Questões de Concurso
Comentadas sobre meio ambiente na geografia em geografia
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O relevo brasileiro apresenta grande variedade morfológica, resultado, principalmente, da ação de agentes externos, sobre estruturas geológicas de diferentes naturezas e idades. Os agentes externos que mais participaram da formação do relevo foram:
A macroestrutura do subsolo brasileiro desempenha importante papel na configuração das grandes formas do relevo, apesar das prolongadas fases erosivas. São três as grandes estruturas que definem os macrocompartimentos de relevo encontrados no Brasil:
O problema da poluição atmosférica e seus efeitos sobre a saúde humana foram detectados desde o século XIX, mas apenas na segunda metade do século XX o problema entrou na agenda ambiental internacional. Em 1997 foi assinado em Kyoto, Japão, o Protocolo que contém, pela primeira vez, um acordo que compromete os países do Norte a reduzirem suas emissões de CO2. Uma das possibilidades dos signatários do Protocolo refere-se aos "mecanismos de flexibilidade" que:
É fundamental conhecer que impacto determinados projetos ou atividades podem ter sobre o meio ambiente, para que se possa preservar a sua qualidade. Nesse sentido, impacto ambiental pode ser considerado:
Os problemas colocados recentemente sobre o aquecimento global e o buraco na camada de ozônio colocaram em pauta a questão da qualidade da energia produzida no mundo. É essa qualidade que permite falar em energia "limpa" e energia "suja". Nesse sentido, a matriz energética brasileira pode ser considerada:
O Brasil se destaca entre as economias industrializadas pela elevada participação das fontes renováveis em sua matriz energética. A matriz energética mundial, ao contrário, tem participação total de 80% de fontes de carbono fóssil, não renováveis. A posição vantajosa do Brasil se explica por alguns privilégios da natureza como:
As Ligas Camponesas, a União Democrática Ruralista, o Movimento dos Sem Terra, as Comissões Regionais dos Atingidos por Barragens, o Conselho Nacional dos Seringueiros são expressões concretas de conflitos sociais de interesses decorrentes:
No mundo moderno, campo e cidade encontram-se interligados de diferentes formas. Com a difusão da ciência e das inovações tecnológicas, os espaços agrícolas tendem a especializar-se, tornar-se mais complexos e mais dependentes do mundo urbano. No Brasil, iniciativas do poder público têm contribuído para aumentar a densidade técnica do campo. Algumas dessas iniciativas são:
Nas últimas décadas, tem ocorrido no Brasil uma rápida expansão territorial da cultura de produtos agrícolas de exportação. Essa expansão tem se beneficiado:
Mudanças importantes ocorreram no espaço da cafeicultura brasileira. De primeiro produto de exportação do país e motor de abertura de frentes pioneiras agrícolas em São Paulo e no Paraná no início do século XX, crises do setor alteraram esse quadro. Nas últimas décadas do século XX mudaram as áreas produtoras e os modos de produzir. Essas mudanças são:
O desmatamento não compensa. O que já era um mau negócio para o meio ambiente está se revelando também um péssimo negócio do ponto de vista socioeconômico para a Amazônia. Um levantamento mostra que os indicadores de qualidade de vida nas regiões desmatadas não são melhores do que nas áreas em que a floresta foi preservada — em muitos casos chegam a ser piores. Ou seja: sai a floresta, fica a pobreza.
O Estado de S. Paulo, 12/8/2007, p. A24 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a abrangência do tema que ele aborda, julgue o item que se segue.
O desmatamento não compensa. O que já era um mau negócio para o meio ambiente está se revelando também um péssimo negócio do ponto de vista socioeconômico para a Amazônia. Um levantamento mostra que os indicadores de qualidade de vida nas regiões desmatadas não são melhores do que nas áreas em que a floresta foi preservada — em muitos casos chegam a ser piores. Ou seja: sai a floresta, fica a pobreza.
O Estado de S. Paulo, 12/8/2007, p. A24 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a abrangência do tema que ele aborda, julgue o item que se segue.
O desmatamento não compensa. O que já era um mau negócio para o meio ambiente está se revelando também um péssimo negócio do ponto de vista socioeconômico para a Amazônia. Um levantamento mostra que os indicadores de qualidade de vida nas regiões desmatadas não são melhores do que nas áreas em que a floresta foi preservada — em muitos casos chegam a ser piores. Ou seja: sai a floresta, fica a pobreza.
O Estado de S. Paulo, 12/8/2007, p. A24 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a abrangência do tema que ele aborda, julgue o item que se segue.
O desmatamento não compensa. O que já era um mau negócio para o meio ambiente está se revelando também um péssimo negócio do ponto de vista socioeconômico para a Amazônia. Um levantamento mostra que os indicadores de qualidade de vida nas regiões desmatadas não são melhores do que nas áreas em que a floresta foi preservada — em muitos casos chegam a ser piores. Ou seja: sai a floresta, fica a pobreza.
O Estado de S. Paulo, 12/8/2007, p. A24 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a abrangência do tema que ele aborda, julgue o item que se segue.
O desmatamento não compensa. O que já era um mau negócio para o meio ambiente está se revelando também um péssimo negócio do ponto de vista socioeconômico para a Amazônia. Um levantamento mostra que os indicadores de qualidade de vida nas regiões desmatadas não são melhores do que nas áreas em que a floresta foi preservada — em muitos casos chegam a ser piores. Ou seja: sai a floresta, fica a pobreza.
O Estado de S. Paulo, 12/8/2007, p. A24 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a abrangência do tema que ele aborda, julgue o item que se segue.
Poucos sabem que o aquecimento global também tem conseqüências positivas. Uma delas é permitir a agricultura em altas latitudes. Diante do impacto distinto em diferentes áreas do planeta, os cientistas, entre outros, apontam os perigos regionais como importantes. Em certas áreas, como o semi-árido, pode surgir o deserto, em outras, podem desaparecer ecossistemas inteiros.
Aqui no Brasil, determinamos que apenas 20% das propriedades na Amazônia podem ser exploradas. No cerrado, essa cota é de 35%. A medida conseguiu deter um pouco o desmatamento. Mas é questionada, porque 80% é um número cabalístico diante de uma região diversa. Daí a proposta de fazer zoneamento ecológico e econômico para precisar muito claramente o que se pode ou não se pode fazer.
Todas essas observações nos levam a reforçar uma tendência que já existe no Brasil, inspirada pelo geógrafo Milton Santos, que é a de colocar o território no centro das políticas públicas. Mesmo as cidades terão de ser delimitadas, claramente, para que se possa orientar o seu desenvolvimento sustentável.
Fernando Gabeira. Política e território. In: Folha
de S.Paulo, 16/6/2007, p. A2 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando as múltiplas implicações do tema por ele abordado, julgue o item.
O efeito estufa é um problema local de poluição que não está relacionado com a poluição hídrica.
Toda a faixa litorânea e a região Sudeste são as áreas mais densamente povoadas do Brasil. Em um primeiro momento, as riquezas naturais dessas áreas foram muito ameaçadas pela exploração comercial, mas, na atualidade, não estão mais sob essa ameaça por causa da consciência ambiental desenvolvida no meio industrial e comercial.
I Entre os prejuízos causados pela desertificação está a perda de biodiversidade. II As áreas subúmidas e semi-áridas do globo são suscetíveis ao processo de desertificação pelo uso do solo de modo intensivo pela agricultura de subsistência. III No Brasil, o processo de desertificação é reconhecido como tendo causa na remoção da cobertura vegetal. IV Não obstante esteja isenta de causar impactos socioeconômicos já que ocorre, predominantemente, em áreas de vazio populacional, a desertificação é reconhecida como uma forma de desequilíbrio ambiental.
A quantidade de itens certos é igual a
Pela própria natureza. In: Panorama Rural, São Paulo, n.º 86, mar./2006, p. 24.
Com relação à degradação do meio ambiente no Brasil e à necessidade de desenvolvimento sustentável, julgue os seguintes itens.