1995/1996 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), grandes propriedades com mais de mil hectares (apenas 1% do total) concentram mais de 45% da área cultivável.
No outro pólo estão os pequenos proprietários (4,5 milhões, como vimos) e os trabalhadores sem nenhuma terra, cerca de 15 milhões de pessoas. Para defender seus interesses, estes últimos constituíram, em 1984, o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), cujo objetivo central é a realização de uma verdadeira reforma agrária no Brasil.
Está correto acerca da luta pela terra no Brasil.
Ao longo da história, o setor da agricultura no Brasil passou por diversos ciclos e transformações, indo desde a economia canavieira, pautada principalmente na produção de cana-de-açúcar durante o período colonial, até as recentes transformações e expansão do café e da soja.
Como encontra-se atualmente o cenário agrícola no Brasil?
Desenvolvimento Sustentável é a preservação da natureza, mesmo dentro de um desenvolvimento tecnológico e econômico com vistas à promoção de uma maior conscientização ambiental na sociedade. Esse termo designa:
Para João Rua et al. (1993), o estudo da natureza dentro da Geografia, compreendida como ciência social, é de fundamental importância, pois ressalta o jogo de influências que se desenvolve entre a sociedade e a natureza no processo de estruturação do espaço. Assim, uma perspectiva que vem sendo conhecida como Geografia Ambiental emerge comprometida com uma busca de reconstrução de novos nexos entre as Geografias “Humana” e “Física”.
A afirmativa que revela uma problematização importante na esfera do ensino de uma Geografia Ambiental, sob uma nova base de compreensão da relação homem/meio ou sociedade/natureza encontra-se em:
Sobre a Amazônia Azul brasileira, afirma-se que:
I É composta pelo mar brasileiro que, com 8,5 mil km de costa e 4,5 milhões de km² de Zona Econômica Exclusiva (ZEE), representa quase a metade de todo nosso território terrestre.
II Corresponde à nossa fronteira marítima, por onde passam hoje cerca de 95% de todo o comércio exterior nacional.
III Além dos recursos minerais e energéticos, possui uma enorme importância também como fonte de alimentos.
IV Na faixa do mar territorial são explorados petróleo e gás, além do sal e da água potável.
Dos itens considerados, são verdadeiras apenas as afirmativas:
A primazia dos mecanismos de compra e venda inerentes à lógica capitalista tem feito com que o mercado ingresse em espaços, sistemas e dimensões outrora nunca vistos ou mesmo considerados como impenetráveis. A respeito da inserção do Brasil nesse sistema da adoção de práticas convergentes com essa lógica econômica mundializada, são feitas as afirmativas:
I A discussão de mecanismos de flexibilização e oficialização da compra e venda de carbono no âmbito global, através da denominada "métrica do carbono", construiu uma nova arquitetura financeira global no sentido de se ter agora um novo elemento matemático que gera toda uma gama de debates e políticas globais, como o TEEB (Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade).
II A exportação de ecoestresses e de todo o enorme passivo ambiental de lixo eletrônico, tóxico, químico, nuclear, hospitalar, entre outros, ocorre pela inexistência de tecnologias e conhecimentos suficientes para tratá-los de maneira correta e promover o reaproveitamento de materiais.
III É realizada a provisão de serviços ambientais, a criação de fundos a partir do pagamento por resultados após a geração de impactos socioambientais e os parâmetros para se medir as possíveis compensações aos danos causados, “medindo os custos” do sofrimento psíquico e do comprometimento da beleza cênica, por exemplo – ainda que tais práticas não sejam capazes de abarcar a dimensão dos bens comuns ou culturais e do poder do simbólico, impossível de ser quantificado em valores monetários.
IV A política econômica, ao caminhar na direção da produção de commodities voltadas à exportação, promove um avanço das práticas agropecuárias intensivas, das atividades mineradoras e das grandes obras de infraestrutura, mercantilizando a natureza, deixando um legado de exaustão aos solos e de destruição acelerada dos ecossistemas.
V Há uma negação de direitos ao meio ambiente e a um futuro próprio aos povos indígenas, comunidades tradicionais e setores de campesinato – que, através do uso comum dos territórios ocupados, historicamente souberam gerir os ecossistemas em que estiveram imersos.
Das afirmativas apresentadas, é correto associar à realidade brasileira apenas:
"As estratégias de conservação dos solos implicam a sua proteção para prevenir a ação dos impactos das gotas de chuva. Isso aumenta a capacidade de infiltração, melhorando a estabilidade dos agregados e aumentando a rugosidade da superfície do solo. Tudo isso tem o objetivo de reduzir a velocidade do runoff e do vento. Existe grande variedade de métodos de controle de erosão do solo." (GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. da. Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos. 7ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, p.195.)
A relação entre o método mecânico e suas características estratégicas de conservação dos solos está corretamente feita em:
“[...] E uma das grandes qualidades de Ab’Saber é a precisão conceitual na Geografia. [...] Em apenas quatro páginas o autor sintetiza opiniões de geógrafos brasileiros e do exterior sobre os grandes quadros de vegetação observáveis no território brasileiro e apresenta sua proposta pessoal, esboçada em um cartograma extremamente simples e didático, onde o grau de generalização é admiravelmente adequado à escala adotada. Estão ali representados os seis domínios por ele identificados e em cuja espacialização (escala cartográfica adotada) os limites não são traçados por linhas, mas sugeridos por faixas, melhor condizentes com a efetiva existência de interfaces. Estas não só exprimem a situação atual, mas também as oscilações, interpenetrações causadas pelas flutuações climáticas neogênicas.”
Fonte: MODENESI-GAUTTIERI, M. C. et al (orgs.). A Obra de Aziz NacibAb'Sáber. São Paulo: Beca-BALL edições, 2010.
Disponível em: http://www.geografia.fflch.usp.br/ graduacao/apoio/Apoio/Apoio_Attila/2s2017/excursoes/A_Obra_de_ Aziz_Ab'Saber.pdf- Acesso em 29/01/2018.)
A respeito da publicação do renomado geógrafo Ab’Saber, em 1967, amplamente utilizada até os dias atuais para fins didáticos, é correto afirmar que:
Em relação ao bioma cerrado, assinalar a alternativa que apresenta uma informação CORRETA:
De acordo com ROSS, o relevo é formado por duas forças opostas. Com base nisso, as forças endógenas são:
I - Consideradas forças externas.
II - As geradoras das grandes formas estruturais do relevo.