Questões de Concurso Sobre fisioterapia
Foram encontradas 25.302 questões
No tratamento com ventilação mecânica não invasiva, níveis de pressão expiratória final positiva em torno de 10 a 15 cm H2O são habitualmente usados com o objetivo de diminuição da pré-carga e melhora da sobrecarga cardíaca, em pacientes com instabilidade hemodinâmica por cardiotoxicidade.
Nas crianças com cateter femoral, é contraindicada a fisioterapia devido à posição do cateter.
As manobras de higiene brônquica e reexpansão pulmonar devem ser realizadas respeitando os valores de plaquetas, coagulograma e limiar da dor. Abaixo de 50 mil plaquetas, é recomendado somente o posicionamento de drenagem brônquica, para evitar hematomas.
Tosse, rouquidão, dispneia e dor torácica, além de edema de face na região cervical e ingurgitamento venoso, são sinais da síndrome mediastinal superior.
Distúrbios hidreletrolíticos como hipopotassemia, hipercalcemia e hipofosfatemia, complicações nos pacientes oncológicos pediátricos, têm como sintoma a perda da força muscular.
Para a reabilitação motora dos pacientes submetidos a TMO, estão indicados os exercícios isométricos e ativo-assistidos, devido a uma mobilidade ativa não satisfatória
A miopatia associada ao uso de corticosteroides pode-se apresentar de forma aguda, com início insidioso, indolor e simétrico, com atrofia, principalmente, do grupo de músculos com fibras do tipo IIb.
A pneumonia, principalmente causada por citomegalovírus, tem sua incidência bastante alta como complicação no TMO.
A eletroestimulação para musculatura do assoalho pélvico, em altas frequências, é efetiva para incontinência por estresse, e, em baixas frequências, para incontinência por urgência.
Os exercícios para musculatura pélvica conhecidos como exercícios de Kegel têm como objetivo fortalecer os músculos voluntários para tratar a incontinência vesical e intestinal.
A limitação de amplitude de movimento no pós-operatório de mastectomia está ligada à remoção do músculo peitoral maior e a lesão temporária do nervo torácico longo.
A terapia física proposta por Földi consiste na drenagem linfática manual, no tratamento de lesões de pele, no enfaixamento compressivo elástico ou inelástico e em exercícios linfomiocinéticos.
O linfedema é a segunda complicação pós-operatória mais frequente no câncer de mama, apesar de ter sofrido uma redução significativa em relação ao passado, quando as cirurgias eram mais radicais e demolidoras.
A hipotonia do músculo glúteo médio pode alterar a marcha por meio do aumento do deslocamento da pelve e do tronco contralateral à sustentação do peso do corpo.
Os padrões anormais de marcha causados pelos mecanismos compensadores para manter deambulação funcional são, invariavelmente, menos eficientes e gastam mais energia que os padrões normais.
A maioria dos problemas na marcha é observada durante a fase de balanço, já que, nessa fase, há ativação muscular constante.
A ampliação da base, excedente 5 cm a 10 cm de um calcanhar a outro, durante a marcha pode ser causada por diminuição da sensibilidade plantar ou sequelas neurológicas cerebelares.
A marcha pode ser dividida em duas fases: a de apoio, responsável por 40% do ciclo da marcha normal, e a de balanço, responsável pelos 60% restantes.
Além da melhora da capacidade funcional, da força muscular e da composição corporal, o tratamento paliativo proporciona a melhora dos padrões de sono e fadiga e a diminuição das dores como resposta aos exercícios no paciente com sintomas relacionados ao câncer.
A intervenção fisioterápica para osteopenia após o tratamento de câncer com atividades de descarga de peso aumenta a massa óssea devido ao estímulo mecânico nas articulações.