Questões de Concurso Sobre fisioterapia
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Criança, 5 anos, com quadro de paralisia cerebral espástica quadriparética, classificada no nível III pelo Gross Motor Function Classification System, apresenta falha na estabilidade dinâmica da cintura escapular.
No caso dessa criança, há fixação das escápulas em
Mulher, 68 anos, há 5 anos realizou reconstrução mamária após mastectomia total à esquerda. Há 3 semanas, fraturou o úmero direito. Devido ao tipo de fratura, o ortopedista optou por tratamento conservador. Após retirada da imobilização, foi iniciada a fisioterapia.
Para auxiliar na consolidação da fratura, o fisioterapeuta deve optar por quais recursos terapêuticos?
Luiza, 65 anos, foi diagnosticada com osteoporose nos quadris e na coluna lombar, após realizar um check-up. Foi orientada a realizar uma avaliação com o fisioterapeuta. Este, após a avaliação, propôs um plano de tratamento que envolveu exercícios resistidos e caminhada pelo menos três vezes por semana.
O objetivo dessa proposta terapêutica é:
A criança com asma, durante uma crise aguda grave, apresenta uma obstrução importante das vias aéreas, que afeta a mecânica pulmonar, resultando em um dramático aumento no trabalho da respiração. Nesses casos, as trocas gasosas têm alteração da PaCO2.
Na fase inicial da asma aguda, há
A maior parte das bronquiolites virais agudas (BVA) é tratada ambulatoriamente, mais frequentemente com medidas sintomáticas. O tratamento ambulatorial da BVA inclui manter um estado de hidratação correta (orientando o fracionamento da alimentação) e assegurar a permeabilidade das vias aéreas superiores por meio da instilação de solução fisiológica nas narinas.
A oxigenoterapia está indicada, impondo a hospitalização do paciente, se a saturação de O2 for menor que
A pneumonia é a causa mais séria de infecção respira tória aguda na infância. É classificada como não grave ou grave.

Relacione as colunas I e II e assinale a alternativa que apresenta a relação entre a classificação da pneumonia e os sinais e sintomas.
Lucas, 18 meses, com mielomeningocele, apresenta nível neurológico L3–L4 de acordo com Bartonek e Saraste. Realiza fisioterapia motora desde que recebeu alta hospitalar, que ocorreu aos 2 meses de vida. Ele está evoluindo bem, já consegue assumir a posição sentada de forma independente e começou a engatinhar há 1 mês.
Lucas, 18 meses, com mielomeningocele, apresenta nível neurológico L3–L4 de acordo com Bartonek e Saraste. Realiza fisioterapia motora desde que recebeu alta hospitalar, que ocorreu aos 2 meses de vida. Ele está evoluindo bem, já consegue assumir a posição sentada de forma independente e começou a engatinhar há 1 mês.
De acordo com o nível neurológico apresentado, L3–L4, assinale a alternativa que apresenta o grau de força que ele possui.
A avaliação fisioterapêutica em crianças e adolescentes baseia-se no conceito de que os padrões motores resultam da interação dinâmica entre vários fatores que facilitam ou dificultam os movimentos. Tais fatores podem ser internos, como a integridade dos sistemas nervosos central e periférico, a capacidade cognitiva, a habilidade de percepção, o peso corporal, força muscular e biomecânica, ou externos, como as condições sociais e ambientais.
Esse conceito vai ao encontro do modelo utilizado para compreender as necessidades da criança e, consequentemente, traçar um plano de tratamento adequado e personalizado.
Esse é o modelo
Joaquim, 6 anos, após 2 anos da realização de um transplante de medula óssea, estava andando de bicicleta na praça próxima de sua casa, juntamente com outras crianças, quando caiu sobre o ombro esquerdo. Levantou-se e movimentou o ombro com diminuição da amplitude e referiu muita dor. Uma das mães que estava na praça é fisioterapeuta especialista em musculoesquelética pediátrica e realizou uma avaliação do ombro dele.
Um dos testes foi para avaliar a integridade do ligamento glenoumeral inferior, da cápsula anterior, dos tendões do manguito rotador e do lábio glenoide.
O teste realizado foi:
No bebê posicionado em decúbito dorsal, com o quadril a 90º (testar um de cada vez), realiza-se pressão sobre o eixo longitudinal do fêmur com a coxa aduzida, exercendo pressão do sentido medial para o lateral. O teste é positivo quando se percebe mudança de degrau com esse movimento.
Essa descrição refere-se
Bebê com 2 meses de idade foi diagnosticado com torcicolo muscular congênito (TMC). Foi encaminhado para avaliação fisioterapêutica, que revelou TMC à esquerda e indicação de início imediato da intervenção, a qual os pais devem seguir diariamente em casa. Nesses casos, o alongamento é fundamental, podendo ser realizado em decúbito dorsal ou lateral, o que for mais confortável para a criança.
No caso de TMC à esquerda, o alongamento do músculo esternocleidomastoideo deve ser realizado com inclinação
Augusto, 15 anos, com diagnóstico de DMD, encontra-se no estágio 4 de evolução da doença, portanto, é cadeirante desde os 10 anos, quando perdeu a marcha. Ele realiza avaliações fisioterapêuticas a cada 6 meses.
Um dos fatores em que o fisioterapeuta e o médico se baseiam para indicar a ventilação não invasiva noturna é:
Na DMD, com a progressão da perda de força muscular, identificada pela diminuição da capacidade vital forçada (CVF) abaixo do predito para a idade, além da cinesioterapia, torna-se necessária a realização dos exercícios de empilhamento de ar (air stacking).
O valor de CVF considerado abaixo do predito é:
Em recém-nascidos e prematuros, quais medidas de avaliação pulmonar são úteis na avaliação e no acompanhamento de doenças como síndrome do desconforto respiratório do recém-nascido, displasia broncopulmonar e outros tipos de distress respiratório?
Criança do sexo masculino, com 3 anos de idade, foi encaminhada ao ambulatório de fisioterapia com diagnóstico médico de paralisia cerebral (PC). A queixa, segundo a mãe, é de dificuldade para andar de forma independente. A avaliação fisioterapêutica indicou: (1) discreta alteração de tônus muscular de membros inferiores (varia entre 1 e 1+ na escala de Ashworth modificada para a maioria dos grupos, exceto para adutores de quadril e flexores plantares – grau 2); (2) força muscular grau 4 para a maioria dos grupos, exceto para abdutores e dorsiflexores – grau 2; (3) uso de órtese antiequino bilateral e padrão adutor de membros inferiores durante a marcha; (4) diminuição da base de apoio que compromete a estabilidade postural em bipedestação; (5) dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação. A mãe realiza com frequência os alongamentos orientados em casa, e a criança não apresenta encurtamentos ou deformidades estabelecidas.
Conforme explicitado no caso, há dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação.
Isso é indicativo de déficit
Criança do sexo masculino, com 3 anos de idade, foi encaminhada ao ambulatório de fisioterapia com diagnóstico médico de paralisia cerebral (PC). A queixa, segundo a mãe, é de dificuldade para andar de forma independente. A avaliação fisioterapêutica indicou: (1) discreta alteração de tônus muscular de membros inferiores (varia entre 1 e 1+ na escala de Ashworth modificada para a maioria dos grupos, exceto para adutores de quadril e flexores plantares – grau 2); (2) força muscular grau 4 para a maioria dos grupos, exceto para abdutores e dorsiflexores – grau 2; (3) uso de órtese antiequino bilateral e padrão adutor de membros inferiores durante a marcha; (4) diminuição da base de apoio que compromete a estabilidade postural em bipedestação; (5) dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação. A mãe realiza com frequência os alongamentos orientados em casa, e a criança não apresenta encurtamentos ou deformidades estabelecidas.
Criança do sexo masculino, com 3 anos de idade, foi encaminhada ao ambulatório de fisioterapia com diagnóstico médico de paralisia cerebral (PC). A queixa, segundo a mãe, é de dificuldade para andar de forma independente. A avaliação fisioterapêutica indicou: (1) discreta alteração de tônus muscular de membros inferiores (varia entre 1 e 1+ na escala de Ashworth modificada para a maioria dos grupos, exceto para adutores de quadril e flexores plantares – grau 2); (2) força muscular grau 4 para a maioria dos grupos, exceto para abdutores e dorsiflexores – grau 2; (3) uso de órtese antiequino bilateral e padrão adutor de membros inferiores durante a marcha; (4) diminuição da base de apoio que compromete a estabilidade postural em bipedestação; (5) dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação. A mãe realiza com frequência os alongamentos orientados em casa, e a criança não apresenta encurtamentos ou deformidades estabelecidas.
Criança do sexo masculino, com 3 anos de idade, foi encaminhada ao ambulatório de fisioterapia com diagnóstico médico de paralisia cerebral (PC). A queixa, segundo a mãe, é de dificuldade para andar de forma independente. A avaliação fisioterapêutica indicou: (1) discreta alteração de tônus muscular de membros inferiores (varia entre 1 e 1+ na escala de Ashworth modificada para a maioria dos grupos, exceto para adutores de quadril e flexores plantares – grau 2); (2) força muscular grau 4 para a maioria dos grupos, exceto para abdutores e dorsiflexores – grau 2; (3) uso de órtese antiequino bilateral e padrão adutor de membros inferiores durante a marcha; (4) diminuição da base de apoio que compromete a estabilidade postural em bipedestação; (5) dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação. A mãe realiza com frequência os alongamentos orientados em casa, e a criança não apresenta encurtamentos ou deformidades estabelecidas.