Questões de Concurso Sobre fisioterapia
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I. Para estabelecer os objetivos de tratamento do paciente, é importante realizar uma avaliação genérica, a habilidade de deambulação previamente à fratura e a presença de complicações, como instabilidade clínica ou alterações de cognição, infecção e lesões graves de partes moles, não desempenham um papel importante na recuperação da capacidade funcional após a fratura. Portanto, esses itens não devem ser questionados e averiguados durante a anamnese, bem como a data do trauma, a data da cirurgia e o tipo de cirurgia realizada.
II. Compreender as limitações funcionais do paciente ajudará a traçar os objetivos do tratamento, bem como estabelecer um possível prognóstico, a dor pode ser avaliada pela escala visual analógica (EVA), a amplitude de movimento (ADM) deve ser avaliada por goniômetro ou inclinômetro, e, quando o maior objetivo do tratamento é o ganho de ADM, a sua avaliação deve ser feita antes e após cada atendimento. A avaliação da força muscular também é importante e, se o paciente estiver liberado para descarga de peso sobre o membro operado, o teste de Trendelenburg deve ser aplicado naqueles com alteração do padrão de marcha, visto ser uma complicação comum após fraturas dos membros inferiores. Além disso, deve-se realizar a avaliação do comprimento do membro sem carga e com carga e examinar atividades funcionais também é de suma importância.
III. O tratamento fisioterapêutico dependerá de diferentes fatores, deve-se levar em consideração outras fraturas e traumas associados, o estado geral do paciente e a cirurgia realizada. O fisioterapeuta deve estar atento a lesões de partes moles e cirurgias, como enxerto de pele, retalhos miocutâneos e reparo de lesões tendíneas, nervosas e vasculares, para direcionar o tratamento.
IV. A evolução das técnicas e dos implantes cirúrgicos favorece o início precoce da reabilitação do paciente com fraturas nos membros inferiores, o treino de mudanças de decúbitos e a aquisição da posição sentada no leito e fora dele com o máximo de ajuda do fisioterapeuta devem ser estimulados, logo no primeiro dia de pós-operatório, mesmo que haja contraindicação. Além disso, não deve ser dada atenção aos sinais de hipotensão ortostática, pois muitas vezes os pacientes ficam por alguns dias somente na posição deitada, de modo que, quando assumem a posição vertical, podem apresentar o quadro de hipertensão, portanto, a evolução da posição deitada para a ortostática não deve ser gradual e em um ambiente seguro.
V. A prescrição de dispositivo auxiliar de marcha deve ocorrer no atendimento hospitalar, deve-se treinar o uso correto e verificar as dimensões adequadas do dispositivo, como altura da muleta ou do andador. Na detecção de diminuição do comprimento do membro fraturado, é importante a prescrição de palmilha ou salto compensatório e, no caso de lesão do nervo fibular, deve-se prescrever órtese para a correção do pé caído, além de medidas fisioterapêuticas para dor neuropática e alterações sensoriais, se presentes. Medidas que previnam LPP e TVP/TEP e minimizem o edema são comuns a todas as fraturas de membros inferiores, a elevação do membro fraturado, sempre que possível, a movimentação ativa ou passiva do tornozelo e a crioterapia são recomendadas.
“O paciente é posicionado em decúbito dorsal, o examinador fica em pé do lado do joelho lesionado do paciente, segura o calcanhar do paciente e flexiona o joelho até a amplitude máxima com uma das mãos, enquanto usa o polegar e o dedo indicador da outra mão para palpar a interlinha articular tibiofemoral medial e lateral. Para testar o menisco medial, o examinador gira a tíbia em rotação lateral e então estende lentamente o joelho, para testar o menisco lateral, o examinador flexiona novamente o joelho, mas agora roda medialmente a tíbia do paciente e estende lentamente o joelho. O teste positivo é tradicionalmente indicado por um “baque” ou “clique” audível ou palpável. ”
( ) Volume residual (VR) é a quantidade de ar presente nos pulmões após uma inspiração máxima.
( ) Volume corrente (VC) é o volume inspirado ou expirado a cada ciclo respiratório.
( ) Capacidade vital (CV) é definida como o volume mínimo de ar inspirado a partir do ponto de expiração máxima.
( ) Volume de reserva inspiratória (VRI) é a quantidade máxima de ar inspirado além de uma inspiração normal, partindo do volume corrente.
( ) Capacidade residual funcional (CRF) é o volume de ar que permanece nos pulmões após a expiração normal, é resultado da soma de volume de reserva expiratória com o volume residual.
( ) Volume de reserva expiratória (VRE) é o volume máximo de ar que pode ser expirado, partindo da capacidade residual funcional e, é a medida que melhor representa volumetricamente o espaço morto.
( ) As doenças reumáticas degenerativas são caracterizadas pela inflamação do tecido conjuntivo, como a artrite reumatoide.
( ) As doenças reumáticas metabólicas afetam principalmente os ossos, como a gota e a osteoporose.
( ) As doenças reumáticas autoimunes são comuns nas articulações periféricas e na coluna vertebral, como a osteoartrite.
( ) As doenças reumáticas infecciosas, quando a transmissão depende de um agente etiológico específico, como a artrite bacteriana.
( ) A fibromialgia é a que atinge principalmente as articulações e os tendões.
I. Manter o equilíbrio, ou seja, manter o centro de massa junto à base de sustentação e compensar efetivamente quando o equilíbrio é perturbado é um desafio para a criança em desenvolvimento, enquanto experimenta e aprende novas habilidades motoras e, ao alcançar um marco referencial ou postura em particular, uma criança deve desenvolver a habilidade de manter seu equilíbrio nessa postura. As habilidades de equilíbrio desenvolvem os mecanismos de reflexos posturais normais e essas habilidades de equilíbrio são separadas em quatro subgrupos: reações de endireitamento, reações de inclinação, reações de equilíbrio e reações de proteção.
II. As reações de endireitamento são responsáveis por segurar a cabeça no espaço e devem se desenvolver em todos os planos, quando há alguma perturbação no centro de massa, em qualquer postura, as reações de endireitamento da cabeça, também denominadas reações de endireitamento labiríntico, são as primeiras a ocorrer.
III. Reação de inclinação é o termo correto para usar quando a superfície em que a criança está sentada, em pé ou em outra posição é movida, causando, assim, o deslocamento do centro de massa dessa criança. Quando isso acontece, o endireitamento da cabeça ocorre imediatamente, se o corpo da criança percebe que o endireitamento da cabeça em si é insuficiente, as reações de inclinação são deflagradas.
IV. A reação de equilíbrio é idêntica à reação de inclinação, porém o estímulo difere pelo fato de o indivíduo estar sobre uma superfície estacionária e não sobre uma superfície móvel e a força da perturbação ser direcionada para o corpo da criança e não para a superfície.
V. O tipo de resposta de equilíbrio final é a resposta de proteção, sendo que no desenvolvimento normal, a resposta de proteção é responsável pela recuperação do equilíbrio quando o centro de massa é deslocado para fora dos limites da base de sustentação. Quando isso acontece, as respostas de endireitamento da cabeça e de inclinação/equilíbrio são desencadeadas, porém são insuficientes para recobrar o controle, automaticamente, a criança se auto protege da queda inevitável levando a mão ou pé à superfície de apoio. Esse movimento por sua vez, desloca efetivamente as extremidades da base de sustentação para fora, ampliando-a, desse modo, a massa do corpo volta para junto da base de sustentação, não pelo corpo ter retornado para dentro da base de sustentação, como nas reações de inclinação/equilíbrio, e, sim, porque a base de sustentação foi ampliada para novamente capturar o centro de massa em seus limites.