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Questões de Concurso Sobre disfagia e mastigação em fonoaudiologia

Foram encontradas 1.801 questões

Ano: 2019 Banca: NUCEPE Órgão: FMS Prova: NUCEPE - 2019 - FMS - Fonoaudiólogo |
Q1050221 Fonoaudiologia
Leia as proposições abaixo quanto aos fatores etiológicos, para a deglutição adaptada e marque CORRETAMENTE:
I- Mordida aberta anterior. II- Mordida profunda. III- Más oclusões Classe II e Classe III. IV- Tonsilas palatinas aumentadas. V- Respiração oral ou oronasal, face longa e mastigação ineficiente.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: NUCEPE Órgão: FMS Prova: NUCEPE - 2019 - FMS - Fonoaudiólogo |
Q1050215 Fonoaudiologia
Marque a proposição CORRETA de acordo com as técnicas fonoaudiológicas e objetivos terapêuticos, respectivamente, para a reabilitação em disfagia orofaríngea neurogênica: aumentar a pressão e a duração do contato da base da língua com a parede posterior da faringe; aumentar o limiar de excitabilidade do ato motor da deglutição; aumentar e prolongar a excursão hiolaríngea.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: NUCEPE Órgão: FMS Prova: NUCEPE - 2019 - FMS - Fonoaudiólogo |
Q1050213 Fonoaudiologia
São mecanismos de proteção das vias aéreas durante a deglutição:
I- Características anatômicas e regionais da orofaringolaringe, diante da ação da gravidade. II- Direcionamento do bolo, por ação pressórica. III- Elevação, anteriorização e estabilização hiolaríngea contribuindo para a abertura da transição faringoesofágica. IV- Fechamento das pregas vocais e vestibulares e a aposição do tubérculo da epiglote às cartilagens aritenóides e apneia central preventiva.
Marque as opções CORRETAS.
Alternativas
Q1047498 Fonoaudiologia
De acordo com a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF), os fatores ambientais constituem o “ambiente físico, social e de atitudes”. Dessa forma, os fatores ambientais no manejo terapêutico fonoaudiológico com alterações de deglutição em sujeitos idosos correspondem
Alternativas
Q1047483 Fonoaudiologia
Na paralisia cerebral na qual ocorre comprometimento no sistema piramidal, sendo o tipo mais mais frequente, em cerca de 70% dos casos, no que concerne a deglutição, a maioria dos pacientes cursa com disfagia orofaríngea e refluxo gastroesofágico em diversos graus. É correto afirmar que a paralisia cerebral supracitada é classificada como
Alternativas
Q1047477 Fonoaudiologia
Em caso de trauma de face com restrição de amplitude mandibular, o tratamento fonoaudiológico proporciona o relaxamento da musculatura mastigatória e associada, e pode ser utilizado como estratégia à manipulação muscular em trapézio, esternocleidomastóideo, masseter e temporal. Os efeitos dessa atividade são promover
Alternativas
Q1047475 Fonoaudiologia
O exame de videofluoroscopia da deglutição possibilita observar diversos aspectos da biodinâmica da deglutição, assim como suas alterações, nas fases preparatória, oral, faríngea e esofágica. De maneira qualitativa na fase faríngea, é possível observar
Alternativas
Q1047474 Fonoaudiologia
Como sugestões de técnicas terapêuticas fonoaudiológicas para casos de disfagia orofaríngea infantil, a literatura aponta a técnica de sucção não nutritiva, que tem por objetivo
Alternativas
Q1047473 Fonoaudiologia
Como proposta terapêutica de distúrbios da deglutição, são descritas na literatura manobras terapêuticas para o tratamento da disfagia, no qual devem ser escolhidas com critérios e atribuições ligados diretamente à alteração funcional específica a ser trabalhada. Com objetivo específico de aumento da força da musculatura laríngea, podem ser utilizadas as manobras de
Alternativas
Q1047472 Fonoaudiologia
Para o diagnóstico dos distúrbios temporomandibulares, o fonoaudiólogo utiliza o exame clínico testando a amplitude dos movimentos mandibulares com a ausculta dos ruídos articulares, exame de oclusão dental, pesquisa da assimetria de tecidos moles e hipertrofias musculares, utilizando a palpação das articulações e músculos pertinentes da face e cabeça. Os músculos a serem examinados são
Alternativas
Q1047471 Fonoaudiologia
Na clínica fonoaudiológica, são observados hábitos parafuncionais importantes, que podem ser observados na detecção de casos de má oclusão. No caso de constatar as alterações de mordida aberta, deglutição atípica, protrusão maxilar, deformidade do palato duro com estreitamento dos assoalhos nasais, permite que o fonoaudiólogo correlacione essas consequências ao hábito parafuncional de
Alternativas
Q1046776 Fonoaudiologia
Paciente do sexo feminino, 8 anos, apresenta as seguintes características: alteração em mobilidade e força de língua, projeção anterior de língua e pouca força de língua no momento da ejeção do bolo alimentar, sem alterações na morfologia da cavidade oral. De acordo com as características citadas, o quadro pode corresponder a:
Alternativas
Q1046772 Fonoaudiologia
Considere o processo de deglutição dividido em fases: preparatória, oral, faríngea e esofágica. As alterações na fase oral da deglutição são
Alternativas
Q1025145 Fonoaudiologia
Assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma competência do fonoaudiólogo na atuação em disfagia:
Alternativas
Q1025137 Fonoaudiologia
A Habilitação e reabilitação funcional das estruturas orofaríngeas e esofágicas envolvidas na deglutição de saliva, líquidos e/ou alimentos de qualquer consistência denomina-se:
Alternativas
Q1024618 Fonoaudiologia
Assinale a alternativa correspondente aos músculos que controlam os movimentos da mandíbula e que são pertencentes ao grupo da mastigação.
Alternativas
Q1024617 Fonoaudiologia
Ao mastigar, o alimento deve passar pelas fases de incisão, trituração e pulverização, onde músculos atuam. Assinale a alternativa que identifica o músculo não atuante no processo de mastigação.
Alternativas
Q995520 Fonoaudiologia
Um dos reflexos infantis orais presentes ao nascimento é chamado de mordida fásica. O mesmo desaparece entre a idade de:
Alternativas
Q995518 Fonoaudiologia
As estruturas dinâmicas do sistema estomatognático necessitam de energia para desenvolver e executar suas funções. Tais estratégias desempenham suas funções a partir da integração:
Alternativas
Q995516 Fonoaudiologia
Na reabilitação das disfagias orofaríngeas, as estratégias Chin Tuck Against Resistance (CTAR) ou flexão do pescoço contra uma resistência e Jaw Opening Against Resistance (JOAR) ou abertura mandibular contra resistência têm, pela ação conjunta dos efeitos, objetivos de:
Alternativas
Respostas
1621: E
1622: B
1623: D
1624: B
1625: B
1626: A
1627: C
1628: A
1629: B
1630: E
1631: D
1632: A
1633: C
1634: D
1635: B
1636: B
1637: D
1638: C
1639: D
1640: D