Questões de Concurso
Sobre geografia política em geografia
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Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/friedrich-ratzel.htm
O texto acima faz referência à teoria do (a):
O desenvolvimento de diferentes regionalizações pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística está vinculado, por vezes mais próximos outros mais distantes, à questão da regulação, ordenamento, planejamento e ação do poder político estatal no território nacional brasileiro. Esta ação mobiliza, inerentemente, uma gama considerável de variáveis, estudos, referências e condicionantes que levaram não apenas as propostas regionais aqui apresentadas, mas a outras que por ventura venham a ser desenvolvidas.
E este ponto, de constante desenvolvimento das regionalizações, é que a análise regional precede tais propostas de repar tições territoriais, princípio lógico que pode ser constatado nas diferentes regionalizações do Brasil seguindo, em grande parte, as teorizações de Correa (1987) e GEIGER (1967).
Fonte: Araújo, Gilvan Charles Cerqueira de. Regionalizar para integrar. Boletim Paulista de Geografia v. 97, 2017, p.122-145.
Assinale a alternativa que apresenta uma mudança na regionalização do Brasil, ocorrida em 1988.
(SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro: Record, 2021. Adaptado)
De acordo com o texto, essa seria a definição de nação
(COSTA, Wanderley Messias da. Geografia política e geopolítica. Discursos sobre o território e o poder, 2010. Adaptado)
O texto apresenta elementos que permite problematizar o conceito de
(COSTA, Wanderley Messias da. Geografia política e geopolítica: Discursos sobre o território e poder, 2010. Adaptado)
Essa regionalização do espaço mundial foi denominada de
(Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (SEDUC), Currículo Paulista: etapa ensino médio, 2020. Adaptado)
No campo das ciências humanas e sociais aplicadas, as categorias política e trabalho orientam
(Antonio Carlos Moraes, Geografia: pequena história crítica, 1985. Adaptado)
Esse segundo plano do saber geográfico, segundo o autor, se manifesta por uma geografia definida como Geografia
(Wanderley da Costa, Geografia política e geopolítica. Discursos sobre o território e o poder, 2010. Adaptado)
O autor refere-se no texto ao conceito de
(Wanderley da Costa, Geografia política e geopolítica. Discursos sobre o território e o poder, 2010. Adaptado)
Com base no texto, a relação das sociedades com o meio natural se desenvolve, segundo Vallaux, por um processo de
(Wanderley da Costa, Geografia política e geopolítica. Discursos sobre o território e o poder, 2010. Adaptado)
Nesse texto, Ratzel, ao relacionar o crescimento estatal com as teorias malthusianas, permite entrever o conceito que se restringia unicamente aos aspectos biogeográficos do desenvolvimento natural das plantas e animais e avança também para a geopolítica, aqui expressa como
Nas análises científicas que se produziram a partir da década de 1990, um dos elementos que foram apontados com destaque na constituição desse conceito é o poder.
Na Geografia, trata-se do conceito de
Até então, como vimos, predominavam as ênfases às estruturas políticas estatais e o modo de sua distribuição no território, ou a dinâmica das hierarquias político-territoriais comandada pelo poder central. No caso dessa perspectiva teórica atual, entretanto, tais estruturas ainda são relevadas, mas o que se considera essencial, desta feita, é o modo pelo qual as organizações e os agentes políticos, nas escalas regionais e locais, definem, com as suas práticas políticas, os mosaicos político-territoriais diversificados numa dada formação nacional.
(COSTA, Wanderley M. da. Geografia política e geopolítica. São Paulo: EDUSP, 2010)
O autor denomina essa nova linha de abordagem como Geografia Política
(…) as relações internacionais são, antes de tudo, produto das relações bilaterais e multilaterais entre os Estados, o que torna os esquemas centrados em alianças e blocos a forma dominante na política mundial. Além do mais, assinala, como não há barreiras legais que impeçam a guerra, mesmo a de destruição, e como só os Estados possuem na sociedade o monopólio da coerção como instrumento de poder, a possibilidade ou não do confronto dependerá tão somente da ruptura ou não do equilíbrio internacional de poder.
(COSTA, Wanderley M. da. Geografia política e geopolítica. São Paulo: EDUSP, 2010)
A visão de Spykman é exemplificada pelo quadro político internacional no período
No campo do discurso geopolítico, o autor destaca a ideia
(COSTA, Wanderley M. da. Geografia política e geopolítica. São Paulo: EDUSP, 2010)
Isso porque ambos expressam
Consiste em um conceito que será examinado em diversas escalas, pois elas são os contornos de conjuntos de natureza e tipo os mais diversos: construções geopolíticas datadas, multiescalares, multifuncionais — limites políticos, fiscais, muitas vezes linguísticos, militares... Elas serão abordadas também, distinguindo-se as questões externas — relações internacionais de proximidade entre Estados, relações entre etnias... — ou geopolítica externa; e as questões internas — efeitos internos dos traçados, processos de construção nacional ou regional.
(Wanderley Messias da Costa, Geografia política e geopolítica: discursos sobre o território e o poder, 2010. Adaptado)
Trata-se do conceito de
É sem sombra de dúvida que o surgimento destes campos de conhecimento da Geografia são um produto do contexto europeu na virada do século XIX para o XX, com F. Ratzel e R. Kjéllen, respectivamente. Num plano mais geral, entretanto, não se pode esquecer que o interesse pelos fatos referente à relação entre o espaço e poder também manifestava um momento histórico que envolvia o mundo em escala global caracterizado pela emergência das potências mundiais e, com elas, o imperialismo como forma histórica de relacionamento internacional.
(Wanderley Messias da Costa, Geografia política e geopolítica: discursos sobre o território e o poder, 2010. Adaptado)
Os referidos campos de conhecimento que se desenvolvem na Geografia são a Geografia
Os Estados Unidos da América (EUA), após o término da Segunda Grande Guerra Mundial (1939 a 1945), encontravam-se em uma situação favorável dentre todas as grandes potências da época. Face aos derrotados – como a Alemanha e o Japão, principalmente –, o país, além de vitorioso, tornara-se então o grande provedor dos capitais necessários às suas reconstruções. Derrotados o nazismo, o fascismo e o império japonês, emergia da Segunda Guerra um mundo dividido sob as esferas de influências de superpotências e uma nova regionalização do globo.
(Wanderley Messias da Costa, Geografia política e geopolítica: discursos sobre o território e o poder, 2010. Adaptado)
Essa regionalização do espaço mundial foi denominada de