Questões de Concurso
Comentadas sobre fonoaudiologia hospitalar em fonoaudiologia
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“Sensação subjetiva que está mais próxima à média física de intensidade, determinando-se através dela um som mais ou menos forte.”
Dentre os conceitos da psicoacústica, o texto discorre sobre a definição de:
A avaliação direta, também chamada de avaliação funcional da alimentação, consiste na observação de uma refeição do paciente. Se ele ainda não se alimenta por via oral, o fonoaudiólogo escolhe o tipo de alimento (consistência, volume) de acordo com os dados da anamnese e da avaliação indireta. Com relação à avaliação direta, considere os itens a seguir:
I - Observa-se o tempo de refeição, a postura ao se alimentar, a capacidade de captação do bolo e manuseio intraoral, deglutição e pós deglutição.
II - Fica-se atento aos sinais sugestivos de aspiração, como tosse, engasgo e fadiga (Achados Funcionais).
III - Faz-se a ausculta cervical para detectar os sons da passagem do ar e da deglutição, e oximetria de pulso para detectar aspiração (ocorre dessaturação do oxigênio).
Está correto o que se afirma em:
A intubação orotraqueal (IOT) é utilizada no centro de tratamento intensivo (CTI) em pacientes graves que precisam de auxílio para manter a respiração. Quando prolongada é considerada um dos principais fatores de risco para:
Assinale a alternativa correta sobre o assunto.
A fissura caracteriza-se como uma das deformidades congênitas craniofaciais mais comuns. Quanto às fissuras assinale a alternativa correta:
Segundo Weckx e colaboradores, em publicação científica, os processos inflamatórios e infecciosos no ouvido médio, mastoide e tuba auditiva são denominados de otites médias. Os agentes causais podem ser viróticos, bacterianos ou mesmo fúngicos, cuja evolução pode ser aguda, crônica ou recorrente, associada ou não a complicações. Sobre as otites médias, analise as afirmativas a seguir.
I. As otites médias se referem aos processos inflamatórios e infecciosos que acometem a mucosa e as estruturas do ouvido médio sempre de forma aguda.
II. A Otite Média Aguda (OMA) é uma inflamação da orelha média e, na maioria dos casos, ela é secundária a uma infecção das vias aéreas superiores, de origem viral ou bacteriana.
III. Os processos infecciosos e inflamatórios em torno da tuba auditiva podem contaminar o ouvido médio por via ascendente e retrógrada, ou mesmo obstruir o seu óstio na orofaringe.
IV. A secreção purulenta pode ser secundária a uma irritação associada do ouvido externo ou uma supuração decorrente de perfuração da membrana timpânica.
V. As otites médias agudas se dividem em simples e colesteatomatosas.
Estão corretas apenas as afirmativas
Segundo Silva, Cunha e Melo (2015), os sinais observados em avaliação fonoaudiológica que indicam um respirador oral são: alteração de postura corporal, flacidez dos músculos da face, flacidez dos músculos elevadores de mandíbula, evita realizar higiene oral, fica de boca aberta, fica de lábios entreabertos, halitose, lábio inferior evertido, lábio superior encurtado, lábios ressecados, língua anteriorizada ou rebaixada, narinas estreitas, olhar sem brilho e olheiras. Para o fonoaudiólogo equilibrar a musculatura orofacial pode realizar como estratégias, EXCETO:
Atenção: Para responder à questão, considere o caso hipotético abaixo.
Mariana nasceu de um parto complicado, mas o médico garantiu que estava tudo bem com ela. Com três meses de vida, a mãe de Mariana achava que algo estava errado porque seu desenvolvimento estava muito diferente de seu filho mais velho. Ao questionar o médico, ouviu que ela era muito ansiosa e não respeitava o tempo próprio da filha. Aos nove meses, quando a filha não firmara ainda a cabeça, não engatinhava e tinha sérias dificuldades de alimentação, o médico admitiu que Mariana tinha um problema neurológico e que seu prognóstico era muito ruim.
Atenção: Para responder à questão, considere o caso hipotético abaixo.
Mariana nasceu de um parto complicado, mas o médico garantiu que estava tudo bem com ela. Com três meses de vida, a mãe de Mariana achava que algo estava errado porque seu desenvolvimento estava muito diferente de seu filho mais velho. Ao questionar o médico, ouviu que ela era muito ansiosa e não respeitava o tempo próprio da filha. Aos nove meses, quando a filha não firmara ainda a cabeça, não engatinhava e tinha sérias dificuldades de alimentação, o médico admitiu que Mariana tinha um problema neurológico e que seu prognóstico era muito ruim.
Atenção: Para responder à questão, considere o caso hipotético abaixo.
Mariana nasceu de um parto complicado, mas o médico garantiu que estava tudo bem com ela. Com três meses de vida, a mãe de Mariana achava que algo estava errado porque seu desenvolvimento estava muito diferente de seu filho mais velho. Ao questionar o médico, ouviu que ela era muito ansiosa e não respeitava o tempo próprio da filha. Aos nove meses, quando a filha não firmara ainda a cabeça, não engatinhava e tinha sérias dificuldades de alimentação, o médico admitiu que Mariana tinha um problema neurológico e que seu prognóstico era muito ruim.
Com relação à atuação fonoaudiológica em ambiente hospitalar, leia as afirmações abaixo e assinale a alternativa correta.
I. A atuação da fonoaudiologia na Unidade de Terapia Intensiva se constitui num trabalho, tanto no sentido de manutenção de vida, porque previne as complicações, quanto de qualidade de vida, uma vez que permite que o paciente volte a se alimentar pela boca, mantendo um suporte nutricional adequado.
II. Na avaliação funcional da deglutição com dieta é necessário verificar os parâmetros, nível de consciência do paciente, condições clínicas gerais, além da liberação médica para a realização da mesma.
III. O atendimento fonoaudiológico do paciente disfágico hospitalizado pode contribuir na redução do tempo de internação.