Questões de Concurso
Sobre geografia política em geografia
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A cartografia é a ciência que estuda a elaboração e a utilização dos mapas.
Analise as afirmativas abaixo sobre os mapas.
1. Os mapas servem para representar partes do mundo ou o todo, como em um planisfério.
2. Os mapas são um dos instrumentos principais que analisam e interpretam a realidade do espaço podendo, inclusive, propor mudanças e planejar este espaço de acordo com as necessidades que surgirem.
3. Os mapas podem conter variados conhecimentos estratégicos, podendo ser utilizados como instrumentos de poder econômico, militar ou político.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Analise as afirmativas abaixo sobre o Estado de Santa Catarina.
1. Encontra-se na macrorregião Sul do Brasil, em conjunto apenas com o Estado do Paraná.
2. As coordenadas geográficas de Santa Catarina determinam latitudes boreais médias.
3. Faz divisa a Oeste com a República Argentina.
4. As fronteiras do Estado, em sua maioria, são do tipo naturais ou vivas.
5. A Capital Administrativa do Estado é Florianópolis.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
(CAVALCANTI, L.S. Geografia, Escola e Construção de Conhecimentos. Campinas: Papirus, 2003. Adaptado)
Desse modo, a consciência espacial, o raciocínio geográfico, as informações e os conceitos geográficos
Capacidade institucional de municípios e potencial de criação de marca territorial
A abordagem territorial do desenvolvimento concebe o território e o patrimônio nele constituído como unidades basilares de análise, a partir das quais se compreende a configuração dos territórios e a condução de seus processos de desenvolvimento. O território, compreendido como resultado de um processo histórico e relacional, de múltiplas determinações econômicas, políticas, culturais e naturais, concentra os recursos para o planejamento e a gestão que resultam nas dinâmicas de desenvolvimento. Os processos e dinâmicas de territórios se relacionam, portanto, com a governança exercida por seus atores institucionais e sociais na gestão de seus recursos.
As trajetórias de desenvolvimento de um território são resultado de um processo sócio-histórico, que articula as dimensões produtiva, natural, humana e intelectual, social, cultural e institucional e constituem seus patrimônios territoriais. Cada território apresenta singularidades decorrentes de sua trajetória, dispondo de recursos próprios e diferenciados. Entretanto, tais atributos nem sempre são reconhecidos, mobilizados, ativados e/ou tornados visíveis para a população e para outros públicos estratégicos, o que conduz à não utilização de potencialidades que poderiam ser incorporadas a políticas, projetos e programas voltados ao desenvolvimento.
A construção de uma identidade visual específica para os territórios, materializada na criação e na gestão de uma marca, constitui um instrumento de valorização das estratégias e dos planos de desenvolvimento em andamento, ao evidenciar os elementos distintivos que os caracterizam. Nessa perspectiva, o branding territorial configura-se como estratégia de desenvolvimento, na medida em que influencia diretamente a maneira como o território é percebido por seus diferentes públicos.
O branding aplicado a lugares pode ser entendido como um processo de gestão estratégica do território, ao passo que a marca territorial corresponde à expressão simbólica derivada desse processo, configurando-se como resultado das interações sociais, políticas, econômicas e culturais que estruturam o espaço. Nessa perspectiva, a marca associada a um país, estado ou cidade não se reduz à propaganda ou ao design gráfico, mas constitui um instrumento de gestão estratégica da identidade e da competitividade territorial. Tais abordagens superam a compreensão da marca territorial como mero logotipo ou ação promocional e se aproximam das abordagens críticas do desenvolvimento regional, que concebem o território como uma construção social permeada por relações de poder.
A marca, portanto, assume a função de dispositivo estratégico capaz de mobilizar narrativas identitárias, consolidar valores simbólicos compartilhados e orientar ações concretas voltadas simultaneamente à competitividade territorial e à promoção do bem-estar coletivo. Essa perspectiva converge com uma concepção de desenvolvimento de natureza eminentemente qualitativa, que exige a integração de dimensões cognitivas, simbólicas, culturais, sociais e cívicas para viabilizar trajetórias virtuosas e sustentáveis nos territórios.
Fonte: CARNIELLO, M. F. Proposta de análise da capacidade institucional de municípios e potencial de criação de marca territorial. Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional, Taubaté, v.22, n. 2, Mai - Ago / 2026 (com adaptações).
A emergência do BRICS representa uma mudança significativa na geopolítica e na economia mundial do século XXI. O agrupamento reúne países com diferentes características econômicas, demográficas e territoriais, mas que possuem relevância crescente no cenário internacional.
Referência: BRICS BRASIL. Cooperação econômica e governança global. Disponível em: https://brics.br. Acesso em: 15 maio 2026.
Sobre o BRICS, assinale a proposição que está em conformidade com o contexto exposto.
Os conflitos contemporâneos no Oriente Médio possuem múltiplas causas, envolvendo disputas territoriais, interesses geopolíticos, recursos energéticos e diferenças étnico-religiosas. Além disso, a região apresenta elevada importância estratégica para a economia mundial.
Fonte: MAGNOLI, Demétrio. O mundo contemporâneo: os grandes acontecimentos mundiais da Guerra Fria aos nossos dias. São Paulo: Atual, 2013.
Sobre os conflitos no Oriente Médio, marque a alternativa compatível com a análise apresentada:
A chamada "Nova Ordem Mundial", consolidada após o fim da Guerra Fria, redefiniu alianças geopolíticas, ampliou conflitos regionais e fortaleceu organismos multilaterais. Nesse cenário, conflitos étnicos, movimentos separatistas e disputas territoriais passaram a ganhar destaque na agenda internacional.
Fonte: HOBSBAWM, Eric. Era dos extremos: o breve século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
Sobre esse contexto geopolítico, infere-se que: